17 DE OUTUBRO DE 2018 - PODER EXECUTIVO

Destaques da Voz do Brasil: Programa Nacional de Imunizações completa 45 anos! Por ano, brasileiros recebem mais de 300 milhões de doses de vacinas. Simulação de terremoto, robô que vai a Marte, avião de caça… Algumas das atrações que podem ser vistas durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. E na última reportagem da série especial sobre alimentação saudável, vamos falar sobre um tipo diferente de banco. Ele fornece comida de qualidade para asilos e restaurantes populares.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Quarta-feira, 17 de outubro de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia. Programa Nacional de Imunizações completa 45 anos.

 

Gabriela: Por ano, brasileiros recebem mais 300 milhões de doses de vacinas. João Pedro Neto.

 

Repórter João Pedro Neto: Fazem parte do calendário nacional 19 vacinas de rotina, ofertadas para crianças, adolescentes, adultos, idosos, além de gestantes e indígenas.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Simulação de terremoto, robô que vai a Marte, avião de caça.

 

Nasi: Algumas das atrações que podem ser vistas durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

 

Gabriela: E na última reportagem da série especial sobre alimentação saudável, vamos falar sobre um tipo diferente de banco.

 

Nasi: Ele fornece comida de qualidade para asilos e restaurantes populares, Luana Karen.

 

Repórter Luana Karen: Os bancos de alimentos recolhem produtos que não serão mais comercializados em mercados, indústrias e feiras, mas que estão em condições de serem consumidos.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br .

 

Gabriela: Pesquisadores que se destacaram por contribuir com a ciência e a tecnologia foram homenageados hoje.

 

Nasi: Eles receberam a Ordem Nacional do Mérito Científico, concedida pelo Governo Brasileiro.

 

Gabriela: O prêmio busca incentivar o desenvolvimento de pesquisas que encontrem soluções para problemas brasileiros.

 

Repórter Pablo Mundim: Eles são celebridades na área científica e tecnológica, personalidades que contribuem para o desenvolvimento do país. Oitenta e cinco pesquisadores, professores e dirigentes de entidades foram premiados nessa quarta feira, em Brasília, com a Medalha da Ordem Nacional do Mérito Científico e Tecnológico. Cientistas como o professor Mário Neto Borges, presidente do CNPQ, a maior instituição de promoção de pesquisas do Brasil. Ele conta que, em 67 anos de existência, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico já desenvolveu milhares de pesquisas.

 

Presidente do CNPQ - Mário Neto Borges: É a agência federal que fomenta ciência, tecnologia e inovação, e ela é responsável exatamente por desenvolver no Brasil os projetos de pesquisa que vão resultar em duas coisas: geração de riqueza por um lado e solução dos problemas nacionais do outro lado.

 

Repórter Pablo Mundim: A Ordem Nacional do Mérito Científico foi criada em 1993. Para o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, o prêmio homenageia aqueles que contribuem para o desenvolvimento do país.

 

Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações - Gilberto Kassab: São centenas de brasileiros que, nos últimos anos, têm se destacado e conseguido levar para o mundo os avanços que acontecem ou trazer para o Brasil os avanços que acontecem nos outros países. Nós temos a oportunidade de homenagear parte das pessoas que tocam esses projetos, que desenvolvem, que lideram esses projetos, que nos permitem avançar no oferecimento de melhor qualidade de vida para os brasileiros, naquilo que são as realizações e as execuções desses projetos.

 

Repórter Pablo Mundim: Os premiados são escolhidos por uma comissão técnica de representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Academia Brasileira de Ciências e Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. O Conselho da Ordem Nacional do Mérito Científico avalia as sugestões da comissão e envia ao presidente da República. O presidente Michel Temer ressaltou a importância da ciência para a construção de um futuro melhor.

 

Presidente Michel Temer: A ciência é a atividade que exige talento, e não só talento, mas estudo e perseverança. É, por isso mesmo, um poderosíssimo instrumento de progresso. É indispensável mesmo para a construção do futuro. Ciência é educação, é saúde, é produtividade, é fonte de mais e melhores empregos para os brasileiros.

 

Repórter Pablo Mundim: A Ordem Nacional do Mérito Científico e Tecnológico é considerada a mais importante condecoração do país no campo da pesquisa. Reportagem, Pablo Mundim.

 

Nasi: Experiência para todos os gostos, novidades da tecnologia, conhecimento.

 

Gabriela: A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que ocorre em todo o país, tem novidades que encantam a todos.

 

Nasi: O principal evento da semana é aqui em Brasília.

