04 DE MARÇO DE 2019 - PODER EXECUTIVO

Destaques da Voz do Brasil: O movimento nos aeroportos do país está intenso no Carnaval. E nas estradas, cuidado com a segurança. Não é sempre não. Assédio no Carnaval não tem mais vez. Na hora da folia, também é bom manter os cuidados com a alimentação. Caminhoneiros que estão na rota da BR-163, no Pará. A Voz do Brasil fala sobre o apoio na rodovia com a forte chuva.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Segunda-feira, 4 de março de 2019.

 

Nasi: E hoje é carnaval, o movimento nos aeroportos do país está intenso. Luciana Collares de Holanda.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Nos seis principais aeroportos do país o movimento deve ser de 7 milhões de passageiros em voos nacionais e internacionais.

 

Gabriela: E, nas estradas, cuidado com a segurança. Pablo Mundim.

 

Repórter Pablo Mundim: Usar o cinto de segurança, não exceder a velocidade permitida, criança sempre no banco de trás e com a cadeirinha de segurança, e, claro, se beber, não dirija.

 

Nasi: Não é sempre não. Assédio no carnaval não tem mais vez. Luana Karen.

 

Repórter Luana Karen. Quem se atrever a praticar ato libidinoso contra a vontade de outra pessoa achando que isso faz parte da festa está sujeito a uma pena que pode variar de um a cinco anos de prisão.

 

Gabriela: E na hora da folia também é bom manter cuidados com a alimentação. Márcia Fernandes.

 

Repórter Márcia Fernandes: É preciso ter cuidado para não comer nada contaminado e a festa terminar antes hora.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Caminhoneiros que estão na rota da BR163, no Paraná. Nós vamos falar sobre o apoio na rodovia com a forte chuva. Graziela Mendonça.

 

Repórter Graziela Mendonça (ao vivo): Equipes do Exército estão auxiliando os motoristas com água, comida e assistência médica. Eu volto daqui a pouco com mais informações.

 

Nasi: Hoje, na apresentação: Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Gabriela: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar: www.voz.gov.br .

 

Nasi: Segundafeira de carnaval, muita gente nem esperou a folia acabar para voltar para casa, viu, Gabriela.

 

Gabriela: Pois é, Nasi, o movimento já está intenso nos aeroportos de todo o país.

 

Nasi: A fiscalização foi reforçada nos principais terminais.

 

Gabriela: E para garantir uma viagem tranquila, a principal dica é chegar com antecedência ao aeroporto.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: No aeroporto de Brasília, o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, o movimento estava bem intenso para uma segundafeira de carnaval. Os 46 aeroportos administrados pela Infraero esperam registrar quase 1,5 milhão de passageiros circulando entre os dias 1 e 7 de março. Já nos seis principais aeroportos do país neste período, que são Guarulhos, Congonhas, Galeão, Santos Dumont, Recife e Salvador, o movimento deve ser de 7 milhões de passageiros em voos nacionais e internacionais. A fiscalização durante os dias do carnaval segue intensificada e também tem reforço de profissionais nos aeroportos. E umas orientações para garantir uma viagem tranquila, é importante chegar com uma hora e meia de antecedência para voos domésticos, ou seja, os voos nacionais, e duas horas e meia para voos internacionais, e lembrar também que bagagens fora do padrão e com mais de dez quilos devem ser despachadas. Reportagem, Luciana Collares de Holanda.

 

Nasi: E nas estradas não é diferente, o movimento é intenso nas principais rodovias do país.

 

Gabriela: Para garantir a tranquilidade de quem está viajando, a Polícia Federal montou a Operação Carnaval.

 

Nasi: E é sempre bom lembrar das dicas de segurança para evitar multas e acidentes.

 

Repórter Pablo Mundim: Quem pretende pegar a estrada é preciso ficar atento a alguns cuidados, usar o cinto de segurança, não exceder a velocidade permitida, criança sempre no banco de trás e com a cadeirinha de segurança, e, claro, se beber não dirija. Cuidados dos motoristas, mas também acompanhados de perto pela Policia Rodoviária Federal. A Operação Carnaval 2019, que começou no dia 1 de março e vai até a próxima quartafeira, vai intensificar a fiscalização em todos os estados brasileiros. Em alguns deles a fiscalização será ainda maior, como nos estados de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Bahia. Juntos, eles corresponderam por mais de 40% do total de acidentes graves no carnaval do ano passado. Também forem registrados quase 1.500 acidentes de trânsito durante o mesmo período de 2018, sendo 290 graves e 103 vítimas fatais. Foram mais de 10 mil ultrapassagens indevidas e mais de 4.500 multas por não usar o cinto de segurança, portanto, você que vai pegar a estrada, evite acidentes, viaje com cuidado e aproveite o carnaval. De Brasília, Pablo Mundim.

