04 DE AGOSTO DE 2017

Destaques da Voz do Brasil: Lançada campanha para incentivar amamentação com foco nos pais. Governo quer que empresas adotem licença-paternidade de 20 dias. Ministério do Esporte lança edital para o Bolsa Atleta. Minha Casa Minha Vida entrega moradias em todo o país.

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Transcrição


A Voz do Brasil - 04/08/2017

 

 

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19 horas.

"Está no ar A Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje."

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.


Nasi: Boa noite pra você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Sexta-feira, 4 de agosto de 2017.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia: Lançada a campanha para incentivar a amamentação, dessa vez com foco nos pais.

 

Gabriela: E pra isso, o governo quer que empresas adotem licença-paternidade de 20 dias.

 

Nasi: É, e vamos conversar ao vivo com o ministro da Saúde Ricardo Barros.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: De olho em 2020, Ministério do Esporte lança edital para o Bolsa Atleta. Raquel Mariano.

 

Repórter Raquel Mariano: A partir da próxima terça-feira, competidores de destaque podem se inscrever para concorrer ao Bolsa Atleta.

 

Gabriela: E nós conversamos com brasileiros que estão de casa nova.

 

Nasi: Eles foram beneficiados pelo Minha Casa Minha Vida, que está entregando moradias em todo o país.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E pra assistir a gente ao vivo na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Gabriela: Nesta Semana Mundial da Amamentação, mamães de todo o país recebem atenção especial para que amamentem seus bebês.

 

Nasi: É, e tem até futuro papai que já está aprendendo sobre a importância do leite materno. Vamos ouvir na reportagem de Natália Melo.

 

Repórter Natália Melo: A recepcionista Ingrid Andrade está feliz da vida. O motivo é a pequena Maria Clara, que acaba de vir ao mundo. E para que a criança continue forte e saudável, Ingrid não tem dúvida de que o leite materno é a melhor opção.

 

Recepcionista - Ingrid Andrade: O leite materno é importante, né, devido a ele ser como um remédio pros bebês, né? Ele não deixa a criança ficar doente, não fica tão vulnerável às outras coisas, já que ele é tão importante pro bebê.

 

Repórter Natália Melo: Para estimular o aleitamento materno, na Semana Mundial da Amamentação, celebrada até a próxima segunda-feira, ações mobilizam famílias em todo o país. No evento Mamaço, organizado no metrô de Brasília, mamães, como Nádia Costa, apoiaram as campanhas de incentivo à amamentação.

 

Entrevistada - Nádia Costa: É o primeiro alimento que a minha filha recebeu e eu tive a oportunidade de amamentar exclusivamente até o sexto mês e, a partir de agora, ela tem onze meses, ainda mama e eu quero tentar seguir por dois anos ou mais, que é a recomendação.

 

Repórter Natália Melo: De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a amamentação exclusiva salva pelo menos seis milhões de crianças por ano no mundo. A neonatologista do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, Ana Lúcia Figueiredo, explica que o aleitamento traz benefícios tanto para o bebê quanto para as mães.

 

Neonatologista - Ana Lúcia Figueiredo: Ele tem a função de saber que a gente está dando o melhor alimento pra criança e, além de tudo, manter esse vínculo com essa mãe por um tempo maior. Protege de uma série de doenças, porque a mãe passa anticorpos através do leite materno, e ele protege em relação à mulher também, em relação a menos incidência de câncer de mama.

 

Repórter Natália Melo: Wendel, papai de primeira viagem, diz que está ansioso pela chegada do filho e já faz campanha a favor da amamentação.

 

Entrevistado - Wendel: Devido aos nutrientes que a criança, ela recebe, com o leite, e pelo afeto que a mãe demonstra nesse ato, que é muito bonito, né?

 

Repórter Natália Melo: O Brasil é referência mundial em aleitamento materno. A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano possui 292 unidades em todo o mundo. 72% delas estão no Brasil. Reportagem, Natália Melo.

 

Gabriela: E hoje o Ministério da Saúde lançou uma campanha para incentivar a amamentação, só que dessa vez com um foco bem diferente.

 

Nasi: Vamos saber que campanha é essa, conversando ao vivo com o ministro da Saúde Ricardo Barros. Uma boa noite, ministro.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Boa noite, Nasi.

