05 DE JANEIRO DE 2018

Destaques da Voz do Brasil: Produção industrial cresce pelo sétimo mês seguido. Produção de veículos aumenta em 2017 e setor começa a empregar de novo. Em 12 meses, governo repassa mais de R$ 1 bilhão para investimentos no sistema prisional dos estados. 95 municípios foram selecionados para receber recursos do Cartão Reforma. Aumenta o número de golpes contra aposentados do INSS.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar A Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentador Luciano Seixas: Boa noite.




Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.




Luciano: Sexta feira, 05 de janeiro de 2018.




Nasi: E vamos ao destaque do dia.




Luciano: Produção na indústria continua em alta. Natália Melo.




Repórter Natália Melo: A produção industrial brasileira cresceu 4,7% em novembro de 2017. É a sétima taxa positiva seguida e o melhor resultado desde 2010.




Nasi: O destaque é a produção de veículos. O setor começa a entregar de novo. Carolina Rocha.




Repórter Carolina Rocha: Ao longo de 2017, o aumento da produção já criou demanda para mais um dia de trabalho e turnos com horas extras.




Luciano: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.




Nasi: Em 12 meses, o governo repassa mais de R$ 1 bilhão para investimentos no sistema prisional dos estados.




Luciano: Noventa e cinco municípios foram selecionados para receber recursos do Cartão Reforma. Raquel Mariano.




Repórter Raquel Mariano: O Cartão Reforma vai beneficiar 17 mil famílias em 12 estados do país.




Nasi: E vamos falar do aumento no número de golpes contra aposentados do INSS.




Luciano: E tem também dicas para quem vai viajar de avião nas férias.




Nasi: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Luciano Seixas e Nasi Brum.




Luciano: Com a retomada do crescimento econômico, os brasileiros voltam a consumir e a indústria começa a produzir mais.




Nasi: Um dos sinais dessa recuperação é o aumento dessa produção. Em novembro do ano passado, o crescimento foi de quase 5% comparado ao mesmo mês de 2016.




Repórter Natalia Melo: A produção industrial brasileira cresceu 4,7% em novembro de 2017, na comparação com o mesmo período do ano anterior. É a sétima taxa positiva seguida e o melhor resultado desde 2010. Todas as quatro grandes categorias econômicas pesquisadas tiveram alta. O diretor da pesquisa do IBGE, André Macedo, afirmam que os destaques foram os bens de consumo duráveis e bens de capital.




Diretor da pesquisa do IBGE - André Macedo: Todas as categorias econômicas também avançam a sua produção, e, novamente, bens de consumos duráveis impulsionados pela maior produção dos automóveis e dos eletrodomésticos tem o principal destaque positivo para esse tipo de comparação.




Repórter Natalia Melo: Já na comparação com outubro de 2017, a produção industrial de novembro também apresentou resultado positivo, de acordo com André Macedo.




Diretor da pesquisa do IBGE - André Macedo: A produção industrial mostra um acréscimo de 0,2% na passagem de outubro para novembro, no dado já com ajuste sazonal. É o terceiro resultado positivo seguido nesse tipo de comparação, totalizando um avanço de 0,9% nesses três meses de crescimento.




Repórter Natalia Melo: Contribuíram para o índice de novembro setores farmacêutico, perfumaria, celulose, alimentos e metalurgia. Reportagem, Natalia Mello.




Luciano: E a indústria automobilística viveu um ano de retomada da produção.




Nasi: Números divulgados hoje, pela Associação dos Fabricantes de Veículos, mostram que, em 2017, foram produzidas mais unidades que no ano anterior.




Luciano: Medidas econômicas, melhora no consumo das famílias e aquecimento do mercado externo foram os fatores que estimularam a produção.




Repórter Carolina Rocha: A produção de veículos em 2017 cresceu 9% em relação ao ano anterior. Foram cerca de 540 mil unidades a mais. Os números da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a Anfavea, mostram que o setor se recupera depois de quatro anos de quedas. As exportações tiveram destaque. Em 2017 as vendas para outros países registraram um aumento de 46% com relação ao ano anterior. Roberto Cortez é presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus, que fica na cidade de Resende, no Rio de Janeiro. Ele conta que as exportações cresceram mais do que as vendas domésticas.




Presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus - Roberto Cortez: A gente cresceu em todos os mercados que nós atuamos, que é toda América Latina, México, Argentina, vários países da África e alguns países do Oriente Médio. Nós saímos de um volume de vendas de 6.600 unidades, em 2016, para 8.980 esse ano.




Repórter Carolina Rocha: O crescimento ao longo do ano ajudou a recuperar o mercado de trabalho do setor automotivo, que aumentou em 4,6%. Segundo Roberto Cortez, da Volkswagen Caminhões e Ônibus, ao longo de 2017 o aumento da produção já criou demanda para mais um dia de trabalho e turnos com horas extras.




Presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus - Roberto Cortez: No início desse ano nós começamos com um turno trabalhando quatro dias por semana, ou seja, nós folgávamos todas as sextas feiras. Com essa recuperação, nós passamos a trabalhar cinco dias, estamos fazendo uma hora extra por dia, estamos trabalhando todos os sábados.




Repórter Carolina Rocha: Para Igor Calvet, secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o setor automotivo brasileiro se beneficiou do controle da inflação, da diminuição de juros, da reforma trabalhista e de acordos internacionais que beneficiaram a exportação de veículos produzidos no país. O secretário destaca ainda que o regime de incentivo à indústria automotiva brasileira, o Inovar Auto, contribuiu para que a indústria pudesse se recuperar da recessão, além de garantir que os veículos brasileiros ficassem mais modernos e menos poluentes.




Secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - Igor Calvet: Havia uma meta no início do programa de que os carros brasileiros deveriam aumentar sua eficiência em algo em torno de 12%. Chegamos agora, em dezembro, e concluímos que os carros brasileiros, na média, aumentaram sua eficiência em 15%. O que significa que no último ano houve uma economia de uso de combustível no país de algo em torno de R$ 7 bilhões.




Repórter Carolina Rocha: O novo regime automotivo do Governo Federal, batizado de Rota 2030, deve ser anunciado em meados de fevereiro. Reportagem, Carolina Rocha.




Nasi: Reformar a casa própria.




Luciano: Conservar e manter tudo funcionando direitinho deixa o ambiente melhor para se viver e valoriza o imóvel.




Nasi: Para isso, o Governo Federal tem o Cartão Reforma, que agora vai chegar a mais 17 mil famílias.




Luciano: O Ministério das Cidades divulgou mais uma lista com 95 municípios selecionados pelo programa.




Repórter Raquel Mariano: Pode ser um pequeno reparo ou até um problema maior, como ter que consertar todo o sistema hidráulico do imóvel. Sempre que é possível, queremos melhorar o nosso lar, mas nem sempre sobra o dinheiro necessário para fazer a tão sonhada reforma. Por isso, o Ministério das Cidades criou o Cartão Reforma, um crédito que libero R$ 5 mil, em média, para as famílias gastarem com material de construção. E nessa semana, o Ministério das Cidades divulgou mais uma lista com 95 municípios de 12 estados que serão beneficiados pelo Programa Cartão Reforma. O investimento é de R$ 100,4 milhões. O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, disse que esse dinheiro é essencial para melhorar a qualidade de vida das famílias beneficiadas pelo programa.




Ministro das Cidades - Alexandre Baldy: O grupo de famílias que obterão o Cartão Reforma, são mais 17 mil famílias que terão condições de melhorarias nas suas casas, de reformar seja o aspecto inteiro, um barroco, uma cobertura, são obras de melhoraria das suas habitações, suas residências, das suas casas em todo o Brasil.




Repórter Raquel Mariano: E para participar do programa as famílias devem ter uma renda de até R$ 2,8 mil e as moradias devem estar localizadas em área regular. Mas além da reforma da casa, tem muita gente que também sonha com a casa própria. O ministro Alexandre Baldy destacou a posição do Governo Federal de priorizar o programa Minha Casa, Minha Vida. E a expectativa é grande para 2018.




Ministro das Cidades - Alexandre Baldy: Nós estamos buscando retomar obras, e especialmente nesse primeiro trimestre do ano, nós desejamos entregar mais 75 mil unidades de Minha Casa, Minha Vida e que nós possamos também contratar durante esse ano de 2018 um número extremamente ousado para que nós possamos levar a moraria, que é o sonho de todas as famílias em todo o Brasil, às famílias que realmente precisam.




