04 DE DEZEMBRO DE 2018 - PODER EXECUTIVO

Destaques da Voz do Brasil: Aprovada a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio. Nova base inclui ensino profissionalizante e combate o abandono da escola. Municípios começam a receber veículos para ampliar o atendimento de assistência social. Objetivo é garantir o trabalho das equipes e fazer o transporte de idosos e pessoas com deficiência. Economia para os cofres públicos. Móveis, equipamentos e materiais de escritório vão poder ser trocados ou reutilizados entre órgãos do governo.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.




"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".




Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.




Nasi: Boa noite para você, que nos acompanha em todo o país.




Gabriela: Terça-feira, 4 de dezembro de 2018.




Nasi: E vamos ao destaque do dia. Aprovada a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio. Graziela Mendonça.




Repórter Graziela Mendonça: A nova base traz todos os conteúdos que as escolas devem abordar durante essa fase do ensino.




Gabriela: A nova fase também inclui ensino profissionalizante e combate o abandono da escola.




Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.




Gabriela: Municípios começam a receber veículos para ampliar o atendimento de assistência social.




Nasi: O objetivo é garantir o trabalho das equipes e fazer o transporte de idosos e pessoas com deficiência. Natália Melo.




Repórter Natália Melo: Hoje foi a vez dos moradores do Rio de Janeiro receberem os veículos para serem usados pelo Sistema Único de Assistência Social, o Suas.




Gabriela: Economia para os cofres públicos.




Nasi: Móveis, equipamentos e materiais de escritório vão poder ser trocados ou reutilizados entre órgãos do governo. Cleide Lopes.




Repórter Cleide Lopes: Todo material disponível estará no portal reuse.gov.




Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.




Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br .




Gabriela: Mais liberdade para o aluno do ensino médio escolher os conteúdos que tem interesse sem deixar de lado o aprendizado considerado fundamental e obrigatório para todas as escolas.




Nasi: O Conselho Nacional de Educação aprovou o texto final da Base Nacional Comum Curricular para essa fase do ensino.




Gabriela: E as novidades deverão ser implementadas pelas escolas públicas e particulares até o ano de 2022.




Repórter Graziela Mendonça: A Base Nacional Comum Curricular vai nortear o que os alunos do ensino médio devem aprender em escolas públicas e privadas. O documento foi aprovado nesta terça-feira pelo Conselho Nacional de Educação. A partir dessa base, os estados e municípios vão elaborar os currículos para serem implantados em sala de aula. De acordo com a secretária de ensino básico do Ministério da Educação, Kátia Smole, a nova base traz todos os conteúdos que as escolas devem abordar durante essa fase do ensino.




Secretária de ensino básico do Ministério da Educação - Kátia Smole: Ela conclui a etapa da educação base para, pela primeira vez explicitar quais são os direitos de aprendizagem, e porque ela era determinante para que o novo ensino médio que traz uma parte grande de flexibilização, toda uma inovação que o Brasil estava devendo, para que ele possa ser concretizado.




Repórter Graziela Mendonça: O texto aprovado prevê um aumento gradual da carga horária do ensino médio até atingir 3 mil horas nos três anos. Desse total, 1,8 mil horas serão de conteúdo obrigatório. O restante das horas será o chamado itinerário formativo, onde o aluno poderá escolher conteúdos conforme a área de interesse, seja em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico. O professor Marco Elvis, que é coordenador de ensino médio em uma escola de Brasília acredita que esse novo formato vai direcionar melhor o aluno para o futuro profissional.

Professor - Marcos Elvis: A criança ele tem uma veia, ou ele quer ser médico, ou quer ser polícia, ele quer ser engenheiro, ele quer ser alguma coisa na área nesse processo dele. Quando ele vai para a escola a escola quebra isso. Retornando o ensino médio mais funcional você cria esse leque de utilização para o aluno. Ele pode muito bem ir para a universidade, ou ele pode ir para a escola técnica, ou ele pode muito bem também ser empreendedor, por que não?




Repórter Graziela Mendonça: Segundo o presidente da Comissão da Base no Conselho Nacional de Educação, Eduardo Deschamps, o texto foi aprovado após uma série de reuniões e audiências públicas.




