25 DE MARÇO DE 2019 - PODER EXECUTIVO

Destaques do dia: Mais empregos e conta de luz mais barata ao consumidor. Governo assina contratos de concessão para construir mais de 7 mil quilômetros de linhas de transmissão de energia. E presidente Jair Bolsonaro destaca confiança dos investidores no Brasil. Confiança que se traduz em mais empregos. Brasil fecha fevereiro com 173 mil novas vagas com carteira assinada. E para manter esta confiança, ter as contas públicas em dia é fundamental. O que vai vir com a Nova Previdência. Representantes do governo se encontram com prefeitos em Brasília para falar sobre a proposta. O verão já passou, mas o cuidado com a dengue, zika e chikungunya continua. E a Voz do Brasil traz dicas de como evitar o aumento dos criadouros do mosquito Aedes Aegipty.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do governo federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Segunda-feira, 25 de março de 2019.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia. Mais empregos e conta de luz mais barata ao consumidor.

 

Gabriela: Governo assina contrato de concessão para construir mais de 7 mil quilômetros de linhas de transmissão de energia.

 

Nasi: E presidente Jair Bolsonaro destaca confiança dos investidores no Brasil.

 

Presidente Jair Bolsonaro: O sucesso desse leilão é resultado direto das ações sinalizadas pelo nosso governo, buscando maior liberdade econômica e atração do capital privado para atuar no mercado de infraestrutura.

 

Gabriela: E a confiança no país se traduz em mais empregos.

 

Nasi: Brasil fecha fevereiro com 173 mil novas vagas com carteira assinada. Ricardo Ferraz.

 

Repórter Ricardo Ferraz: É o melhor fevereiro em cinco anos.

 

Gabriela: E para manter esta confiança, manter as contas públicas em dia é fundamental.

 

Nasi: O que vai vir com nova previdência? Representantes do governo se encontram com prefeitos em Brasília para falar sobre a proposta.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil.

 

Nasi: O verão já passou, mas o cuidado com a dengue, zika e chikungunya continua.

 

Gabriela: E a Voz do Brasil traz dicas de como evitar o aumento dos criadouros de mosquito aedes aegypti. Graziela Mendonça.

 

Repórter Graziela Mendonça: Além das ações do poder público, é importante que a população faça sua parte, com atitudes simples e diárias.

 

Nasi: Hoje, na apresentação: Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Gabriela: E nós também estamos, ao vivo, na internet, em: www.voz.gov.br .

 

Nasi: O mês de fevereiro teve o melhor resultado na criação de vagas nos últimos cinco anos.

 

Gabriela: Foram 173 mil novos empregos com carteira assinada.

 

Nasi: Nos primeiros dois meses do ano foram abertas mais de 211 mil vagas.

 

Gabriela: Para o Ministério da Economia, é um sinal de que o caminho aberto para as reformas já teve impacto nos investimentos e na redução do desemprego.

 

Repórter Ricardo Ferraz: De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério da Economia, foram criadas 173.139 vagas em fevereiro de 2019. O número é o dobro das vagas criadas em fevereiro de 2018. Os índices expressivos de contratações em fevereiro, acima do que o mercado financeiro previa, mostra que as mudanças propostas pelo governo são positivas e sinalizam o equilíbrio fiscal que virá com a nova previdência, é o que afirma o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

 

Secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia - Rogério Marinho: É uma demonstração de que as mudanças propostas que tratam de flexibilização, desburocratização, retirada de entraves e uma visão mais liberal da economia passam confiança no sentido de retomar o processo de contratações. Nós precisamos manter essa pegada para que essa confiança seja traduzida em medidas concretas, e, principalmente, a sinalização de que a Pauta mais importante do governo é o equilíbrio fiscal, representado pela reforma da previdência, que hoje é uma Pauta da todo o país.

 

Repórter Ricardo Ferraz: O maior empregador foi o setor de serviços, com mais de 112 mil vagas abertas e um crescimento de 0,65%. Em seguida, que ficaram a indústria de transformação, a administração pública, a construção civil e o comércio. Karine Barbosa de Jesus, de 20 anos, estudante de Educação Física, que ficou cinco meses desempregada antes de conseguir uma vaga de atendente em uma empresa de venda de doces agora tem novos planos.