 

Nasi: Ministro, ao contrário do que a gente costuma ver, o foco da campanha deste ano são os homens, ou seja, a campanha é voltada para os papais?

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: A campanha é voltada para os pais e também para todos que estão em torno de uma mãe amamentando, né? A campanha tem esse mote: "Só a mãe pode amamentar, mas todos podem ajudá-la a amamentar". Então, se ela estiver num transporte coletivo, as pessoas que estão em torno devem respeitar, né, a sua privacidade, não assustar a criança, não fazer barulho. Se ela estiver no local de trabalho, várias empresas têm sala de amamentação e estão... Hoje mesmo premiamos várias empresas aqui, que passaram a ter sala de amamentação pra mães poderem amamentar os filhos ou fazer a retirada do leite para ser levado até a criança. Então, há um grande e enorme esforço, no sentido de que nós possamos criar um ambiente favorável pra amamentação. E os pais, com [ininteligível] à primeira infância, podem ter a sua licença-paternidade estendida, desde que se envolvam efetivamente nas tarefas de ajudar a amamentação: cuidar dos outros filhos, fazer tarefas domésticas enquanto a mãe fica com aquele tempo de privacidade, pra amamentar, manter a relação afetiva com o filho, e o leite materno, que tem vários anticorpos, que fazem com que a criança tenha maior resistência.

 

Gabriela: Ministro, e a mudança na licença-paternidade é uma novidade em relação às campanhas dos anos anteriores. Qual é o recado pras empresas?

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: É justamente incentivar os pais a cooperarem com as mães, nesse início de amamentação, nos primeiros dias de vida da criança, onde a mãe, se for mãe de primeiro filho, precisa se adaptar a toda essa nova situação, e o pai pode ajudar, né, dando atenção especial, cuidando das tarefas domésticas no período em que a mãe está amamentando, apoiando, no caso de mães que tenham outras crianças, cuidando das outras crianças, para que não, vamos dizer assim, não tirem a atenção daquele momento de amamentação, que deve ser exclusivo da mãe com a criança.

 

Nasi: Ministro, e além de incentivar as mães a amamentar, é preciso incentivar a doação desse leite também? Qual é o recado pra essas mães?

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Olha, a doação de leite materno, o Brasil é referência mundial em bancos de leite materno, nós temos a grande oportunidade de salvar muitos prematuros, que, alimentados com leite materno, adquirem esta imunidade, os anticorpos e mais capacidade de resistir, né, e sobreviver. Então, é muito importante a doação e a estruturação de uma rede que possa fazer esse leite chegar às mães necessitadas.

 

Gabriela: E nós conversamos ao vivo com o ministro da Saúde Ricardo Barros, sobre a Campanha Nacional de Amamentação lançada hoje. Muito obrigada, ministro, pela sua participação aqui na Voz do Brasil.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Um abraço.

 

"Criança Feliz - Primeira infância"

 

Nasi: E já que estamos falando da importância de se estimular as crianças desde o nascimento, a gente ouviu aqui durante toda essa semana que essas crianças chegam na escola mais preparadas e se desenvolvem melhor.

 

Gabriela: E o programa Criança Feliz vai ensinar papais e mamães a criarem brincadeiras com exercícios para estimular seus filhos.

 

Nasi: Na última matéria da nossa série especial, você vai conhecer como foi a experiência de uma família gaúcha atendida pelo programa local.

 

Repórter Carolina Grazziadei: O programa Criança Feliz entrou em atividade há menos de um mês e já começa a mudar a vida de crianças de todo o país. No Rio Grande do Sul, o programa Primeira Infância Melhor, o PIM, já promove essa transformação há 14 anos, tempo suficiente para que os bebês acompanhados no início do programa hoje sejam crianças mais espertas e integradas à família e à sociedade. A família da dona de casa Marione Garcia, de 53 anos, é um exemplo de como programas de estímulo e acompanhamento na primeira infância podem mudar a vida de famílias inteiras. No começo, Marione estranhou a presença da visitadora em sua casa. Mas a gaúcha logo se acostumou à novidade e transformou os encontros semanais em um horário sagrado de interação familiar.

 

Dona de casa - Marione Garcia: A gente fazia brincadeira, ensinavam cores, brinquedos de encaixar, e quando ela entrou pra escola, ela já tinha uma noção, mais ou menos, das coisas.

