18 DE DEZEMBRO DE 2018 - PODER EXECUTIVO

Destaques da Voz do Brasil: Países do Mercosul assinam acordos para facilitar revalidação de diplomas e transferir bens apreendidos em operações contra crimes. E presidente Michel Temer afirma que bloco se tornou mais aberto para o comércio internacional. Queda no número de mortes violentas e roubos de cargas. Resultados da intervenção federal no Rio de Janeiro, que termina no fim do ano e que também equipou as polícias do estado. Segurança reforçada para a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Terça-feira, 18 de dezembro de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia. Países do Mercosul assinam acordos para facilitar revalidação de diplomas e transferir bens apreendidos em operações contra crimes.

 

Gabriela: E presidente Michel Temer afirma que bloco se tornou mais aberto para o comércio internacional.

 

Presidente Michel Temer: Recolocamos o bloco a serviço do crescimento de nossas economias, da geração de empregos em nossos países, da criação de oportunidades para todos.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Queda no número de mortes violentas e roubos de cargas.

 

Nasi: Resultados da intervenção federal no Rio de Janeiro, que termina no fim do ano, e que também equipou as polícias do estado. Lane Barreto.

 

Repórter Lane Barreto: As forças de segurança do Rio ficarão do legado material de 27 mil pistolas, 4 mil veículos e 14 mil coletes balísticos.

 

Gabriela: Segurança reforçada para a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro. Luana Karen.

 

Repórter Luana Karen: Bebidas alcoólicas, garrafas, guarda-chuva, fogos de artifício e carrinhos de bebê estão proibidos na posse.

 

Nasi: Na apresentação da Voz do Brasil de hoje, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Gabriela: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br .

 

Nasi: Maior facilidade para revalidar diplomas de curso superior em outro país.

Gabriela: E tornar mais simples a transferência de bens apreendidos em operações contra crimes transnacionais, como tráfico internacional de drogas.

 

Nasi: Acordos assinados, hoje, entre os países do Mercosul, durante a cúpula do bloco, realizado em Montevidéu, no Uruguai.

 

Gabriela: O Presidente Michel Temer fez um balanço da atuação do Mercosul nos últimos dois anos, e afirmou que o bloco se tornou mais aberto para o comércio internacional.

 

Repórter Danielle Popov: O sistema de revalidação de diplomas entre países do Mercosul vai ser simplificado. Revalidação é o processo que torna válido o diploma de um curso de outro país. Segundo um acordo firmado na cúpula do Mercosul, a revalidação vai exigir apenas verificação de documentos. Também foi assinado um acordo para facilitar a transferência entre países do bloco de bens apreendidos que sejam fruto de crimes transnacionais. Na reunião de chefes de Estado do Mercosul, o presidente Michel Temer fez um balanço dos avanços alcançados pelo bloco. Ele afirmou que o Mercosul de hoje é diferente daquele que encontrou há dois anos e meio, quando assumiu a Presidência da República, e disse que foi possível resgatar a vocação original do bloco para o livre mercado, para os direitos humanos, para a democracia e para o desenvolvimento das economias locais.

 

Presidente Michel Temer: Recolocamos o bloco a serviço do crescimento de nossas economias, da geração de empregos em nossos países, da criação de oportunidades para todos, afinal, recolocamos o bloco a serviço de nossos reais valores.

 

Repórter Danielle Popov: Michel Temer disse ainda, que o Mercosul deve fazer avançar a cooperação comercial com a União Econômica e Euroasiática, bloco que reúne Rússia, Bielorrússia, Cazaquistão, Armênia e Quirguistão. Nesta segunda-feira, foi assinado um memorando para essa cooperação. Temer defendeu que o Mercosul deve se orientar por uma abertura comercial eficiente e disse que o bloco tem tido sucesso nas negociações em vários acordos.

 

Presidente Michel Temer: Lançamos ou revigoramos as tratativas com Canadá, com Singapura, Coreia do Sul, Marrocos, Tunísia, Líbano, além da Associação Europeia de Livre Comércio, portanto, nós, além de seguir avançando nos entendimentos com a União Europeia, abrimos outros campos e outras alianças que possamos realizar.

