05/05/17 - A Voz do Brasil

E vamos ao destaque do dia: Começam na segunda as inscrições para o Enem deste ano. E página na internet e aplicativo para se inscrever têm novidades! E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje: Mais facilidade na hora de tirar documentos e no combate a possíveis fraudes. Governo lança novo portal que reúne dados em um só lugar. Satélite brasileiro já está em órbita! Vamos trazer os detalhes de como ele vai funcionar e levar internet banda larga para todo o país. E tem inscrições abertas para o Idioma sem Fronteiras, programa que oferece cursos de línguas de graça para estudantes e professores universitários.

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Transcrição

A Voz do Brasil - 05/05/2017

 

Apresentador Aírton Medeiros: Em Brasília, 19 horas.
 
 "Está no ar A Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje."
 
 Apresentadora Gabriela Mendes: Boa noite.

 

Aírton: Boa noite pra você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Sexta-feira, 5 de maio de 2017.

 

Aírton: E vamos ao destaque do dia: Começam na segunda-feira as inscrições para o Enem deste ano. A página na internet é aplicativo para se inscrever tem novidades.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Aírton: Mais facilidade na hora de tirar documentos e no combate a possíveis fraudes. O governo lança novo portal que reúne dados em um só lugar. Repórter Mara Kenupp.

 

Repórter Mara Kenupp: Um sistema que vai servir para aprimorar ações junto à população e avaliar políticas públicas. Essa é a finalidade do portal GovData.

 

Gabriela: Satélite brasileiro já está em órbita. Vamos trazer os detalhes de como ele vai funcionar e levar internet banda larga para todo o país.

 

Aírton: E tem inscrições abertas para o Idioma Sem Fronteiras, programa que oferece cursos de línguas de graça para estudantes e professores universitários.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação, Gabriela Mendes e Aírton Medeiros.

 

Aírton: E pra assistir a gente ao vivo na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Gabriela: Quando uma pessoa vai fazer um passaporte, a Polícia Federal exige alguns documentos, como comprovante de quitação com serviço militar, no caso dos homens, além de provas de que se está em dia com a Justiça Eleitoral.

 

Aírton: Num futuro próximo, esses documentos não precisarão mais ser levados na hora de fazer o passaporte.

 

Gabriela: Isso porque a Polícia Federal, além de outros órgãos públicos, vão ter acesso a um sistema que vai reunir informações da população em um só lugar.

 

Aírton: É o portal GovData. Além de facilitar a vida da população, o portal vai trazer economia aos cofres públicos no combate às fraudes, como descobrir se uma pessoa que já faleceu continua recebendo um benefício social, por exemplo.

 

Repórter Mara Kenupp: Um sistema desenvolvido sob medida para administradores públicos, que vai reunir informações em um só lugar e que vai servir para aprimorar ações junto à população e avaliar políticas públicas. Essa é a finalidade do portal GovData, que, segundo o secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação, Marcelo Pagotti, estará disponível para todos os órgãos federais e vai mudar a rotina dos administradores públicos.

 

Secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação - Marcelo Pagotti: Até hoje, cada ministério que precisasse de uma base de dados de outro ministério, ele tinha que fazer uma solicitação formal, via ofício. Assim que ele recebesse a autorização, demorava entre 20 e 40 dias, ele tinha que ver onde essa base estava armazenada, se estava numa empresa de certo Dataprev, ou se estava dentro do ministério gestor. Ele tinha que ir lá e buscar a base fisicamente, trazer pro ambiente tecnológico dele, comprar equipamentos, comprar ferramentas de análise e, a partir daí, ele conseguir fazer todas essas análises que o GovData vai proporcionar a partir de agora.

 

Repórter Mara Kenupp: A nova plataforma disponibiliza logo de início 20 bases de dados que vão ser atualizadas diariamente. Entre elas, o Cadastro de Pessoas Físicas, o Registro Nacional de Veículos, o Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos. O portal vai permitir também o cruzamento de dados governamentais e vai garantir o sigilo e a segurança das informações, com autorização de uso por parte das instituições públicas. Segundo o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Diogo de Oliveira, com o GovData, o governo vai deixar de exigir do cidadão documentos que a própria administração pública já dispõe. E o primeiro benefício poderá vir a partir do segundo semestre deste ano, com o projeto Passaporte.