 

Estudante de Educação Física - Karine Barbosa de Jesus: Meu primeiro objetivo é crescer dentro da empresa, fazer com que a empresa cresça para eu crescer dentro dela, daí dá para eu continuar meus outros planos. E pretendo fazer outras coisas mais na frente, pretendo agregar mais, aprofundar mais no meu curso.

 

Repórter Ricardo Ferraz: O levantamento do Caged também revela impacto da modernização trabalhista, as contratações por trabalho intermitente, em que o empregador pode contratar por hora, teve um saldo positivo de 4.300 vagas. Os desligamentos de comum acordo entre patrões e empregados foram responsáveis pelo encerramento de 19 mil contratos de trabalho. Bruno Dalcolmo, secretário do Trabalho do Ministério da Economia, explica que isso pode ser ainda mais presente.

 

Secretário do Trabalho do Ministério da Economia - Bruno Dalcolmo: Alguns instrumentos ali da modernização trabalhista promoveram, sim, uma nova forma de contratação, uma nova dinâmica no mercado. O trabalho intermitente, por exemplo, é um deles, que vem aumentando o saldo de contratações ao longo dos meses desde janeiro de 2018, mas é claro que ainda precisa de um melhor entendimento por trás de empresariado e que haja uma maior segurança jurídica para que passe a ser uma forma de contratação mais aceita, mais utilizada no mercado de trabalho.

 

Repórter Ricardo Ferraz: Sete dos oito setores analisados pelo Caged em fevereiro apresentaram resultados positivos, o único setor que demitiu mais do que contratou foi a agropecuária, em virtude do período de entressafra, quando a produção é menor. Reportagem: Ricardo Ferraz.

 

"Concessões, parcerias para o crescimento do Brasil".

 

Nasi: A geração empregos deve ganhar mais um impulso.

 

Gabriela: Foram assinados hoje os contratos com empresas que vão construir linhas de transmissão de energia elétrica em 13 estados.

 

Nasi: A estimativa do governo é que as obras criem 28 mil empregos diretos.

 

Gabriela: Essas empresas venceram em dezembro um leilão para construir e administrar essas linhas e também subestações.

 

Nasi: As novas estruturas devem garantir ainda menor tarifa aos consumidores.

 

Repórter Luana Karen: Contratos assinados, as empresas vencedoras do leilão de linhas de transmissão têm agora até cinco anos para concluir os empreendimentos. Serão construídos 7.152 quilômetros de linhas, que vão levar eletricidade das usinas geradoras até os consumidores, também serão construídas 25 subestações. Em cada lote, o vencedor foi o que aceitou receber durante o período de concessão o menor valor pela construção e operação da linha. Esse desconto na remuneração das novas concessões vai gerar uma economia para os consumidores na conta de luz, como explicou o presidente Jair Bolsonaro.

 

Presidente Jair Bolsonaro: Esse leilão teve o expressivo deságio de média de 46%, o que trará efeitos para a modicidade tarifária, ou seja, uma menor tarifa para o usuário final. O mercado está confiante no setor elétrico brasileiro, que recentemente enfrentou a mais grave crise de sua história. O sucesso desse leilão é resultado direto das ações sinalizadas pelo nosso governo, buscando maior liberdade econômica e atração do capital privado para atuar no mercado de infraestrutura.

 

Repórter Luana Karen: As concessões vão gerar 28 mil empregos diretos e representam um investimento de mais de R$ 13 bilhões no país. O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, André Pepitone, destacou que o leilão, realizado em dezembro, foi bastante disputado, o que na avaliação de Pepitone demonstra a atratividade do setor elétrico brasileiro.

 

Diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica - André Pepitone: Temos 83 milhões de consumidores de energia, 163 mil megawatts de potência instaladas, 146 mil quilômetros de linhas de transmissão em alta tensão e uma matriz elétrica limpa e sustentável. O setor elétrico oferece muitas oportunidades e tem muita atratividade.

 

Repórter Luana Karen: Os investimentos serão realizados em 13 estados das Regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. Reportagem: Luana Karen.

