15 DE OUTUBRO DE 2018 - PODER EXECUTIVO

Destaques da Voz do Brasil: Ciência e Tecnologia para redução das desigualdades. Mais de 1 mil cidades do país vão receber atividades durante Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Produção orgânica de alimentos do país recebe reconhecimento internacional. E vamos falar das ações do governo que fizeram o país se manter fora do mapa mundial da fome.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.




"Está no ar A Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".




Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.




Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.




Gabriela: Segunda-feira, 15 de outubro de 2018.




Nasi: E vamos ao destaque do dia.




Gabriela: Mais de mil cidades do país vão receber atividades durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Pablo Mundim.




Repórter Pablo Mundim: Mais de 80 instituições participam da exposição, que tem como tema principal a ciência para a redução das desigualdades.




Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.




Gabriela: Produção orgânica da alimentos do país recebe prêmio reconhecimento internacional. Cleide Lopes.




Repórter Cleide Lopes: O prêmio reconhece iniciativas que reúnem alimentos de qualidade com produção sustentável.




Nasi: E vamos falar das ações do governo que fizeram o Brasil se manter fora do mapa mundial da fome. André Luiz Gomes.




Repórter André Luiz Gomes: Programas sociais como Bolsa Família, e o benefício de prestação continuada, o BPC, contribuíram para a promoção de segurança alimentar e nutricional.




Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.




Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br .




Gabriela: Estamos na Semana Mundial da Alimentação.




Nasi: E a Voz do Brasil, numa série de reportagens, vai mostrar iniciativas que valorizam a produção de alimentos no Brasil.




Gabriela: E começamos hoje com uma boa notícia, a produção de orgânicos brasileira foi reconhecida pela ONU pela qualidade e sustentabilidade.




Repórter Cleide Lopes: Há quase quatro anos, Guilherme Bezerra apostou alto, mudou de profissão, e foi se dedicar à produção de orgânicos. Hoje, num sítio de 4 hectares, na área rural de Brasília, a cerca de 35 quilômetros do centro da capital, ele cultiva mais de 30 espécies. Pelo sistema de agroflorestal, Guilherme produz, por mês, cerca de 2 toneladas de frutas, verduras e legumes, e sem nenhum agrotóxico.




Produtor rural - Guilherme Bezerra: Traz satisfação pessoal, tem uma missão mesmo assim, de vida, e uma prestação de serviços para comunidade, que é produzir alimentos livres e isentos de agrotóxico, de veneno, alimentos de alto valor, esse é o maior retorno.




Repórter Cleide Lopes: E é esse tipo de comida saudável que vai para mesa da advogada Nina Salomé. Ela conta que desde que o filho Francisco nasceu, há quatro anos, ela mudou a alimentação e busca consumir apenas produtos orgânicos.




Advogada - Nina Salomé: A gente consome menos produtos químicos, produtos químicos que sabidamente fazem mal e para educar também o nosso filho, que é pequeno, para essa alimentação saudável.




Repórter Cleide Lopes: E para estimular formas de produção, como a de Guilherme, e garantir que consumidores, como Nina, tenham acesso a esses alimentos, o Brasil conta, desde 2012, com a política nacional de agroecologia e produção orgânica. A iniciativa, que tem grande envolvimento da sociedade e também dos governos locais, ajudou a 5,3 mil municípios a investir 30% do orçamento para a alimentação escolar, em produtos orgânicos e agroecológicos, comprados de agricultores familiares, como explica o Secretário Nacional de Articulação Social da Presidência República, Henrique Villa.




Secretário nacional de Articulação Social - Henrique Villa: É uma atividade econômica fundamental para o Brasil, que inclui pessoas, que gera emprego e renda, que inclui territórios e que olha com muito carinho para o meio ambiente.




Repórter Cleide Lopes: E essa ação foi reconhecida internacionalmente. O secretário Henrique Villa explica que o Brasil ganhou a categoria prata entre os oito finalistas que disputaram o Prêmio Políticas para o Futuro, da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, a FAO.




Secretário nacional de Articulação Social - Henrique Villa: Uma premiação como essa nos endereça algo que é muito caro para todos nós, ela valoriza e dá visibilidade a um conjunto de práticas, que, na nossa avaliação, são fundamentais para o desenvolvimento brasileiro.