 

Repórter Carolina Grazziadei: Hoje, Mariana tem 10 anos de idade e sonha em ser veterinária. Com os estímulos recebidos nos primeiros mil dias de vida, aprendeu mais rápido as lições escolares e se tornou uma criança mais sociável.

 

Dona de casa - Marione Garcia: A Mariana começou a aprender mais rápido, assim, na escola. Foi muito bom pra estimular ela, e com as brincadeiras, estimular ela com as outras crianças, fazer amizade [ininteligível] ser, assim, muito distante, assim, pra você [ininteligível].

 

Repórter Carolina Grazziadei: Para participar do Criança Feliz, é preciso que o município assine um termo de adesão ao programa. 2.547 cidades brasileiras já aderiram e uma nova etapa de adesão está aberta. Os municípios têm até o dia 18 de agosto para enviar a documentação ao Ministério do Desenvolvimento Social, que coordena a iniciativa. Reportagem, Carolina Grazziadei.

 

Gabriela: Exatamente um ano atrás, o Rio de Janeiro era tomado por mais de 400 mil pessoas que chegavam de todo o mundo.

 

Nasi: Era a véspera da abertura oficial das Olimpíadas e o clima invadia a cidade.

 

Gabriela: O Brasil teve o melhor resultado na história dos jogos e, pra isso, o apoio do governo fez toda a diferença: o Bolsa Atleta.

 

Nasi: Das 19 medalhas conquistadas, apenas a do futebol não teve atletas beneficiados pelo programa. Já nas Paralimpíadas, todas as 72 medalhas foram conquistadas por quem recebia o apoio financeiro.

 

Gabriela: E hoje, pra marcar a data, o Ministério do Esporte anunciou uma nova fase do programa. Foi aberto o edital para inscrições no Bolsa Atleta.

 

Repórter Raquel Mariano: A partir da próxima terça-feira, competidores de destaque, que tenham obtido bons resultados em competições nacionais e internacionais no ano passado, podem se inscrever para concorrer ao Bolsa Atleta. É o que explica o ministro do Esporte, Leonardo Picciani.

 

Ministro do Esporte - Leonardo Picciani: Nós vamos abrir pra que, trata-se de todas as modalidades, a modalidade escolar, das categorias de base até os atletas olímpicos e internacionais possam também ser contemplados.

 

Repórter Raquel Mariano: O valor das bolsas variam de R$ 370 para categorias de base até R$ 3.100 para atletas olímpicos e paralímpicos. A nadadora artística Luísa Borges fez parte da equipe nos Jogos Olímpicos de 2016, que ficou em sexto lugar. Esse foi o melhor desempenho na modalidade. Beneficiária do Bolsa Atleta, ela destaca que o dinheiro ajuda a pensar nos próximos desafios do esporte.

 

Nadadora artística - Luísa Borges: Pra mim foi essencial, né, senão a gente não teria tido esse mesmo desempenho que a gente teve nos Jogos Rio 2016, e hoje em dia a gente continua treinando, focado pra 2020, continua com o mesmo apoio e dando força pra gente continuar, tendo embasamento pra tudo.

 

Repórter Raquel Mariano: De acordo com o ministro Leonardo Picciani, agora o governo federal deve focar todo o esforço em novos talentos para as Olimpíadas de 2020, realizada em Tókio, no Japão.

 

Ministro do Esporte - Leonardo Picciani: Manter a chama olímpica viva no Brasil, através dos nossos atletas, que continuarão representando o nosso país e, eu tenho certeza, farão em Tókio, em 2020, uma atuação ainda melhor do que a que fizeram na Rio 2016.

 

Repórter Raquel Mariano: O Bolsa Atleta é considerado o maior programa de patrocínio esportivo individual e direto do mundo. Desde a criação do programa em 2005, 20.700 atletas foram patrocinados pelo programa. As inscrições para essa edição do Bolsa Atleta podem ser feitas até o dia 22 de agosto pela internet, no endereço esporte.gov.br. Reportagem, Raquel Mariano.

 

Gabriela: 19h13 em Brasília.

 

Nasi: E você vai ouvir ainda nesta edição.

 

Gabriela: Vamos contar histórias de brasileiros que estão de casa nova.