 

"Nova previdência, é para todos, é melhor para o Brasil".

 

Gabriela: A reforma da previdência segue na Ordem do Dia.

 

Nasi: A proposta está na Câmara dos Deputados para ser votada e o governo articula um diálogo com os deputados para ajudar na aprovação das medidas.

 

Gabriela: De acordo com o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, o ministro da Economia, Paulo Guedes, estará amanhã na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara para esclarecer os detalhes da proposta.

 

Porta-voz da Presidência da República Otávio Rêgo Barros: Então, há um esforço do nosso presidente, do nosso ministro Paulo Guedes de se colocar à disposição para descortinar quaisquer dúvidas que por acaso ainda perseverem no âmbito da análise de vocês, jornalistas, que são tão importantes nessa tradução, mas, principalmente, no âmbito da sociedade, para que elas entendam, para que essas pessoas na sociedade entendam a dimensão do que é proposto, mas possam principalmente enxergar um melhor futuro para as próximas gerações e até para si próprias.

 

Nasi: E hoje o ministro da Economia, Paulo Guedes, conversou sobre o assunto com um grupo de prefeitos e também com representantes da indústria.

 

Gabriela: Eles foram mostrar apoio à proposta que o governo enviou ao Congresso Nacional.

 

Repórter Pablo Mundim: Enquanto a proposta de emenda constitucional que propõe uma nova previdência aguarda relator na Câmara dos Deputados, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defende uma mobilização de gestores para que seja aprovada. Para uma plateia de mais de 50 prefeitos, o ministro disse, nesta segunda-feira, que o apoio dessas lideranças é essencial.

 

Ministro da Economia - Paulo Guedes: Eu acredito que teremos a reforma aprovada porque isso interessa todas as prefeituras do Brasil, interessa a todos os governos estaduais do Brasil, interessa ao Distrito Federal, interessa à União, interessa a todos nós. Nós somos responsáveis pelo nosso próprio destino e nós vamos tomar a decisão certa.

 

Repórter Pablo Mundim: Durante a reunião da Frente Nacional de Prefeitos, em Brasília, o ministro Paulo Guedes disse que a nova previdência é necessária para garantir o futuro das novas gerações e que todos os setores precisam contribuir.

 

Ministro da Economia - Paulo Guedes: Se quisermos dar um pouco mais de recurso para mulheres aposentarem um pouco mais cedo, os militares têm que contribuir; se os militares não podem contribuir e as mulheres também não querem se aposentar aos 62 anos, então é o rural que tem que contribuir. Se ninguém contribuir e a potência fiscal não chegar ao necessário, o que, na verdade, nós estamos dizendo é o seguinte: nossos filhos e netos, por falta de coragem nossa, de determinação e espírito de sacrifício nossos, estão condenados a continuar neste mesmo avião, que vai cair por falta de combustível.

 

Repórter Pablo Mundim: Na proposta do governo para a nova previdência apresentada em fevereiro ao Congresso Nacional, os municípios também estão incluídos. Entre os principais pontos, servidores estaduais e municipais terão a contribuição aumentada para 22%. O presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, Jonas Donizette, mostrou o apoio dos prefeitos à reforma.

 

Presidente da Frente Nacional dos Prefeitos - Jonas Donizette: É muito necessária. Para vocês terem uma ideia, os municípios grandes, praticamente, a complementação da previdência, ela é o terceiro orçamento, só perde para a saúde e educação. Se não for feito nada, daqui a pouco nós vamos estar colocando mais dinheiro na aposentadoria do que a gente coloca na saúde e na educação.

 

Repórter Pablo Mundim: O secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, acredita que o relator da proposta na Câmara será apresentado ainda nesta semana e disse que esta é uma agenda nacional.

 

Secretário especial da Previdência e Trabalho - Rogério Marinho: Que essa agenda é uma agenda do governo, sim, mas é uma agenda da população brasileira, do nosso país, da nossa sociedade e nós estamos vendo e estamos assistindo vários parlamentares que, apesar de não fazerem parte da base do governo ou não irão fazer no futuro, apoiam essa reforma, apoiam esse projeto, porque têm responsabilidade para com o país.

