02 DE ABRIL DE 2019 - PODER EXECUTIVO

Destaques da Voz do Brasil: Maior comércio e negócios. Em Israel, presidente Jair Bolsonaro se encontra com empresários locais e afirma que Brasil vive novos tempos, com abertura para mais investimentos. Governo interdita 56 barragens. E aumenta fiscalização em estruturas usadas na mineração. Prazo para estudantes se inscreverem no Fies é prorrogado pelo Ministério da Educação. E realização do Enem deste ano está garantida, sem atrasos.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você, que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Terça-feira, 02 de abril de 2019.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia. Maior comércio e negócio.

 

Gabriela: Em Israel, presidente Jair Bolsonaro se encontra com empresários locais e afirma que Brasil vive novos tempos com abertura para mais investimentos.

 

Presidente Jair Bolsonaro: É com essas parcerias, com esse casamento e com essa confiança é que nós podemos fazer muita coisa para Brasil e Israel e para o mundo também.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Governo interditada 56 barragens.

 

Nasi: E aumenta a fiscalização em estruturas usadas na mineração. Luciana Collares de Holanda.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Serão inspecionadas 224 barragens em caráter prioritário até junho próximo.

 

Gabriela: Prazo para estudantes se inscreveram no Fies é prorrogado pelo Ministério da Educação.

 

Nasi: E realização do Enem deste ano está garantida sem atrasos.

 

Gabriela: Na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br . Um dia para ampliar as relações comerciais com um país que é uma das maiores potências nas áreas de ciência e tecnologia.

 

Gabriela: O presidente Jair Bolsonaro teve um dia cheio em Israel com encontros com empresários e também visitou locais sagrados para o povo judeu.

 

Nasi: A repórter Márcia Fernandes acompanhou toda a viagem e conversou agora há pouco com a gente sobre os avanços em mais esta viagem do presidente Jair Bolsonaro ao exterior.

 

Gabriela: Márcia, como foi esse último dia do presidente aí em Israel?

 

Repórter Márcia Fernandes: Boa noite, Gabriela. Boa noite, Nasi, e ouvintes da Brasil. Olha, hoje foi mais um dia de agenda cheia aqui em Jerusalém. Como eu falei aqui ontem, hoje foi um dia dedicado aos negócios, que começou com um café da manhã com empresários israelenses e brasileiros. Lá, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a importância de uma parceria na área de tecnologia. Para o presidente, ela deve ser ampliada contra criação de um escritório comercial brasileiro na cidade de Jerusalém.

 

Presidente Jair Bolsonaro: Os senhores estão aqui, querem investir no Brasil, alguns já investem, fico muito feliz com isso e me sinto, obviamente, como um dos responsáveis para que esse empreendimento dê certo. A própria abertura do escritório aqui em Jerusalém, voltado para a ciência, tecnologia e inovação é a maior sinalização que está mostrando que queremos a participação dos senhores.

 

Repórter Márcia Fernandes: Em seguida, o presidente Jair Bolsonaro participou de um encontro empresarial Brasil/Israel, que também teve presença do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. O primeiro-ministro disse que os dois países já conquistaram grandes feitos, mas que juntos poderão melhorar ainda mais. E destacou que a ciência e a tecnologia são referências em Israel e que esse reconhecimento pode ser empregado no Brasil. Já o presidente Jair Bolsonaro falou que seu governo quer trazer de volta a confiança para os investidores estrangeiros. Só essa confiança vai fazer o Brasil voltar a crescer. O presidente falou sobre as riquezas naturais do Brasil, potencial da agricultura e ressaltou que todo esse potencial pode ser usado nas parcerias com os israelenses. O presidente falou das reformas propostas pelo governo, como a nova Previdência e a ações como as concessões de portos, ferrovias e que isso deve atrair investimentos estrangeiros.

 

Presidente Jair Bolsonaro: Estamos fazendo a nossa parte, propostas foram encaminhadas ao Parlamento. Tenho certeza que o nosso Parlamento, com a sua responsabilidade, com o seu patriotismo nos dará uma resposta a isso. Outras medidas estamos tomando, como reformas, a diminuição do peso do Estado, a desburocratização, mudança nas questões escolares, a busca de parcerias, junto ao mundo, em especial aqui em Israel. Com essas medidas nós podemos fazer muita, mas muita coisa juntos.