 

Gabriela: Caminhoneiros retidos pela chuva na BR163 estão recebendo apoio do Exército, do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e da Polícia Rodoviária Federal.

 

Nasi: A Operação Radar é estratégica para garantir o escoamento da safra de 20182019 pela BR163, que liga o Sul ao CentroOeste e ao Norte do país.

 

Gabriela: Por ela transita boa parte da produção agrícola de estados dessas regiões em direção aos portos do Pará.

 

Nasi: É, nós vamos falar agora, ao vivo, aqui nos nossos estúdios com a repórter Graziela Mendonça, que tem mais informações.

 

Gabriela: Boa noite, Graziela. Como é que está a situação na BR163?

 

Repórter Graziela Mendonça (ao vivo): Boa noite, Gabriela, Nasi, e ouvintes da voz de Brasil. Pois é, a BR163 é uma rodovia estratégica para o escoamento dos grãos do CentroOeste para o Norte do país, principalmente a soja, porque ela chega até os portos de Miritituba, no Pará, mas como ela não é totalmente pavimentada, quando chove forte alguns trechos ficam críticos por causa da lama, dos atoleiros, e aí os caminhões não conseguem passar. É o que acontecendo nesse carnaval, vários caminhoneiros estão presos são poder seguir viagem.

 

Nasi: E, Graziela, o que está sendo feito para resolver a situação?

 

Repórter Graziela Mendonça (ao vivo): Então, Nasi, o governo vem, desde dezembro de 2018, fazendo uma verdadeira forçatarefa, é a Operação Radar, que vai até maio desse ano. Exército, Polícia Rodoviária Federal e o Departamento de Infraestrutura de Transporte, o Dnit, estão lá atuando em três pontos críticos da BR para garantir o deslocamento dos caminhões, o objetivo é liberar todas as carretas entre os municípios de Novo Progresso e Moraes Almeida, no Pará. A Polícia Rodoviária Federal está organizando os veículos para evitar filas duplas. O diretorgeral do Dnit, generais Santos Filho, chegou hoje o local para acompanhar os trabalhos. Ele conversou com a gente mais cedo e contou como estão as coisas por lá.

 

Diretorgeral do Dnit - Santos Filho: Atualmente o trecho que não pavimentado da BR163 está numa situação, vamos dizer assim, delicada, chuvas muito intensas e um volume de caminhões, de carretas, muito elevado, e, com isso, terminou havendo uma deterioração a pista, e naturalmente ali é uma retenção de veículos, retenção de carretas e resolvemos agora aproximar um pouco mais, trazendo a parte decisória mais in loco e trabalhar junto com as equipes de campo para vermos as melhores condições, como acelerar essa liberação dos veículos.

 

Gabriela: E, Graziela, esses caminhoneiros que estão retidos sem poder seguir viagem estão recebendo algum tipo de assistência?

 

Repórter Graziela Mendonça (ao vivo): Sim, Gabriela, todos os caminhoneiros estão recebendo assistência de equipes do Exército como água, comida e assistência médica. Já forem distribuídos mais de 84 mil litros de água e cerca de 400 marmitas para os caminhoneiros e suas famílias. O diretor de Obras de Cooperação do Exército, general Viana, também está lá no local e contou como está sendo esse trabalho.

 

Diretor de Obras de Cooperação do Exército - Viana: Nós continuamos operando lá três postos de controle de trânsito ao longo desse trecho da BR163 não pavimentada. No trecho ali do início, logo depois de Novo Progresso, em direção aos portos ali de Miritituba, é onde hoje nós estamos com maior retenção exatamente para evitar que os caminhoneiros possam entrar nesse trecho que ainda está sendo bloqueado, não pavimentado e ficar numa situação mais difícil. Para isso nós estamos com equipes lá prestando o apoio logístico, com a distribuição de alimentos, de higiene, de água, apoio de saúde, tudo mais o que os caminhoneiros precisarem para que ele possa, assim que possível, seguir o seu trajeto normal lá para o escoamento da soja no porto de Miritituba.