Repórter Cleide Lopes: O prêmio concedido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, a FAO, foi entregue hoje, em Roma, na Itália. Reportagem, Cleide Lopes.




Nasi: E amanhã, no Dia Mundial da Alimentação, vamos falar sobre reaproveitamento de alimentos. Não perca.




Gabriela: E o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame foi a Roma, na Itália, para receber o prêmio da FAO.




Nasi: Beltrame destacou que o Brasil está fora do mapa da fome, e falou da importância das políticas brasileiras para garantir a segurança alimentar para a população.




Repórter André Luiz Gomes: O ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, declarou nesta segunda-feira, na Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, a FAO, que o Brasil não voltou ao mapa da fome. O anúncio foi feito durante o lançamento do relatório Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo, SOF 2018, em Roma. Beltrame participou da 45ª Sessão do Comitê Mundial de Segurança Alimentar na capital italiana. Ele destacou ainda, que programas sociais, como o Bolsa Família e o benefício de prestação continuada, o BPC, contribuíram para a promoção de segurança alimentar e nutricional.




Ministro do Desenvolvimento Social - Alberto Beltrame: A minha presença foi para reafirmar a positividade das políticas sociais do governo e também para reafirmar que o Brasil não entrou no mapa da fome, como foi especulado por várias vezes, por diversas pessoas.




Repórter André Luiz Gomes: Segundo a secretária nacional de segurança alimentar e nutricional do MDS, Lilian Rahal, as alternativas discutidas durante a reunião do Comitê da Segurança alimentar vão ao encontro da experiência brasileira.




Secretária nacional de segurança alimentar e nutricional - Lilian Rahal: Nós temos que trabalhar a agricultura alinhada com as demandas de nutrição e saúde, porque acho que tudo que nós temos feito no Brasil, de alguma forma, foi citado e tem sido contemplado nesses estudos e nesses trabalhos apresentados hoje.




Repórter André Luiz Gomes: O ministro ressaltou, também, outros pilares do governo brasileiro para garantir o direito humano à alimentação adequada, como Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Sisan, o Programa Nacional de Alimentação Escolar, o PNAE, a assistência técnica e extensão rural e o Programa Cisternas, que garante água de qualidade para consumo e a produção de alimentos. Reportagem, André Luiz Gomes.




Gabriela: Soluções tecnológicas que trazem mais qualidade de vida e ajudam a diminuir as desigualdades que existem no país.




Nasi: É o que vai ser possível encontrar na 15ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que começou nesta segunda feira.




Gabriela: Até o final da semana, mais de mil cidades oferecem atividades, como jogos interativos, exposições, games, palestra e oficinas.




Repórter Pablo Mundim: Imagine um robô que mexe, brilha e até mesmo ensina coisas novas. Feito totalmente de material reciclável, a engenhoca é uma das atrações da 15ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O robô faz sucesso com a criançada, como Alaf Vieira de Souza, de apenas nove anos.




Entrevistado - Alaf Vieira de Souza: Bem legal controlar ele, que ele pode se mexer só com o controle.




Repórter Pablo Mundim: O pai de Alaf, José Cleide Pereira de Souza, conta que é importante estimular o conhecimento e a curiosidade dos meninos.




Entrevistado - José Cleide Pereira de Souza: Eles estão doidos para fazer robótica na escola, e todo dia fica perguntando: "Como é que funciona isso? Como é que funciona aquilo?".




Repórter Pablo Mundim: Para a confecção da engenhoca foram utilizados resíduos eletrônicos. O idealizador do projeto, o servidor do Instituto Tecnológico Aeroespacial, Gilberto Vieira Mendes, conta como tudo começou.




Servidor do Instituto Tecnológico Aeroespacial - Gilberto Vieira Mendes: Esse projeto foi em 2011, quando eu ajudava no trabalho escolar da minha filha fazendo umas peças simples de artes com material reciclado. E como eu queria fazer algo para a sociedade e para o meio ambiente, eu vi que era o momento de linkar as duas coisas.