 

Gabriela: E a repórter Luciana Collares de Holanda percorreu mais de 70 espaços e conta para a gente o que viu por lá.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Giovana Missandre recebeu uma aula sobre o avião de caça que está exposto no estande da Força Aérea Brasileira. Ele é uma das curiosidades que a Aeronáutica trouxe para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. E a estudante de 13 anos mostra que aprendeu direitinho.

 

Estudante - Giovana Missandre: Ele pode lançar os mísseis tanto no chão quanto em combate com outro avião. E o banco dele, quando tem emergência assim, ele pode ejetar e sair com toda segurança.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Para quem gosta do espaço dá até para explorar Marte, o planeta vermelho. A Agência Espacial Brasileira trouxe um robozinho que simula Rover, o veículo explorador que já esteve na Lua, hoje há dois trabalhando em Marte. Eles funcionam como laboratórios ambulantes, e é lá também que está o planetário, uma bolha de ar onde são feitas exibições em 3D. O estudante Igor Eugênio, de 17 anos, conta para a gente o que viu lá dentro.

 

Estudante - Igor Eugênio: Mostraram um vídeo sobre os povos que eles davam a sua opinião a respeito do universo, e foi bem bacana porque parecia que você estava na história.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: O Centro de Ensino Fundamental 1, de Sobradinho, cidade a 25 quilômetros de Brasília, trouxe a consciência agroecológica para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. E são os próprios estudantes que estão à frente do projeto. Na escola eles plantam, colhem e consomem o que produze. No estande eles ensinam aos visitantes sobre o manejo sustentável e saudável. Quando a gente fala que na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia se vive ciência e tecnologia, é verdade. O Observatório Sismológico da Universidade de Brasília reproduz a destruição provocada por grandes tremores de terra. O cenário é tão real, tem barulho de terremoto. E também os sons que vêm depois da catástrofe, ambulâncias e gritos. Estar ali é chocante, a sensação é mesmo de devastação. A UnB alcançou o objetivo de aproximar o visitante desta realidade, como explica a geógrafa Eveline Sayão.

 

Geógrafa - Eveline Sayão: Esse ano nós trouxemos a temática do terremoto do Haiti, de 2010, que foi devastador. E com o cenário a gente choca e chama o visitante para entender um pouco mais da sismologia.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Essa é a 15ª Edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que vai até o próximo domingo. A expectativa é que pelo menos 100 mil pessoas passem pelo local. Reportagem, Luciana Colares de Holanda.

 

Nasi: Hoje, o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde completa 45 anos.

 

Gabriela: Ao longo dessas décadas, doenças como a poliomielite e a rubéola foram erradicadas e outras tiveram grande redução do número de casos.

 

Nasi: O programa leva 300 milhões de doses de vacinas por ano para mais de 36 mil postos de saúde.

 

Gabriela: Vacinas que são recomendadas pela Organização Mundial da Saúde.

 

Repórter João Pedro Neto: Caderneta preenchida, vacinas em dia. Na família do jornalista Tadeu Menicone, pai da Ana, de quatro anos, e do Lucas, de dois, a prevenção de doenças sempre foi uma preocupação.

 

Jornalista - Tadeu Menicone: Tendo a consciência, tipo, ele está com seis meses, aí a pessoa já fala: A próxima é com nove meses. E deixa lá anotadinho. Com nove meses eu estou lá. É tudo muito bem feito. É tudo muito bem planejado. Então, não tem porque não manter em dia. E aqui em casa vacina é uma coisa inegociável, não adianta, eu posso depois ali sair pra dar um brigadeirinho, um sorvete, mas não tomar vacina não existe aqui em casa, não.

 

Repórter João Pedro Neto: Todas as vacinas dos pequenos foram aplicada na rede pública, em postos de saúde perto da casa onde moram, em Brasília. Para o Tadeu, além de proteger os filhos, manter a vacinação em dia beneficia a todos.

 

Jornalista - Tadeu Menicone: Não é só para o seu filho, é para todo mundo, é para o seu filho não transmitir aquela doença, não só para ele não sofrer aquela doença.

 

Repórter João Pedro Neto: É o Programa Nacional de Imunização que oferta a toda a população do país, sem distinção e gratuitamente, as vacinas que protegem contra várias doenças. Fazem parte do calendário nacional 19 vacinas de rotina, ofertadas para crianças, adolescentes, adultos, idosos, além de gestantes e indígenas. Outras são disponibilizadas em campanhas, como contra a gripe Influenza ou para grupos específicos, como portadores de HIV, totalizando mais de 40 imunobiológicos. A coordenadora substituta do Programa Nacional de Imunização, Ana Gorete Maranhão, destaca que são mais 300 milhões de doses aplicadas todos os anos para proteger a população brasileira.

