16 DE FEVEREIRO DE 2018

Destaques da Voz do Brasil: Presidente Michel Temer decreta intervenção federal no Rio de Janeiro e Forças Armadas assumem o comando da segurança no estado. Solicitar o salário maternidade será automático em alguns casos. Brasileiros estão viajando mais de avião. Neste domingo, termina o horário de verão para quem mora nas regiões sul, sudeste e centro-oeste.

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Transcrição


Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Gabriela: Presidente Michel Temer decreta intervenção federal do Rio de Janeiro.

 

Presidente Michel Temer: O governo dará respostas duras, firmes e adotará todas as providências para enfrentar e derrotar o crime organizado e as quadrilhas.

 

Nasi: E Forças Armadas assumem o comando da segurança no estado.

 

Gabriela: Você vai saber todos os detalhes dessa medida. Vamos conversar, ao vivo, com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Solicitar o salário-maternidade agora ficou mais fácil. João Pedro Neto.

 

Repórter João Pedro Neto: Agora, no caso de empregas domésticas, contribuintes individuais e contribuintes facultativos, o processo de concessão do salário-maternidade deve ter início automático.

 

Nasi: Brasileiros estão viajando mais de avião. Pablo Mundim.

 

Repórter Pablo Mundim: As empresas aéreas brasileiras transportaram, em voos domésticos e internacionais, 98 milhões de passageiros no ano passado.

 

Gabriela: E atenção quem mora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

 

Nasi: Neste domingo termina o horário do verão.

 

Gabriela: Hoje, a apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar: www.voz.gov.br.

 

Gabriela: O aumento da criminalidade no Rio de Janeiro levou o governo a decretar hoje intervenção federal no estado.

 

Nasi: Isso significa que, a partir da agora, as Forças Armadas assumem o comando do sistema de segurança fluminense.

 

Gabriela: O decreto já foi publicado hoje, em edição extra de Diário Oficial, e fica valendo até 31 de dezembro.

 

Repórter Paulo La Salvia: Restabelecer e manter ordem pública no Rio de Janeiro, esta é a principal justificativa do decreto assinado pelo presidente que estabelece a intervenção federal das Forças Armadas no estado.

 

Presidente Michel Temer: Eu tomo esta medida extrema porque as circunstâncias assim exigem. O governo dará respostas duras, firmes e adotará todas as providências necessárias para enfrentar e derrotar o crime organizado e as quadrilhas.

 

Repórter Paulo La Salvia: O decreto tem vigência imediata, mas precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, que está previsto para ocorrer na semana que vem. Já o prazo previsto para as Forças Armadas atuarem no Rio de Janeiro é até 31 de dezembro deste ano, quando se encerra o mandato do governador Luiz Fernando Pezão, que defendeu a intervenção.

 

Governador do Rio de Janeiro - Luiz Fernando Pezão: Se nós não contarmos com esse auxílio das Forças Armadas, da Marinha, da Aeronáutica, do Exército, da Polícia Federal, e, principalmente da Polícia Rodoviária Federal, que, com o reforço, está fazendo já um trabalho extraordinário no estado, se nós não contarmos com toda essa integração, com toda essa força, é impossível se combater a entrada de armas que temos hoje de munições, de drogas.

 

Repórter Paulo La Salvia: O interventor é o general Walter Souza Braga Netto, comandante militar o leste. Toda a área de segurança pública do Rio de Janeiro vai ficar sob a coordenação dele. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, apresentou exemplos de como podem ocorrer as ações

 

Ministro da Defesa - Raul Jungmann: Ora será um cerco a uma favela, a uma comunidade, aonde estará vendo feita uma ação pela polícia como nós fizemos anterior, ora poderá ser feita uma ação nas rodovias, como está sendo feito em todas as rodovias federais de acesso ao Rio de Janeiro. Ora será um bloqueio marítimo, por exemplo, hora será em outros lugares. Não se descarta nenhuma forma de atuação.

 

Repórter Paulo La Salvia: Para o Presidente Michel Temer, a violência no Rio de Janeiro exige respostas duras e firmes contra o crime organizado.

 

Presidente Michel Temer: Não podemos aceitar passivamente a morte de inocentes, e é intolerável que nós estejamos enterrando pais e mães de família, trabalhadores, policiais, jovens e crianças e vendo escolas sob a mira de fuzis e a avenidas transformadas em trincheiras. Nós não vamos aceitar que matem nosso presente, nem continuem a assassinar o nosso futuro.