Repórter Pablo Mundim: Assim como os robôs feitos pelo Gilberto, outras centenas de tecnologias e descobertas estão sendo apresentadas durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Além de Brasília, o evento acontece e mais de mil cidades de todos o país. Mais de 80 instituições participam da exposição, que tem como tema principal a ciência para redução das desigualdades. A diretora do Departamento de Políticas e Programas de Inclusão Social do Ministério Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Sônia da Costa, que também é uma das organizadoras, destaca como o evento pode ajudar a multiplicar o conhecimento através da Ciência e da tecnologia.




Diretora do Departamento de Políticas e Programas de Inclusão Social -Sônia da Costa: São mais de 80 instituições parceiras, trazendo o que tem de mais avançado na área de tecnologia da Aeronáutica, das questões das inserções científicas, das universidades, das nossas unidades de pesquisa também. E é isso que a população de Brasília e de todo o país está tendo nesse momento. A gente vê grande movimento em todos estados, São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, Nordeste, a Amazônia toda está envolvida.




Repórter Pablo Mundim: Ao todo serão sete dias de evento com entrada gratuita e aberta para todo o público. Reportagem, Pablo Mundim.




Nasi: No nosso Twitter você encontra mais informações sobre a programação do evento. O endereço é twitter.com/vozdobrasil.




Gabriela: E aproveitando que estamos falando de ciência e tecnológica, o repórter Pablo Mundim também foi ver de perto como a Embrapa conecta empresas inovadoras, as startups, com grandes investidores da área do agronegócio.




Nasi: Essa ligação é por meio do Projeto Pontes para Inovação. A iniciativa que garante até R$ 6 milhões para cada negócio pode fazer a diferença paras os jovens empreendedores.




Repórter Pablo Mundim: Tecnologia brasileira e aumento da produtividade no campo. Foi com essa ideia que uma empresa do agronegócio desenvolveu um drone capaz de mapear a plantação. Em poucos minutos de sobrevoo, o aparelho envia dados que ajudam o produtor a solucionar problemas no plantio, como pragas e falta de insumos no solo. Fabrício Hertz é um dos proprietários da empresa que desenvolveu o drone, e conta como a iniciativa Embrapa ajuda as empresas a desenvolverem tecnologias.




Empresário - Fabrício Hertz: Isso é importante porque você está fomentando o desenvolvimento do ecossistema de empresas agtech, você está dando mais oportunidade para que essas empresas se desenvolvam, criem tecnologias, gere empregos e gerem, é claro, tecnologia e produtividade para o agronegócio brasileiro.




Repórter Pablo Mundim: O gerente de inovação da Embrapa, Daniel Trento do Nascimento, explica que o programa ajuda a aumentar a produção no campo.




Gerente de inovação - Daniel Trento do Nascimento: As pequenas e médias empresas geralmente têm grande dificuldade de escalonar, de ampliar o impacto, a escala de seus produtos, principalmente em suas fases iniciais de vida. A Embrapa, que desenvolve de pesquisas, está fazendo uma ponte com fontes de recursos para que os nossos parceiros tenham maior chance de sucesso na transferência das tecnologias para os produtores rurais.




Repórter Pablo Mundim: E a Embrapa abriu chamada para mais uma edição do programa. Para participar a empresa precisa ter faturamento anual inferior a R$ 16 milhões e ser parceira da Embrapa. As inscrições devem ser feitas pelo site do programa, no pontesparaainvoação.com.br, até o dia 21 outubro. Reportagem, Pablo Mundim.




Gabriela: São cerca de 14 milhões de agricultoras no país, gente que trabalha por conta própria ou em agroindústrias.




Nasi: E a Voz do Brasil traz hoje, Dia Internacional da Mulher Rural, uma matéria para homenagear essas trabalhadoras que ajudam botar a comida na mesa de todos os brasileiros.




Gabriela: O repórter João Pedro Neto conta quais políticas de governo ajudam essas mulheres a produzir e a vender esses produtos.




Repórter João Pedro Neto: A agricultora familiar Iolanda Seixas tem 72 anos e a disposição de uma jovem. Ela planta, com a família, abóbora, mandioca e banana, depois fabrica vários tipos de bolos, pães e biscoito, tudo em parceria com outras dez agricultoras da região da Fercal, na zona rural do Distrito Federal, em uma agroindústria de panificação criada por essas mulheres do campo.




