22 DE NOVEMBRO DE 2017

Destaques da Voz do Brasil: Cursos de graça para trabalhadores de todo o país já tem inscrições abertas. Toma posse, novo ministro das Cidades, Alexandre Baldy. Presidente Michel Temer recebe jovens brasileiros que brilharam em disputa internacional de profissões. Lançado novo selo para incentivar empresas a contratarem presos.

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Transcrição


Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Alessandra Bastos: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Alessandra: Quarta-feira, 22 de novembro de 2017.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Alessandra: Cursos de graça para trabalhadores de todo o país.

 

Nasi: E as inscrições já estão abertas. José Luiz Filho.

 

Repórter José Luiz Filho: A Escola do Trabalhador já está com as inscrições abertas, e nesse início de atividade oferece 12 cursos nas áreas de tecnologia, administração e empreendedorismo.

 

Alessandra: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: Toma posse o novo ministro das Cidades, Alexandre Baldy.

 

Alessandra: Presidente Temer recebe jovens brasileiras que brilharam em disputa internacional de profissões.

 

Presidente Michel Temer: O Brasil hoje é reconhecido no mundo todo como um país de jovens voltados para o futuro.

 

Nasi: E vamos falar, ainda, do novo selo lançado hoje e que vai incentivar empresas a contratarem presos.

 

Alessandra: Hoje, na apresentação, Alessandra Bastos e Nasi Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Alessandra: Realizada a cada dois anos, a WorldSkills é a maior competição de educação profissional do mundo.

 

Nasi: Os melhores alunos de mais de 60 países disputam medalhas em provas que avaliam habilidades em profissões da indústria e do setor de serviços.

 

Alessandra: Jovens de todo o país estiveram em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, representando o Brasil, e fizeram bonito: ficamos em segundo lugar na competição.

 

Nasi: Hoje, os estudantes foram recebidos pelo presidente Michel Temer em Brasília.

 

Repórter Helen Bernardes: Este é o grito de guerra dos 56 jovens que representaram o nosso país. Durante quatro dias eles disputaram provas demonstrando habilidades em profissões como automação industrial, eletrônica, moda, construção civil e até cozinha. Tudo precisava seguir um patrão internacional de qualidade. O medalhista de prata em desenho mecânico, Kevin Nascimento, fala da emoção de representar o Brasil e estar entre os melhores profissionais do mundo.

 

Medalhista de Prata em Desenho Mecânico - Kevin Nascimento: Geralmente é uma sensação indescritível assim, né? E toda a experiência, né, que nós temos, o conhecimento que nós adquirimos. Isso é o que realmente fica para toda a eternidade.

 

Alessandra: Já Kennedy Yamashita, medalha de prata em manutenção industrial, faz planos para o futuro.

 

Medalhista de Prata em Manutenção Industrial - Kennedy Yamashita: Dar continuidade aos estudos e, agora, também quero procurar um espaço no mercado de trabalho.

 

Repórter Helen Bernardes: O Senai, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, treinou grande parte dos competidores. Em encontro com o presidente Michel Temer nesta quarta-feira, o presidente da Confederação Nacional da Indústria, CNI, Róbson de Andrade, destacou a importância da competição para o país e para os futuros profissionais.

 

Presidente da Confederação Nacional da Indústria - Róbson de Andrade: Essa competição tem olheiros de grandes empresas como Samsung, Siemens, diversas grandes empresas que ficam ali buscando os melhores talentos. E esses são os melhores talentos que nós temos no Brasil. É um orgulho para nós.

 

Repórter Helen Bernardes: Já o presidente Michel Temer presenciou a alegria dos estudantes que conquistaram 15 medalhas, ficando à frente de países como China, Estados Unidos e Suíça.

 

Presidente Michel Temer: E vocês estão tão vigorosos que eu fiquei preocupado que derrubassem aqui, né? Vocês viram que balançou, não é verdade?

 

Repórter Helen Bernardes: Temer agradeceu aos jovens brasileiros, que representaram muito bem o nosso país.