Repórter Raquel Mariano: A meta para este ano é entregar um total de 800 mil moradias. Reportagem, Raquel Mariano.




Nasi: O presidente Michel Temer sancionou uma lei que permite um aporte de R$ 15 bilhões na Caixa Econômica Federal com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o FGTS.




Luciano: O texto foi publicado hoje, no Diário Oficial da União. Com isso,a expectativa é que a instituição consiga emprestar e investir mais durante o ano, gerando emprego e renda, como explica o presidente da Caixa Gilberto Occhi.




Presidente da Caixa Econômica Federal - Gilberto Occhi: A lei, ela autoriza que o valor a ser aplicado, ele possa ser de até R$ 15 bilhões. Nós estamos falando que isso irá proporcionar investimentos acima de R$ 200 bilhões em investimento nos próximos anos, com recursos do FGTS. E como eu disse, isso é importante para todos, não é importante apenas para a Caixa, é importante para geração de emprego, é importante para a economia, para a retomada do crescimento da economia, da expectativa de novos investimentos e novos sonhos, como o sonho da casa própria.




Nasi: Gestora do fundo dos investimentos do FGTS, a Caixa já usa os recursos do Fundo para financiar investimentos em infraestrutura e saneamento básico, por exemplo.




Luciano: Além disso, o banco oferece linhas de crédito mais em conta para quem quer comprar a casa própria, como é o caso da linha pró cotista, aberta nesta semana e que disponibiliza R$ 4 bilhões em financiamentos neste ano.




Nasi: Atenção prefeituras! Se você desenvolve aí no seu município iniciativas que estimule o empreendedorismo e emprego para famílias de baixa renda, o governo vai premiar boas ideias.




Luciano: Os interessados em participar devem escrever o projeto que realiza até o dia 12 de janeiro.




Repórter Diego Queijo: Todas as prefeituras que possuem ações ou programas com o objetivo de oportunidades de emprego e renda para pessoas inscritas no cadastro único podem cadastrar suas propostas no portal do ministério. O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, destacou que os municípios têm um papel muito importante no enfrentamento à pobreza.




Ministro do Desenvolvimento Social - Osmar Terra: O que nós queremos é estabelecer um prêmio para os prefeitos para que eles reúnam os instrumentos para gerar renda para essas famílias e fazer com que essas famílias progridam na vida, porque a prefeitura, ao ajudar essas famílias, ela vai ser recompensada com prêmios para o município, para os programas sociais, um troféu para o prefeito, vai ser reconhecido em nível nacional.




Repórter Diego Queijo: Cada município pode inscrever até 13 iniciativas e que os projetos sejam compatíveis com o Plano Progredir, lançado em setembro de 2017 pelo Governo Federal. O Progredir é uma estratégia que estimula o empreendedorismo, a qualificação profissional e o acesso ao mercado de trabalho. De acordo com Osmar Terra, tudo para ajudar as famílias mais pobres a conquistarem a autonomia financeira.




Ministro do Desenvolvimento Social - Osmar Terra: Os programas sociais não podem se limitar a só a transferir recursos, eles têm que ajudar essas famílias a sair da pobreza. Por isso que é importante o Bolsa Família ter junto com ele o Progredir.




Repórter Diego Queijo: Além de troféu, medalhas e certificados, há ainda a possibilidade de os vencedores celebrarem um convênio de até R$ 1 milhão com o Ministério de Desenvolvimento Social. O edital na íntegra e o cronograma completo estão disponíveis no site www.mds.gov.br/progredir/premio. Reportagem, Diego Queijo.




Luciano: 19h12 no horário brasileiro de verão.




Nasi: E você vai ouvir ainda nessa edição.




Luciano: Aumenta o número de golpes contra aposentadores do INSS. Vamos dar as dicas para evitar prejuízos.




Nasi: E também tem dica para quem viajar de avião nas férias. Não saia daí.




Luciano: Valorizar a produção cultural incentivando projetos por todo o Brasil.




Nasi: Assim é a Lei Rouanet, que permite que empresas e pessoas físicas destinem parte do Imposto de Renda diretamente a projetos culturais.