 

Repórter Paulo La Salvia: O Presidente Michel Temer deve viajar ao Rio de Janeiro neste sábado para se reunir com autoridades da área de segurança pública. O general Braga Netto também deve participar dos encontros, que podem traçar as primeiras medidas no estado. Reportagem, Paulo La Salvia.

 

Nasi: E vamos conversar, ao vivo, com o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general de Exército, Sérgio Etchegoyen, que vai explicar para a gente o que significa essa intervenção no Rio de Janeiro. Uma boa noite, ministro.

 

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional - Sérgio Etchegoyen: Boa noite. Boa noite a todos os nossos ouvintes.

 

Nasi: Ministro, para quem está nos ouvindo entender, essa intervenção sobre o estado é somente na questão da segurança, não é?

 

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional - Sérgio Etchegoyen: Exatamente.

 

Nasi: O que significa isso na prática?

 

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional - Sérgio Etchegoyen: Significa que o presidente da República em acordo, em consertado com o governador Pezão, definiu as áreas que vão estar envolvidas na segurança, que são: Polícia Militar, Polícia Civil, bombeiros militares... bombeiros militares para as ações de segurança pública e o sistema penitenciário. Nesse conjunto houve uma intervenção federal, o que significa a união a partir de agora, o Governo Federal a partir da agora assume a gestão disso, assume as competências que seriam naturais do governador do estado nessa área.

 

Gabriela: Ministro, e as policiais Civil e Militar continuam trabalhando, né? Como é que fica a atuação delas a partir da agora?

 

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional - Sérgio Etchegoyen: Não, não muda nada. Não muda nada. Elas apenas deixam de responder ao governador do estado e passam a responder ao interventor federal nomeado pelo presidente dão República.

 

Nasi: Ministro, o que é que a população pode esperar dessa ação? O senhor já disse hoje que apoio dos cariocas será fundamental no combate ao crime. A estratégia é unir esforços de todos os lados nesse momento?

 

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional - Sérgio Etchegoyen: Olha, eu acho que o momento que nós estamos vivendo agora é um momento decisivo, é o momento de uma decisão duríssima, gravíssima do presidente da República. Ninguém toma uma decisão dessa sem ponderar todas as suas consequências, todas as repercussões. Agora, o Governo Federal, ou estadual, ou municipal, ele tem limite no acontece das suas possibilidades e o limite é nas medidas político-administrativas que toma. O resto a população é que tem que fazer, as pessoas é que têm que fazer sua parte. As pessoas é que têm que ajudar numa nova postura, na educação dos seus filhos, no investimento que o estado tem, que o estado... todas as esferas da administração pública têm que fazer na educação e buscar referências de uma sociedade que queira sanear esse problema, queira salvar-se a si mesma da crise, da tremenda crise de insegurança que está vivendo. Pois não.

 

Gabriela: Pode continuar, ministro. Pode continuar.

 

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional - Sérgio Etchegoyen: O que eu ia complementar apenas é que nós não podemos imaginar a sociedade do Rio de Janeiro como uma população inerte, sem vontade, disponível apenas e ou dependendo exclusivamente do que lhe mandem fazer, o que o governo possa fazer para ajudá-los. O apoio da população, a mudança de atitude, a vontade de melhorar tem que estar na casa de cada cidadão, de cada cidadã, no coração de cada carioca, de cada fluminense para que a gente possa ter consequências. Porque senão nós vamos continuar apenas no campo das medidas político-administrativas, que vão resultar se a população não aderir a essa expectativa de um novo momento para ao Rio de Janeiro.

 

Gabriela: É isso, ministro, o apoio da população é realmente fundamental. E nós agradecemos aqui à sua participação à Voz do Brasil.

 

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional - Sérgio Etchegoyen: Eu é que agradeço a oportunidade. Boa noite a todos os ouvintes. Obrigado a vocês. Até logo.

 

Nasi: Umas das consequências de uma intervenção federal como esta que o governo decretou no Rio de Janeiro é que nenhuma proposta que muda a Constituição pode ser apreciada pelo Congresso neste período.

 

Gabriela: É, e isso, na prática, pode ser inviabilizar a votação da reforma da Previdência.

 

Nasi: A proposta que estabelece uma idade mínima para homens e mulheres se aposentarem no Brasil, além de cortar privilégios é considerada prioritária pelo governo.