 

Repórter Pablo Mundim: Além dos prefeitos, representantes do setor industrial também defenderam a nova previdência. Durante o encontro com o presidente Jairo Bolsonaro e ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, entidades do setor anunciaram o apoio à proposta e destacaram a necessidade da medida para o ajuste fiscal e a retomada do crescimento econômico. O presidente da Câmara Brasileira de Industria da Construção, José Carlos Martins, falou da importância das medidas no longo prazo.

 

Presidente da Câmara Brasileira de Industria da Construção - José Carlos Martins: Um investimento hoje, uma infraestrutura, provavelmente, comece o retorno daqui dez anos. Como o Brasil estará daqui dez anos senão tiver uma reforma da previdência? Quem está pagando são os empregos de hoje, esse problema que poderá acontecer no futuro.

 

Repórter Pablo Mundim: Ao todo, são 11 setores organizados na chamada Coalizão Indústria, como aço, automotivo e comércio exterior, juntos eles representam quase 40% do Produto Interno Bruto da indústria brasileira e cerca de 30 milhões de empregos diretos e indiretos. Reportagem: Pablo Mundim.

 

Nasi: Mais segurança nos dias de prova do Enem.

 

Gabriela: As novidades para o exame, os prazos e outras informações estão no edital publicado hoje.

 

Nasi: As inscrições começam no dia 3 de maio e as provas serão realizadas nos dias 3 e 10 de novembro.

 

Repórter Márcia Fernandes: O novo sistema de inscrição permite que o aluno inclua opcionalmente uma foto. Os surdos ou pessoas com deficiência auditiva poderão indicar na inscrição se usam aparelho auditivo ou implante coclear. As provas terão espaço extra para cálculos e rascunho para a redação. E tem novidade também na segurança. Os lanches serão revistados e os candidatos com aparelhos eletrônicos que emitirem algum som, como celulares, serão eliminados. A estudante Júlia Pires tem 15 anos e está no segundo ano do Ensino Médio, ela vai fazer a prova como treineira e acha que as melhorias na segurança são importantes.

 

Estudante - Júlia Pires: Sim, acho que a segurança tem que ser maior porque tipo, assim, você está fazendo uma prova para entrar numa universidade, então, se você não consegue passar nessa prova pelos conteúdos que você sabe, você não merece entrar.

 

Repórter Márcia Fernandes: O candidato que necessitar de recursos de acessibilidade deve fazer a solicitação entre os dias 6 e 17 de maio, mesmo período das inscrições. O Enem terá atendimento especial para vários tipos de deficiência e atendimento específico para candidatas gestantes ou que estão amamentando, idosos e alunos que precisam de cuidados médicos. Em outubro, será divulgado o cartão de confirmação de todos os candidatos com informações como data, hora, local da prova e opção de língua estrangeira. Neste ano, a taxa de inscrição é de R$ 85 e deve ser paga de 6 a 23 de maio em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos correios. Os pedidos de isenção da taxa irão do dia 1º de abril ao dia 10. O resultado será publicado no dia 17 de abril. E independentemente de conseguir ou não a isenção é preciso se inscrever normalmente para fazer a prova. E, atenção, se você conseguiu a isenção no ano passado, mas faltou à prova, vai ter que se justificar e enviar documentos que expliquem o motivo. Se não entregar os documentos ou se a justificativa não for aceita, não tem jeito, este ano vai ter que pagar a taxa. Reportagem: Márcia Fernandes.

 

Gabriela: E você pode conferir os detalhes do edital na internet em: enem.inep.gov.br.

 

Nasi: O verão já passou, mas o cuidado com a dengue, zika e chikungunya continua.

 

Gabriela: Você vai ouvir daqui a pouco dicas de como evitar o aumento dos criadouros do mosquito aedes aegypti.

 

Nasi: Até às 5 horas da tarde a Receita Federal já havia recebido quase 6 milhões de declarações do imposto de renda.

 

Gabriela: A expectativa é receber 30,5 milhões de declarações até o prazo final, que termina dia 30 de abril.