 

Presidente Michel Temer: Foram levar o nome do Brasil sob um foco muito importante, que é o foco do preparo profissional, não é? O Brasil hoje é reconhecido no mundo todo como um país de jovens voltados para o futuro. Eu acho que vocês fizeram na CNI exatamente isso, né? A possibilidade de divulgar o nosso país.

 

Repórter Helen Bernardes: O presidente Michel Temer também aproveitou o encontro para falar do aumento na geração de empregos com carteira assinada, que ultrapassa os 300 mil de janeiro a outubro. Para ele, a qualificação dos jovens aumenta ainda mais a possibilidade de criação de novos postos de trabalho. Reportagem, Helen Bernardes.

 

Alessandra: E por falar em qualificação profissional, os trabalhadores brasileiros têm a oportunidade de fazer cursos de graça.

 

Nasi: As inscrições para os cursos da Escola do Trabalhador já estão abertas.

 

Alessandra: Os cursos fazem parte da Plataforma Emprega Brasil, anunciada ontem pelo governo, para qualificar e ajudar os brasileiros que estão em busca de trabalho.

 

Nasi: É, e eles podem ser feitos de qualquer lugar que tenha acesso à internet.

 

Repórter José Luiz Filho: Dar a todos os trabalhadores brasileiros a possibilidade de se qualificar ou requalificar com cursos online e gratuitos. Esta é a intenção do Ministério do Trabalho com a Escola do Trabalhador, uma plataforma digital de ensino à distância lançada nesta semana. Desenvolvida em parceria com a Universidade de Brasília, a Escola do Trabalhador já está com as inscrições abertas, e neste início de atividade oferece 12 cursos nas áreas de tecnologia, administração e empreendedorismo, como nos conta o professor da UnbB e vice-coordenador do projeto, Valdir Steinke.

 

Professor da UnB e Vice-Coordenador do Projeto - Valdir Steinke: São cursos curtos de 50 horas desde a área tecnológica, passando pela área administrativa, chegando na área de recursos naturais, enfim.

 

Repórter José Luiz Filho: Mas a proposta é bem mais ampla. Até o fim do ano que vem, a Escola do Trabalhador deve chegar a 50 cursos online, definidos com base na análise de dados sobre o mercado de trabalho e as necessidades de empregadores e profissionais. A previsão é receber, em dois anos, cerca de 6 milhões de inscrições. Uma importante ajuda para profissionais que querem estar preparados para voltar ao mercado de trabalho, explica o secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, Leonardo Arantes.

 

Secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho - Leonardo Arantes: Nós vamos ter como qualificar os trabalhadores aí de todos os estados do país e dos municípios mais longínquos. Nós estamos focados em tentar ajudar o trabalhador a conseguir essa vaga, essa colocação no mercado de trabalho.

 

Repórter José Luiz Filho: Os cursos da Escola do Trabalhador são de graça e podem ser feitos em qualquer lugar. Basta ter um computador, tablet ou smartphone com acesso à internet. Quem concluir recebe certificado. Não há pré-requisitos para cursá-los e nem escolaridade mínima. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site escola.trabalho.gov.br. Reportagem, José Luiz Filho.

 

Alessandra: E vai ter dinheiro extra na conta de aposentados e pensionistas de todo o país.

 

Nasi: É a segunda parcela do abono anual, conhecido como 13º, que começa a ser paga a partir de sexta-feira, dia 24.

 

Alessandra: São quase 30 milhões de beneficiários que vão receber mais de R$ 20 bilhões.

 

Nasi: E os pagamentos serão feitos até o dia 7 de dezembro.

 

Alessandra: O deputado Alexandre Baldy tomou posse, agora há pouco, como novo ministro das Cidades.

 

Nasi: A repórter Luana Karen acompanhou a cerimônia no Palácio do Planalto e traz os detalhes. Boa noite, Luana.

 

Repórter Luana Karen (ao vivo): Boa noite, Nasi, Alessandra. E boa noite a todos os ouvintes da Voz do Brasil. O novo ministro das Cidades, Alexandre Baldy, chega ao Executivo Federal motivado a por em prática medidas que melhorem a qualidade de vida nas cidades e levem à realização do sonho da casa própria para cada brasileiro.