 

Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão - Diogo de Oliveira: O primeiro projeto que nós implementaremos será o projeto do Passaporte. Então, os comprovantes de quitação militar, de quitação eleitoral, por exemplo, que hoje são uma exigência pra emissão de passaporte, assim que nós estivermos com esse projeto implementado, já não precisa mais levar.

 

Repórter Mara Kenupp: A nova solução digital vai gerar uma economia de R$ 22 milhões ao governo federal. Reportagem, Mara Kenupp.

 

Gabriela: O governo vem realizando debates e participando de encontros para discutir a reforma da Previdência, que está sendo analisada pela Câmara dos Deputados.

 

Aírton: E além de debater com a sociedade, estão sendo feitas capacitações com funcionários públicos. Hoje foi realizado mais um encontro sobre o tema.

 

Repórter Beatriz Amiden: Capacitar funcionários públicos sobre as mudanças na Previdência Social, para que o cidadão possa ser melhor atendido e receba informações de qualidade. Esse é o objetivo do governo na realização de cursos de capacitação em órgãos públicos. Nessa sexta-feira foi a vez dos servidores do Ministério Público Federal. A ideia é que os funcionários estejam preparados para desenvolver o seu trabalho, munidos de todas as informações necessárias, como explicou Marcelo Caetano, secretário de Previdência Social.

 

Secretário de Previdência Social - Marcelo Caetano: Sempre quando a pessoa tem um nível de qualificação melhor, ela mesma se capacita mais e cria capacidade de repassar esse conhecimento para a sociedade como um todo e, sendo servidor, aplicar esse conhecimento com um melhor serviço público.

 

Repórter Beatriz Amiden: A proposta de reforma estabelece a idade mínima de 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres se aposentarem. O tempo de contribuição é igual, 25 anos. Para receber o benefício integral, a pessoa vai ter que contribuir por 40 anos e não mais 49 anos, como estava previsto na proposta original. Trabalhadores rurais vão ter que contribuir por 15 anos para se aposentar e ter idade mínima de 60 anos, no caso de homens, e 55 anos no caso das mulheres. Já professores e professoras poderão se aposentar com 60 anos e 25 anos de contribuição. Marcelo Caetano reforçou ainda a importância da reforma e tranquilizou o cidadão quanto à manutenção dos direitos já adquiridos.

 

Secretário de Previdência Social - Marcelo Caetano: Todo mundo que já recebe a sua aposentadoria e sua pensão fica com a regra exatamente do jeito que está hoje, e aqueles que, mesmo aqueles que não recebem ainda a aposentadoria e pensão, mas já completaram as condições de acesso, ficam com as mesmas regras que existem hoje.

 

Repórter Beatriz Amiden: O texto base da reforma foi aprovado essa semana pela comissão especial, na Câmara. Depois de votados os destaques, a pauta vai para o plenário da casa, onde é votada em dois turnos. Sendo aprovada, segue para o Senado Federal, onde também precisa de dois turnos para aprovação. Reportagem, Beatriz Amiden.

 

Gabriela: Uma brasileira disputa uma das vagas para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

 

Aírton: Flávia Piovesan é a atual secretária especial de Direitos Humanos do governo e está em Washington, capital dos Estados Unidos, para divulgar a candidatura.

 

Gabriela: A comissão é uma importante instituição que trabalha para resguardar e promover os direitos humanos nas Américas.

 

Aírton: A nossa correspondente em Washington, Paola de Orte, falou com exclusividade com a secretária e tem mais informações.

 

Repórter Paola de Orte: Candidatos de seis países apresentaram propostas: México, Argentina, Chile, Estados Unidos, Uruguai e Brasil. Eles disputam três vagas para atuar entre 2018 e 2021. A candidata brasileira, Flávia Piovesan, além de secretária especial de Direitos Humanos desde 2016, é professora de Direito Constitucional e de Direitos Humanos. Ela também dá aulas na Espanha e na Argentina e é procuradora do estado de São Paulo desde 1991. Para Piovesan, a candidatura mostra o comprometimento do Brasil com os Direitos Humanos.