 

Gabriela: O repórter Paulo La Salvia está aqui do estúdio e vai conversar com a gente, ao vivo, sobre isso. Boa noite, Paulo. Como é que a governo vai conciliar a discussão da reforma no Congresso e essa intervenção do Rio?

 

Repórter Paulo La Salvia (ao vivo): Boa noite, Gabriela, Nasi, ouvintes da Voz do Brasil. A alternativa é revogar a intervenção quando os líderes de partidos da base aliada indicarem ao governo que existem votos necessários para a aprovação, no caso, 308 votos favoráveis em dois turnos de votação da Câmara, primeiro passo do processo antes de a medida seguir para o Senado.

 

Nasi: Mas, se isso ocorrer, todo o trabalho de intervenção das Forças Armadas no Rio, não correm o ficar interrompido?

 

Repórter Paulo La Salvia (ao vivo): Não. Isso porque no lugar o Presidente Michel Temer pode assinar um decreto que estabelece uma GLO ampliada, ou seja, uma lei da garantia e da ordem ampliada, que daria poderes ao governo de fazer a gestão toda a área de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Isso já ocorre, por exemplo, com o Rio Grande do Norte.

 

Gabriela: Paulo, e depois que a reforma da Previdência for aprovada no Congresso, o que é que o presidente pode fazer?

 

Repórter Paulo La Salvia (ao vivo): O presidente pode revogar a GLO ampliada e editar novo decreto de intervenção federal das Forças Armadas no Rio de Janeiro, assim, em nenhum momento, do decorrer deste ano até 31 de dezembro, o Governo Federal deixaria de coordenar a área de segurança pública no estado.

 

Nasi: Paulo La Salvia, obrigado pelas informações ao vivo aqui na Voz do Brasil. Uma boa noite para você.

 

Gabriela: 19h10 no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: Os brasileiros estão viajando mais de avião.

 

Gabriela: Daqui a pouco vamos falar sobre o aumento no número de pessoas que voaram em 2017.

 

Nasi: Ah, e por falar em viagem, é preciso ficar atento neste fim de semana, vamos falar também do fim do horário de verão. Não saia daí.

 

Gabriela: E atenção, futuras mães que contribuem para o INSS, o salário maternidade será concedido de forma automática.

 

Nasi: A novidade pretende facilitar a vida de pais e o processo será rapidinho, começando assim que a criança for registrada.

 

Gabriela: Veja como vai funcionar na reportagem de João Pedro Neto.

 

Repórter João Pedro Neto: Um direito consolidado. O salário-maternidade é pago às mulheres que trabalham e contribuem para o INSS e a seguradas ou segurados da Previdência a partir do nascimento de um filho ou em casos de adoção de uma criança. A bancária Juliana Saraiva deu à luz aos gêmeos Felipe e Lucas há seis meses e ela diz que a possibilidade de ficar perto dos meninos sem deixar de receber a renda é fundamental para ajudar no desenvolvimento dos pequenos.

 

Bancária - Juliana Saraiva: A importância é enorme. Criando indivíduos melhores, né, fazendo com que eles sejam muito mais plenos, né?

 

Repórter João Pedro Neto: E o INSS simplificou procedimentos para a concessão do benefício em algumas situações. Agora, no caso de empregadas domésticas, contribuintes individuais, como microempreendedores individuais, e contribuintes facultativos, caso de donas de casa ou estudastes, por exemplo, o processo de concessão do salário-maternidade deve ser início automático, após o registro do nascimento do bebê ter sido feito no cartório. Nesses casos, deverá começar a ser processado assim que o cartório enviar os dados para a Sistema Nacional de Informações de Registro Civil, e o processamento deve acontecer em até 48 horas. Depois desse prazo, a segurada pode conferir se o processo foi realizado, ligando para a central de entendimento do INSS, no número 135 ou agendando o atendimento pelo Meu INSS, sistema disponível no portal do instituto na internet, no endereço: www.inss.gov.br. É o que explica o chefe de serviço do Gerenciamento do Reconhecimento de Direito da Superintendência Norte e Centro-Oeste, Giovani Speker.

 

Chefe de serviço do Gerenciamento do Reconhecimento de Direito da Superintendência Norte e Centro-Oeste - Giovani Speker: Caberá a ela solicitar o requerimento naquele momento. E aí pode ocorrer depois caminhos. O que a gente espera, que é o processamento automático, quando todas as informações se conciliam com os nossos bancos de dados. Para os demais casos em que seja necessário, gere alguma pendência, ou seja necessário apresentar um documento adicional, aí sim, agendaria um atendimento presencial numa das nossas unidades para ela levar esses documentos e ser protocolado o requerimento de benefício.