Presidente da Comissão da Base no Conselho Nacional de Educação, Eduardo Deschamps: Audiências públicas, audiências específicas, plataformas de contribuição, uma série de documentos que nós recebemos, que foi sendo organizado pela relatoria até gerar o relatório final que foi aprovado hoje.




Repórter Graziela Mendonça: A Base Nacional Comum Curricular deve ser homologada pelo Ministério da Educação até o dia 14 de dezembro. Depois disso, os estados e municípios terão prazo de dois anos para começar a implementar o novo currículo, o que deve estar finalizado até 2022. Reportagem, Graziela Mendonça.




Nasi: Mais de 450 cidades do país vão receber veículos do governo para ampliar o atendimento de assistência social.




Gabriela: O objetivo é garantir o trabalho das equipes e fazer o transporte de idosos e pessoas com deficiência.




Nasi: Cerca de 9 milhões de pessoas vão ser beneficiadas.




Gabriela: Os veículos estão sendo entregues aos poucos. Hoje foi a vez do estado do Rio de Janeiro, que recebeu 17 carros e micro-ônibus.




Repórter Natália Melo: Carros e micro-ônibus novinhos, padronizados, confortáveis. Hoje foi a vez dos moradores do Rio de Janeiro receberem os veículos para serem usados pelo Sistema Único de Assistência Social, o Suas. Representantes de 17 municípios do estado ganharam as chaves diretamente do ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame.




Ministro do Desenvolvimento Social - Alberto Beltrame: Os veículos para transporte de pessoas com deficiência, idosos, usuários do Suas e mesmo das próprias equipes multidisciplinares, fortalece a estrutura daqueles serviços que são os responsáveis por atender aquelas pessoas mais vulneráveis da nossa sociedade e que precisam da mão, da força e de uma atitude de encorajamento e solidária do governo.




Repórter Natália Melo: Os automóveis são totalmente acessíveis para pessoas com deficiência, e devem garantir mais mobilidade para a população e para as equipes de trabalho. Rosa Maria Coelho, assistente social de Vassouras, no Rio de Janeiro, fala da realidade do município e já comemora o presente de Natal antecipado.




Assistente Social, Rosa Maria Coelho: E esse ônibus veio para a gente, vocês não imaginam como que a gente vai implantar um serviço de assistência para essas pessoas, e como a gente vai fazer uma melhoria na vida desses cidadãos. São pessoas assim, de extrema pobreza, de uma vulnerabilidade total, onde a gente vai poder implantar serviços volante, chegando até essa população que não tem acesso. Então assim, a gente está extremamente grata com a entrega desse ônibus para o município de Vassouras.




Repórter Natália Melo: O evento dessa terça-feira dá continuidade a iniciativa do Governo Federal, que tem realizado uma série de entregas desse tipo de veículo em todo o país. No total, são 529 veículos no investimento que passa aos R$ 72 milhões; parte deles ainda será entregue. Reportagem, Natália Melo.




Nasi: E ontem foram entregues veículos para a cidade do estado de São Paulo.




Gabriela: Foram contempladas 31 prefeituras.




Nasi: E uma delas foi Itapira. A diretora de Promoção Social da cidade, Silvia Helena de Carvalho, falou sobre como o carro vai melhorar o atendimento aos mais necessitados.




Diretora de Promoção Social - Silvia Helena: Ele vai contribuir e auxiliar em todas as questões. E trabalhando, fortalecendo as equipes, consequentemente, o reflexo é no serviço. O carro está sendo superaguardado, porque a gente já faz, né, o serviço, só que como os transportes são poucos, né, a gente trabalha com escala, tem que aguarda. Isso aí, tendo mais um carro vai facilitar bastante.




Gabriela: Móveis, cadeiras, computadores e material de trabalho como pastas, CDs e projetores.




Nasi: São muitos os equipamentos que abastecem ministérios, institutos, agências e empresas do governo.




Gabriela: É, Nasi, e aqueles que não estão sendo usados podem ser compartilhados entre os órgãos gerando economia para o país.




Nasi: E para isso, uma ferramenta na internet vai permitir que cada órgão possa visualizar o que tem interesse em trocar ou reutilizar.