 

Repórter Márcia Fernandes: No fim do evento, o presidente Jair Bolsonaro fez um convite aos empresários, para que invistam no Brasil e com certeza vão ser bem acolhidos, serão bem tratados e que podem confiar no trabalho dos brasileiros. E olha, Gabriela, Nasi, eu fiz uma matéria que explica o potencial de crescimento desses negócios entre Brasil e Israel. Vamos ouvir. No ano passado as trocas comerciais entre os dois países movimentaram US$ 1,490 bilhão. Segundo o Ministério de Relações Exteriores, o comércio entre as duas nações evoluiu nos últimos anos, o cônsul de Israel, Dori Goren, diz que com a visita do presidente Jair Bolsonaro deve ser registrado um aumento tanto na importação, quanto na exportação para Israel. O professor de relações internacionais da Universidade Católica de Brasília, Creomar de Souza, fala que o Brasil deve ganhar com estilo de empreendedorismo israelense.

 

Professor de relações internacionais - Creomar de Souza: Hoje Israel é um dos países que possui ao maior número de startups per capita do planeta. Talvez a viagem possa simbolizar uma aproximação entre ambos os atores no sentido de que haja essa troca que o governo brasileiro possa aprender e o desenvolvimento de tecnologias são elementos que podem ser aproveitados nesse tipo de viagem.

 

Repórter Márcia Fernandes: O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, avalia que a vinda do presidente a Israel ajudou a atrair empresas inovadoras da área de tecnologia, as startups, e investimentos para o Brasil.

 

Ministro das Relações Exteriores - Ernesto Araújo: A gente já vê vários exemplos de startups israelenses que querem trabalhar mais com o Brasil, e não só as empresas específicas, como ajudar a criar a cultura de startups de maneira mais profunda também no Brasil. Tecnologia sempre gera negócios, e gera para os notícia lados, né? Aproveitamento de oportunidades que estavam subaproveitadas em dezenas de áreas, agricultura, mineração. Tenho certeza que é o começo de muita coisa, tanto em termos de comércio, como de investimentos.

 

Repórter Márcia Fernandes: As relações comerciais entre as duas nações sempre foram ativas. Em 2007, Israel assinou um acordo de livre comércio com o Mercosul e se tornou um mercado parceiro. Foi o primeiro país de fora da região a firmar esse tipo de acordo do bloco.

 

Nasi: Márcia, Israel é um país que a maioria da população é judaica, e hoje presidente fez uma série de homenagens ao povo judeu, não é isso?

 

Repórter Márcia Fernandes: Foi isso mesmo, Nasi. O presidente reservou a tarde para visitar o Museu do Holocausto, o local é considerado a maior memorial sobre o assunto no mundo, e reúne objetos sobre o genocídio que vitimou mais de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. O presidente foi chamado para acender a chama eterna, que é isso mesmo que o nome diz, um fogo que não se apaga, e depois ofereceu flores em memória às vítimas. Depois o presidente se reuniu com brasileiros que moram em Ra'anana, uma pequena cidade aqui de Israel, em seu último compromisso oficial. Segundo o porta-voz, Otávio Rêgo Barros, o retorno do presidente foi antecipado para que já na quinta-feira as atenções se voltassem na nova previdência.

 

Porta-voz da Presidência da República Otávio Rêgo Barros: Por questões logística nós estamos trazendo cerca de 25 brasileiros que moram naquela comunidade aqui com a finalidade de o presidente estreitar os laços, e, ao mesmo tempo, antecipar o nosso retorno amanhã, visto que, no dia seguinte, ele já tem agendado um série de encontros com parlamentares, visando nosso objetivo principal nesse momento, que é um andamento mais célere da nossa nova previdência.

 

Gabriela: E, Márcia, qual balanço foi feito dessa viagem?