 

Ministro das Cidades - Alexandre Baldy: Agradecendo ao presidente Michel Temer por confiar a mim a responsabilidade de um Ministério de tamanha importância, porque nas cidades é que um país começa a ser grande. Que eu possa cumprir e corresponder à altura a missão que agora a mim foi confiada.

 

Repórter Luana Karen (ao vivo): É no Ministério das Cidades que são tocados os projetos como o Minha Casa, Minha Vida. Desde que o presidente Michel Temer assumiu o governo, há um ano e meio, foram retomadas mais de 77 mil obras do programa e entregues 500 mil unidades habitacionais. Também é nos Ministério das Cidades que estão projetos como o de Regularização Fundiária e o Cartão Reforma. O presidente Michel Temer destacou a capacidade de liderança do novo ministro para tocar os programas do Ministério das Cidades.

 

Presidente Michel Temer: É, você está dando uma demonstração aqui de uma coisa que nós queremos muito na relação do Executivo com o Congresso Nacional, com o Poder Judiciário e para o Brasil, que é uma unidade absoluta. Eu estou vendo aqui deputados, deputadas, senadores, senadoras, dos mais variados partidos, o que significa a expressão da unidade, e da unidade em favor do Brasil.

 

Repórter Luana Karen (ao vivo): Alexandre Baldy está no primeiro mandato de deputado federal pelo Goiás e toma passe no lugar de Bruno Araújo, que deixou o Ministério das Cidades na semana passada. O novo ministro das Cidades nasceu em Goiânia, tem 37 anos e é formado em direito pela PUC Goiás. Além de ser deputado, Alexandre Baldy foi secretário de Indústria e Comércio do estado de Goiás. Ao vivo, Luana Karen.

 

Alessandra: Da seca no Nordeste sempre ouvimos falar, mas o problema deixou de existir apenas lá.

 

Nasi: Já vimos em São Paulo e, agora, moradores do Distrito Federal fazem racionamento de água há mais de dez meses.

 

Alessandra: Problema que acende uma luz de alerta não só aqui no Brasil. A escassez de água atinge também boa parte dos países.

 

Nasi: E eles se preparam para um encontro mundial que vai acontecer aqui em Brasília e vai discutir ações e propostas para tentar reverter este cenário nas próximas décadas e nas próximas gerações.

 

Repórter Cleide Lopes: O sertão nordestino tem mais de 600 cidades em sinal de alerta por causa da seca. Mas a escassez deixou de ser só símbolo do semiárido brasileiro e já atinge outras regiões, como o Distrito Federal, que adota o racionamento há dez meses. Atualmente, 2/3 da população mundial vivem em locais que sofrem com a escassez de água. Por isso, segundo Paulo Sales, copresidente do Oitavo Fórum Mundial da Água, é preciso fazer da água uma prioridade da política global.

 

Copresidente do Oitavo Fórum Mundial da Água - Paulo Sales: A água é uma responsabilidade de todos. Cada um no seu papel: as empresas produzindo o máximo com o mínimo de consumo, os governos fazendo a regulação do uso da água e cuidando para que ela seja preservada, e a sociedade como um todo usando racionalmente, sem desperdício. Isso serão coisas obrigatórias nos próximos anos, porque a previsão é que os tempos serão mais difíceis ainda do que estamos vivendo hoje em dia.

 

Repórter Cleide Lopes: Organizado pelo Conselho Mundial da Água e pelo Governo Federal Brasileiro, o 8º Fórum Mundial da Água será realizado em Brasília em março do ano que vem. E, nesta quarta-feira, autoridades se reuniram para a preparação do evento. O objetivo é trazer o tema para o centro das discussões e promover a formulação de políticas públicas, como explica o representante político do Itamaraty no Fórum, Reinaldo Salgado.

 

Representante Político do Itamaraty - Reinaldo Salgado: Trazer à discussão com tantos envolvidos da sociedade, de governos, é um primeiro passo na direção do uso sustentável da água, que permita que a gente, como deve, cuidar não apenas dessa geração, mas também das gerações futuras.