 

Repórter João Pedro Neto: Nada muda para as seguras das empregas, que devem informar ao empregador a gravidez e o parto. O salário maternidade é pago por 120 dias, período que pode chegar a 180 dias caso o empregador faça parte do Programa Empresa Cidadã. Reportagem, João Pedro Neto.

 

Nasi: E quem tem direito ao salário maternidade?

 

Gabriela: Olha, Nasi, tem muitas situações que os trabalhadores têm garantido esse benefício e não sabem. Então, vamos saber sobre esses direitos com Giovani Speker, do INSS, que está ao vivo com a gente. Boa noite, Giovani.

 

Chefe de serviço do Gerenciamento do Reconhecimento de Direito da Superintendência Norte e Centro-Oeste - Giovani Speker: Boa noite, boa noite a todos os ouvintes.

 

Gabriela: Giovani, mulheres que têm Carteira assinada, trabalham numa empresa têm direito, né? Como é que elas solicitam esse benefício?

 

Chefe de serviço do Gerenciamento do Reconhecimento de Direito da Superintendência Norte e Centro-Oeste - Giovani Speker: Bom, para as empregas, diretamente na empresa, basta ela levar a Certidão de Nascimento nessa empresa, no empregador dela ou o atestado de 120 dias, quanto há a antecipação do salário maternidade.

 

Nasi: E quem adota uma criança, Giovani, também direito a esse benefício?

 

Chefe de serviço do Gerenciamento do Reconhecimento de Direito da Superintendência Norte e Centro-Oeste - Giovani Speker: Sim. Naqueles casos também de guarda para fins de adoção e a adoção em si, o benefício deve ser solicitado diretamente no INSS, mesmo para empregas e empregados.

 

Gabriela: E regra também vale para casais homoafetivos?

 

Chefe de serviço do Gerenciamento do Reconhecimento de Direito da Superintendência Norte e Centro-Oeste - Giovani Speker: Sim, desde 2013 as uniões homoafetivas, somente um dos cônjuges terá direito a benefício, cônjuges, companheiros ou companheiras, e, nesse caso, solicitará diretamente ao INSS.

 

Nasi: Agora, Giovani, o que muita gente não sabe, quem está desempregado também recebe o salário-maternidade?

 

Chefe de serviço do Gerenciamento do Reconhecimento de Direito da Superintendência Norte e Centro-Oeste - Giovani Speker: Perfeitamente, essa é uma boa pergunta. Quem está desempregado, ele tem um período de qualidade de segurada, que, na regra geral, é de 12 meses. Caso, porventura, a pessoa tenha recebido o seguro-desemprego, esse prazo se estende para mais 24 meses. E também se houver mais de dez anos de contribuições sem interrupções, ela tem direito a 36 meses de validade assegurada, que poderá solicitar se houver o fato gerador nesse período. É importante salientar que nessas hipóteses somente poderá requerer o benefício após ter nascido a criança, quando ela tiver a Certidão de Nascimento em mãos.

 

Gabriela: E para quem sofreu um aborto espontâneo, essa pessoa também tem direito?

 

Chefe de serviço do Gerenciamento do Reconhecimento de Direito da Superintendência Norte e Centro-Oeste - Giovani Speker: Nós chamamos de aborto não criminoso. Nesses casos, sim, o INSS paga por duas semanas o benefício hospitalar de maternidade.

 

Gabriela: E como é que é possível requerer?

 

Chefe de serviço do Gerenciamento do Reconhecimento de Direito da Superintendência Norte e Centro-Oeste - Giovani Speker: Nesses casos ela terá que... a empregada levar sua documentação para a empresa, existe a rotina própria da empresa e os demais segurados, as contribuintes individuais, que é no caso a microempreendedora, facultativo, né, segurada especial, trabalhador avulso, irá solicitar diretamente no INSS.

 

Nasi: Agradeçamos então a Giovani Speker, do INSS, pela entrevista aqui à Voz do Brasil.

 

Gabriela: Mais de 3 milhões de beneficiários do INSS ainda não realizaram a comprovação de vida.

 

Nasi: E o prazo está acabando, vai até o dia 28 de fevereiro. Após essa data, quem não cumpriu a exigência poderá ter o pagamento interrompido.