Repórter Cleide Lopes: Você sabe para onde vão aquelas cadeiras, mesas, computadores, veículos que foram substituídos no seu ambiente de trabalho? No setor público, esses itens patrimoniais geralmente vão para um depósito, não são mais utilizados, mas têm um potencial de reaproveitamento. Por isso, a partir de agora, instituições públicas do Poder Executivo podem reutilizar bens móveis como esses, além de material de almoxarifado, como, por exemplo, grampeadores, pastas, CDs e tablets. Todo material disponível estará no portal reuse.gov. Lançado pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão em parceria com o Ministério da Fazenda. De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, a ideia é gerar praticidade, sustentabilidade, transparência e economia.




Secretário do Tesouro Nacional - Mansueto Almeida: Você não vai precisar comprar esses materiais novos no dia a dia porque, muitas vezes, novamente está disponível e ninguém sabe que isso está disponível. Com esse sistema agora, isso vai ficar muito claro e o setor público vai economizar muito dinheiro.




Repórter Cleide Lopes: O reuse.gov vai funcionar como uma loja virtual do governo. Nele, a sociedade pode ver todos os itens e estoques publicados, mas só as instituições da administração direta e indireta, além das autarquias, poderão solicitar de forma simples e sem custos a reutilização ou troca, como explica o diretor do Departamento de Logística do Ministério do Planejamento e Gestão, Wesley Lira.

Diretor do Departamento de Logística - Wesley Lira: A plataforma serve para que haja um encontro daquele que necessita com aquele que pode fazer a transferência. A gente não fala doação não, a gente fala transferência entre órgãos da administração.




Repórter Cleide Lopes: O portal Reuse pode ser acessado no www.reuse.gov.br . Reportagem, Cleide Lopes.




Gabriela: E você vai ouvir ainda nesta edição.




Nasi: Centro Integrado de Inteligência em Segurança Pública da região Sul é inaugurado.




Gabriela: Esse é o primeiro dos centros que vão ser instalados em cada uma das regiões do país.




Nasi: E vamos explicar como eles vão auxiliar no combate ao crime e aumentar a segurança da população.




"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".




Gabriela: Nas Olimpíadas do Rio, em 2016, das 19 medalhas do Brasil, 13 foram conquistadas por atletas militares.




Nasi: E o Ministério da Defesa continua investindo no esporte.




Gabriela: O Programa Atletas de Alto Rendimento tem como foco os próximos jogos olímpicos em Tóquio, mas já colhe bons resultados em competições internacionais militares.




Repórter Lane Barreto: No Mundial Militar de Judô, realizado no Rio de Janeiro, em novembro, o Brasil conquistou a primeira colocação no quadro geral de medalhas. Foram 17, sendo 10 de ouro e 7 de bronze. No Mundial de Taekwondo, encerrado domingo, a equipe brasileira ficou com o terceiro lugar na classificação geral do torneio, com 12 medalhas. Os esportistas militares fazem parte do Programa Atletas de Alto Rendimento do Ministério da Defesa, iniciativa criada há dez anos para reforçar a equipe militar brasileira em eventos internacionais. Para o terceiro-sargento Milena Guimarães, o programa oferece a oportunidade de participar de competições no exterior e adquirir experiência. Medalhista de ouro no Mundial de Taekwondo, no Rio, ela descreve o sentimento de chegar ao lugar ao lugar mais alto do pódio.




Terceiro-Sargento - Milena Guimarães: Foi a primeira vez que eu pude lutar um Mundial Militar, sair com a medalha de ouro é sem comparação. Estou muito, muito feliz! Se não fosse esse programa eu não poderia estar viajando.




Repórter Lane Barreto: O Programa Atletas de Alto Rendimento incorpora, por meio de edital de convocação, esportistas que estejam em destaque nos cenários nacional e olímpico. O diretor do Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa, general Jorge Antônio Smicelato explica a importância da iniciativa para o esporte no Brasil.




Diretor do Departamento de Desporto Militar - general Jorge Antônio Smicelato: Esses atletas, ao mesmo tempo que eles estão representando as seleções militares em campeonatos mundiais militares, eles também estão se preparando para as suas equipes nacionais. Para termos uma ideia, por exemplo, no campeonato de judô nós tínhamos cerca de 70% de todos os participantes das delegações internacionais, atletas representantes de seleções nacionais.