 

Repórter Danielle Popov: Michel Temer destacou ainda, acordos firmados recentemente pelo Brasil, como uma aliança com a Colômbia na área de bens e serviços, e um acordo de livre comércio com o Chile. De Montevidéu, no Uruguai, Danielle Popov.

 

Nasi: E o presidente Michel Temer lembrou que todos esses acordos assinados fizeram o Brasil ser reconhecido pela Organização Mundial do Comércio como o país que mais se abriu para a facilitação de comércio em todo o mundo, em 2018.

 

Presidente Michel Temer: Vocês sabem que a Organização Mundial do Comércio revelou, declarou que o Brasil, no ano 2018, foi o país que mais abriu para a facilitação de comércio em todo o mundo. Esta é uma coisa importante para o nosso país e naturalmente importante para o Mercosul.

 

Gabriela: E por uma rede social, o presidente Michel Temer informou que assina na sexta feira, em Foz do Iguaçu, no Paraná, declaração que vai permitir a construção de duas pontes entre o Brasil e o Paraguai.

 

Nasi: Uma delas vai ligar as cidades de Porto Murtinho, no Mato Grosso do Sul, e Carmelo Peralta, lá no Paraguai.

 

Gabriela: A outra vai fazer a ligação entre Foz do Iguaçu e a cidade paraguaia de Ciudad del Este.

 

Nasi: As obras vão ser financiadas pela Itaipu Binacional, que opera a usina hidrelétrica na fronteira entre os dois países.

 

"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".

 

Gabriela: O combate à criminalidade e a proteção aos moradores do Rio de Janeiro foram reforçados desde fevereiro desde ano com a intervenção federal na segurança pública do estado.

 

Nasi: Durante os dez meses da intervenção, que termina do fim deste mês, cerca de 14 mil soldados da Marinha, do Exército e da Aeronáutica realizaram ações integradas com as polícias do estado.

 

Gabriela: E o que fica para a segurança da população a partir de janeiro? É o que vamos acompanhar na reportagem de Lane Barreto.

 

Repórter Lane Barreto: A intervenção federal foi adotada em fevereiro deste ano para fortalecer as Polícias Civil e Militar, o Corpo De Bombeiros e o sistema carcerário do estado. Aproximadamente 14 milhões de pessoas foram beneficiadas com as missões de garantia de lei de ordem, realizadas pelos militares das Forças Armadas em parceria com as forças de segurança. Somente por meio desse tipo de ação, foram feitos patrulhamentos em diversas áreas o estado, totalizando mais de 150 mil quilômetros percorridos. Ocorreram também grandes operações, inclusive, com cerco e incursão em favelas visando o enfrentamento ao crime organizado. O interventor federal, general Walter Braga Netto, detalha os benefícios que serão deixados ao Rio após o término da medida.

 

Interventor federal - general Walter Braga Netto: São viaturas, armamentos que já foram entregues, material de polícia técnica, mas isso pode ser comprado, é um problema de recursos. O mais importante para mim é o legado imaterial, que pode ser concretizado na integração das polícias, no fortalecimento das instituições como instituições de estado e num trabalho muito forte na questão da gestão da própria segurança pública.

 

Repórter Lane Barreto: O trabalho realizado pelas tropas federais em parceria com as formas de segurança tem recebido reconhecimento da população carioca. Uma moradora da comunidade do Jacarezinho, na zona norte do Rio, que preferiu não se identificar, avalia a medida como positiva.

 

Entrevistada: A intervenção tem feito boa coisa? Tem feito boa coisa, sim. A maioria da população é a favor da intervenção, que a pessoa quer sair com a família, no restaurante, poder comer tranquilo, sem ter um assalto. Ela tem quer entrar numa condução sem ser assaltada, ela andar quer na rua com o carro na praia sem ter um arrastão. Ela quer poder ir e vir, e isso a intervenção nos transmite essa segurança, nos dá essa segurança.

 

Repórter Lane Barreto: Com o fim da intervenção, as forças de segurança do Rio ficarão com o legado material de 27 mil pistolas, 4 mil veículos e 14 mil coletes balísticos, além de outros itens entregues para melhorar as condições de trabalho das polícias do estado. Reportagem, Lane Barreto.