 

Nasi: Eles foram atendidos pelo Minha Casa Minha Vida, que está entregando moradias em todo o país.

 

Gabriela: Os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Diogo Oliveira, fizeram hoje uma avaliação do cenário econômico e defenderam a necessidade da aprovação da reforma da Previdência.

 

Nasi: Segundo eles, a reforma é importante para garantir o ajuste das contas públicas e a plena retomada do crescimento econômico.

 

Gabriela: Os dois participaram de um encontro com empresários e investidores em São Paulo.

 

Repórter José Luís Filho: No encontro com empresários e investidores, o ministro do Planejamento Diogo Oliveira apresentou números e informações sobre o cenário econômico do país, como queda dos juros e da inflação, o aumento real dos salários e a diminuição do desemprego, de 14 para 13%. Para o ministro do Planejamento, apesar da melhora no panorama econômico, o equilíbrio das contas públicas só será alcançado e mantido se a reforma da Previdência for aprovada no Congresso Nacional. Segundo Diogo Oliveira, a Previdência deve fechar 2018 com saldo negativo de R$ 202 bilhões. E para o ministro, só é possível reverter este quadro com a reforma.

 

Ministro do Planejamento - Diogo Oliveira: A nossa intenção, o nosso desejo, é de que a reforma avance o mais rapidamente possível, porque é a reforma mais importante para a estabilização da situação fiscal do país. E, sem estabilizar a situação fiscal do país, nós corremos sérios riscos na área econômica e sérios riscos de desenvolvimento ao longo do futuro do país.

 

Repórter José Luís Filho: O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também reforçou a necessidade de aprovação da reforma da Previdência no Congresso Nacional. Segundo ele, além de indispensável para o equilíbrio fiscal do país, a reforma é importante para aumentar a confiança imediata do mercado na economia.

 

Ministro da Fazenda - Henrique Meirelles: Os efeitos da Previdência são efeitos de longo prazo. Mas, na medida em que a reforma seja aprovada, nós temos um aumento da confiança imediata. Então, na medida em que nós tenhamos uma reforma dessa aprovada, é um sinalizador importante de confiança, que, certamente, ajudaria muito a trajetória de recuperação da economia brasileira pro próximo ano.

 

Repórter José Luís Filho: Henrique Meirelles também disse que o governo não tem intenção de aumentar impostos. Segundo ele, a equipe econômica está atenta às variações da arrecadação e existem receitas extraordinárias que podem ajudar a equilibrar as contas. Reportagem, José Luís Filho.

 

Gabriela: Além das ações de patrulhamento e de inteligência, o combate ao crime organizado no Rio de Janeiro passa pelo combate à entrada de armas e drogas pelas regiões de fronteira.

 

Nasi: É o que afirmou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, hoje. A operação O Rio Quer Segurança e Paz completou uma semana.

 

Repórter Natália Melo: Aumentar a presença do Estado nas fronteiras do Brasil. Este foi o tema do encontro entre o ministro da Defesa, Raul Jungmann, parlamentares e integrantes das Forças Armadas, no Rio de Janeiro. Para Jungmann, é preciso garantir a segurança nas áreas que são porta de entrada de drogas e armas, que têm como destino o Rio de Janeiro. Raul Jungmann voltou a dizer que a presença das Forças Armadas nas ruas não vai ser permanente e que os resultados não vão vir a curto prazo.

 

Ministro da Defesa - Raul Jungmann: Nós não fazemos mágica. O Rio de Janeiro não chegou onde chegou nos últimos meses, ou nos últimos tempos. Chegou em décadas pra isso. E exigir ou pensar que uma intervenção, pela presença física de Forças Armadas, vai eliminar problemas como esse, não, de jeito algum, nunca prometemos isso. Seria mentiroso, seria uma farsa se nós disséssemos que nós íamos mudar, do dia pra noite... Que é como se esperasse: Muito bem, nós começamos há uma semana. Então nós não vamos ter mais ilícitos aqui no estado do Rio de Janeiro? Isso não é razoável. O que nós prometemos, e os senhores vão ver muito em breve, muito em breve, é a continuidade dessa operação, gerenciada através da Inteligência.

