03 DE ABRIL DE 2019 - PODER EXECUTIVO

Destaques da Voz do Brasil: Foco total para aprovar a Nova Previdência. Presidente Jair Bolsonaro afirma que proposta é prioridade para o governo e fundamental para o crescimento econômico do país. E no Congresso, ministro da Economia fala sobre a Nova Previdência. Paulo Guedes reafirma necessidade de mudanças. Fala que sistema atual é desigual e compromete pagamento das aposentadorias no futuro. Apoiar o atendimento a quem precisa. Conselhos da Pessoa Idosa recebem do governo kits com equipamentos para melhorar atendimento nos municípios. Lançada Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do governo federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Quarta-feira, 3 de abril de 2019.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia. Foco total para aprovar a nova previdência.

 

Gabriela: Presidente Jair Bolsonaro afirma que proposta é prioridade para o governo e fundamental para o crescimento econômico do país.

 

Presidente Jair Bolsonaro: Vamos jogar pesado na previdência porque ela é um marco, né? Se der certo, a gente tem tudo para fazer o Brasil decolar.

 

Nasi: E no Congresso, o ministro da Economia fala sobre a nova previdência.

 

Gabriela: Paulo Guedes reafirma a necessidade de mudanças.

 

Nasi: Fala que sistema atual é desigual e compromete pagamento das aposentadorias no futuro.

 

Ministro da Economia - Paulo Guedes: Você vai prometendo cada vez mais para cada vez mais gente, com cada vez menos jovens financiando cada vez mais idosos, com salários cada vez mais altos, e você não levou nada para o futuro.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil.

 

Nasi: Apoiar o atendimento a quem precisa.

 

Gabriela: Conselhos da Pessoa Idosa recebem do governo kits com equipamentos para melhorar atendimento nos municípios. Luana Karen.

 

Repórter Luana Karen: O kit contém três computadores, equipamentos de informática, televisão, bebedouro e um carro zero quilômetro.

 

Nasi: Lançada a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. Pablo Mundim.

 

Repórter Pablo Mundim: Serão realizadas ações em todas as regiões do país.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil: Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E assista a gente na internet em: www.voz.com.br .

 

"Nova previdência, é para todos, é melhor para o Brasil".

 

Gabriela: O governo quer criar uma Previdência Social sem privilégios e sem desigualdade.

 

Nasi: Ao mesmo tempo, o sistema deve ser sustentável.

 

Gabriela: Isso significa garantir que as gerações futuras não vão correr o risco de ficar sem aposentadoria.

 

Nasi: Essa é a ideia defendida hoje pelo ministro Paulo Guedes na Câmara dos Deputados.

 

Gabriela: O ministro está falando neste momento sobre a nova previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

 

Nasi: E nós vamos conversar agora, ao vivo, com a repórter Danielle Popov, que está na Câmara dos deputados.

 

Gabriela: Boa noite, Danielle. O ministro explicou por que é necessária uma nova previdência?

 

Repórter Danielle Popov (ao vivo): Olá, Gabriela, boa noite para você, ao Nasi e também aos ouvintes da Voz do Brasil. Sim, ele explicou, sim. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o atual sistema previdenciário tem um impacto sobre...

 

Gabriela: Nós perdemos o contato com a Danielle, daqui a pouquinho a gente liga para ela novamente.

O Brasil tem diminuído o número de acidentes no trabalho nos últimos anos, mas o assunto ainda preocupa.

 

Nasi: São aproximadamente 2.300 mortes por ano.

 

Gabriela: Para melhorar esse quadro, a Secretaria do Trabalho lançou hoje mais uma edição da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

 

Nasi: A campanha segue até novembro com ações em todas as regiões do país.

 

Repórter Pablo Mundim: A segurança dos 54 funcionários no terminal de cargas dos Correios, em Brasília, é coisa séria. Responsáveis por cerca de 300 toneladas de encomendas todos os dias, a unidade cumpre uma série de medidas. São mais de 200 dias sem acidentes de trabalho. A gerente de segurança do trabalho dos Correios, Tatiane Ribeiro Gomes, explica como funciona.