Agricultora - Iolanda Seixas: E são alimentos naturais que a gente produz, podem comer qualquer criança, pessoa doente, qualquer pessoa que não faz mal. Então a gente está muito satisfeito, muito feliz trabalhando aqui no campo.




Repórter João Pedro Neto: Os produtos da associação vendidos principalmente para programas de governo, como o PAA, Programa de Aquisição de Alimentos, que compra produtos da agricultura familiar e repassa para órgãos públicos, estabelecimentos de saúde, creches, restaurantes populares e a rede de assistência social. O gerente de editais e convênios da Secretaria de Agricultura do Distrito federal, Jefferson Virginio, destaca que esses programas são importantes para garantir o acesso de pequenos produtores ao mercado.




Gerente de Editais e Convênios da Secretaria de Agricultura - Jefferson Virginio: Esses programas, eles têm dois facilitadores que são muito importantes para o agricultor, primeiro, ele garante essa reserva de mercado, e o outro ponto é a agilidade do processo, pelo fato de ser com dispensa de licitação, o trâmite é muito mais rápido e o processo para que a gente possa adquirir isso é muito mais rápido.




Repórter João Pedro Neto: A agricultora Iolanda, que sempre trabalhou na roça, conhece as dificuldades da zona rural, mas diz que a vida no campo é gratificante e que hoje as mulheres fazem tanto quanto os homens.




Agricultora - Iolanda Seixas: Ah, eu acho que agora não tem muita diferença mais não, por causa dessa evolução do progresso, né? A mulher também adquiriu uma força de plantar, de colher.




Repórter João Pedro Neto: Estima se que aproximadamente 45% dos produtos da agricultura familiar sejam plantados e colhidos por mulheres, grupo que é atendido no país por uma série de políticas públicas, que vão desde a capacitação a acesso a mercados, crédito e identidade, é o caso do PAA, mas também de iniciativas como o Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural, que entre 2004 e 2017 emitiu mais de 3 milhões de documentos para cerca de 1,5 milhão de mulheres. A Maura dos Santos também é integrante de uma associação de mulheres, só que em Coribe, na Bahia, onde as agricultoras plantam, colhem e beneficiam a mandioca, depois preparam produtos derivados, para ela, as mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço no campo.




Agricultora - Maura dos Santos: A mulher no campo já existia há muito tempo, só que não era reconhecida, mas hoje a gente está lá na roça buscando o consumo que é da gente.




Repórter João Pedro Neto: O Dia Internacional da Mulher Rural, comemorado em 15 de outubro, foi instituído pela Organização das Nações Unidas há mais de 20 anos, a ideia é que a data ajude a colocar em Pauta questões como a desigualdade de gênero e a promoção da autonomia econômica das mulheres. Reportagem, João Pedro Neto.




Nasi: Hoje no Dia do Professor vamos falar dos professores do Brasil.




Gabriela: Prêmio que reconhece o trabalho de quem faz a diferença nas salas de aula de todo o país.

 

Nasi: Os detalhes ainda nesta edição.

 

Gabriela: A Polícia Rodoviária Federal divulgou hoje um balanço da operação realizada nas rodovias nesse feriado prolongado.




Nasi: Foram registrados 764 acidentes nas estradas e 55 pessoas morreram nos quatro dias da Operação Nossa Senhora Aparecida.




Gabriela: O porta-voz da Polícia Rodoviária Federal, Diego Brandão, diz quais foram as principais autuações durante o feriado.




Porta-voz da Polícia Rodoviária Federal - Diego Brandão: Na fiscalização, nós registramos 602 motoristas flagrados dirigindo sob a influência de álcool, um pouco mais de 3 mil flagrantes de ultrapassagens indevidas, 295 crianças sendo transportadas sem o equipamento de retenção adequado, o bebê conforto, a cadeirinha, o assento de elevação, e quase 2 mil flagrantes de motoristas ou passageiros transitando sem o uso de cinto de segurança.




Nasi: A fiscalização da polícia também tirou de circulação mais de 1,3 mil quilos de maconha, quase 140 quilos de cocaína e 12 armas de fogo.