 

Nasi: Agora, Graziela, tem alguma orientação nesse momento para os caminhoneiros que pretendem seguir em direção aos portos de Miritituba?

 

Repórter Graziela Mendonça (ao vivo): Tem sim, Nasi. Primeiro seguir as regras de trânsito e as orientações dos agentes que estão na rodovia. E, além disso, é importante saber que a subida de caminhões e carretas está bloqueada a partir de Guarantã do Norte, no Mato Grosso. Esse bloqueio deve ser até a quartafeira de cinzas e é necessário para que os reparos na estrada possam ser feitos. Ah, e uma última informação importante, o governo quer concluir a pavimentação da BR163 até o final deste ano para evitar que esses problemas se repitam no ano que vem. Nasi e Gabriela.

 

Gabriela: Obrigada, Graziela Mendonça, pelas informações, ao vivo, aqui na Voz do Brasil.

 

Nasi: E agora a gente volta a falar de carnaval.

 

Gabriela: Uma das maiores festas populares do Brasil é para muitas pessoas, momento de descontração e alegria.

 

Nasi: Mas, tem gente que confunde agressão com brincadeira.

 

Gabriela: Para esses foliões é bom lembrar que a lei que trata de casos de importunação prevê penas de prisão de até cinco anos para casos de assédio sexual.

 

Repórter Luana Karen: Mãozinha boba para cá, beijo roubado para lá, se não é consentido não é legal. A bancária Bianca Azenha de Lira, que mora no Distrito Federal, acredita que praticamente todas as mulheres já passaram pela experiência do assédio. Neste carnaval, ela pintou no braço a frase: "Não é não". Um recado para quem costuma passar dos limites.

 

Bancária - Bianca Azenha de Lira: Não é não, né? Infelizmente a gente vive muito vulnerável como mulher.

 

Repórter Luana Karen: Desde setembro do ano passado a prática de assédio é considerada crime. A Lei de Importunação Sexual estreou este ano na maioria festa de rua do país e já tem bloco cativo. A servidora pública Daniela Cadena, o bancário Lucas Oliveira e a médica Maria Eduarda Amaral apoiam essa ideia.

 

Servidora pública - Daniela Cadena: Gera uma segurança maior, principalmente do público feminino, mas o mais importante é que isso seja divulgado, né? Para as pessoas poderem saber que existe e as consequências dos atos que... o que isso pode gerar.

 

Bancário - Lucas Oliveira: É importante denunciar, é importante conscientizar sobre isso, é importante as meninas terem consciência de que essa lei exista.

 

Médica - Maria Eduarda Amaral: É uma proteção a mais para gente, ainda tem muito machismo hoje em dia. Então, é importante têla aí para as defender as mulheres.

 

Repórter Luana Karen: Com a Lei de Importunação Sexual quem se atrever a praticar ato libidinoso contra a vontade de outra pessoa achando que isso faz parte da festa, está sujeito a uma pena que pode variar de um a cinco anos de prisão, quem explica é Tia Eron, secretária da Mulher do Ministério da Mulher da Família e dos Direitos Humano.

 

Secretária da Mulher do Ministério da Mulher da Família e dos Direitos Humanos - Tia Eron: A lei, ela veio exatamente para estabelecer uma linha de limite. Então, os homens que acham que podem se aproveitar de uma mulher, vai ter uma linha que é a lei, que vai dizer que você, homem, é um importunador, e isso tem uma sanção, vai de um ano a cinco anos de prisão.

 

Repórter Luana Karen: Na festa, com quem sofrer qualquer ato de importunação sexual pode chamar a Polícia Militar, mas a lei também vale para outros ambientes, como transporte público e local de trabalho. Nestes casos, a denúncia pode ser feita pelo Disque Direitos Humanos, o Disque 100, ou pela Central de Atendimento à Mulher, no Ligue 180. As ligações são gratuitas e os dois serviços funcionam 24 horas por dia todos os dias da semana, inclusive, feriados e finais de semana. Reportagem, Luana Karen.

 

Nasi: Quem não dispensa uma boa folia de carnaval tem que ficar atento para os lanchinhos durante a festa.