 

Gerente de segurança do trabalho dos Correios - Tatiane Ribeiro Gomes: Além de cumprimento legal, existem ações, como de ginástica laboral, programas de promoção da saúde, programas voltados para área de ergonomia, prevenção de doenças osteomusculares e outros, como palestras, treinamentos.

 

Repórter Pablo Mundim: Mas não são todas as empresas que adotam na prática um ambiente seguro e saudável aos funcionários. O Brasil ainda registra números altos de acidentes de trabalho. Nos últimos cinco anos, foram, em média, 611 mil acidentes de trabalho por ano, desses, 2.300 resultaram em morte, números preocupantes, avalia o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo.

 

Secretário de Trabalho do Ministério da Economia - Bruno Dalcolmo: O Brasil já evoluiu muito nos últimos dez anos do ponto de vista de redução dos acidentes de trabalho, né? Então, nós tivemos uma redução por mil habitantes, por mil trabalhadores da ordem de 35%. Então, uma redução na incidência relevante, mas, em termos absolutos, o número de acidentes ainda é muito grande.

 

Repórter Pablo Mundim: Para reduzir essas estatísticas e prevenir os acidentes, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia lançou a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, o Canpat 2019. Neste ano, a campanha pretende conscientizar quanto aos riscos ocupacionais, como explica o subsecretário de Inspeção do Trabalho do Ministério da Economia, Celso Amorim Araújo.

 

Subsecretário de Inspeção do Trabalho do Ministério da Economia - Celso Amorim Araújo: São ações de inspeção do trabalho, são ações de organização dos órgãos internos das empresas que cuidam da prevenção, ações educativas nas escolas.

 

Repórter Pablo Mundim: Outra medida anunciada pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia é o aperfeiçoamento tecnológico, principalmente para a fiscalização. A campanha vai até o mês de novembro e serão realizadas ações em todas as regiões do país. Reportagem: Pablo Mundim.

 

Gabriela: E nós agora vamos voltar a falar, ao vivo, com a repórter Danielle Popov, que está no Congresso Nacional. O ministro da Economia, Paulo Guedes, fala neste momento sobre a nova previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Danielle, você estava contando para a gente que o ministro explicou por que é necessária uma nova previdência, não é isso?

 

Repórter Danielle Popov (ao vivo): É isso, Gabriela, agora sim, o ministro explicou isso mesmo. O Paulo Guedes afirmou que o atual sistema previdenciário tem um impacto sobre as contas públicas que não pode mais ser suportado. O ministro citou os motivos para essa situação. Segundo ele, a população está vivendo mais e a taxa de natalidade tende a diminuir, assim, no futuro, haverá mais aposentados e menos trabalhadores contribuindo com a previdência.

 

 

Ministro da Economia - Paulo Guedes: Está destruindo as finanças dos estados, dos municípios e do país. Você vai prometendo cada vez mais para cada vez mais gente, com cada vez menos jovens financiando cada vez mais idosos, com salários cada vez mais altos e você não levou nada para o futuro.

 

Repórter Danielle Popov (ao vivo): Também chamou a previdência brasileira de fábrica de desigualdade, porque algumas categorias recebem aposentadorias bem mais altas.

 

Ministro da Economia - Paulo Guedes: Oitenta e três por cento dos brasileiros ganham aposentadorias só até dois salários mínimos ou menos. A aposentadoria média no Legislativo é 20 vezes a aposentadoria média do INSS. Os mais pobres são justamente os que se aposentam, hoje, mais tarde. As mulheres mais pobres estão se aposentando hoje com 61,5 no regime geral.

 

Nasi: E, Danielle, quais são os principais pontos da nova previdência proposta pelo governo?

 

Repórter Danielle Popov (ao vivo): Olha, Nasi, proposta da nova Previdência prevê idades mínimas para a aposentadoria. Os homens vão poder se aposentar com 65 anos de idade e as mulheres com 62, a contribuição mínima será de 20 anos. O texto também cria regras de transição para quem já está contribuindo com a previdência. O ministro da Economia explicou que a proposta tenta acabar com privilégios, reduzir desigualdades e garantir que, no futuro, seja possível pagar aposentadoria a futuras gerações. Para isso, uma das propostas do governo é um regime suplementar de capitalização, por esse sistema, o trabalhador faz uma contribuição para um fundo e recebe na aposentadoria uma renda--

 

Gabriela: Nós perdemos novamente o contato com a repórter Danielle Popov.