Gabriela: O Brasil vai contar com uma força tarefa de inteligência para enfrentar o crime organizado.

 

Nasi: O decreto que cria a força tarefa foi assinado hoje pelo presidente Michel Temer.




Gabriela: O grupo vai analisar e compartilhar dados e produzir relatórios de inteligência.

 

Nasi: Essas informações vão servir de base para a criação de políticas públicas e para orientar a ação do governo no enfrentamento a organizações criminosas.

 

Gabriela: A força-tarefa vai ser formada por representantes de órgãos como a Polícia Federal, a Receita Federal, os Centros de Inteligência do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e a Agência Brasileira de Inteligência.




Nasi: Viajar, conhecer lugares novos, culturas diferentes, tudo isso de graça, de ônibus.




Gabriela: Idosos e pessoas com deficiência de baixa renda são alguns que podem ter acesso a esse benefício.




Nasi: Que inclui também os jovens que têm a Identidade Jovem, os detalhes no Pra Você, Cidadão de hoje.

 

"Pra Você, Cidadão".

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Já imaginou poder viajar e conhecer o Brasil de ônibus, totalmente de graça? Muitas pessoas têm esse direito e não sabem, o benefício é garantido a idosos com mais de 60 anos que tenham uma renda individual igual ou menor a dois salários mínimos, pessoas com deficiência física, mental, visual ou auditiva, desde que comprovadamente carentes. Também não pagam passagem as crianças de até 6 anos incompletos, acompanhadas dos pais ou responsáveis, desde que não ocupem poltrona. E os jovens não ficam fora dessa, quem tem a ID Jovem também tem direito à gratuidade em viagens de ônibus interestaduais. Tem direito a essa identidade os brasileiros com idade entre 15 e 29 anos que pertençam a família com renda mensal de até dois salários mínimos e que estejam inscritos no Cadastro Único do Governo Federal. Para emitir o documento, basta baixar o APP ou acessar site na internet: idjovem.juventude.gov.br. Beatriz Albuquerque para a Voz do Brasil.

 

Gabriela: Hoje é o Dia do Professor.




Nasi: E o Ministério da Educação preparou uma homenagem.




Gabriela: Foi divulgado o resultado da etapa regional do Prêmio Professores do Brasil, que incentiva boas práticas em escolas públicas de Educação Básica.




Nasi: E a equipe da Voz do Brasil foi conhecer uma dessas experiências.




Repórter Gabriela Noronha: Numa escola pública do Distrito Federal, os alunos de Educação Infantil são incentivados a plantar. A ideia surgiu quando a Profa. Ana Maria Miranda percebeu que eles não estavam aceitando o cardápio da escola.




Professora - Ana Maria Miranda: As crianças não aceitavam a alimentação. Elas só queriam arroz, feijão e carne e a gente via todo aquele alimento ir para o lixo. Nós começamos a guardar as sementes das frutas que eles comiam e eles começaram a se interessar, trazer sementes de casa para germinar e a gente começou a plantar, eles gostam muito, eles participam.




Repórter Gabriela Noronha: Na escola, em canteiros individuais, são cultivadas hortaliças, temperos, até um pé de mamão está crescendo por ali, tudo graças aos cuidados dos alunos. E assim, brincando todo dia de brincar da terra, Davi Luiz, de apenas três anos, conta o que aprendeu.




Estudante - Davi Luiz: Tem que cuidar e deixar um pouquinho no sol e depois tirar ela, se ficar todo tempo no sol, ela vai morrer também.




Repórter Gabriela Noronha: O Projeto Sementes da Vida, além de mostrar na prática o que os alunos aprendem na teoria, garantiu à escola o primeiro lugar na etapa estadual do Prêmio Professores do Brasil, que é promovido pelo Ministério da Educação em todo o país. De acordo com o Censo Escolar 2017, existem no Brasil mais de 2 milhões de professores somente na Educação Básica, que vai da Educação Infantil ao Ensino Médio. Para a secretária de Educação Básica do ministério, Kátia Smole, o prêmio é importante para dar visibilidade ao trabalho desses profissionais.