 

Repórter Cleide Lopes: Esta será a primeira vez que um país do Hemisfério Sul sediará uma edição do Fórum Mundial, que ocorre a cada três anos, desde 1996. Reportagem, Cleide Lopes.

 

Alessandra: 19h12 no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: Daqui a pouquinho nós vamos falar do novo selo para incentivar empresas a contratarem presos.

 

Alessandra: Eles vão ter redução de pena por dia trabalhado e as empresas vão receber isenção na hora de pagar impostos.

 

Nasi: Estão abertas as inscrições para o Prêmio Progredir.

 

Alessandra: A ideia é reconhecer ações desenvolvidas pelas prefeituras de todo o país que incentivam famílias de baixa renda no acesso ao mercado de trabalho, seja por meio de qualificação profissional ou incentivo ao empreendedorismo.

 

Repórter Diego Queijo: O Prêmio Progredir valoriza iniciativas de geração de emprego e renda para pessoas inscritas no Cadastro Único e beneficiários do Programa Bolsa Família. Vencedores de cada região do país poderão estabelecer convênio de até R$ 1 milhão para ampliação ou implementação dos projetos premiados, como explica o secretário de Inclusão Social e Produtiva do Ministério do Desenvolvimento Social, Vinícius Botelho.

 

Secretário de Inclusão Social e Produtiva do Ministério do Desenvolvimento Social - Vinícius Botelho: O Progredir, ele focaliza as ações que estão sendo desenvolvidas no Governo Federal por entidades da iniciativa privada e também em governos locais para o público do Cadastro Único com um foco especial nos beneficiários do Programa Bolsa Família. O objetivo é que a gente possa focalizar ainda mais iniciativas de geração de emprego e renda para as famílias, para essas famílias mais vulneráveis que a gente acompanha por meio do Cadastro Único.

 

Repórter Diego Queijo: As inscrições vão até o dia 12 de janeiro de 2018. O edital com detalhes e o cronograma completo estão disponíveis no site www.mds.gov.br/progredir/premio. Reportagem, Diego Queijo.

 

Nasi: A lei determina que 30% dos alimentos adquiridos por órgãos públicos devem ser comprados da agricultura familiar.

 

Alessandra: Hoje essa comercialização é possível a partir do PAA, o Programa de Aquisição de Alimentos.

 

Nasi: Isso significa venda garantida para os pequenos produtores e produtos de qualidade na merenda escolar, no restaurante comunitário e em inúmeros programas de assistência a famílias de baixa renda.

 

Alessandra: Neste ano, o PAA deve atingir R$ 260 milhões em compras de produtos, dinheiro que está atendendo pessoas como a baiana Rita, que encontrou uma forma de garantir a renda da família.

 

Repórter Juline Pogorzelski: Numa pequena propriedade de cinco hectares no município de Ilhéus, na Bahia, a agricultura Rita Maria Santana cultiva alimentos orgânicos. Rita, o marido e os três filhos se dedicam exclusivamente à agricultura. Parte da produção é vendida para o Programa de Aquisição de Alimentos, o PAA. Filha de agricultores, Rita já deixou o campo para morar na cidade de São Paulo. Cinco anos depois, voltou para a zona rural. A agricultora conta que o lugar dela é perto da terra, vivendo da produção.

 

Agricultura Familiar - Rita Maria Santana: A gente vai na roça, a gente planta, a gente colhe, a gente faz comida saldável na nossa mesa e pode contribuir também, né, com saúde e bem-estar de muita gente. Isso é bom demais.

 

Repórter Juline Pogorzelski: No retorno a Ilhéus, ela motivou vizinhos e, juntos, eles estruturaram uma associação para fortalecer a agricultura na região. Rita conta que o Programa de Aquisição de Alimentos devolveu a esperança de dias melhores e transformou a comunidade.

 

Agricultura Familiar - Rita Maria Santana: De repente você vai lá e entrega o seu produto. No final do mês o dinheiro está na conta. É um dinheiro bom, preço bom. Isso foi um sonho, um sonho que virou realidade.