 

Nasi: E os militares da Força Nacional e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais enviados para Moçambique para ajudar a população após a passagem do ciclone Idai já concluíram a instalação de tendas para abrigar 3 mil pessoas na cidade de Beira.

 

Gabriela: O ciclone, que no mês passado atingiu países africanos, deixou 598 mortos em Moçambique e quase 1 milhão de pessoas atingidas.

 

Nasi: O oficial de ligações do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, capitão Cleber, falou com exclusividade para a Voz do Brasil sobre o trabalho da Operação Moçambique.

 

Oficial de ligações de Corpo de Bombeiros de Minas Gerais - Cleber: No dia de hoje, os militares do Corpo de Bombeiros fizeram uma importante travessia de 2 mil litros do óleo diesel, subindo o Rio Dingue Dingue até Dondo(F) para poder restabelecer as bombas que vão levar água potável para Dondo(F) e para Beira. Também uma tropa foi para Muanza fazer a liberação de vias. Muitas árvores caíram, fecharam rodovia e é uma importante via de ligação todos que precisam passar por Beira para chegar à capital, Maputo. Amanhã pela manhã, iremos fazer um voo de reconhecimento para reconhecer os pontos de atuação, para fazer uma das fases mais importantes da defesa civil, que é a fase da reconstrução.

 

Gabriela: A Operação Moçambique também vai atuar na área de saúde para tentar conter o surto de cólera que atinge a região.

 

Nasi: E você vai ouvir ainda hoje.

 

Gabriela: Apoiar o atendimento a quem precisa.

 

Nasi: Conselhos da Pessoa Idosa recebem do governo kits com equipamentos para melhorar o atendimento nos municípios.

 

Gabriela: Inovação tecnológica e automatização dentro das indústrias para aumentar a produtividade.

 

Nasi: É essa a ideia da indústria 4.0, por meio do emprego de robôs e outras tecnologias.

 

Gabriela: E para que o Brasil não fique para trás nessa nova fase de desenvolvimento industrial, foi criada hoje a Câmara da Indústria 4.0.

 

Nasi: São diversos órgãos do governo trabalhando juntos para modernização da indústria brasileira.

 

Repórter Ricardo Ferraz: Liderar o setor industrial brasileiro rumo à quarta resolução industrial, é isso o que pretende a Câmara da Indústria 4.0, criada hoje em Brasília pelos Ministérios da Economia e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O novo órgão vai integrar mais de 30 entidades do governo, empresas e acadêmicos para desenvolver ações e soluções inovadoras. O secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Paulo Alvim, explica como a Câmara vai funcionar.

 

Secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Paulo Alvim: Um processo de acelerar a inserção da sociedade brasileira e seu parque produtivo na realidade do século 21. Tecnologias de informação são estratégicas, contribuindo efetivamente para a qualidade de vida da população.

 

Repórter Ricardo Ferraz: Desde 2015, o governo trabalha na criação da Agenda Brasileira Para a Indústria 4.0. O objetivo é reduzir custos e aumentar a eficiência da indústria por meio de processos de produção integrados que utilizam tecnologia avançada, como robôs, internet das coisas, computação em nuvem e inteligência artificial. A maior fabricante de aeronaves brasileira, a Embraer, já mudou processos e colheu bons resultados, como conta Antônio Carmesini, diretor de Engenharia de Manufatura da empresa.

 

Diretor de Engenharia de Manufatura da Embraer - Antônio Carmesini: A gente poderia destacar a automação de processo de pintura de aeronaves, né? Onde a gente conseguiu, além de uma qualidade superior ao processo manual, um controle e redução significativo de consumo de materiais, de emissão de gases, contribuindo aí para o meio ambiente.