 

Secretária especial de Direitos Humanos - Flávia Piovesan: É um indicador do quanto o Brasil [...] essencial no engajamento, comprometimento com o sistema interamericano de proteção aos direitos humanos.

 

Repórter Paola de Orte: A candidata também acredita que a comissão pode trazer mudanças reais, para garantir os direitos dos brasileiros.

 

Secretária especial de Direitos Humanos - Flávia Piovesan: A comissão tem prestado uma extraordinária contribuição na região e também no caso brasileiro. Nós devemos a Lei Maria da Penha a uma litigância estratégica, junto à comissão. Na secretaria, eu tenho a honra de presidir a Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, temos o Programa Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, então nós temos diversos exemplos que são fruto deste diálogo profícuo entre a Comissão Interamericana e a realidade brasileira.

 

Repórter Paola de Orte: A votação deve ocorrer em junho. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos é um órgão da OEA, criado em 1959, e tem sede em Washington. Ela tem sete membros independentes, que não representam seus países de origem e são eleitos pela Assembleia Geral da organização. De Washington, nos Estados Unidos, Paola de Orte.

 

Gabriela: O primeiro satélite geoestacionário brasileiro já está em órbita. Os detalhes sobre o lançamento você acompanhou ontem aqui na Voz do Brasil.

 

Aírton: Depois que estiver posicionado, o satélite vai entrar em fase de testes. E, em três meses, começa a funcionar, trazendo um grande salto de tecnologia para o país.

 

Repórter Natália Koslik: Foi um momento histórico. Depois de lançado, nesta quinta-feira, o primeiro satélite geoestacionário de defesa e comunicações estratégicas brasileiro vai ficar dez dias em órbita, até atingir a posição exata em que vai permanecer pelos próximos 18 anos, conectado ao Brasil. O presidente da Telebras, Antônio Loss, explica como vai funcionar.

 

Presidente da Telebras - Antônio Loss: Mas nos próximos dez dias, ele vai se posicionar, numa condição onde ele vai ficar o resto da vida dele, 18 anos, iluminando o Brasil. Depois desses dez dias, a gente começa a fazer testes em todos os sistemas. Em três meses, o satélite vai estar disponível pros primeiros sinais de operação em terra.

 

Repórter Natália Koslik: O satélite é uma parceria entre os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e contou com investimento de cerca de R$ 2,7 bilhões. Esse projeto vai levar a banda larga pra todo o território brasileiro, permitindo maior inclusão social, como conta o presidente da Telebras, Antônio Loss.

 

Presidente da Telebras - Antônio Loss: É como se a gente estivesse iluminando o Brasil com internet em todos os pontos do Brasil, sem exceção. Com esse sistema, nós vamos conseguir integrar escolas, levar prontuários médicos a postos de saúde, aumentar a competitividade de empresas em todas as regiões do Brasil, e esse satélite será totalmente controlado pelo Ministério da Defesa e pela Telebras, só por brasileiros.

 

Repórter Natália Koslik: O projeto do satélite também vai fortalecer a soberania do Brasil, já que todas as comunicações sigilosas e estratégicas do governo vão passar por ele. Reportagem, Natália Koslik.

 

Gabriela: 19h12 em Brasília.

 

Aírton: Estudantes ou professores universitários que têm interesse em aprender uma nova língua, de graça.

 

Gabriela: Daqui a pouco a gente traz detalhes para se inscrever no Idioma Sem Fronteiras.

 

"Momento Social"

 

Aírton: Hoje o Momento Social responde à nossa ouvinte Daiana Lino, moradora de Nova Iguaçu no Rio de Janeiro, que mandou uma pergunta.

 

Gabriela: Ela já recebeu o Bolsa Família, mas agora está desempregada e quer saber se pode voltar a receber. O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, responde.

 

Ouvinte - Daiana Lino: Olá, Sr. Ministro. Meu nome é Daiana Oliveira dos Santos Lino, eu sou moradora aqui de Nova Iguaçu. Eu já fui beneficiária do Bolsa Família, eu preciso saber se eu tenho condição de receber novamente.