 

Gabriela: Fazer a comprovação é fácil, basta ir à agência bancária onde recebe o benefício e apresentar um documento de identificação com foto.

 

Nasi: E vale para todos os beneficiários, quem recebe por meio de conta corrente, conta poupança ou cartão magnético.

 

Gabriela: O Brasil quer reduzir a importação de produtos com gases que contribuem para destruir a camada de ozônio.

 

Nasi: Hoje, o Ibama publicou uma instrução normativa estabelecendo que as empresas reduzam em até 39% a compra desses materiais.

 

Gabriela: É que eles possuem de gases HCFCs, que são usados na fabricação de espumas de cadeiras, sofás, colchões, além de estarem presentes em geladeiras e aparelhos de ar-condicionado.

 

Nasi: Segundo o coordenador-geral de Gestão da Qualidade Ambiental do Ibama, Gilberto Werneck, a medida começa a valer a partir de 2020, mas o Brasil já atua para reduzir o uso desse gás pela indústria, já que assinou o Protocolo de Montreal.

 

Coordenador-geral de Gestão da Qualidade Ambiental do Ibama - Gilberto Werneck: O Brasil assumiu o compromisso desde 2017 quando, junto com os outros países parte do protocolo, assumiram o compromisso de reduzir o consumo dessas substâncias, que são notadamente destruidoras da camada ozônio. Então, o Brasil tem o seu Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs, já implementado desde 2011. E as indústrias brasileiras, elas, além de participarem do processo, elas têm ainda acessos a recursos, principalmente financeiros e projetos que visam a conversão de tecnologia, ou seja, se você tinha o uso dessas substâncias anteriormente no seu processo de manufatura, você poderá ter acesso a um recurso para alterar o processo produtivo da sua indústria.

 

Gabriela: Um momento de distração é às vezes suficiente para perder uma carteira de identidade ou de motorista.

 

Nasi: E em lugares de grande aglomeração de pessoas o risco é ainda maior.

 

Gabriela: E tem mais, Nasi, conseguir uma segunda via normalmente exige tempo e algum dinheiro.

 

Nasi: E o que muita gente não sabe é que os Correios oferecem um serviço para quem, de repente, se viu seu um documento.

 

Gabriela: É o departamento de achados e perdidos, que no período do carnaval tem movimento dobrado.

 

Repórter Alessandra Bastos: Perder qualquer documento pessoal é sempre um transtorno, taxas para pagar, prazos para aguardar, mas pouca gente sabe que as agências dos Correios têm uma central que recebe esses itens perdidos e devolvem para os donos. E o caminho de volta é muito simples, é o que conta Aurélio Pereira, gerente da agência central de Brasília.

 

Gerente da agência central de Brasília - Aurélio Pereira: Se ele achar o documento, que entregue nas nossas agências, o coloque nas nossas caixas de coleta. E se aqueles cidadãos que perderam o documento, venham procurar. Procure numa agência, ou no site ou através do telefone.

 

Repórter Alessandra Bastos: Os documentos entregues nos Correios são enviados às agências centrais de cada estado, mas podem ser encaminhadas à agência mais próxima da casa ou local de trabalho de quem perdeu, como explica Aurélio Pereira.

 

Gerente da agência central de Brasília - Aurélio Pereira: Se o documento estiver nos Correios, vai estar na agência centralizadora de cada estado, pode ser que não seja a cidade dele. Então, ele deverá solicitar que esse documento vá para a agência mais próxima e ele poderá receber o documento.

 

Repórter Alessandra Bastos: As agências dos Correios funcionam das 9h às 17h. Para retirar o documento perdido é preciso apresentar uma identificação ou o Boletim de Ocorrência e pagar uma taxa de R$ 5,50. Para consultar se o documento está nos Correios, basta acessar: www.correios.com.br. Os documentos ficam os Correios por 60 dias. Depois desse prazo, os papéis são entregues aos órgãos responsáveis pela emissão. Com locução de Alessandra Bastos, reportagem de Beatriz Albuquerque.

 

Gabriela: 19h20 no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: Seja pelo Brasil, sela para outros país, os brasileiros estão viajando cada vez mais.

 

Gabriela: O ano passado fechou em alta, 4 milhões a mais de passageiros que em 2016.

 

Nasi: O relatório do setor foi divulgado hoje pela Anac, a Agência Nacional de Aviação Civil.