 

Nasi: E com a intervenção, o Rio de Janeiro teve queda nos índices de violência em novembro, na comparação com mesmo mês de ano passado.

 

Gabriela: Segundo a Instituto de Segurança Pública, o número de mortes violentas caiu 13%, com 521 vítimas.

 

Nasi: Também houve redução de mais de 37% no número de latrocínios, que é o roubo seguido de morte.

 

Gabriela: E nos roubos de cargas, a redução em relação tem a novembro do ano passado foi de 23%.

 

Nasi: Mais energia elétrica com ajuda das águas.

 

Gabriela: Já entrou em operação a décima segunda turbina da Usina Belo Monte, no Rio Xingu, no estado do Pará.

 

Nasi: Em sua capacidade total, a usina vai atender 60 milhões de pessoas, quase 30% de população brasileira.

 

Gabriela: Além de aumentar a oferta de energia para os brasileiros, a obra também gera emprego, renda e desenvolvimento para a região.

 

Nasi: De Altamira, no Pará, o repórter Márcia Fernandes tem mais informações.

 

Repórter Márcia Fernandes: No início de dezembro começou a funcionar a turbina 12 da Usina de Belo Monte, em Altamira, no Pará, com capacidade de produzir pouco mais de 600 megawatts, energia suficiente para suprir uma cidade de grande porte, como detalha Luiz Fernando Rolla, que é diretor financeiro da empresa responsável pelas obras, a Norte Energia.

 

Diretor financeiro da Norte Energia - Luiz Fernando Rolla: Dá para você suprir uma cidade de grande porte do tamanho de Belo Horizonte, Curitiba, é uma potência muito grande.

 

Repórter Márcia Fernandes: A usina ainda está em construção, mas opera comercialmente desde 2016. Com a nova turbina, agora 12 unidades geradoras, de 24, estão em operação. O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, esteve na usina para o início das operações, e comentou que a obra é um avanço e vai trazer mais segurança energética para os brasileiros.

 

Ministro de Minas e Energia - Moreira Franco: Os brasileiros precisam de uma energia que seja consistente, robusta, permanente, uma energia limpa para que nós possamos garantir cada vez mais melhoraria da qualidade do nosso meio ambiente e a preço barato.

 

Repórter Márcia Fernandes: A construção da usina de Belo Monte também contribuiu para a geração de empregos e para o desenvolvimento da região, de acordo do presidente da Norte Energia, Paulo Roberto Ribeiro.

 

Presidente da Norte Energia - Paulo Roberto Ribeiro: Você tem investimentos fortes na área social, na área de educação, na área de saúde, a própria demanda do projeto, ela gera empregos porque você ativa as industriais, comércio da região. Então, você tem, digamos assim, uma alavancagem de desenvolvimento muito importante.

 

Repórter Márcia Fernandes: Quando estiver pronta, a usina de Belmonte vai ter capacidade de produzir mais de 11 mil megawatts de energia elétrica, que vai atender mais de 60 milhões de pessoas. A previsão é de que as obras terminem por completo em 2020. Reportagem, Márcia Fernandes.

 

Gabriela: Quase 87% dos cursos de universidades e faculdades avaliados no ano passado apresentaram resultados satisfatórios.

 

Nasi: O levantamento foi divulgado hoje pelo Inep com base em depois indicadores que compõem o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.

 

Gabriela: O sistema utiliza a avaliação das faculdades e o desempenho dos estudantes para determinar as políticas públicas para o ensino superior no país.

 

Repórter Graziela Mendonça: As notas vão de um a cinco, quanto maior a nota, melhor a qualidade do curso. A maioria das universidades, 66% ficam na média três e mais de 20% tiraram as melhores notas, quatro e cinco. Segundo a presidente do Inep, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Maria Inês Fini, o resultado foi positivo, e serve para as universidades avaliarem o seu desempenho.

 

Presidente do Inep - Maria Inês Fini: Temos aí, então, uma ótima oportunidade para que cada instituição reveja seus caminhos buscando aí as análises próprias, né? E terem tudo para retomada, para a melhoraria das condições de oferta, do trabalho que fazem em relação à formação dos alunos.