Luciano: A lei passou por mudanças no final do ano passado para dar mais oportunidade à iniciantes e jovens, além de incentivar projetos de comunidades das regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste.




Nasi: E, segundo o ministro, o resultado é positivo, mais empresas vem patrocinando a arte pelo país.




Repórter Helen Bernardes: Entre as novidades de Lei Rouanet, está o reajuste do teto limite de utilização de recursos para pessoa física e microempresa, que passou de R$ 700 mil para R$ 1,5 milhão com até quatro projetos. Mudança que ampliou o número de empresas que começaram a investir, como explica o ministro de Cultura, Sérgio Sá Leitão.




Ministro de Cultura - Sérgio Sá Leitão: Essa instrução normativa foi extremamente bem recebida pelo setor cultural e os resultados não demoraram a aparecer. Nós tivemos, em dezembro, a captação de R$ 620 milhões para projetos culturais, que foi um dado recorde nos 26 anos de funcionamento da Lei Rouanet. Então assim, o dezembro do setor cultural foi um mês espetacular em termos de captação de patrocínios e de viabilização de projetos culturais.




Repórter Helen Bernardes: De acordo com o ministro, o bom resultado das captações em 2017 também se deve à recuperação da economia do país. Para Sérgio Sá Leitão, as empresas retomaram a capacidade de patrocinar eventos culturais.




Ministro de Cultura - Sérgio Sá Leitão: Isso se deve também à questão da recuperação econômica, quer dizer, as empresas agora estão com mais folga de recursos para patrocinarem projetos culturais, mas também por conta da nova instrução normativa que tornou a Lei Rouanet mais atraente para patrocinadores e mais simples, menos burocrática, para os organizadores, promotores de projetos e eventos culturais. Eu acho que é uma sinalização muito positiva para o que virá em 2018. Então há razões de sobra para estarmos otimistas.




Repórter Helen Bernardes: Principal incentivador da cultura no Brasil, em 2017 a Lei Rouanet captou R$ 1,2 bilhão. Reportagem, Helen Bernardes.




Luciano: O ministro da Justiça, Torquato Jardim, apresentou, agora a pouco, um balanço das ações e dos recursos investidos na área de Segurança Pública no último ano.




Nasi: O repórter Pablo Mundim acompanhou a apresentação e tem, ao vivo, as informações. Boa noite, Pablo.




Repórter Pablo Mundim (ao vivo): Boa noite, Nasi. Boa noite, Luciano. Boa noite a todos os ouvintes da Voz do Brasil. De acordo com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, mais de um R$ 1,2 bilhão foram destinados aos estados e ao Distrito Federal nos últimos 12 meses. Os recursos são do Fundo Penitenciário Nacional. Além do dinheiro para ajudar os estados, o Ministério da Justiça também enviou equipamentos e veículos especiais para transporte de presos. Para o ministro Torquato Jardim, o problema não são os recursos que foram disponibilizados, mas a falta de projetos que os estados deveriam encaminhar ao Governo para ter acesso ao dinheiro.




Ministro da Justiça - Torquato Jardim: O estado tem que ter um projeto para gastar o dinheiro, em custeio ou em manutenção e expansão ou em construção nova. O custeio ele faz direto, expansão de instalações ele faz direto, agora, o presídio novo pede a confirmação técnica do Departamento Penitenciário por resolução do Conselho Nacional Penitenciário.




Repórter Pablo Mundim (ao vivo): Torquato Jardim disse que está preocupado com a crise penitenciária no estado de Goiás e afirmou que o governo não vai medir esforços para ajudar. Amanhã o plano nacional de segurança criado pelo Governo Federal completa um ano. Ao vivo, Pablo Mundim.




Luciano: Aumenta o número de golpes aplicados contra aposentados do INSS.




Nasi: Em 2017, as denúncias que chegaram à ouvidoria da Previdência subiram quase 30%.




Luciano: A gente foi saber porque tanta gente vem caindo em fraudes e o que a vítima deve fazer. A reportagem é de Raquel Mariano.




Repórter Raquel Mariano: Pode ser uma carta, um telefonema ou um e mail, os golpistas sempre usam esses meios para agir. A subsecretária de gestão da Previdência, Cinara Fredo, detalha como esses criminosos.