 

Repórter Márcia Fernandes: Gabriela, para o presidente Jair Bolsonaro, o saldo final da viagem é muito positivo para o país com a assinatura de muitos acordos. O presidente disse que precisava estreitar essas relações com o governo de Israel.

 

Presidente Jair Bolsonaro: Acordos, parcerias, protocolo de intenção verbal que eu inventei por ocasião da viagem. Eu acredito que Israel e Brasil se complementam, e nós aprofundando essa amizade, esses laços comerciais, essas intenções, nós podemos ajudar, e, muito, nossos povos.

 

Repórter Márcia Fernandes: Já para o ministro das relações exteriores, Ernesto Araújo, a viagem uniu negócios e fé. O presidente e a comitiva de ministros chegam ao Brasil amanhã. Gabriela, Nasi.

 

Nasi: Obrigado, Márcia Fernandes, pelas informações aqui para a Voz do Brasil.

 

Gabriela: E aqui no Brasil o presidente da República em exercício, Hamilton Mourão esteve no Rio de Janeiro.

 

Nasi: Em uma feira da área de segurança e defesa, Mourão disse que o governo investe na modernização das Forças Armadas.

 

Gabriela: Hamilton Mourão acompanhou a assinatura do contrato entre a Marinha e um consórcio para a construção de até quatro navios para patrulhamento dos nossos mares.

 

Repórter Maurício de Almeida: A indústria da segurança é responsável por aproximadamente 4% do Produto Interno Bruto do Brasil, tudo o que produzimos de bens e serviços. Para o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, o setor é estratégico para manter a paz e também para nossa economia.

 

Ministro da Defesa - Fernando Azevedo: O binômio defesa-segurança, segundo a Fundação Instituto de Pesquisa Econômica, a Fipe, é responsável por 3,7% do Produto Interno Bruto e por gerar 60 mil empregos diretos e 240 indiretos. Em função do seu potencial de crescimento consideramos que metas mais ousadas podem ser atingidas por nossa indústria de defesa, contribuindo de forma decisiva para a recuperação econômica do Brasil.

 

Repórter Maurício de Almeida: O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse que é necessário investir na modernização das Forças Armadas. E uma demonstração de que o Governo Brasileiro está empenhado em equipar as tropas foi a assinatura do contrato do para o projeto de aquisição de novas corvetas da classe Tamandaré, navios de porte médio, utilizados para escoltas e para patrulhamento. De acordo com o presidente em exercício, Hamilton Mourão, a princípio, essas embarcações vão ver utilizadas pela Marinha, na chamada Amazônia Azul.

 

Presidente em exercício Hamilton Mourão: Vale destacar que a construção dos navios em território nacional e com alto índice de transferência de tecnologia e nacionalização de componentes, não somente auferirá benefícios à Marinha, mas, sobretudo, à parcela da sociedade brasileira com o fortalecimento da base industrial de defesa e do setor da indústria naval.

 

Repórter Maurício de Almeida: A feira visitada pelos restantes do Governo Brasileiro é o maior encontro do setor de defesa e segurança na América Latina. Delegações de 80 países participam do evento, que deve receber cerca de 38 mil pessoas até sexta-feira. Hamilton Mourão também visitou os estandes da feira e conheceu o avião KC390, a maior aeronave militar já produzida no Brasil. Do Rio de Janeiro, Maurício de Almeida.

 

"Nova Previdência - É para todos, é melhor para o Brasil".

 

Nasi: E o presidente em exercício, Hamilton Mourão, também destacou que o governo está comprometido em promover reformas da economia como a nova Previdência.

 

Gabriela: É a expectativa é que aprovação da proposta traga uma economia de R$ 1,1 trilhão para os cofres públicos em dez anos.

 

Presidente em exercício Hamilton Mourão: O presidente Jair Messias Bolsonaro está engajado em promover reformas estratégicas para destravar a nossa economia, criando as melhores condições para que o livre comércio seja alavancado no Brasil. Um exemplo disso, na área econômica é a elevada expectativa de que, nos próximos meses, o Parlamento Brasileiro aprove o nova Previdência e em sua esteira a reforma tributária.

 

"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".