 

Repórter Graziela Mendonça: Ao todo, foram avaliadas mais de 2 mil universidades e 10 mil cursos superiores de áreas como arquitetura e urbanismo, engenharias, ciência da computação, ciência sociais, filosofia, artes e pedagogia. O secretário-executivo do Ministério da Educação, Henrique Sartori, destacou que os índices mostram que as instituições estão cumprindo os critérios do MEC.

 

Secretário-executivo do Ministério da Educação - Henrique Sartori: Nós vamos ter 90% de adequado para ótimo, né, isso reflete também que o caminho está bem feito.

 

Repórter Graziela Mendonça: A Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, recebeu nesta cinco a avaliação do MEC. A reitora da universidade, Wanda Hoffmann, afirma que o resultado é um trabalho de toda a comunidade acadêmica, que investe não só na qualidade dos recursos como em projetos de extensão com a sociedade.

 

Reitora da Ufscar - Wanda Hoffmann: Além da parte conceitual da universidade, nós temos convênio com empresas, nós temos convênio com toda a rede de saúde do município e da região onde estão nos campi, porque isso é um resultado de um trabalho dos servidores do docente, do servidores técnico-administrativos, dos nosso alunos, de toda a comunidade da universidade.

 

Repórter Graziela Mendonça: Duzentas e setenta e oito faculdades ficaram com conceitos abaixo do limite de qualidade e vão ser monitorados pelo Ministério da Educação. Reportagem, Graziela Mendonça.

 

Nasi: Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, é concedido e vai receber investimentos de R$ 14 milhões.

 

Gabriela: Ainda nesta edição nós vamos dar os detalhes de como a concessão vai melhorar a estrutura aos milhares de turistas que visitam o parque, gerando emprego e renda, além de preservar ainda mais o meio ambiente.

 

Nasi: O presidente Michel Temer ofereceu ajuda do Governo Federal à prefeitura Manaus, no Amazonas, depois que um incêndio na noite do ontem deixou quase 600 famílias desabrigadas.

 

Gabriela: O município já está fazendo um levantamento dos danos para pedir um auxílio e agilizar o atendimento às vítimas.

 

Repórter Nathália Koslyk: Por meio de uma conta nas redes sociais o presidente Michel Temer expressou solidariedade às vítimas do incêndio em Manaus, e colocou o Governo Federal à disposição para ajudar no que for preciso. O prefeito do município, Virgílio Neto, informou que estão fazendo um levantamento dos danos para pedir auxílio à Defesa Civil Nacional, após ter decretado estado de emergência. E as famílias estão sendo realocadas em abrigos em segurança, como detalha o secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil do município, Claudio Belém.

 

Secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil do município - Claudio Belém: O município, ele está fazendo um levantamento, vai levar para abrigo para a gente posteriormente, com essa quantidade de famílias vulneráveis, a gente nosso plano de ação. O prefeito decretou situação de emergência e a gente vai homologar isso junto ao estado para a gente possa recorrer à Defesa Civil Nacional.

 

Repórter Nathália Koslyk: Quase 600 famílias ficaram desabrigadas por conta um incêndio na noite da última segunda feira, no bairro Educando, na zona sul de Manaus. À beira do Rio Negro, a maioria das casas feitas de madeira alimentaram as chamas e por isso a área teve perda quase que total. Até agora não foi identificada a causa do incêndio, que deixou 25 feridos. Quem quiser ajudar com doações de alimentos, colchões e materiais de higiene pessoal, é só entrar em contato com a Defesa Civil pelo número 199. Reportagem, Nathália Koslyk.

 

Nasi: A posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, no dia 1º de janeiro, vai contar com um esquema especial de segurança.

 

Gabriela: A Esplanada dos Ministérios, em Brasília, vai estar interditada desde o dia 30 de dezembro. E no dia vão ser realizadas quatro barreiras de revista.

 

Nasi: Também estão proibidos itens como garrafas, bolsas e mochilas.