 

Ministro do Desenvolvimento Social e Agrário - Osmar Terra: Olha, Daiana, não há nenhum problema em ter sido beneficiária do Bolsa Família no passado e voltar a receber o benefício, mas pra que isso aconteça é necessário provar que está precisando realmente de receber esse recurso. É preciso que a família se enquadre nas regras do programa, que são ter renda mensal de até R$ 85 por pessoa da família ou R$ 170 se a família tiver gestantes, crianças ou adolescentes. Nesse caso, a pessoa responsável pela família deve procurar o setor do Bolsa Família da sua cidade, ou CRAS mais próximo de casa e buscar essa informação. Então, Daiana, se você se enquadra nesse perfil, pode solicitar novamente o benefício, não tem problema.

 

Aírton: E se você tem alguma pergunta sobre programas sociais do governo, mande pra gente.

 

Gabriela: Pode ser por e-mail, no endereço voz@ebc.com.br, e tem também o nosso Facebook: facebook.com/bolsafamilia.

 

Aírton: A sua pergunta vai ser respondida aqui na Voz do Brasil, sempre na quinta-feira. Então, participe.

 

Gabriela: E pra facilitar o acesso do cidadão aos dados do Cadastro Único para Programas Sociais, uma ferramenta na internet foi lançada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário.

 

Aírton: A ideia é permitir por exemplo que famílias de baixa renda possam visualizar seu cadastro para acessar programas como o Bolsa Família.

 

Repórter Carolina Grazziadei: O Consulta Cidadão vai permitir que os beneficiários visualizem e imprimam o resumo das suas informações cadastrais, como o Número de Identificação Social, o NIS, de cada um dos integrantes da família, além de verificar data de cadastramento, tendências e a renda informada. Antes, para conseguir estas informações, era preciso ir até um Centro de Referência de Assistência Social. Agora, é possível fazer tudo pela internet. Atualmente, cerca de 27 milhões de famílias fazem parte do Cadastro Único, que é utilizado por mais de 20 programas sociais. De acordo com o secretário nacional de Renda de Cidadania, Tiago Falcão, a ferramenta vai dar às pessoas maior controle das informações declaradas ao Cadastro Único.

 

Secretário nacional de Renda de Cidadania - Tiago Falcão: Então economiza tempo, dinheiro e aumenta as possibilidades do cidadão ter acesso às suas próprias informações.

 

Repórter Carolina Grazziadei: Também foi lançada a rede Cadastro Único, voltado para gestores públicos, que vai funcionar como um espaço de articulação entre os vários programas que utilizam o Cadastro Único como base de informação. O Consulta Cidadão e a Rede Cadastro Único estão disponíveis na página do Ministério do Desenvolvimento Social, em www.mds.gov.br. Reportagem, Carolina Grazziadei.

 

Gabriela: Começa segunda-feira o prazo para inscrições do Enem.

 

Aírton: A página de inscrição vai trazer algumas novas funções para ajudar os candidatos.

 

Gabriela: Pessoas com deficiências físicas, como visual e auditiva, podem solicitar tempo adicional de prova, com apresentação de laudo médico, no ato da inscrição.

 

Aírton: Uma novidade desta edição do Enem é que os surdos vão poder contar com apoio de vídeos, com as questões traduzidas para a Língua Brasileira de Sinais, Libras.

 

Repórter Diogo Rezende: São esperadas sete milhões de inscrições para o Enem por meio do site e do aplicativo. E os usuários vão poder contar com algumas novas funcionalidades. Uma delas é que agora os participantes com deficiência, como os surdos, vão declarar suas necessidades especiais pela internet e fazer uma prova um pouco diferente, como explica a diretora de gestão e planejamento do Inep, Eunice Santos.

 

Diretora de gestão e planejamento - Eunice Santos: No caso do participante surdo ou com deficiência auditiva, esse ano o Inep está trazendo uma inovação que foi muito solicitada ao governo há muitos anos já, solicitação do próprio Ministério Público, da Federação do Surdo, que é que a tradução da prova para o surdo seja feita através de um processo de vídeo-prova. A prova do Enem será traduzida integralmente para a linguagem de sinais.