Repórter Lane Barreto: Os atletas têm à disposição todos os benefícios da carreira, como: salário, férias, assistência médica e acesso às instalações militares para treinar. Reportagem, Lane Barreto.




Nasi: Empreendedores da área de tecnologia que estão no início da carreira vão poder lançar seus produtos com o apoio do Governo e das grandes indústrias.




Gabriela: Novas empresas vão poder participar de um programa que vai distribuir quase R$ 5 milhões para ideias inovadoras.




Repórter Ricardo Ferraz: Moléculas produzidas por fungos e bactérias lá no fundo do mar vão ser usadas pela indústria cosmética para criar cremes, shampoos e sabonetes. A ideia saiu do papel depois de uma parceria entre uma grande indústria e uma empresa inovadora, uma startup, que produz essas substâncias há apenas três anos. Mário Frota Júnior, diretor-presidente da startup, explica como isso pode acontecer.




Diretor-presidente de startup - Mário Frota Júnior: A indústria entender que nós, uma startup pequena tínhamos condições de gerar esse conhecimento era muito complicado. A gente conseguiu mostrar o que é que a gente tinha de potencial e construir junto a indústria com experimento e que gerasse um resultado, um conhecimento, e esse conhecimento pudesse ser 'produtizado'.




Repórter Ricardo Ferraz: A parceria só foi possível graças ao programa Startup Indústria 4.0, promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, a ABDI, ligada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. A ideia é conectar a indústria brasileira às empresas inovadoras em início de atividade, conforme explica Guto Ferreira, presidente da ABDI.




Presidente da ABDI, Guto Ferreira: De um lado, a indústria apresenta os seus problemas. De outro lado, as startups se cadastram para poder apresentar soluções. Ao final do processo a gente analisa se deu 'match', se deu casamento entre a indústria a startup.




Repórter Ricardo Ferraz: E o programa está com o edital aberto para a seleção de novas empresas. E com uma novidade, a edição desse ano prevê a cooperação com a Agência Portuguesa de Desenvolvimento. A ideia é fazer a inovação cruzar fronteiras, 60 startups do Brasil e de Portugal vão receber até R$ 80 mil. No total, o projeto soma R$ 4,8 milhões. O desafio é adequar os negócios a chamada 4ª Revolução Industrial que prioriza a fusão de tecnologias, internet ultrarrápida e integração de robôs com as atividades do dia a dia, como conta o ministro da Indústria e Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge.




Ministro da Indústria e Comércio Exterior e Serviços - Marcos Jorge: Nós estamos aproximando as necessidades do dia a dia das grandes corporações das ideias inovadoras. Por isso da Agenda 4.0, nós reduzimos a zero imposto de importação de robôs colaborativos, impressoras 3D, para a modernização do nosso tecido industrial brasileiro. Tudo isso faz parte de priorizarmos a inovação no nosso país.




Repórter Ricardo Ferraz: O edital para a Startup Indústria 4.0 está disponível no site startupindustria.com.br. E as inscrições podem ser feitas a partir do dia 17 de dezembro. Reportagem, Ricardo Ferraz.




Nasi: E outra área que tem muito empreendedor investindo é o da economia criativa.




Gabriela: Pois é, Nasi, nele, cultura e criatividade andam juntas.




Nasi: O setor é responsável por 2,5% de tudo o que é produzido no país e emprega um milhão de pessoas.




Gabriela: Em São Paulo, a nossa equipe foi conhecer uma dessas empresas. A repórter Luana Karen conta as surpresas e os sabores de um cantinho do Peru aqui no Brasil.




Repórter Luana Karen: A decoração com lhamas, bonecas e livros da culinária peruana logo denuncia, estamos num pedaço do Peru em plena São Paulo. O restaurante da Maria Isabel Uthman, nasceu depois que a chef teve uma experiência bem-sucedida com o 'food truck', a comida vendida em carros na rua.




Dona de restaurante - Maria Isabel Uthman: As pessoas gostaram bastante. A gente rodava toda São Paulo. E eu estou superfeliz de estar onde eu estou hoje, fazendo o que eu mais gosto de fazer.