 

Gabriela: O governo espera que entre 250 mil e 500 mil pessoas acompanhem a posse.

 

Repórter Luana Karen: Os encontros para planejar a festa começaram ainda em setembro, antes mesmo do resultado das eleições. Foram mais de 200 reuniões, segundo o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, tudo para garantir a segurança dos convidados e do presidente eleito.

 

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional - Sérgio Etchegoyen: A Esplanada estará absolutamente segura para festa do dia 1º, sem que isso traga maiores constrangimentos, dificuldades, para que a pessoas acessem e participem da festa.

 

Repórter Luana Karen: Entre as medidas de segurança que serão adotadas está a interdição da Esplanada dos Ministérios a partir da 0h do dia 30 de dezembro. No dia 1º de janeiro haverá quatro pontos de revista pessoal ao longo da via, com detectores de metais. O público geral só poderá acessar a Esplanada pela rodoviária, também foi divulgado uma lista com 14 itens que não podem ser levados para a festa. Bebidas alcoólicas, garrafas, guarda chuva, fogos de artifício, apontadores laser, animais, bolsas e mochilas, sprays, máscaras, produtos inflamáveis, armas de fogo, objetos cortantes, drones e carrinhos de bebê estão proibidos na posse. A Esplanada contará de postos médicos, pontos de distribuição de água, banheiro e telões para a exibição da cerimônia. Não serão permitidos vendedores ambulantes no espaço. O general Sérgio Etchegoyen, do GSI, afirmou que as restrições não vão atrapalhar a festa.

 

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional - Sérgio Etchegoyen: Nós tivemos muito mais restrições na Olimpíada, muito mais restrições na Olimpíada e o Maracanã esteve cheio da abertura, no encerramento e todos os eventos. Não haverá restrições maiores que uma revista. A revista é vantajosa para todos, uma pessoa ser revistada é a segurança de que nós podemos trazer para cá nossas famílias.

 

Repórter Luana Karen: A festa da posse começa com presidente eleito Jair Bolsonaro desfilando da Catedral até o Congresso Nacional. A decisão sobre se esse deslocamento será em carro aberto ou fechado ainda será tomada. No Plenário da Câmara dos Deputados, Bolsonaro prestará o compromisso de cumprir a Constituição e tomará oficialmente posse no cargo de presidente da República. Terminada a cerimônia no Congresso e já presidente, Bolsonaro subirá a rampa tenho o Palácio do Planalto para receber a faixa presidencial das mãos de Michel Temer. Também no Planalto, o presidente dará posse aos novos ministros de Estado e receberá cumprimentos. O dia termina com um coquetel no Itamaraty. Reportagem, Luana Karen.

 

Nasi: O governo e a construtora Andrade Gutierrez fizeram um acordo para recuperar dinheiro de corrupção.

 

Gabriela: É o chamado acordo de leniência, uma espécie de delação premiada, só que para empresas.

 

Nasi: Nesse tipo de acordo, que durou cerca de dois anos para ser fechado, a construtora devolve aos cofres públicos o dinheiro que ganhou de forma ilícita e também se compromete a adotar ações para que o erro não se repita.

 

Gabriela: Em troca, ações na justiça contra a empresa são extintas e ela tem autorização para fechar novos contratos com a administração pública.

 

Repórter Gabriela Noronha: A empreiteira Andrade Gutierrez Engenharia terá que pagar aos cofres públicos cerca de R$ 1,5 bilhão, segundo acordo assinado nesta terça feira com a Advocacia-Geral da União, AGU, e a Controladoria-Geral da União. A quantia será paga em 16 anos, sendo corrigida pela taxa Selic, que é o índice básico de juros da economia brasileira. No fim, o valor vai passar os R$ 3,5 bilhões. De acordo com a advogada-geral da União, ministra Grace Mendonça, o acordo é resultado de uma negociação que se prolongou por dois anos e o valor a ser ressarcido for calculado com base em 54 contratos fraudulentos.

 

Advogada-geral da União - Grace Mendonça: Nós estamos, sim, demonstrando, inclusive, no cenário internacional que nós temos condições de resolver os nossos problemas, sim, separando a responsabilidade da empresa da pessoa física, com isso permitindo que não se tenha desemprego, com isso permitindo que a empresa continue desenvolvendo as suas atividades dentro de um ambiente de segurança jurídica.