 

Coordenadora substituta do Programa Nacional de Imunização - Ana Gorete Maranhão: A questão de universalização preconizada pelo SUS, ela é vista quando a gente distribui quase 300 milhões de doses de imunobiológicos, distribuídos por intermédio dos 36 mil postos de vacinação, espalhados nos 5.570 municípios do Brasil.

 

Repórter João Pedro Neto: Embora seja reconhecida internacionalmente, a estratégia brasileira de imunização enfrenta desafios. As taxas de vacinação têm caído nos últimos anos, o que alerta para o risco de doenças já erradicadas serem reintroduzidas no país. Para evitar que isso aconteça, a coordenadora, Ana Gorete Maranhão, do Ministério da Saúde, reforça a importância da imunização e destaca que as vacinas são seguras.

 

Coordenadora substituta do Programa Nacional de Imunização - Ana Gorete Maranhão: Nós, hoje, temos um calendário que se iguala aos países desenvolvidos e são vacinas muito seguras. São todas vacinas que são qualificadas, seus lotes são testados e são muito efetivas. Hoje, vacinar é muito mais do que um ato de amor, é uma responsabilidade de todos nós.

 

Repórter João Pedro Neto: Para alertar a população sobre o perigo de não se vacinar, o Ministério da Saúde está com uma campanha publicitária que mostra casos reais de pessoas que poderiam ter evitado doenças graves por meio da imunização. O material da campanhas e outras informações sobre Programa Nacional de Imunização estão no site saúde.gov.br/vacinacao. Reportagem João Pedro Neto.

 

Nasi: E o Ministério da Saúde divulgou, hoje, um balanço dos casos de sarampo no país.

 

Gabriela: Até o início desta semana, foram confirmados 2.192 casos e 12 mortes em função da doença.

 

Nasi: O país enfrenta dois surtos de sarampo no Amazonas, com mais de 1,7 mil casos confirmados, em Roraima com 330.

 

Gabriela: Outros sete estados e o Distrito Federal também registraram casos da doença. Casos da doença.

 

Nasi: Desde o início do ano, já foram encaminhadas mais de 13 milhões de doses da vacina tríplice viral para os estados com casos da doença.

 

Gabriela: As doses estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde dos municípios.

 

Nasi: Cento e vinte brigadistas e quatro aviões tanque estão atuando no combate ao incêndio no Parque Nacional da Chapada Diamantina na Bahia.

 

Gabriela: A chapada possui áreas de Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, três das principais vegetações do país.

 

Nasi: O fogo começou no dia 12 de outubro e em cinco dias já atingiu uma área equivalente a 2 mil campos de futebol.

 

Gabriela: O coordenador nacional de Prevenção a Incêndios Florestais do ICMBIO, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Christian Berlinck, falou que a chuva ajudou no combate ao fogo, mas a operação continua.

 

Coordenador nacional de Prevenção a Incêndios Florestais do ICMBIO - Christian Berlinck: O trabalho está sendo 24 horas em solo, com combate direto, equipes o tempo todo trabalhando e durante o dia os aviões vão lançando água nos pontos mais críticos e facilitando o trabalho das equipes em solo. Estamos caminhando para um controle, mas ele ainda não está controlado porque tem muita matéria orgânica que estão quentes e reascendem. Então nós estamos justamente nesse momento buscando esses pontos e trabalhando neles para que ele não volte a virar uma linha grande de fogo e esse incêndio volte a ficar totalmente descontrolado.

 

Nasi: Apesar do incêndio, o local segue aberto para visitação, já que a região atingida pelo fogo fica distante dos principais atrativos do parque.

 

Gabriela: Mais de 700 atletas do Exército competem em 8 modalidades aqui em Brasília.

 

Nasi: Daqui a pouco nós mostramos como esse investimento no esporte traz medalhas olímpicas para o Brasil.

 

Gabriela: Estamos na Semana Mundial da Alimentação.

 

Nasi: E ontem você ouviu aqui a importância de se evitar o desperdício de alimentos.

 

Gabriela: Hoje, em mais uma matéria especial, você vai conhecer uma iniciativa que tem levado comida de qualidade a escolas, asilos e restaurantes populares.

 

Nasi: É, são os bancos de alimentos, que distribuem esses alimentos que não seriam vendidos a quem precisa.

 

Repórter Luana Karen: É hora do almoço, os alunos Kathleen Sofia da Silva, de cinco anos, e Júlio César da Silva, também de cinco anos, aprovam o cardápio.

 

Estudante - Júlio César da Silva: Arroz, feijão, carne e salada.