 

Gabriela: A contaminação por alimentos é coisa séria e pode levar até à morte em casos mais graves.

 

Nasi: Então, dica é tomar os cuidados certos para garantir que a festa não acabe mais cedo.

 

Repórter Márcia Fernandes: Para muita gente carnaval é uma verdadeira maratona, tem que quem saiu na folia na sexta e só querer parar quartafeira de cinzas. O João Victor Nascimento tem apenas 12 anos e muita disposição.

 

Entrevistado - João Victor Nascimento: É muito legal, a gente comemora uma data feliz, com os amigos, né, com a família.

 

Repórter Márcia Fernandes: Você ouviu aquele ditado: "Saco vazio não para em pé"? E não é verdade? Para dar conta de tanta farra não tem jeito, tem que beber água e comer bem. Mas no meio de tanta festa dá preguiça de encarar a cozinha, e aí muitas vezes a opção é comer numa barraquinha, bar ou restaurante, mas é preciso ter cuidado para não comer nada contaminado e a festa terminar antes da hora. A servidora pública Sueli Tormen conta que sempre presta atenção na higiene do local.

 

Servidora pública - Sueli Tormen: Na limpeza dos ambientes, dos talheres, e a gente observa, sim, antes de me servir eu dou uma circulada.

 

Repórter Márcia Fernandes: Quem também toma cuidado é o cabeleireiro Rainel Nunes, ele veio com filha Helena, de dois aninhos, para aproveitar a festa num bloco de carnaval de Brasília. E para não correr nenhum risco trouxe água e biscoito de casa.

 

"Mamãe, eu quero. Mamãe, eu quero mamar...".

 

Cabeleireiro - Rainel Nunes: A gente procura trazer de casa, né? Principalmente para ela, que é menorzinha, mas sempre que a gente vai comer um pouquinho na rua, a gente dá uma olhadinha, fica sempre atento para não estar comendo qualquer coisa e não venha a passar mal.

 

Repórter Márcia Fernandes: Cuidado de quem consome e quem de faz. O ambulante Flávio Fonseca aproveitou o bloco para vender cachorroquente, mas conta que toma cuidado na preparação do lanche.

 

Ambulante - Flávio Fonseca: É botar luva, usar chapéu, tudo para não cair cabelo, nem nada, tudo tampadinho, tudo organizado.

 

Repórter Márcia Fernandes: Para evitar qualquer contaminação com alimentos, a principal dica é ficar de olho na higiene do local e nas condições de conservação. Alimento cozidos precisam estar aquecidos ou refrigerados. Quem manipula alimento tem que usar proteção no cabelo, como touca, por exemplo, alimentos crus ou cozidos devem ser armazenados em recipientes tampados e separados. A nutricionista Yasmin Cezarino, ressalta outros cuidados que todos o folião deve tomar.

 

Nutricionista - Yasmin Cezarino: Observar se a pessoa tem pelo menos os mínimos cuidados de hoje, né? Latinha, sempre procurar limpar, pelo menos para traz uma aguinha de casa, né, para higienizar a latinha, a comida, dependendo do que for também para ver se está bem embaladinha.

 

Repórter Márcia Fernandes: De acordo com o Ministério da Saúde, existem mais de 250 tipos de doenças transmitidas por alimento. Os sintomas mais comuns são náuseas, vômitos, dores abdominais, diarreia, falta de apetite e febre, casos mais graves podem resultar em desidratação e até a morte. Reportagem, Márcia Fernandes.

 

Gabriela: Depois das Olimpíadas de Astronomia e Matemática, agora é a vez da história.

 

Nasi: E os estudantes ao vão encontrar uma prova divertida e instigante, sem espaço para decoreba.

 

Gabriela: A gente traz os detalhes em instantes.

 

Nasi: Um reconhecimento para as empresas do agronegócio que adotam boas prática de combate à corrupção e de sustentabilidade.

 

Gabriela: É o Selo Agro Mais Integridade, que no ano passado premiou 11 empresas.

 

Nasi: E as inscrições para a edição deste ano do prêmio estão abertas.

 

Repórter Cleide Lopes: O Selo Agro Mais Integridade, criado em dezembro de 2017, é uma espécie de certificação para premiar empresas que adotam boas práticas de sustentabilidade e combate à corrupção. Esse reconhecimento é um diferencial para as empresas disputarem espaço no mercado, como explica o chefe da Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Claudio Torquato da Silva.