Repórter Luana Karen: Além do restaurante, Marisa Isabel também tem um bar e emprega cerca de 40 pessoas nos dois empreendimentos. A especialidade da casa é o ceviche, prato típico mais famoso do Peru. Eu provei! O ceviche feito pela Maria Isabel é, realmente, delicioso. Para mim, o melhor que já comi. O empreendimento da Maria Isabel é um típico caso de economia criativa que é quando um negócio junta componentes da cultura com criatividade para gerar valor. O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, fala da importância da economia criativa que está crescendo no país.




Ministro da Cultura - Sérgio Sá Leitão: São atividades que, nos últimos cinco anos cresceram a uma taxa média anual de 9,1%, portanto, bem acima da média da economia brasileira, e apostamos no fortalecimento dela, no crescimento dela, justamente, porque identificamos o poder de impulsionar o desenvolvimento do país.




Repórter Luana Karen: Voltando ao restaurante da Maria Isabel, os clientes Renata Garcia e Flávio Rocha, agradecem a criatividade da chef de cozinha.




Entrevistada -Renata Garcia: É maravilhoso, é muito bom. É muito fresco, é bem temperado. Vale a pena.




Entrevistado - Flávio Rocha: Hoje em dia tem bastante estrangeiro vindo para o Brasil, né, com culinária diferente. E a comida peruana é muito boa, e o ceviche, especialmente, fantástico!




Repórter Luana Karen: Eu também fico por aqui. O lugar nos convida a voltar para conhecer outros pratos e aproveitar esse cantinho do Peru aqui no Brasil. Reportagem, Luana Karen.




Nasi: O presidente eleito Jair Bolsonaro se reuniu hoje com lideranças de partidos políticos.




Gabriela: Segundo ele, a discussão foi sobre a necessidade de aprovar, no Congresso Nacional, temas importantes para o país.




Nasi: Bolsonaro também falou sobre a reforma da Previdência que, segundo ele, é uma das prioridades do próximo governo.




Gabriela: E o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, anunciou mais dois nomes que vão compor a equipe do Ministério a partir de janeiro.




Repórter Danielle Popov: O secretário executivo do Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro será Luiz Pontel, que atualmente comanda a Secretaria Nacional de Justiça no mesmo ministério. O futuro ministro da pasta, Sérgio Moro, também anunciou que o general Guilherme Teófilo vai ficar à frente da Senasp, a Secretaria Nacional de Segurança Pública. Moro destacou o que espera do trabalho.




Futuro ministro da Justiça - Sérgio Moro: A tarefa do novo secretário, general Guilherme Teófilo vai ser a de ajudar a reestruturar, tentar padronizar procedimentos, padrões de serviço, gestão, envolvendo a segurança pública nos estados. Sempre com diálogo em respeito aos estados e ao Distrito Federal que tem a sua autonomia em relação à segurança pública.




Repórter Danielle Popov: O presidente eleito Jair Bolsonaro defendeu a repartição das atribuições do Ministério do Trabalho entre outras pastas. Nessa segunda-feira, o futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, anunciou que as ações do Ministério do Trabalho devem passar para a responsabilidade de três outros ministérios. De acordo com o Bolsonaro, a divisão não vai retirar direitos dos trabalhadores. Ele disse ainda que a reforma trabalhista precisa ser ampliada para gerar mais empregos. Bolsonaro também reforçou que um dos desafios do novo governo será a reforma da Previdência.




Presidente eleito Jair Bolsonaro: A reforma da Previdência, a questão da idade é o que mais é buscado. Nós queremos, sim, apresentar uma proposta de emenda à Constituição, a começar a reforma pela Previdência Pública e com chance de ser aprovada. Não adianta você ter uma proposta ideal que vai ficar na Câmara ou no Senado.




Repórter Danielle Popov: O presidente eleito Jair Bolsonaro se reuniu nessa terça-feira com parlamentares e apresentou as prioridades do novo governo as lideranças partidárias. Bolsonaro explicou que não pretende trocar apoio por cargos, e que a pauta do governo vai conseguir apoio para votações do Congresso pela identificação dos parlamentares com as propostas. Reportagem, Danielle Popov.