 

Repórter Juline Pogorzelski: O secretário de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social, Caio Rocha, afirma que é um compromisso do Governo Federal garantir a permanência do agricultor no campo com qualidade de vida.

 

Secretário de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social - Caio Rocha: Uma série de instrumentos para que a gente possa fazer com que esse agricultor possa ter renda. Para que ele possa ficar no campo, ele tem que, primeiro, tem que ter renda, senão ele vai procurar trabalho na cidade.

 

Repórter Juline Pogorzelski: O PAA compra alimentos produzidos pela agricultura familiar com dispensa de licitação e os destina às pessoas em situação de insegurança alimentar. Reportagem, Juline Pogorzelski.

 

Nasi: Para melhorar os serviços prestados à população e reduzir custos, seja quando uma pessoa é atendida em um posto de saúde ou até mudanças na rotina de trabalho de um servidor público, o governo criou um conjunto de regras e boas práticas na administração pública.

 

Alessandra: É a Política de Governança Pública, que está sendo anunciada, neste momento, pelo presidente Michel Temer no Palácio do Planalto.

 

Nasi: E voltamos com a repórter Luana Karen, que está lá e traz mais informações, ao vivo. É com você, Luana.

 

Repórter Luana Karen (ao vivo): Olá, Nasi, novamente, Alessandra e a todos os ouvintes da Voz do Brasil. Bom, a ideia é melhorar a prestação de serviços e reduzir custos com foco no cidadão. Além de encaminhar projeto de lei ao Congresso, o presidente assina decreto para colocar em prática no Executivo medidas que servirão também como base para outros poderes, além de estados e municípios. Segundo o governo, a política de governança junto com o teto de gastos públicos e a lei das estatais já que estão em vigor será um instrumento essencial para o planejamento, acompanhamento e revisão de políticas públicas. A ideia é modernizar o Estado para torná-lo mais eficaz e a serviço do público. Além disso, as medidas dão mais estabilidade e coerência ao planejamento de planos e programas de governo. O projeto e o decreto têm como ponto de partida sugestões do Tribunal de Contas da União e incorporam práticas internacionais de governança pública. A boa governança incentiva medidas voltadas à inovação, significação administrativa, melhoria regulatória, com estratégia e planejamento delineados. O projeto de lei prevê um planejamento do desenvolvimento nacional que envolve uma estratégia de desenvolvimento econômico e social de 12 anos, planos nacionais, setoriais e regionais, e o Plano Plurianual da União. Esse planejamento vai garantir previsibilidade e a integração das metas do governo de médio e longo prazo. Entre os princípios de governança estabelecidos no projeto estão a confiabilidade e transparência. Ao vivo, Luana Karen.

 

Alessandra: Empresas públicas e privadas que contratam presos e egressos do sistema prisional agora serão reconhecidas.

 

Nasi: É que foi lançado hoje o Selo Nacional de Responsabilidade Social, conhecido como Selo Resgata.

 

Alessandra: A ideia é incentivar as instituições para que colaborem com a reintegração de pessoas privadas de liberdade.

 

Repórter Bruna Saniele: Para ter acesso ao Selo Resgata, lançado nesta quarta-feira, pelo Ministério da Justiça, a instituição precisa estar em situação fiscal regular e manter, pelo menos, 3% do total do quadro de empregados com pessoas pertencentes a esse grupo. Para o ministro da Justiça, Torquato Jardim, a iniciativa é uma estratégia importante para incentivar a responsabilidade social das empresas.

 

Ministro da Justiça - Torquato Jardim: Eu vejo esse exercício que nós estamos iniciando aqui hoje como a responsabilização coletiva, quase estatal da iniciativa privada como parte do sistema de recuperação da sociedade.

 

Repórter Bruna Saniele: Segundo o Ministério da Justiça, entre as vantagens para o empregador contratar uma pessoa privada de liberdade estão: ela custa menos do que um empregado comum, pois o empregador está isento dos encargos trabalhistas como o 13º salário, férias e FGTS; o trabalho autoriza a redução de pena na ordem de um dia de remissão para cada três dias trabalhados; estados podem conceder incentivos fiscais na contratação da mão de obra carcerária. Reportagem, Bruna Saniele.