 

Chefe da Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento - Claudio Torquato da Silva: As relações com o mundo hoje são pautadas por essa marca de integridade da empresa. Então, isso tem facilitado hoje empréstimo oficiais, você está lá na gôndola do mercado e ela tem um selo de integridade reconhecido pelo Governo Federal.

 

Repórter Cleide Lopes: Uma empresa de produto divididos das abelhas em Campinas, no anterior de São Paulo, recebeu o selo no ano passado. O diretor de operações, Gustavo Delfino Calomeni, conta que a ética e a integridade sempre nortearam as políticas da empresa, mas que obter o selo foi fundamental para a imagem institucional.

 

Diretor de operações - Gustavo Delfino Calomeni: Isso gera para gente uma demonstração de credibilidade da nossa empresa pelos nos fornecedores, dos nossos clientes.

 

Repórter Cleide Lopes: Para a obtenção do reconhecimento são necessários alguns requisitos, adotar uma política de integridade com público e com os parceiros, ter um canal de denúncia e estar com as contas em dia são alguns exemplos. Na primeira edição na premiação, em 2018, 11 empresas receberam o Selo Agro Mais Integridade, incluindo, Gustavo. E a ideia é que multiplique o exemplo de acordo do Claudio Torquato da Silva, do Mapa.

 

Chefe da Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento - Claudio Torquato da Silva: Uma chaminha que vai virar uma fogueira, né, no futuro. A gente tem a expectativa que de essas empresas que ganharam no primeiro ano, pelo menos aquelas empresas que concorrem diretamente com elas já vão começar a se interessar. A partir daí ela começa a fomentar a área, o setor.

 

Repórter Cleide Lopes: As inscrições para a segunda edição da premiação estão abertas até o fim de maio e devem ser feitas exclusivamente pela internet, no endereço: agricultura.gov.br. A adesão ao selo é voluntária e gratuita. Reportagem, Cleide Lopes.

 

Gabriela: Contar histórias, deixar que as crianças explorem o espaço e aprendam com estímulos, tudo isso é fundamental para garantir o pleno desenvolvimento dos pequenos.

 

Nasi: E no caso das crianças com deficiência esses incentivos são ainda mais importantes.

 

Gabriela: E o programa Criança Feliz ajuda os pais a construir essa estrada, ensinando a importância do brincar no dia a dia das famílias que recebem o BPC.

 

Repórter Diego Queijo: Mais de 6 mil crianças com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada, o BPC, são atendidas semanalmente pelo Criança Feliz, iniciativa do Ministério da Cidadania. O programa demonstra que o acompanhamento, as orientações e o estímulos oferecidos impactam no desenvolvimento da inteligência de meninos e meninas, possibilitando que tenham um futuro melhor. É o caso do pequeno Bernard de quatro anos, que tem dificuldade de coordenação motora e mora com a família na periferia do município de Muaná, no Pará, há mais de um ano ele recebe as visitas do programa, e, de acordo com a mãe, Roselene Silva, os avanços são visíveis.

 

Entrevistada - Roselene Silva: Ele não conseguia fazer nada, não segurava as coisas, hoje em dia ele segura. Hoje ele é bem movimentado, graças a Deus.

 

Repórter Diego Queijo: A evolução de Bernard a cada semana também chama a atenção da visitadora Paula Guimarães.

 

Visitadora - Paula Guimarães: Ele avançou bastante já, ele era mais quietinho, né? Agora ele já se comunica.

 

Repórter Diego Queijo: A visitadora explica que foi por meio do programa que Roselene passou a perceber a importância de brincar, ler e dar mais atenção ao menino.

 

Visitadora - Paula Guimarães: Até conselho, a mamãe é bem presente na vida dos filhos dela, todas as orientações ela procura cumprir.

 

Repórter Diego Queijo: O Criança Feliz foi criado com base em técnicas internacionais de cuidados defendidas pelo Fundo das Nações Reunidas para a Infância, o Unicef, e pela Organização Mundial da Saúde, o que, de acordo com a secretária de Promoção do Desenvolvimento Humano, Ely Harasawa, pode significar um futuro com mais qualidade de vida e autonomia para essas crianças.

 

Secretária de Promoção do Desenvolvimento Humano - Ely Harasawa: É você poder permitir que ela tenha uma possibilidade de desenvolver seu potencial, mesmo apesar da defiro.