 

Repórter Ricardo Ferraz: Segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, a ABDI, a migração para a indústria 4.0 deve gerar uma economia de, no mínimo, R$ 73 bilhões por ano. Por enquanto, os investimentos para alcançar a quarta revolução industrial estão mais concentrados nas maiores empresas do país, mas o presidente do BNDES, Joaquim Levy, destaca que o governo abrirá linhas de crédito para as micro e pequenas indústrias se modernizarem.

 

Presidente do BNDES - Joaquim Levy: O nosso papel de governo é facilitar, criar infraestrutura para que isso aconteça e para isso que a gente também está se preparando para aumentar a disponibilização de crédito. Aliás, semana passada, nós lançamos uma linha de até R$ 500 mil para pequenos e microempresários, além de programas especiais que a gente já tem desenvolvido.

 

Repórter Ricardo Ferraz: A Finep, financiadora de inovação e pesquisa, órgão ligado ao governo federal, já está trabalhando com 200 empresas em parceria com a Confederação Nacional da Indústria, a CNI. Graças à iniciativa, uma empresa do setor aéreo de São José dos Campos, em São Paulo, que trabalhava com projetos para outras indústrias, conseguiu abrir a própria planta. A empresa já nasceu dentro do espírito da indústria 4.0, explica Fernando Ferraz, vice-presidente.

 

Vice-presidente de empresa de setor aéreo - Fernando Ferraz: A virtualização ou digitalização, ela é praticamente total, não só o produto, mas as operações industriais, toda a gestão da empresa está integrada, inclusive, a de parceiros. Para gente não foi muito uma questão de escolha, foi uma questão de sobrevivência.

 

Repórter Ricardo Ferraz: O governo também vai trabalhar no marco legal da indústria 4.0, que será enviado em breve ao Congresso Nacional. Reportagem: Ricardo Ferraz.

 

Gabriela: E nós conseguimos falar novamente com a repórter Danielle Popov, que está no Congresso Nacional e fala com a gente ao vivo, e como o assunto é muito importante, vamos torcer para a ligação não cair de novo. Dani, você falava dos principais pontos da nova previdência proposta pelo governo, que é um regime suplementar de capitalização, não é isso?

 

Repórter Danielle Popov (ao vivo): É isso, Gabriela. Realmente, hoje o dia aqui está tão agitado e tem tanta movimentação que isso deve estar até interferindo aí nas comunicações, mas, enfim, a gente estava falando sobre como é a proposta do governo e que o ministro da Economia, Paulo Guedes, ele explicou, na CCJ que a proposta tenta acabar com privilégios, reduzir igualdades e garantir que no futuro seja possível pagar aposentadorias às futuras gerações. E para isso, uma das propostas do governo é um regime suplementar de capitalização. Por esse sistema, o trabalhador faz uma contribuição para um fundo e recebe na aposentadoria uma renda complementar. O ministro falou sobre as vantagens da capitalização.

 

Ministro da Economia - Paulo Guedes: O jovem que vai se aposentar lá na frente não depende de um outro jovem no futuro vir pagar a aposentadoria dele, ele mesmo vai acumulando. O sistema de capitalização é um sistema que não tem [ininteligível] demográfica, não tem a bomba de não levar recurso para o futuro, não tem essa fabricação de desigualdade que as pessoas vão acumulando. Um sistema de capitalização bota o país para crescer muito mais rapidamente.

 

Repórter Danielle Popov (ao vivo): Bom, o ministro Paulo Guedes, ele está falando sobre a nova previdência na Comissão de Constituição de Justiça da Câmara dos Deputados que faz essa primeira análise do texto. O relator na comissão, o deputado Marcelo Freitas, informou que vai apresentar o relatório da próxima terça-feira. Gabriela, Nasi, eu volto com vocês.

 

Nasi: Obrigado, Danielle Popov, pelas informações, ao vivo, aqui na Voz do Brasil.

 

Gabriela: E como nós estamos vendo, o foco do governo é a aprovação da nova previdência.

 

Nasi: E esse foi o recado do presidente Jair Bolsonaro ao se despedir de Israel na manhã desta quarta-feira.

 

Gabriela: A visita internacional foi marcada por acordos e parcerias nas áreas de ciência, tecnologia, agricultura e defesa.

 

Nasi: O presidente disse que sua missão no país foi cumprida e que agora o foco é na proposta que deve gerar uma economia de R$ 1,1 trilhão aos cofres públicos em dez anos.