 

Nasi: E como ouvimos agora há pouco, a indústria de defesa é um setor importante para a economia brasileira, responsável pela geração de milhares de empregos.

 

Gabriela: E, claro, contribui para garantir a soberania do território brasileiro.

 

Repórter Lane Barreto: O Brasil possui indústrias de defesa que empregam milhares de pessoas e desenvolvem tecnologias nacionais. O secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa, Marcos Degaut, explica como a efetivação de projetos e produtos de defesa contribuem para o desenvolvimento econômico e industrial do nosso país.

 

Secretário de Produtos de Defesa - Marcos Degaut: Esses projetos estratégicos são verdadeiros indutores de crescimento, indutores de inclusão social, geração de emprego, geração de renda, servem também como vetores de arrecadação de tributos, de arrecadação de royalties, e, talvez, mais importante ainda, de desenvolvimento tecnológico.

 

Repórter Lane Barreto: Um dos projetos estratégicos do setor de defesa que está em uso é o sistema Astros. Utilizado pelo Exército Brasileiro, o equipamento, inclui caminhões de lançamento de foguete com capacidade de atingir alvos a grande distância. O Astros é produzido pela empresa Avibras, uma indústria aeroespacial brasileira. O diretor de Assuntos Corporativos da Avibras, Carlos Cidade, detalha características do sistema Astros e informa para onde é exportado.

 

Diretor de Assuntos Corporativos da Avibras - Carlos Cidade: O Sistema Astros é capaz de lançar munições de diferentes calibres a distâncias entre 9 e 300 quilômetros. A Avibras exporta por cerca de 85% dos seus produtos e serviços, principalmente para a mercados da América Latina, Sudeste Asiático, Oriento Médio e África.

 

Repórter Lane Barreto: Três setores são considerados estratégicos para o Ministério da Defesa, são eles: o espacial, o cibernético e o nuclear. Entre os projetos estratégicos da Pasta estão o avião cargueiro KC390, desenvolvido pela Embraer, o caça Gripen, uma parceria entre o Brasil e a Suécia, e o projeto de desenvolvimento das corvetas da classe Tamandaré da Marinha do Brasil. Reportagem, Lane Barreto.

 

Nasi: Você vai ouvir daqui que o governo quer incentivar o trabalho entre os detentos.

 

Gabriela: Além de eles receberem pelo serviço, podem ajudar a financiar o sistema penitenciário.

 

Nasi: Projeto que já existe e deve ser ampliado para todo o país.

 

Gabriela: A Agência Nacional de Mineração interditou 56 barragens por falta de informações sobre a estabilidade em suas estruturas.

 

Nasi: E para ajudar na vistoria de mais 3 mil barragens, o governo está capacitando 39 profissionais.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Estes profissionais estão passando por uma capacitação, que tem como objetivo atualizar sobre os protocolos de vistoria das barragens, assim será possível realizar um diagnóstico preciso de cada uma dessas estruturas. O Governo Federal já determinou às instituições fiscalizadoras federais e estaduais a vistoria das 3.386 barragens a fim de detectar e suprimir riscos em potencial até o fim deste ano. E no caso específico da mineração, serão inspecionadas 224 barragens em caráter prioritário até junho próximo. O diretor da ANM, Eduardo Leão, explica que até agora já foram fiscalizadas cem barragens.

 

Diretor da ANM - Eduardo Leão: Desde o incidente de Brumadinho, no dia 25 de janeiro, nós potencializamos a fiscalização, os relatórios estão sendo colocados na íntegra dentro o nosso site para toda a comunidade, sociedade também ter acesso e saber quais são os riscos e como está a estabilidade de cada barragem.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Só este ano, de acordo da Agência Nacional de Mineração, 56 barragens foram interditadas por falta de documentação, 39 delas porque as informações enviadas pelas empresas apontaram falta de estabilidade nos empreendimentos, e 17 por não terem enviado a documentação, como explica Eduardo Leão.