 

Nasi: E para ajudar quem ainda não declarou, a Voz do Brasil está esclarecendo dúvidas de contribuintes.

 

Gabriela: A pergunta de hoje é da Francisca Leal, que quer saber se produtores rurais que tiveram prejuízo estão isentos de fazer a declaração.

 

Nasi: E quem responde é Joaquim Adir, supervisor nacional do Imposto de Renda.

 

"Imposto de renda 2019".

 

Entrevistada - Francisca Leal: Sou Francisca Leal. Sou pequena produtora rural e tenho esse prejuízo com a seca, preciso declarar imposto de renda, mesmo assim, com os prejuízos?

 

Supervisor nacional do Imposto de Renda - Joaquim Adir: Francisca, você precisa declarar imposto de renda se a receita bruta da sua atividade rural foi acima de R$ 142.798,50, mesmo tendo o prejuízo.

 

Gabriela: Sol quente e chuvas intensas. O verão é a estação mais propícia para a reprodução do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

 

Nasi: Por isso, nas 11 primeiras semanas deste ano o número de casos de dengue aumentou mais de 220% em relação ao ano passado.

 

Gabriela: Agora, mesmo no outono, o Ministério da Saúde continua monitorando os casos em todo o país e faz um alerta para que todos participem dos cuidados de combate ao mosquito.

 

Repórter Graziela Mendonça: Febre, mal-estar, manchas pelo corpo, dores nas articulações. O servidor público, Marcos Silva, de Epitaciolândia, no Acre, sabe bem o que é isso. No mês passado, ele ficou cinco dias de cama depois de ser picado pelo mosquito aedes aegypti.

 

Servidor público - Marcos Silva: Estava tão ruim que eu não conseguia nem dirigir de tantas dores no corpo. É complicado mesmo, só quem teve a dengue sabe o que é isso. Gerou uma preocupação, assim, porque agora eu tenho pavor de mosquito, gerou uma mudança de comportamento também.

 

Repórter Graziela Mendonça: Todo cuidado é pouco com o mosquito nesse início de ano, de temperaturas altas e chuvas intensas na maior parte do país. Segundo o Ministério da Saúde, até o dia 16 de março o número de casos de dengue chegou a quase 230 mil, um aumento de 224% em relação ao mesmo período do ano passado. Alguns estados têm maior incidência em relação ao número de habitantes, como Tocantins, Acre e Mato Grosso do Sul. O número de mortes por dengue também aumentou, já foram 62, metade no estado de São Paulo. Segundo Regiane de Paula, que é diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de São Paulo, o estado está reforçando as ações, inclusive, com campanhas nas escolas.

 

Diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do São Paulo - Regiane de Paula: São mais de 3.500 escolas que trabalharam numa parceria educacional para falar sobre o aedes. Nós sabemos que as crianças têm uma importância muito grande em disseminar essa informação. Nós trabalhamos também em parques estaduais, nas rodovias estaduais e o tempo todo a gente tem feito atualização, capacitação de manejo clínico.

 

Repórter Graziela Mendonça: O Ministério da Saúde está monitorando os casos e alerta que todos os estados devem reforçar os cuidados de combate ao mosquito. Além das ações do poder público, é importante que a população faça sua parte, com atitudes simples e diárias, como destaca o coordenador do Departamento de Dengue do Ministério da Saúde, Rodrigo Said.

 

Coordenador do Departamento de Dengue do Ministério da Saúde - Rodrigo Said: A gente precisa unir as ações do poder público alinhadas às atividades de mobilização da população e a importância da checagem(F) dos criadouros, que mais de 80% dos nossos criadouros são intradomiciliares. Eu preciso semanalmente verificar na minha casa se a calha está limpa, se a caixa d'água está fechada, se não tem nenhum tipo de material possibilitando esse acúmulo de água.

 

Repórter Graziela Mendonça: As ações do Ministério da Saúde são gerenciadas na Sala Nacional de Coordenação e Controle Para Enfrentamento do Aedes, em Brasília. Durante todo o ano, o governo federal articula ações com as secretarias do estados e municípios, quando necessário, também fornece apoio técnico e insumos, como larvicidas contra o aedes, veículos para fumacês e testes diagnósticos. Reportagem: Graziela Mendonça.