Subsecretária de gestão da Presidência - Cinara Fredo: Geralmente eles entram em contato ou mandam uma cartinha se identificando como membros do Conselho de Previdência, e informam a esse aposentado, a essa vítima, né, que ela teria direito a um valor, geralmente um valor vultoso, um valor de grande monta, e que se ele efetuar um depósito num valor bem pequeno, ele teria direito a receber esse valor aí, que teria sido reconhecido pelo Conselho de Previdência. Só que não existe esse tipo de procedimento, primeiro, porque o serviço é gratuito e, segundo, porque não existe esse condicionante.




Repórter Raquel Mariano: E em 2017, 1.222 aposentados fizeram denúncias sobre tentativa de golpe para a ouvidoria do INSS. Esse número é quase 30% maior do que o registrado em 2016, quando 947 pessoas fizeram a denúncia. Então, como os aposentados podem se precaver para não cair em golpes? Cinara Fredo dá as dicas.




Subsecretária de gestão da Previdência - Cinara Fredo: Então, a Previdência, ela não entra em contato com o segurado, com pensionista, com aposentado, seja por telefone, por carta. A Previdência, ela não pede depósito de valores, ela não pede dados cadastrais, ela não entra em contato solicitando nenhum tipo de recolhimento para que esse cidadão venha a ter direito ao serviço.




Repórter Raquel Mariano: Caso o aposentado ou pensionista tenha passado por alguma situação suspeita, ele deve ligar imediatamente para o número 135 para fazer a denúncia. Também é importante procurar a polícia de sua cidade para registrar um Boletim de Ocorrência. Reportagem, Raquel Mariano.




Nasi: Janeiro, verão, férias!




Luciano: De acordo com o Ministério do Turismo, a maioria dos brasileiros que vão viajar devem utilizar o avião.




Nasi: É. E se você está fazendo as malas, é bom ficar atento aos seus diretos e deveres na hora de embarcar e assim ter uma viagem tranquila.




Repórter Natália Koslyk: Franciele Eckert, de 27 anos, mora no município de Boa Vista do Buricá, no Rio Grande do Sul. Ela é o marido vão aproveitar o período das férias escolares do filho de seis anos para visitar a capital federal do país. Mas a família precisou de ajuda na hora de comprar as passagens de avião.




Entrevistada - Franciele Eckert: Nós iríamos comprar uma mais barata, mais em conta, só que daí depois, quando a gente foi ver, não tinha direito a nenhuma bagagem, nada. Aí nós cancelamos essa e começamos a pesquisar de novo.




Repórter Natália Koslyk: É direito do passageiro que o valor da franquia da bagagem seja informado no ato da compra da passagem. E os passageiros de avião têm muitos outros direitos que às vezes passam despercebidos. Marcelo Lima, gerente de operações da Agência Nacional de Aviação Civil, destaca os principais deles.




Gerente de operações da Agência Nacional de Aviação Civil - Marcelo Lima: No caso de atraso, a partir de uma hora que ele estiver esperando no aeroporto, ele tem direito à comunicação. A partir de duas horas, ele tem direito à alimentação adequada com tempo de espera. E, se houver a necessidade de pernoite, ele também tem o direito à hospedagem.




Repórter Natália Koslyk: E a Franciele também tem dúvidas sobre o cancelamento da passagem em caso de necessidade.




Entrevistada - Franciele Eckert: Vai que, por alguma coisa, aconteça alguma coisa, que tem que cancelar, eu não sei como é que faz.




Repórter Natália Koslyk: Funciona assim, Franciele. Se você cancelar a viagem até 24 horas depois da compra, a, pelo menos, uma semana antes do voo, você tem direito ao cancelamento sem custos. Nos outros casos pode ser cobrada uma taxa que varia conforme a companhia aérea. Os pedidos de reembolso ou estorno devem ser atendidos em até sete dias e o valor pode ser abatido em uma nova passagem ou em dinheiro. Agora, se o passageiro deixa de embarcar por responsabilidade da companhia aérea, ele também tem direitos, como explica o gerente de operações de ANAC, Marcelo Lima.