 

Repórter Márcia Fernandes: A viagem do presidente Jair Bolsonaro a Israel foi marcada pela maior aproximação entre os dois países. Durante os três dias em que visitou Israel, o presidente assinou uma série de acordos de cooperação, principalmente sobre troca de informações em ciência, tecnologia e inovação. Durante a visita, Jair Bolsonaro também apresentou as ações e medidas do governo para incentivar negócios e investimentos entre empresas do Brasil e de Israel, além de visitas a locais sagrados e homenagens aos militares israelenses que ajudaram no resgate de vítimas em Brumadinho, Minas Gerais. Antes de deixar Israel, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o foco do governo é aprovação da nova previdência pelo Congresso.

 

Presidente Jair Bolsonaro: Nós vamos jogar pesado na previdência porque ela é um marco, né? Se der certo, a gente tem tudo para fazer o Brasil decolar.

 

Repórter Márcia Fernandes: O presidente afirmou que a grande maioria das metas dos cem primeiros dias de governo, que vão ser completados semana que vem, foram cumpridas.

 

Presidente Jair Bolsonaro: Mais de 90% vai ser atendido, o restante, 10%, é parcialmente atendido.

 

Repórter Márcia Fernandes: Segundo o presidente, o Ministério da Economia está preparando um projeto para incentivar a criação de empregos no país. A ideia é facilitar a contratação pelos empresários. De Jerusalém, em Israel, Márcia Fernandes.

 

Gabriela: E o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, falou sobre os encontros que o presidente Jair Bolsonaro terá amanhã com parlamentares para tratar da nova previdência.

 

Nasi: De acordo com o ministro, a meta do governo é reunir esforços para aprovação da medida, importante para o equilíbrio fiscal do país.

 

Ministro-chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni: Vai ser o tom de convidá-los, a instituição partidária, para que participe desse esforço de construção do entendimento na busca de poder ter a nova previdência aprovada, que o Brasil encontre o equilíbrio fiscal porque este é o passaporte para o portal da prosperidade. O Brasil passando por isso, nós vamos para um outro momento na vida brasileira, de emprego, de crescimento, vai ser um outro Brasil.

 

Gabriela: Os Conselhos da Pessoa Idosa são espaços que asseguram direitos e ajudam a promover a qualidade de vida dessa população, que já soma 30 milhões de brasileiros.

 

Nasi: É, e para fortalecer a atuação dos conselhos, o governo entregou hoje kits contendo computadores, carros, televisão, entre outros equipamentos.

 

Gabriela: Os kits foram doados a conselhos de 17 municípios do Brasil.

 

Repórter Luana Karen: Maxaranguape, localizada no litoral norte do Rio Grande do Norte, foi uma das cidades atendidas com a entrega dos kits pelo governo federal. O município tem 13 mil habitantes e atende cerca de 150 idosos com atividades culturais e esportivas. O prefeito Luis Eduardo Bento da Silva destaca a importância das atividades na vida dos idosos e conta como os novos equipamentos vão ajudar.

 

Prefeito de Maxaranguape - Luis Eduardo Bento da Silva: A gente tem programas de pilates, de ginástica, de manhã cedo na praia, hidroginástica no rio. Isso tem dado um retorno na qualidade de vida muito grande. E agora estamos expandindo para os outros distritos.

 

Repórter Luana Karen: E, nesse sentido, receber o kit é uma ajuda em boa hora?

 

Prefeito de Maxaranguape - Luis Eduardo Bento da Silva: E vem muito, muito, em boa hora porque é infraestrutura para a gente tocar nossos programas e nosso projeto e ampliar também nosso projeto.

 

Repórter Luana Karen: Segundo a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, existem hoje no país 30 milhões de idosos, número que só deve crescer daqui para frente. Por isso, a ministra Damares Alves destacou a importância de aumentar o apoio oferecido a esse grupo.

 

Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos - Damares Alves: Nunca tivemos na história do Brasil tantos idosos como agora, vamos ter muito mais, nós vamos fortalecer nos municípios o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, e é isso que nós estamos fazendo aqui hoje, entregando kits para fortalecer os conselhos que vão estar lá na ponta, cuidando dos idosos no Brasil. Vamos caminhar para que todos os municípios que estejam precisando ainda do kit sejam alcançados.