 

Repórter Pablo Mundim: Mais passageiros voando no Brasil, é o que mostra do relatório de demanda e oferta divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac. As empresas aéreas brasileiras transportaram, em voos domésticos e internacionais, 98 milhões de passageiros no ano passado, quase 4 milhões a mais que em 2016. Um aumento de praticamente 3%. Nos aeroportos não é difícil encontrar quem esteja experimentando novas aventuras. Nivaldo da Silva, de 64 anos, vai fazer sua primeira viagem internacional.

 

Entrevistado - Nivaldo da Silva: Eu estou indo para a Bélgica. Lá na Bélgica para ficar 25 dias na casa da outra filha.

 

Repórter Pablo Mundim: Passageiros como o seu Nivaldo, transportados por empresas brasileiras em voos internacionais com origem ou destino no Brasil, representaram uma alta de 11,7% em relação a 2016. Mas há quem viva de uma cidade para outra aqui no Brasil mesmo. O relatório também aponta um crescimento de 2,2% no mercado doméstico, com mais de 90 milhões de passageiros. E, se depender do administrador de empresas Gabriel Aleixo, o setor vai continuar em expansão, ele viaja todo mês a trabalho.

 

Administrador de empresas - Gabriel Aleixo: Voos domésticos, uma vez por mês. Se a lazer, viagem internacional, se possível uma vez por ano.

 

Repórter Pablo Mundim: E acompanhando essa expansão no movimento de passageiros, o transporte de carga em voos internacionais também cresceu. No ano passado a carga em voos internacionais por empresas brasileiras bateu recorde com um aumento de 23%. Reportagem, Pablo Mundim.

 

Gabriela: E para você que tem voo marcado nesse final de semana, precisa ficar atento ao horário do bilhete.

 

Nasi: É que neste domingo, à zero hora, termina o horário de verão.

 

Gabriela: Moradores das regiões Sul, Sudoeste e Centro-Oeste devem atrasar o relógio em uma hora.

 

Repórter Cleide Lopes: Às 5h52 o Sol surge no Planalto Central. É hora de trabalhar ou ir para a escola. Para a jornalista brasiliense, Fernanda Couto, acordar os filhos todas as manhãs é uma batalha, ainda mais difícil durante o período do horário de verão.

 

Jornalista brasiliense - Fernanda Couto: Eu odeio, na verdade, eu tenho muita dificuldade com as crianças para tirar da cama para poderem chegar no horário certo na escola.

 

Repórter Cleide Lopes: Já para a professora Gleice Santos, o horário de verão pode representar um tempinho a mais para aproveitar o dia.

 

Professora - Gleice Santos: Eu detesto acordar cedo, mas eu amo o final da tarde, é uma dualidade que eu vivo.

 

Repórter Cleide Lopes: Após 126 dias, o horário de verão termina à zero hora deste domingo. Moradores das regiões Sul, Sudoeste e Centro-Oeste devem atrasar os relógios em uma hora. Para quem tem viagem marcada neste final da semana, atenção, os horários dos bilhetes de passagens são gerados de acordo com a hora local, e já tem gente comemorando, como a advogada Valeria Porto.

 

Advogada - Valeria Porto: Estou felicíssima que esse horário está acabando, acho que vai melhorar e muito a minha qualidade de vida.

 

Repórter Cleide Lopes: Uns amam, outros odeiam, mas a verdade é que o horário de verão é adotado no país desde 1931 para economizar energia, com o maior aproveitamento da luz solar. Dez anos atrás, em 2008, o horário de verão ganhou caráter permanente. Mas, a partir deste ano, por meio de um decreto do Presidente Michel Temer, será menor, começando só em novembro. Reportagem, Cleide Lopes.

 

Nasi: Foi prorrogado para a próxima quinta-feira, dia 22 de fevereiro, o prazo para estados e municípios aderirem ao Programa Mais Alfabetização.

 

Gabriela: O programa põe as escolas no processo de alfabetização do primeiro e do segundo ano do ensino fundamental.

 

Nasi: Para isso serão investidos R$ 200 milhões para o pagamento de um assistente pedagógico para auxiliar aos professores em sala da aula.

 

Gabriela: A expectativa é atender a mais de 4 milhões de alunos em quase 200 mil turmas em todo o país.

 

Nasi: A adesão dos estados e municípios deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite e um bom fim de semana.

 

Gabriela: Uma boa noite para você e até segunda.

 

"Brasil, ordem e progresso".