 

Repórter Natália Melo: A operação completou uma semana nesta sexta-feira. Cerca de 10 mil homens e mulheres de tropas federais atuam para garantir a segurança da população, com patrulhamento nas ruas e ações de inteligência. Por um Rio de Janeiro mais seguro, cariocas e turistas têm apoiado as ações.

 

Entrevistada: Está sendo uma segurança pra gente, que é carioca, né, diante da violência que a gente estava vivendo aqui na cidade.

 

Entrevistado: É, é bem precária a situação do Rio de Janeiro aqui. Muita violência. E creio que vai estar ajudando.

 

Entrevistado: Tem que ter segurança no Rio, né? Senão o Rio não é bonito, né?

 

Repórter Natália Melo: Para garantir mais segurança nas fronteiras, representantes das Forças Armadas apresentaram três grandes ações já em andamento: a operação Ostium, da Força Aérea Brasileira, com o objetivo de criar obstáculos contra voos ilícitos, a operação Ágata, que integra Exército, Marinha e Aeronáutica, em ações-surpresa nas fronteiras, e o sistema de monitoramento de fronteiras do Exército, que trabalha com equipamentos de ponta e com desenvolvimento de tecnologias para reforçar a segurança nos limites do país. Reportagem, Natália Melo.

 

Gabriela: Deixar o aluguel pra trás, economizar dinheiro e realizar novos projetos de vida.

 

Nasi: É assim que se sentem os beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida.

 

Gabriela: Até o final do ano, o programa vai entregar mais de 800 mil moradias.

 

Nasi: E você vai conhecer agora histórias de quem sonhava com a casa própria.

 

Repórter Natália Koslik: O programa Minha Casa Minha Vida continua levando moradia digna pra milhares de famílias brasileiras de baixa renda. Lilian Pereira morava com os três filhos e o marido num barraco, no município de Olinda, em Pernambuco, na beira de um canal. Mas a insegurança acabou desde fevereiro, quando foram contemplados pelo programa.

 

Entrevistada - Lilian Pereira: Graças a Deus, tem dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço, toda na cerâmica, com janelas. Assim, eu estou muito feliz com o que aconteceu, com a entrega.

 

Repórter Natália Koslik: Já Lucélia Miranda realizou o sonho da casa própria em Várzea Grande, no Mato Grosso. Ela e os seis filhos moravam de favor nos fundos da casa da irmã. O sofrimento acabou no dia 15 de maio, data que ela guarda na memória.

 

Entrevistada - Lucélia Miranda: Ah, agora está uma bênção, maravilha [ininteligível] eles brincam na rua, tem mais conhecidos.

 

Repórter Natália Koslik: Agora vamos pra região sudeste. Marisa Estela Negri, vigilante, de 52 anos, tornou-se a proprietária de uma unidade no Residencial Ipê Amarelo, em fevereiro, por meio do Minha Casa Minha Vida. O programa é uma oportunidade de escrever um futuro melhor, de acordo com a paulista do município de Mogi-Guaçu.

 

Vigilante - Marisa Estela Negri: Melhorou 100% a vida de muita gente, dos beneficiários, que pagavam aluguel também, que aí a gente pode investir o dinheiro do aluguel num futuro promissor pros nossos filhos.

 

Repórter Natália Koslik: Cleusa Vasconcelos da Silva, viúva, de 48 anos, também realizou o sonho de sair do aluguel. Ela recebeu a casa própria no mês passado e está mobiliando o apartamento em Pelotas, no Rio Grande do Sul.

 

Entrevistada - Cleusa Vasconcelos da Silva: O Minha Casa Minha vida, né, eu vou pagar um pouquinho a minha casa, então o dinheiro do aluguel me proporcionou encontrar outras coisas que estavam faltando, que era precária, né?

 

Repórter Natália Koslik: Para Patrícia Gra (F), de Palhoça, em Santa Catarina, o Minha Casa Minha Vida foi uma oportunidade de cuidar da saúde da filha, que tem paralisia.

 

Entrevistada - Patrícia Gra (F): Isso, pra mim, foi uma bênção, porque hoje o que eu economizo de aluguel, eu posso pagar uma profissional pra atender ela. Hoje eu tenho condições de pagar uma fisioterapia pra ela poder ser atendida, coisa que eu nunca tive.

 

Repórter Natália Koslik: A realização de sonhos continua. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, conversou com a gente sobre as expectativas para o programa e afirmou que o Minha Casa Minha Vida segue firme, com muito o que ser feito até o final do ano.