 

Repórter Luana Karen: O kit contém três computadores, equipamentos de informática, televisão, bebedouro e um carro zero quilômetro. O material é destinado aos Conselhos da Pessoa Idosa de 17 municípios das Regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. Reportagem: Luana Karen.

 

Nasi: Hoje, quem quer empreender no Brasil, brasileiro ou estrangeiro, enfrenta uma série de problemas, né, Gabriela?

 

Gabriela: Olha, Nasi, é difícil mesmo, é complicado abrir a empresa, existem aqueles problemas na hora de pegar crédito.

 

Nasi: Pois é, Gabriela, e sem contar desafios com licenças, alvarás, até mesmo encerrar um negócio é complicado.

 

Gabriela: Mas, Nasi, o governo está trabalhando muito para melhorar esse cenário.

 

Nasi: E o Banco Mundial também vai ajudar a impulsionar esse ambiente empresarial do país.

 

Repórter Luciana Colares da Holanda: Processos mais rápidos, custos menores e menos regras sobre temas que afetam a vida das empresas e dos empreendedores. Em reunião com representantes do governo federal e do Banco Mundial, foram discutidas as estratégias a serem aplicadas para que o Brasil se torne um país mais simples na hora de fazer negócios. O governo federal já iniciou esse processo investindo na modernização do Estado, redução de gastos, manutenção de uma estrutura menor, além de aprimorar as formas de gestão, tudo voltado o cidadão, como explica Márcia Amorim, secretária especial de Modernização do Estado.

 

Secretária especial de Modernização do Estado - Márcia Amorim: Nosso objetivo é dar o protagonismo que o cidadão merece, melhorar a nossa capacidade de atrair investimentos, de melhorar sua capacidade produtiva, geração de emprego, geração de renda e dignidade para o cidadão brasileiro.

 

Repórter Luciana Colares da Holanda: Agora o foco é levar essa melhora na gestão para os ambientes de negócios de todo o país. Em fevereiro deste ano, no Fórum Econômico de Davos, na Suíça, o presidente Jair Bolsonaro destacou que a meta é estar entre as 50 melhores economias em ambiente de negócios nos próximos quatro anos. Segundo o relatório do Banco Mundial, o Brasil está 109ª colocação no ranking com 190 países. Para o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Floriano Peixoto, a oitava economia do mundo não pode estar tão distante quando o assunto é atrair investimentos.

 

Secretaria-Geral da Presidência da República - Floriano Peixoto: O Banco Mundial é uma das instituições de maior credibilidade e serve para orientar, para nos dar referenciais que devemos seguir para tornar o Brasil um país mais competitivo, mais aberto, mais conhecido e mais atraente aos investimentos internacionais.

 

Repórter Luciana Colares da Holanda: E essa ajuda do Banco Mundial não começou agora. São mais de 60 anos de parceria entre o Brasil e o Banco Mundial. O banco já apoiou o governo brasileiro, os estados e municípios em mais de 430 financiamentos, doações e garantias que somam quase R$ 200 bilhões. Para Rafael Munhoz, coordenador da Área Econômica Para o Brasil do Banco Mundial, a troca de experiências ao longo dessas décadas foi um aprendizado também para o Banco Mundial.

 

Coordenador da Área Econômica Para o Brasil do Banco Mundial - Rafael Munhoz: O Banco Mundial também aprendeu muito com o Brasil e dessas experiências que levamos para outros países. Portanto, é uma parceria que nós esperamos continuar tão forte como até agora.

 

Repórter Luciana Colares da Holanda: Atualmente, R$ 12 bilhões do Banco Mundial são utilizados em novos financiamentos no Brasil em áreas como gestão pública, infraestrutura, desenvolvimento urbano, educação, saúde e meio ambiente. Reportagem: Luciana Colares da Holanda.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do governo federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma boa noite.

 

Gabriela: Uma boa noite para você e até amanhã.

 

"Governo federal. Pátria amada, Brasil".