 

Estudante - Kathleen Sofia da Silva: Toda essa comida é gostosa.

 

Repórter Luana Karen: Na cozinha, Ivanilde de Oliveira Pereira é quem manda, ela prepara o alimento para cerca 260 alunos da instituição sem fins lucrativos, localizada no Recanto das Emas, cidade acerca de 30 quilômetros do centro de Brasília. A lista de produtos necessários para matar a fome de toda essa criançada é grande.

 

Entrevistada - Ivanilde de Oliveira Pereira: É 15 quilos do arroz, 8 quilos de feijão, vai uns 3 quilos de tomate, alface são 6 pés, pimentão vai meio quilo, meio quilo de cebola e cheiro verde vai uns três maços, as carnes são 15 quilos.

 

Repórter Luana Karen: Boa parte da comida que chega à mesa dos alunos vem do Banco de Alimentos do Distrito Federal, um apoio fundamental na avaliação do presidente da Pró-Vida, Celiomar Dias de Oliveira.

 

Presidente da Pró-Vida - Celiomar Dias de Oliveira: Esses alimentos que são doados são de extrema importância porque as crianças hoje têm uma alimentação balanceada por causa dessa parceria dessas doações que chegam até nós.

 

Repórter Luana Karen: Os bancos de alimentos recolhem produtos que não serão mais comercializados em mercados, indústrias e feiras, por exemplo, mas que estão em condições de serem consumidos. E distribuem para escolas, asilos, hospitais, abrigos e restaurantes populares, por exemplo. Há em todo país 218 bancos de alimentos, 107 públicos e 111 administrados por organizações da sociedade civil. Segundo o assessor técnico da Ceasa do Distrito federal, Marcos Aurélio Sampaio, por mês, o banco de alimentos doa 120 toneladas de produtos.

 

Assessor técnico da Ceasa - Marcos Aurélio Sampaio: Essas organizações, elas fazem um cadastro conosco e aí nós fazemos um monitoramento nessas instituições, e a partir do momento que elas estão aptas para receber os alimentos, elas recebem semanalmente.

 

Repórter Luana Karen: De 2017 para cá, o governo federal destinou cerca de R$ 10 milhões para construção ou modernização de bancos de alimentos pelo país. Em 2016, foi formada a Rede Brasileira de Bancos de Alimentos. Kathleen Machado, coordenadora-geral de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social, explica que a ideia é dar maior eficiência logística, fazer, por exemplo, com que alimentos recebidos por um banco possam ser compartilhados com outros bancos.

 

Coordenadora-geral de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar - Kathleen Machado: Muitas vezes acontece de um banco de alimentos ter excedente de doação, vamos imaginar assim, muitos quilos de batatas que não vão ser consumidos, então ela repassa para um outro banco de alimentos. E a rede, ela tem propiciado essa aproximação e essa, digamos, maior eficiência logística entre os bancos de alimentos.

 

Repórter Luana Karen: Em 2017, 62 mil toneladas de alimentos foram doadas pelos bancos de alimentos para cerca de 10 mil instituições em todo o país. A lista completa de bancos de alimentos está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento Social, na internet, em: mds.gov.br/caisan-mds. Reportagem: Luana Karen.

 

Gabriela: E as ações do governo brasileiro para promover segurança alimentar e combater a obesidade vão continuar a ser compartilhadas com países da América Latina e do Caribe.

 

Nasi: Resultado de uma parceria assinada hoje pelo Brasil com a Organização das Nações Unidas Para Alimentação e Agricultura.

 

Repórter Pâmela Santos: O Brasil continuará a compartilhar suas experiências de sucesso na área de segurança alimentar e nutricional e do combate ao sobrepeso e obesidade com países da América Latina e do Caribe. O governo federal e a Organização das Nações Unidas Para Alimentação e Agricultura, a FAO, assinaram nesta quarta-feira, em Roma na Itália, um plano estratégico que alinha uma série de prioridades do trabalho conjunto para os próximos meses, como a Cooperação Sul-Sul, a nutrição, a alimentação escolar e a agricultura familiar. Segundo o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, o governo brasileiro tem diversas tecnologias sociais que podem ajudar no desenvolvimento de vários países.

 

Ministro do Desenvolvimento Social - Alberto Beltrame: A assinatura de um acordo nesse momento significa garantir continuidade das ações que têm sido desenvolvidas com sucesso em parceira governo brasileiro, FAO, especialmente na Cooperação Sul-Sul.