 

Diretor da ANM - Eduardo Leão: As 56 já estão interditadas e as empresas agora têm obrigações de fazer reforços, algum investimento em obras para que elas consigam elevar o seu fator de segurança para ter sustentabilidade.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Outros profissionais foram remanejados pelo Ministério da Economia para a Agência Nacional de Águas, que cuida das barragens de usos múltiplos da água e para a Agência Nacional de Energia Elétrica, que é a responsável pelas barragens de usinas hidrelétricas. Reportagem, Luciana Collares de Holanda.

 

Gabriela: O prazo para os estudantes se inscreveram no Fies, o Fundo de Financiamento Estudantil, foi prorrogado.

 

Nasi: Candidatos que tenham encontrado dificuldades para concluir a inscrição não vão ser prejudicados.

 

Repórter Gabriela Noronha: Os candidatos selecionados pelo Fies neste primeiro semestre de 2019 têm agora até esta sexta-feira, dia 5 de abril, para concluir a inscrição. O Ministério da Educação identificou falhas no sistema que estão dificultando a conclusão da inscrição dos candidatos selecionados, por isso, resolveu entender a data. O MEC informou que, com a prorrogação do prazo, a ideia é garantir que não haja prejuízo aos estudantes. O Fies tem como objetivo, financiar alunos em cursos de graduação em unidades privadas. O programa oferece este ano 100 mil bolsas de estudo. O financiamento não tem taxa de juros e o pagamento das parcelas só começa após a conclusão do curso. Gabriela Noronha para o Voz do Brasil.

 

Gabriela: E o cronograma do Enem deste ano está mantido.

 

Nasi: De acordo com o Inep, responsável pela organização do exame, a falência da gráfica responsável pela impressão das provas não vai atrasar a realização dessas provas.

 

Gabriela: O prazo de inscrições para o Enem segue entre os dias 6 e 17 de maio e as provas ocorrerão nos dias 3 e 10 de novembro.

 

Nasi: O instituto também informou que estão sendo avaliadas alternativas seguras em instituição à gráfica contratada para a impressão das provas.

 

Gabriela: Espaços para garantir atendimento de qualidade para pessoas com deficiência.

 

Nasi: São os Centros-Dia, que oferecem serviços integrados nas áreas de educação, saúde e assistência social.

Gabriela: Um deles fica um Campina Grande, na Paraíba. E para ver de perto o trabalho desenvolvido por lá, o espaço recebeu hoje a visita do ministro da Cidadania, Osmar Terra, e da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

 

Repórter André Luiz Gomes: Criado especialmente para atender vítimas dos Zika vírus, o Centro-Dia de Campina Grande, na Paraíba, acompanha atualmente 38 famílias. A unidade pública é especializada no atendimento a pessoas com algumas deficiências, como o microcefalia e hidrocefalia. Para o ministro Osmar Terra, que participou da implementação da unidade, o bom resultado é um reflexo de um atendimento diferenciado.

 

Ministro da Cidadania - Osmar Terra: Se pensou no Centro-Dia justamente para atender os lugares onde houve maior incidência de epidemia, para que as mães possam levar, até deixar a criança lá durante o dia e poder trabalhar. E esse trabalhado é integrado, a criança vai lá fica lá no Centro-Dia, é acolhida tem algumas atividades lá, depois vem para cá fazer reabilitação física. Também numa creche, as crianças têm a oportunidade de ficar uma creche uma parte do dia.

 

Repórter André Luiz Gomes: O Centro-Dia oferece serviço de proteção especial para pessoas com deficiência idosos e suas famílias em parceria com entidades sociais da área. A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, visitou a unidade com o ministro da Cidadania, Osmar Terra. Em conversa com as mães, ela destacou a preocupação com a inclusão de pessoas com alguma deficiência.

 

Primeira-dama Michelle Bolsonaro: A causa de você me toca e o eu consigo me colocar no lugar de vocês. Então, nós estamos aqui realmente para começar a construir uma sociedade inclusiva e uma sociedade que tem um olhar especial para vocês.

 

Repórter André Luiz Gomes: Mãe de Caio, de oito anos, e que tem autismo, e de Cauan, de três, a rotina de Jucilúcia Barros de Lima, gira em torno do Centro-Dia.