 

Repórter Diego Queijo: Médico com mestrado em neurociência, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, ressalta a importância desse incentivo nos primeiros anos de vida, especialmente para quem recebe o BPC.

 

Ministro da Cidadania - Osmar Terra: Eles ajudam a criança a estruturar as suas competências, as suas habilidades, superar as deficiências. Então, é um programa que tem um impacto enorme, terá um impacto muito maior no futuro e o Brasil hoje é o país com o maior programa do mundo nessa área.

 

Repórter Diego Queijo: Para saber mais sobre o Criança Feliz e outras ações do Ministério da Cidadania, acesse: cidadania.gov.br. Reportagem, Diego Queijo.

 

Nasi: História da escravidão, do Brasil Império ou da independência do país. 

 

Gabriela: O que aconteceu ontem tem impacto direto na forma como vivemos hoje.

 

Nasi: E é esse o resgate que a Olimpíada Nacional em História do Brasil pretende fazer.

 

Repórter Luana Karen: Diferente de outras competições científicas em que os alunos fazem apenas provas, na Olimpíada de História do Brasil a proposta é estudar temas fundamentais a partir de documentos históricos, imagens, mapas, textos acadêmicos e até pesquisas inéditas. Os participantes são agrupados em equipe de quatro pessoas, três alunos e o professor de história do colégio. São seis fases online com duração de uma semana cada. Em cada fase eles recebem desafios com questões e tarefas diversas e precisam buscar respostas a partir do debate com os colegas de pesquisa em livros, na internet e da orientação de professores. A ideia, segundo a coordenadora Cristina Meneguello, é mostrar como o estudo da história é dinâmico, atual e importante.

 

Coordenadora - Cristina Meneguello: História não é decoreba, você tem que entender e perceber também que todas as etapas da história do Brasil têm reflexo na vida do hoje. Então, quando você faz uma pergunta sobre a escravidão no Brasil Colônia, de certa forma você está fazendo uma ponte para entender racismo contemporâneo. E a gente também, eu posso dizer, é uma prova muito bem-humorada, a gente põe algumas questões, alguns documentos, assim, claramente divertidos. Então, eles perdem essa impressão de que história é uma coisa sisuda, séria, porque a gente tem muito bomhumor com a nossa prova.

 

Repórter Luana Karen: E de chato o estudo desde a história não tem nada, é o que pensa o aluno Rafael Tito de 17 anos. Ele está no terceiro ano do Ensino Médio de uma escola particular de Fortaleza e vai participar pela segunda vez da Olimpíada. Ano passado foi classificado para a etapa final da competição, que acontece na Universidade Estadual de Campinas, em Campinas, no anterior de São Paulo. Saiu de lá com a metralho de prata, agora quer o ouro.

 

Aluno - Rafael Tito: Eu acho que é uma experiência fantástica, incrível. A Olimpíada, ela não só dá o conhecimento histórico, conhecimento, mas também ela cria um senso crítico em você, tanto para fazer... tanto para fazer análise da política, das relações políticas, das relações econômicas, como fazer um vestibular, fazer uma prova. Eu acredito que eu desenvolvi essa habilidade.

 

Repórter Luana Karen: Rafael é aluno do professor de história José Cleber Uchoa Gomes, que participo da Olimpíada desde a primeira edição, em 2009. Entusiasta da competição, José Cleber que diz que a Olimpíada mudou não só o comportamento dos alunos em relação à história.

 

Professor de história - José Cleber Uchoa Gomes: Com a Olimpíada de história o aluno, ele passou a ter o sujeito da construção do seu próprio conhecimento porque ele vai estar apropriado à fonte história e ele tem que, a partir dessa fonte, se enveredar para os livros, pela pesquisa, pela internet para que buscar o máximo de informação possível para tentar solucionar aquela questão.

 

Repórter Luana Karen: A petição tem o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPQ, que, em parceria com os Ministérios de Educação e da Ciência Tecnologia Inovações e Comunicações, destinou R$200 mil para financiar a realização da Olimpíada em 2019. Reportagem, Luana Karen.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Amanhã não teremos a Voz do Brasil, mas voltamos na quarta-feira. Uma boa noite.

 

Gabriela: Boa noite.

 

"Governo Federal. Pátria amada, Brasil".