 

Repórter Pâmela Santos: O diretor-geral da FAO, José Graziano, reafirmou a cooperação estratégica com o Brasil para o presente e o futuro. Segundo ele, a instituição apoia e continuará apoiando o Brasil a difundir suas tecnologias sociais e suas experiências bem-sucedidas mundo afora. O documento assinado em Roma resultará em um acordo a ser formalizado pelo Brasil e pela FAO em novembro. Esse acordo conterá os compromissos financeiros a serem assumidos pelo país até meados de 2019, tornando a parceria ainda mais sólida. Reportagem: Pâmela Santos.

 

Gabriela: O Ministério da Educação liberou nesta semana mais com R$ 190 milhões para universidades e institutos federais.

 

Nasi: O dinheiro vai ser usado para manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil.

 

Gabriela: Quase R$ 130 milhões vão para as universidades federais e para os hospitais universitários.

 

Nasi: Já a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica vai receber quase R$ 60 milhões.

 

Gabriela: Este ano, o ministério repassou quase R$ 6 bilhões para instituições federais no país.

 

Nasi: Brasília é sede dos Jogos Desportivos do Exército, que vão até domingo.

 

Gabriela: A competição reúne atletas militares de todo o país.

 

Nasi: Apoiados pelo Exército, eles podem se tornar no futuro grandes campeões mundiais.

 

Repórter Pablo Mundim: São 700 atletas militares e um único objetivo: subir no lugar mais alto do pódio. O maior evento de esporte militar do país, os Jogos Desportivos do Exército reúnem oito modalidades, como atletismo, tênis e judô. O sargento Weber Croce é atleta de vôlei, é a segunda vez que ele compete nos jogos.

 

Atleta - Weber Croce: É uma emoção sem igual, a diferença é a vibração e a garra que o pessoal coloca dentro de quadra, acho que pelo fato de ser militar e ter essa sede de vitória, torna a competição ainda mais dura e mais cativante de se participar.

 

Repórter Pablo Mundim: O Exército também apoia atletas que disputam competições de alto nível, como Angélica Malinverno, que hoje compete com a seleção de vôlei brasileira. Ela conta como o programa de alto rendimento do Exército contribuiu para a carreira dela.

 

Atleta - Angélica Malinverno: Eu entrei no programa de alto rendimento do Exército tem três anos, ele me ajuda a manter em alto rendimento.

 

Repórter Pablo Mundim: E não é apenas a Angélica que vem se destacando entre os atletas de alto rendimento. Nas Olimpíadas Rio 2016, por exemplo, os atletas militares conquistaram 13 medalhas para o país. O major Mauro Cardoso Martins, comandante da subunidade de atletas de alto rendimento do Exército explica como o programa ajuda o esporte brasileiro.

 

Major Mauro Cardoso Martins: A gente tem tentado a cada ano dar uma contribuição maior para que os nossos atletas, os brasileiros tenham um destaque em nível internacional, não somente em Jogos Olímpicos ou em Pan-Americanos, mas em jogos mundiais militares. Então, desde 2011, que o Brasil sediou os jogos mundiais militares, a gente tem incentivado bastante o programa.

 

Repórter Pablo Mundim: Serão seis dias de competições dos Jogos Desportivos do Exército. O evento acontece em Brasília até o próximo sábado. Mais informações pelo site www.jde2018.com.br . Reportagem: Pablo Mundim.

 

Gabriela: A economia brasileira continua dando sinais positivos.

 

Nasi: O índice de atividade econômica do Banco Central, IBC-Br, cresceu 0,47% em agosto, comparado ao mês anterior.

 

Gabriela: O índice é considerado uma prévia do PIB, que é a soma de todas os bens e serviços produzidos no país.

 

Nasi: De janeiro a agosto desse ano, o indicador registrou crescimento de 1,28%.

 

Gabriela: E no acumulado em 12 meses, o IBC-Br ficou em 1,50%.

 

Nasi: O Ministério da Integração Nacional reconheceu situação de emergência em 153 municípios de 4 estados.

 

Gabriela: A maioria, 147, sofre com longo período de seca no Rio Grande do Norte.

 

Nasi: A falta de chuvas também afetou Varzelândia e Machacalis, em Minas Gerais.

 

Gabriela: Em Caapiranga, no Amazonas, e Criciúma, D. Feliciano e Montenegro, no Rio Grande do Sul, as enxurradas foram o problema.

 

Nasi: Com o reconhecimento da situação de emergência, as prefeituras podem solicitar recursos emergenciais ao governo federal.

 

Gabriela: E estas foram as notícias do governo federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com o Minuto do TCU e em seguida as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional, uma boa noite.

 

Gabriela: Uma boa noite para você e até amanhã.

 

"A Voz do Brasil, Governo Federal".