 

Entrevistada - Jucilúcia Barros de Lima: Além de usar o espaço como lazer, porque a casa é ampla, e meus filhos precisam de um lazer, então, as condições, às vezes não dá para a gente fazer esse lazer no final de semana, mas funciona bem o serviço.

 

Repórter André Luiz Gomes: A primeira-dama Michelle Bolsonaro e o ministro Osmar Terra também foram o centro de reabilitação do município e visitaram famílias atendidas pelo Programa Criança Feliz. Reportagem, André Luiz Gomes.

 

Nasi: Incentivar o trabalho entre os dentes, gerando emprego e renda e recurso para o sistema carcerário.

 

Gabriela: Em Santa Catarina, 25% do pagamento destinado ao preso que trabalha é reinvestido na manutenção dos presídios.

 

Nasi: E esse modelo ganhou o apoio do Depen, que quer expandir o projeto para todo o país.

 

Repórter Graziela Mendonça: Dar uma oportunidade de trabalho para quem está preso, e, ao mesmo tempo, gerar recursos que serão investidos no próprio sistema prisional. Essa é a ideia dos Fundos Rotativos, política que vem sendo aplicada em penitenciárias de Santa Catarina, no Sul do país. A iniciativa é por meio de convênios com empresa privadas, que montam linhas de produção dentro das unidades prisionais e contratam esses presos. O secretário de Justiça e Cidadania, de Santa Catarina, Leandro Lima, explica como funciona.

 

Secretário de Justiça e Cidadania de Santa Catarina - Leandro Lima: Esse recurso é utilizado na manutenção e ampliação da atividade laboral na unidade onde que está, ou seja, quanto mais presos trabalhando, mais recursos são envolvidos nessa atividade e mais recursos ficam à disposição da unidade prisional.

 

Repórter Graziela Mendonça: Só no ano passado, o trabalho tenho os presos devolveu R$ 24 milhões para o estado de Santa Catarina. E o Governo Federal quer expandir a ideia para todo o país. O Departamento Penitenciário Nacional, Depen, levou representantes de 16 estados para conhecer dois presídios catarinenses que já adotam o sistema, Curitibanos e Chapecó. O Depen vai emitir uma nota técnica orientando que os demais estados brasileiros repliquem essa prática. Segundo o diretor-geral do departamento, Fabiano Bordignon, além da ressocialização, isso faz com o que os próprios presos ajudem a custear o sistema.

 

Diretor-geral do Depen - Fabiano Bordignon: Um projeto muito interessante, que existe uma dificuldade hoje orçamentária, vários estados passam dificuldade, e a população quer realmente que o preso trabalhe para ajudar a custear esses altos custos que representam a execução das penas, e, retornando, então, um pouco de recurso para a sociedade.

 

Repórter André Luiz Gomes: O detento William dos Santos, de 38 anos, não desperdiçou a oportunidade. Há cinco anos ele trabalha nesse sistema na Penitenciária de Curitibanos, em São Cristóvão do Sul, Santa Catarina. Lá, todos os presos trabalham, sem exceção. Para ele, é uma chance de mudar de vida quando terminar de cumprir a pena.

 

Detento - William dos Santos: Para nós é tudo, na verdade, porque para quem quiser levar para fora é uma profissão muito boa.

 

Repórter Graziela Mendonça: Hoje, cerca de 17% dos presos do país trabalham. A ideia do governo é aumentar esse número. O Departamento Penitenciário Nacional pretende realizar visitas em vários estados para conhecer de perto experiência de sucesso como a de Santa Catarina, e, assim, investir em projetos que tornem o sistema pais eficiente. Reportagem, Graziela Mendonça.

 

Gabriela: As vendas de veículos, alimentos e combustíveis foram as principais responsáveis pelo crescimento de 0,7% da produção indústria de fevereiro em comparação a janeiro.

 

Nasi: E na comparação com o mesmo período do ano passado, o desempenho da indústria teve um incremento de 2%.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as Notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma boa noite.

 

Gabriela: Uma boa noite para você e até amanhã.

 

"Governo Federal. Pátria amada, Brasil".