 

Ministro das Cidades - Bruno Araújo: Hoje, o programa segue firme, com os pagamentos pontuais, as construtoras são parceiras do programa, gerando emprego, renda. O ano passado, de maio até o final do ano, fizemos a entrega de quase 700 mil unidades do programa Minha Casa Minha Vida. E esse ano, nós temos em andamento no Brasil em torno de 830 mil unidades.

 

Repórter Natália Koslik: O ministro também afirmou que o governo atual está preocupado com a qualidade dos empreendimentos, pra que estejam perto dos centros urbanos, escolas, hospitais e áreas de prestação de serviço. Reportagem, Natália Koslik.

 

Gabriela: 19g21 em Brasília.

 

Nasi: O contribuinte que quiser regularizar débitos com a União pode ter descontos de até 90% em multas e juros.

 

Gabriela: Pra isso, é preciso aderir ao Programa Especial de Regularização Tributária, o Pert, até o dia 31 de agosto.

 

Nasi: As renegociações valem para dívidas administradas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional ou débitos com a Receita Federal vencidos até 30 de abril deste ano.

 

Repórter Warbi Kalil: O Programa Especial de Regularização Tributária, o Pert, já registrou só no site da Receita Federal mais de 68 mil contribuintes que aderiram à renegociação de dívidas com o leão. Mas, até o dia 31 de agosto, último dia para a adesão, a Receita espera que 150 mil pessoas físicas e jurídicas possam renegociar as pendências com o órgão, o que pode representar uma arrecadação de cerca de R$ 10 bilhões. Para ter a adesão aceita, o contribuinte deve pagar o valor à vista ou a primeira prestação, como explica o auditor fiscal da Receita Federal Frederico Faber.

 

Auditor fiscal - Frederico Faber: É importante frisar que não basta fazer a adesão dos aplicativos. O mais importante é o efetivo pagamento da primeira parcela, porque é este pagamento que defere o parcelamento e garante o direito do contribuinte à sua regularidade aí, ao parcelamento dessas dívidas.

 

Repórter Warbi Kalil: Os contribuintes que já têm débitos parcelados em outras modalidades podem desistir do parcelamento em curso e optar pelo Pert. O servidor público Haroldo Leda (F) esperava há oito anos por essa oportunidade.

 

Servidor público - Haroldo Leda (F): Essa é uma grande oportunidade, que todos vão aproveitar essa oportunidade pra resgatar os seus débitos e ficar livre para realmente continuar com a cabeça erguida.

 

Repórter Warbi Kalil: A adesão ao Pert só pode ser feita por meio da internet. Para aderir ao refinanciamento, basta o contribuinte acessar a página www.receita.fazenda.gov.br e clicar em "atendimento virtual e-Cac". Para dívidas da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o endereço eletrônico é www.pgfn.gov.br. Reportagem, Warbi Kalil.

 

Gabriela: Mais de quatro mil militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica vão atuar no primeiro turno das eleições que ocorrem no próximo domingo, no estado do Amazonas.

 

Nasi: Em 23 municípios, o contingente vai atuar com apoio logístico, transporte de pessoal e urnas, além de garantir o reforço na segurança e a garantia da votação e da apuração nas cidades amazonenses.

 

Gabriela: O reforço na segurança foi solicitado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O primeiro turno foi determinado pelo Tribunal depois da cassação dos mandatos do ex-governador José Melo e do vice, Henrique Oliveira, por compra de votos nas eleições de 2014.

 

Nasi: Mais de 2,3 milhões de eleitores do estado devem voltar às urnas, para escolher um novo governador.

 

Gabriela: 55 mil beneficiários do auxílio-doença que foram convocados para perícias de revisão do benefício têm até amanhã, dia 5, para entrar em contato com o INSS.

 

Nasi: São pessoas que não foram encontradas no endereço informado no cadastro do Sistema Único de Benefícios.

 

Gabriela: Esses beneficiários estão sendo reavaliados por estarem sem perícia por mais de dois anos. Eles precisam agendar a perícia pelo telefone 135.

 

Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.

Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Gabriela: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite e bom fim de semana.

 

Nasi: Boa noite pra você e até segunda.

 

 

"Brasil, ordem e progresso."