Secretária de Educação Básica - Kátia Smole: Muitos professores no Brasil realizam todos os dias excelentes práticas, e muitas vezes elas ficam escondidas, então o prêmio visa trazer essas práticas à luz, a ideia é que essas experiências desses muitos professores possam ser divulgadas, replicadas.




Repórter Gabriela Noronha: Mais de 4 mil professores se inscreveram para essa 11ª Edição do prêmio, o resultado da etapa regional foi divulgado nessa segunda feira, Dia do Professor, na página prêmioprofessoresdobrasil.mec.gov.br. Os 30 selecionados vão receber R$ 7 mil, uma viagem internacional e troféu. Agora, eles concorrem à etapa nacional prevista para o dia 29 de novembro. Reportagem, Gabriela Noronha.




Gabriela: O investimento em energia eólica, aquela gerada pelos ventos, está crescendo no país.




Nasi: Limpa e renovável, esse tipo de energia responde por cerca de 8% de toda matriz energética do Brasil.




Gabriela: E agora o BNDES aprovou mais R$ 620 milhões para a implantação de 13 parques eólicos no Rio Grande do Norte, obras que estão levando mais renda e empregos para a região.




Repórter Graziela Mendonça: Gerar energia limpa e renovável através da força dos ventos. Esse é o objetivo dos 13 parques eólicos que estão sendo construídos nos municípios de São Bento do Norte e Pedra Grande, no Rio Grande do Norte. Quando estiverem em pleno funcionamento, os complexos eólicos de Cotia e Bento Miguel vão gerar energia suficiente para abastecer meio milhão de residências. O diretor da empresa responsável pelos parques, Ilmar Moreira, fala sobre o projeto que também está trazendo empregos para a região.




Diretor de Empresa - Ilmar Moreira: Nós estamos em implantação de 149 máquinas, cerca de 313 megawatts e que isso hoje no canteiro de obras devem ter em torno ali de umas 850 pessoas gerando emprego no estado no Rio Grande do Norte.

 

Repórter Graziela Mendonça: O comerciante Adaberon Bezerra, que tem um restaurante em São Bento do Norte, também comemora a construção do complexo eólico. Ele conta que o movimento aumentou muito depois que as obras começaram.




Comerciante - Adaberon Bezerra: O que tem salvado o nosso comércio aqui nesse momento tem sido o parque eólico, eu, sinceramente talvez nem estaria aqui com esse negócio hoje, se não fosse o parque eólico.

 

Repórter Graziela Mendonça: O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, BNDES, liberou um financiamento de R$ 619 milhões para o empreendimento, que vai custar cerca de R$ 2 bilhões no total. O diretor da empresa responsável pelos parques, Ilmar Moreira, fala sobre a importância do recurso.




Diretor de Empresa - Ilmar Moreira: Você tocar um empreendimento de 2 bilhões com recursos próprios fica muito complicado, acaba descapitalizando a empresa e deixando que a empresa trabalhe só com um único investimento, o importante é diversificar e você ter recursos de terceiros ali para você poder alavancar.




Repórter Graziela Mendonça: E no fim, o investimento em energia renovável retorna para a sociedade, como explica o gerente de Departamento de Energia Elétrica do BNDES, Rodrigo Bacelar.




Gerente de Departamento de Energia Elétrica - Rodrigo Bacelar: Ele retorna na geração de renda, na geração de empregos, na geração de impostos locais e principalmente também na geração de energia limpa, energia que não tem emissão de gases de efeito estufa, melhorando a matriz energética nacional.

 

Repórter Graziela Mendonça: A energia eólica é uma das prioridades do BNDES, somente no ano passado, o banco desembolsou R$ 7 bilhões para o setor. Reportagem, Graziela Mendonça.




Nasi: Mais de 2 milhões e meio de contribuintes receberam hoje o pagamento do quinto lote de restituição do Imposto de Renda.




Gabriela: O valor das restituições depositado pela Receita Federal ultrapassou R$ 3 bilhões.




Nasi: E essas foram as notícias do governo federal.




Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.




Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.




Gabriela: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.




Nasi: Boa noite para você e até amanhã.




"A Voz do Brasil, Governo Federal".