Nasi: Inaugurado em Curitiba, no Paraná, o Centro Integrado de Inteligência em Segurança Pública da região Sul.




Gabriela: Essa é a primeira de cinco unidades que vão ser implantadas, uma em cada região do país para combater o crime organizado.




Nasi: E todas elas integradas ao Centro Nacional, que fica em Brasília.




Gabriela: Na inauguração da unidade sul, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, explicou que a ideia é centralizar ações para reduzir a criminalidade e aumentar a segurança da população.




Ministro da Segurança - Raul Jungmann: Nós vamos investir R$ 15 milhões aqui e nós vamos centralizar nesse centro todas as informações de combate ao crime organizado, ao tráfico de armas, ao tráfico de drogas e, obviamente, para reduzir a violência e aumentar a segurança para o povo do Paraná e de toda a região Sul. É uma conquista e, ao mesmo tempo, o reconhecimento do trabalho que aqui é desenvolvido na área desta mesma segurança pública.




Nasi: De acordo com o ministro Raul Jungmann, devem atuar no centro, entre quatro e seis policiais federais, junto com integrantes das policias de cada um dos três estados da região Sul.




Gabriela: A Área de Proteção da Baleia Franca, em Santa Catarina, Alcatrazes, no litoral de São Paulo, Ilha dos Lobos, no Rio Grande do Sul, são algumas das áreas marinhas e costeiras preservadas no Brasil.




Nasi: É, Gabriela, e quase R$ 100 milhões vão ser destinados para continuar a proteger e conservar essas unidades.




Gabriela: Os recursos vêm de doações da iniciativa privada e de um acordo entre o Ibama e a Petrobras.




Repórter Cleide Lopes: Atualmente, o Brasil tem 17 unidades de conservação marinha, sendo 11 federais e 6 estaduais, localizadas em nove estados, além de sete centros de pesquisas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, ICMBio. E para garantir a preservação da biodiversidade do sistema costeiro e marítimo brasileiro, o Governo Federal conta com o Projeto Áreas Marinhas e Costeiras Protegidas, o GEF Mar, em parceria com a iniciativa privada. Hoje, o Ministério do Meio Ambiente anunciou a segunda etapa do projeto, que terá recursos de US$ 9 milhões de doações de parceiros e R$ 60 milhões vindos de compensação ambiental firmada entre o Ibama e a Petrobras. De acordo com Ricardo Brochado, diretor de Criação e Manejo das Unidades de Conservação do ICMBio, a expectativa é que os recursos do fundo marinho permitam a ampliação das ações do GEF Mar, além de possibilitar o aumento de unidades de conservação.




Diretor de Criação e Manejo das Unidades de Conservação do ICMBio - Ricardo Brochado: A nossa proposta seria para mais 11 unidades de conservação. A perspectiva é de poder ampliar por número e por atividades para as unidades existentes já.




Repórter Cleide Lopes: O Projeto GEF Mar vai além do ponto de vista científico, econômico e de inclusão social, como explica o contra-almirante de Assuntos Marítimos da Marinha, Gilberto Kerr.




Contra-Amirante de Assuntos Marítimos da Marinha - Gilberto Kerr: O fundo garante que haja a presença das embarcações, dos navios nessas unidades, mostrando a bandeira do Brasil e fiscalizando, efetivamente, essas grandes áreas marinhas.




Repórter Cleide Lopes: Um dos parceiros do Projeto GEF Mar é o Banco Mundial. A coordenadora do Meio Ambiente do banco, Adriana Moreira, fala da importância desse projeto para promover a economia e a inclusão social.




Coordenadora do Meio Ambiente do Bando Mundial - Adriana Moreira: Você tem uma garantia, através da proteção, de populações, geralmente, pobres que vivem nessas áreas, onde o projeto apoia essas populações na melhoria das suas cadeias produtivas, aumentando sustentabilidade, aumentando até o ingresso.




Repórter Cleide Lopes: Hoje, a área preservada de todo o território marinho e costeiro do Brasil chega a 26% do total. Reportagem, Cleide Lopes.




Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.




Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.




Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.




Gabriela: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.




Nasi: Boa noite para você e até amanhã.




"Brasil, ordem e progresso".