 

Repórter Diogo Rezende: O preço do exame deste ano vai ser R$ 82 e estão liberados de pagar os estudantes que concluíram o Ensino Médio em escola pública, os usuários de programas sociais do governo e os membros de famílias de baixa renda. O prazo final para inscrição é o dia 19 de maio. Segundo o diretor de tecnologia da informação do Inep, Camilo Mussi, o sistema do Enem também pensou nas famílias e nos professores.

 

Diretor de tecnologia da informação do Inep - Camilo Mussi: A reivindicação de professores, pais e outros, que queriam acompanhar o aplicativo. Mas só podia usar aplicativo quem se inscrevia no Enem. Então, esse ano, foi criada essa opção de poder acompanhar as notícias, poder acompanhar o cronograma e outras funcionalidades, que permitam que o professor divulgue pros alunos em sala o que está acontecendo também, e os pais acompanhem datas, e assim por diante. Então por isso que a gente fez esse aplicativo com uma área aberta, foi uma solicitação da sociedade no ano passado, depois do lançamento do aplicativo.

 

Repórter Diogo Rezende: O site abre para acesso dos participantes na segunda-feira, no endereço: enem.inep.gov.br/participante. Reportagem, Diogo Rezende.

 

Gabriela: Universitários e professores com interesse em aprender a falar uma nova língua têm até segunda-feira para se inscrever no progama Idioma Sem Fronteiras.

 

Aírton: Os cursos oferecidos, inglês, francês, espanhol, italiano, japonês e alemão, são totalmente de graça.

 

Repórter: Quem se apresenta em japonês e nos dá boa noite é a Bruna Freitas, estudante de zootecnia da Universidade Federal do Amazonas.

 

Estudante - Bruna Freitas: [pronunciamento em outro idioma]

 

Repórter Raquel Mariano: Ela aprendeu essa saudação no curso que fez pelo programa Idioma Sem Fronteiras, que oferece cursos em diversas línguas para alunos que fazem graduação e pós-graduação em faculdades públicas ou privadas. Para Bruna, o curso de japonês que ela fez no ano passado fez toda a diferença. Depois de concluir as aulas, ela foi convidada a participar de um intercâmbio e teve a oportunidade de passar duas semanas no Japão, aprendendo ainda mais o idioma.

 

Estudante - Bruna Freitas: Além da viagem em si, que foi tudo pago pela Fundação Japão, eles fizeram a gente estudar lá também, quase as mesmas coisas que nós aprendemos aqui em quatro meses, né? Lá nós ficamos duas semanas.

 

Repórter Raquel Mariano: A ideia do programa é deixar o aluno apto a estudar em outros países, como explica a coordenadora de assuntos internacionais da educação superior do Ministério da Educação, Elizabeth Balbachevsky.

 

Coordenadora de assuntos internacionais - Elizabeth Balbachevsky: Então o objetivo dele é ofertar para os estudantes e outros servidores das universidades, que tenham interesse ou necessidade de melhorar o seu inglês, ou outras línguas, outros idiomas, para participar do processo de internacionalização, porque o processo de internacionalização não é apenas enviar o estudante ou professor pra fora do Brasil, mas é também receber estudantes e professores de outros países pro Brasil.

 

Repórter Raquel Mariano: E para os estudantes que têm interesse em fazer os cursos de alemão ou japonês, têm até a próxima segunda-feira, dia 8 de maio, ao meio-dia, para fazer as inscrições pela internet, no site isf.mec.gov.br. Reportagem, Raquel Mariano.

 

Gabriela: A floresta amazônica, os grandes rios, a diversidade de animais. Tudo isso acompanhado de uma rica cultura e pratos típicos, como o pirarucu e o pato no tucupi.

 

Aírton: Para que brasileiros e estrangeiros descubram as belezas da Amazônia, o Ministério do Turismo lançou uma nova campanha.

 

Gabriela: A ação divulga os nove estados da Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão.

 

Aírton: O ministro do Turismo, Marx Beltrão, explica que a campanha faz parte da estratégia do Ministério de reforçar a divulgação de destinos nacionais e incentivar o brasileiro a viajar mais pelo país.