 

Nasi: O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, falou hoje sobre os resultados das viagens do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos e ao Chile.

 

Gabriela: Em relação à viagem aos Estados Unidos, Rêgo Barros afirmou que a economia brasileira foi a mais beneficiada com a introdução de vistos eletrônicos e a isenção dos vistos a turistas de quatro países, dentre eles, norte-americanos e canadenses.

 

Porta-voz da Presidência da República Otávio Rêgo Barros: O aumento de 15,7% na entrada desses viajantes no território nacional resultou em uma injeção de 450 milhões no país. A estimativa é que a isenção de vistos anunciada na última semana aumente ainda mais a presença desses turistas aqui no nosso país.

 

Nasi: O porta-voz falou ainda sobre a criação do Pró-Sul, novo bloco de nações sul-americanas.

 

Gabriela: O anúncio da criação do bloco foi feito na última sexta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Chile, Sebastián Piñera, e deve contar com oito países.

 

Nasi: De acordo com Rêgo Barros, o grupo vai garantir maior flexibilização aos países e integração regional.

 

Porta-voz da Presidência da República Otávio Rêgo Barros: A criação deste novo organismo trará maior flexibilidade e possibilitará uma melhor coordenação, cooperação, integração regional, livre de ideologias, aberto a todos e 100% comprometido com a democracia e os direitos humanos.

 

Gabriela: O porta-voz comentou ainda que na viagem ao Chile foram realizadas discussões para a criação de um trabalho de livre comércio entre o Brasil e o país vizinho.

 

Nasi: E a criação de um corredor para ligar os Oceanos Atlântico e Pacífico e garantir o escoamento da produção agrícola.

 

Gabriela: O presidente Jair Bolsonaro encerrou nesse fim de semana a sua viagem ao Chile.

 

Nasi: No sábado, Jair Bolsonaro se encontrou com o presidente do Chile, Sebastián Piñera.

 

Gabriela: Os dois líderes assinaram acordos se comprometendo a intensificar a aproximação entre os blocos econômicos da Aliança do Pacífico e do Mercosul para estabelecer uma área de livre comércio.

 

Nasi: A criação de um corredor para ligar os Oceanos Atlântico e Pacífico e restauração da democracia na Venezuela também foram temas do encontro.

 

Gabriela: O presidente Jair Bolsonaro falou sobre a criação do Pró-Sul, grupo de países para discutir a integração dos países sul-americanos.

 

Presidente Jair Bolsonaro: Criamos, na verdade, o Pró-Sul, que visa juntar um número considerável de países aqui na América do Sul, de modo que nós possamos, de forma bastante ágil, nos inteirarmos e buscarmos soluções para os nossos problemas.

 

Nasi: O Chile também manifestou apoio ao ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.

 

Gabriela: A partir de hoje, o policiamento na região metropolitana de Belém, no Pará, tem o apoio da Força Nacional de Segurança Pública.

 

Nasi: Durante 90 dias, a Força Nacional vai dar suporte às ações de proteção da população e patrimônio de Polícia Judiciária, perícia e preservação da ordem pública.

 

Gabriela: O efetivo vai atuar com apoio de 40 viaturas.

Agricultores familiares da região amazônica podem vender a produção por meio do PAA, o Programa de Aquisição de Alimentos.

 

Nasi: É que o comando da 12ª Região Militar do Exército Brasileiro, em Manaus, Amazonas, está com chamada pública para compra de 56 tipos de alimentos, como carne, arroz, feijão, leite e farinha.

 

Gabriela: O investimento é de R$ 17 milhões.

 

Nasi: As propostas devem encaminhadas até o dia 28 de março.

 

Gabriela: As cooperativas e agricultores que têm interesse em participar devem acessar a internet, no endereço: comprasagriculturafamiliar.gov.br. Eu vou repetir: comprasagriculturafamiliar.gov.br.

 

Nasi: E essas foram as notícias do governo federal.

 

Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Gabriela: Fique agora com as Notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você e até amanhã.

 

"Governo federal. Pátria amada, Brasil".