 

Repórter Gabriela Noronha: Com o acordo a empresa terá extintas ações de improbidade administrativa e processos administrativos, e mantém sua autorização para prestar serviços ao poder público. De acordo com o ministro da Transparência e da CGU, Wagner Rosário, o critério de ressarcimento do lucro que tenha sido obtido ilicitamente é uma novidade.

 

Ministro da Transparência e da CGU - Wagner Rosário: Todos os contratos contaminados na sua origem, eles foram... nós recuperamos 95% de todos os lucros, aí se leva em consideração o lucro, o valor total do contrato é reduzido os custos lícitos que esses contratos tinham.

 

Repórter Gabriela Noronha: Este é o sexto acordo de leniência assinado pelos órgãos federal com empresas investigadas na Operação Lava Jato. Os acertos vão garantir o pagamento de R$ 6 bilhões aos cofres públicos sem levar em consideração a correção monetária. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Nasi: Um dos parques nacionais mais visitados do país, o da Chapada Veadeiros, em Goiás, vai ter a estrutura administrada pela iniciativa privada.

 

Gabriela: É, Nasi, os investimentos vão permitir melhorias para receber os milhares de turistas que visitam o local e a geração de emprego e renda para os moradores de cinco municípios que cercam o parque.

 

Repórter Cleide Lopes: Cachoeiras, trilhas, cânions, uma natureza exuberante, que atrai por ano 70 mil turistas do Brasil e do mundo. O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no estado de Goiás, possui uma área de mais de 240 mil hectares. E a partir de hoje, o governo espera que o parque melhore ainda mais, trazendo benefícios para os turistas sem qualquer dano ambiental. O consórcio Sociparque ganhou a concessão para administrar a área, e, de acordo do diretor da empresa, Rafael Ferraz, serão investidos R$ 14 milhões nos próximos 20 anos.

 

Diretor da Sociparque - Rafael Ferraz: O turista vai encontrar um meio de transporte dentro do parque e também a melhoraria da prestação de serviços e ampliação das atividades de lazer e dos serviços oferecidos ao turista.

 

Repórter Cleide Lopes: Em 2017 mais de 10 milhões de pessoas visitaram os parques nacionais como a Chapada dos Veadeiros. Um estudo realizado pelo Instituto Chico Mendes aponta que os visitantes gastaram cerca de R$ 2 bilhões nos municípios de acesso a essas unidades de conservação, girando 80 mil empregos O ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, afirmou que, com a conversão, a ideia é aumentar ainda mais o número de visitantes preservando o meio ambiente.

 

Ministro do Meio Ambiente - Edson Duarte: Restaurante, estacionamento, centro de visitação, trilhas, nós temos a convicção de que o turismo em um dos parques mais belos do Brasil vai ter as condições de atrair muito mais turistas e garantir a satisfação desse turista.

 

Repórter Cleide Lopes: O chefe do parque, Fernando Tatagiba, disse que os investimentos da concessão vão movimentar a economia e trazer mais desenvolvimento para a região.

 

Chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - Fernando Tatagiba: A gente vai conviver também com um aumento do número de empregos diretos realizados pelo parque nacional.

 

Repórter Cleide Lopes: No evento foi lançado também o aplicativo Parques do Brasil, que reúne informações sobre as principais unidades de conservação do país. Pela ferramenta é possível pesquisar, por exemplo, sobre o parque mais próximo, também tem mapas e principais atrativos do local. As informações estão disponíveis em português, inglês e espanhol. Reportagem, Cleide Lopes.

 

Nasi: O Brasil bateu recorde na produção de café neste ano.

 

Gabriela: São 61,7 milhões sacas do grão, crescimento de 37% em relação à safra passada.

 

Nasi: Segundo levantamento da Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento, condições climáticas favoráveis e uso de tecnologia foram responsáveis pelo resultado.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma boa noite.

 

Gabriela: Boa noite para você e até amanhã

 

"Brasil, ordem e progresso".