Gerente de operações da Agência Nacional de Aviação Civil - Marcelo Lima: Ela tem que reacomodar o passageiro no próximo voo disponível, então o passageiro tem o direito de ser reacomodado e o passageiro escolhe o próximo voo disponível. Se for de uma outra empresa área, o passageiro tem direito a ir nesse outro voo.




Repórter Natália Koslyk: De acordo com o levantamento do Ministério do Turismo, de novembro do ano passado, mais da metade dos brasileiros com intenção de viajar nos próximos seis meses pretendem usar o avião. Marcelo Lima lembra que os passageiros devem ficar atentos a algumas dicas.




Gerente de operações da Agência Nacional de Aviação Civil - Marcelo Lima: Que o passageiro chegue com bastante antecedência no aeroporto, verifique se o voo dele está no horário, faça o check-in online pelo celular ou pela internet e também retire da sua bagagem o laptop quando for passar pelo Raio-X, para ele também poder passar mais rápido para a área de embarque.




Repórter Natália Koslyk: Quem precisar de atendimento especial deve informar as companhias aéreas em até 48 horas antes do embarque. E quem for levar o animal de estimação, além de fazer a reserva com antecedência, deve apresentar o cartão de vacinação e atestado de saúde. Reportagem, Natalia Koslyk.




Nasi: 19h22 no horário brasileiro de verão.




Luciano: Em tempos de mudança climática com fortes chuvas em algumas regiões e estiagem prolongada em outras, é importante cuidar de toda a água que está ao redor da gente.




Nasi: No Fórum Mundial da Água, que vai reunir países de todo o mundo aqui no Brasil, um dos temas discutidos será como proteger, preservar e recuperar as nascentes.




Luciano: Aqui no Distrito Federal uma iniciativa pioneira mostra que adotar uma nascente é bom para a comunidade e para o meio ambiente.




Repórter Raissa Lopes: Está ouvindo o barulho da chuva? Quando ela chega ao solo é absorvida e vai para o lençol freático, mais à frente ela volta à superfície e se torna uma nascente. A partir dela, são formados os riachos, lagos e rios. A vegetação e tudo que fica à margem de uma nascente precisa ser preservada ou ela diminui e pode até desaparecer. Isso significa menos água doce. É o que explica o chefe substituto da Floresta Nacional de Brasília, Julio Falcomer.




Chefe substituto da Floresta Nacional de Brasília - Júlio Falcomer: É importante porque a gente tem que preservar a nossa água, né, que forma os rios, que forma aqui, no caso, o Lago do Descoberto. Então, se a gente não conservar as nascentes, a gente não vai ter água futuramente.




Repórter Raissa Lopes: Em 2001, os moradores do Núcleo Rural Casa Grande, no Distrito Federal, adotaram uma nascente por iniciativa de Paulo Roberto dos Santos. Eles retiraram o lixo que ali estava, plantaram espécies nativas e cuidam do local desde então. Paulo fala sobre as mudanças que ocorreram na área nos últimos anos.




Entrevistado - Paulo Roberto dos Santos: A área está com a vegetação bem abundante, protegida e uma diferença grande em relação ao que estava.




Repórter Raissa Lopes: A área adotada pela comunidade do Casa Grande foi a primeira do Adote uma Nascente no Instituto Brasília Ambiental. O projeto surgiu em 2001 e orienta pessoas com interesse em preservar ou recuperar nascentes no Distrito Federal. É o que diz a analista de atividades do meio ambiente do Ibram, Renata Mongin.




Analista de atividades do meio ambiente do Ibram - Renata Mongin: Nesses eventos a gente tenta explicar a importância da preservação, não só da nascente como de toda a área da bacia, né, as áreas de recarga e tentar trazer mais pessoas para contribuir.




Repórter Raissa Lopes: Segundo informações do Ibram, somente no Distrito Federal existem 302 nascentes e olhos d'água. Reportagem, Raissa Lopes.




Nasi: O brasileiro está poupando mais. Depois de dois anos de resultados negativos, a poupança voltou a registrar saldo positivo em 2017.




Luciano: Os depósitos feitos pelos brasileiros na caderneta no ano passado superaram os saques em R$ 17 bilhões.




Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.




Luciano: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.




Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.




Luciano: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite e bom fim de semana.




Nasi: Boa noite para você e até segunda.




"Brasil, ordem e progresso".