 

Alessandra: 19h20 no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: E vamos agora fazer uma convocação aos jovens do estado do Amazonas.

 

Alessandra: A caravana da Secretaria Nacional da Juventude estará aí em Manaus para o lançamento da ID Jovem na próxima sexta-feira, dia 24.

 

Repórter Caroline Blaudt: A Identidade Jovem garante acesso à meia-entrada em eventos artísticos, culturais e esportivos, além de descontos em viagens interestaduais aos jovens de baixa renda. Segundo o secretário nacional de Juventude, Francisco de Assis Costa Filho, a caravana já passou por 24 estados e, agora, chega ao Amazonas para garantir aos jovens acesso a políticas importantes.

 

Secretário Nacional de Juventude - Francisco de Assis Costa Filho: Nós teremos quase meio milhão de jovens que poderão ser atendidos pela Identidade Jovem lá no estado do Amazonas. O Norte do país também está sendo visto e assistido pela Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal. Temos vários benefícios da Identidade Jovem que podem ser utilizados em todo o país também no Norte, e a ideia é fazer com que essa política pública seja uma política de acesso a todos os jovens em todas as regiões do país.

 

Repórter Caroline Blaudt: Assis Filho afirmou, ainda, que quase 400 mil jovens em todo o país retiraram o documento.

 

Secretário Nacional de Juventude - Francisco de Assis Costa Filho: São jovens de 15 a 29 anos, cuja renda familiar seja de até dois salários mínimos. Esses jovens precisam estar cadastrados no CadÚnico, que é o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Ele baixa o aplicativo no seu smartphone ou no site da Caixa Econômica Federal, ele consegue baixar o aplicativo e gerar a sua Identidade Jovem. Tem direito a vários benefícios.

 

Repórter Caroline Blaudt: Para a emissão da ID Jovem é preciso baixar o aplicativo disponível de graça ou se cadastrar no site idjovem.caixa.gov.br. Reportagem, Caroline Blaudt.

 

Nasi: Turistas australianos podem solicitar pela internet o visto para entrar no Brasil.

 

Alessandra: O mesmo também vai ocorrer para turistas norte-americanos, japoneses e canadenses.

 

Nasi: Comodidade para o turista e ganhos para o turismo de passeio e de negócios no país.

 

Repórter José Luiz Filho: Nada de muita papelada, burocracia e idas e vindas a embaixadas ou consulados. Esta é a comodidade que o Itamaraty passou a oferecer a cidadãos australianos que precisarem obter o visto de entrada no Brasil. O visto eletrônico ou e-Visa, como é chamada esta nova opção, pode ser solicitado pelo visitante estrangeiro via internet pelo site no computador ou pelo aplicativo no tablet e smartphone. Além dos australianos, que já podem obter o e-Visa brasileiro, até o fim do mês de janeiro do ano que vem, cidadãos japoneses, canadenses e americanos também terão esta comodidade. Estes quatro países foram os primeiros escolhidos porque no ano passado as embaixadas e consulados brasileiros nessas nações foram responsáveis por quase 64% da demanda mundial por vistos de turismo e 58% dos vistos de negócios rumo ao Brasil. E com a facilitação da emissão de vistos de entrada para viajantes desses países, o Brasil também espera aumentar a arrecadação com o turismo, como nos explica Paulo Gustavo Santana, chefe da Divisão de Imigração do Ministério das Relações Exteriores.

 

Chefe da Divisão de Imigração do Ministério das Relações Exteriores - Paulo Gustavo Santana: A nossa expectativa é que o visto eletrônico ao longo de 2018 possibilite um aumento de 25% no fluxo de nacionais desses quatro países ao Brasil.

 

Repórter José Luiz Filho: O e-Visa brasileiro custa US$ 40 americanos, o equivalente a R$ 130,00, mais barato que o visto tradicional. Reportagem, José Luiz Filho.

 

Alessandra: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Fique agora com o Minuto do TCU. Uma boa noite.

 

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