 

Ministro do Turismo - Marx Beltrão: Nós estamos fazendo campanhas pelo Brasil inteiro, em regiões. Fizemos no nordeste, fizemos no sudeste, vamos fazer agora também da região sul e hoje nós lançamos a da região da Amazônia, pra divulgar a Amazônia como um todo, pelo seu potencial, pela sua culinária, por toda a sua importância para o Brasil e para o mundo. Essa campanha vai fazer com que todos os brasileiros possam conhecer o verdadeiro valor da Amazônia e possam vir conhecer essa região.

 

Gabriela: Mais de cinco milhões de carteiras de trabalho estão guardadas no Ministério do Trabalho, a espera de quem solicitou mas não foi buscar.

 

Aírton: É, os trabalhadores devem ficar atentos, porque sem o registro em carteira não conseguem garantir direitos, como o seguro-desemprego.

 

Gabriela: E qual o motivo pras pessoas não pegarem esse documento? A repórter Gabriela Noronha conta pra gente.

 

Repórter Gabriela Noronha: Ana Madalena Fernandes foi à Agência do Trabalhador, em Brasília, buscar sua nova carteira de trabalho digital. A brasiliense conta que precisou do documento para o novo emprego. E diz que aprova as mudanças do novo sistema eletrônico.

 

Entrevistada - Ana Madalena Fernandes: É importante, porque registra todos os lugares em que eu passei e os empregos que eu atuei.

 

Repórter Gabriela Noronha: De acordo com dados do Ministério do Trabalho, por ano, são emitidas no Brasil mais de quatro milhões de novas carteiras de trabalho digitais. O documento continua sendo de papel, mas as informações agora ficam guardadas em um sistema eletrônico. A nova carteira de trabalho tem o número único no registro nacional e os dados do cidadão são cruzados na hora da emissão da carteira. A medida evita fraudes, duplicidade do documento e o recebimento indevido de benefícios, como é o caso do seguro-desemprego. Para Antônio Vieira Paiva, subsecretário das agências do Trabalho do Distrito Federal, o sistema traz segurança aos trabalhadores.

 

Subsecretário das agências do Trabalho - Antônio Vieira Paiva: Que todos os dados do seu trabalho vai ficar ali registrado, de uma forma bem mais veemente do que se tinha antes. Então, ela é digitalizada, ela vai todo pro sistema do Ministério e, com isso, facilita o futuro do trabalhador, por onde ele passou.

 

Repórter Gabriela Noronha: Apesar de ser um documento obrigatório para todos os trabalhadores formais no Brasil, muitos que solicitam não a retiram. Mais de cinco milhões de carteiras estão à espera dos solicitantes na Superintendência dos Tribunais, agências do Ministério do Trabalho e nos postos de atendimento de instituições conveniadas. O diretor do Departamento de Emprego e Renda do Ministério do Trabalho, Hélio Francisco de Miranda, explica os motivos que levam as pessoas a não pegarem o documento depois de pronto.

 

Diretor do Departamento de Emprego e Renda - Hélio Francisco de Miranda: A pessoa tirou a carteira porque tinha uma perspectiva de um emprego breve, e possa ser que esse emprego não veio e ela não buscou a carteira também. Existem outros motivos, por exemplo, mudança, o indivíduo tirou uma carteira aqui no DF e mudou, por exemplo, pra Paraíba. Então, ele pensa que essa carteira não pode ser pega, que ele não pode receber mais essa carteira.

 

Repórter Gabriela Noronha: De acordo com Hélio, o governo está estudando soluções para entregar esses documentos aos trabalhadores. Segundo ele, não existe prazo para a pessoa voltar à agência, porém a demora para buscá-las pode resultar em problemas para os trabalhadores e prejuízos aos cofres públicos. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Aírton: Mais de 59 mil toneladas de milho serão enviadas para diversos municípios das regiões norte e nordeste.

 

Gabriela: Os grãos são para pequenos criadores e agroindústrias de pequeno porte, que fazem parte do programa de vendas em balcão.

 

Aírton: Esse programa permite a compra de produtos dos estoques públicos, de forma direta, sem intermediários.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do Governo Federal.
 
 

Aírton: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de comunicação.

 

Aírton: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Tenha uma boa noite e um bom final de semana.

 

Gabriela: Boa noite pra você e até segunda.