25 DE OUTUBRO DE 2018 - PODER EXECUTIVO

Destaques da Voz do Brasil: Maior inclusão nas escolas pública. Governo vai liberar R$ 24 milhões para escolas adaptarem espaços e acessos para estudantes com deficiência. O verão está chegando e com ele as chuvas. É hora de ter atenção redobrada contra o mosquito que transmite a dengue, zika e chikungunya. Vida nova para mais 30 venezuelanos, enviados de Roraima para a Bahia. A novidade agora é que eles chegam com vaga de trabalho garantida.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.




"Está no ar o Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".




Apresentadora Gabriela Mendes: Olá boa noite.




Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.




Gabriela: Quinta-feira, dia 25 de outubro de 2018. 55




Nasi: E vamos aos destaques do dia. Maior inclusão nas escolas públicas.




Gabriela: Governo vai liberar R$ 24 milhões para escolas adaptarem espaços e acessos para estudantes com deficiência. Márcia Fernandes.




Repórter Márcia Fernandes: A expectativa é que em 2018 mais de 1,5 mil escolas sejam contempladas.




Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.




Gabriela: O verão está chegando, e com ele a chuva.




Nasi: É hora de ter a atenção redobrada contra o mosquito que transmite a dengue, zika e chikungunya. Cleide Lopes.




Repórter Cleide Lopes: Todo mundo pode combater o mosquito da dengue com atitudes simples, como, por exemplo, não deixar água parada em vasos e outros recipientes.




Gabriela: Vida nova para mais 30 venezuelanos enviados de Roraima para a Bahia.




Nasi: A novidade agora é que eles chegam com vaga de trabalho garantida.




Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriel Mendes e Nasi Brum.




Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br .




Gabriela: Uma porta mais larga, uma rampa de acesso, um corrimão ou aquela sinalização tátil.




Nasi: Quem não precisa de um local acessível, nem sempre dá importância para as adaptações na estrutura de um prédio. Mas elas têm muito impacto na vida dos deficientes.




Gabriela: No caso dos estudantes, a acessibilidade vem junto com um futuro melhor, mais digno, com mais oportunidades.




Nasi: É, e para ajudar na adaptação das escolas, o Ministério da Educação conta com o Programa Escola Acessível, que vai liberar R$ 24 milhões para instituições de todo o país.




Repórter Márcia Fernandes: O barulhinho até parece de máquina de escrever, mas o que estamos escutando é uma máquina de braile. E quem sabe direitinho o caminho para construir cada palavra é o estudante Pedro Henrique Pereira, que tem 12 anos e é deficiente visual.




Estudante - Pedro Henrique Pereira: Esse aqui é o ponto um, que fica do lado esquerdo da máquina. Aí eu escrevi a letra A. O ponto dois representa a vírgula, dois fica do lado esquerdo do ponto um. O três é ponto final, para uma lista.




Repórter Márcia Fernandes: Pedro estuda em uma escola pública de Brasília, que atende 285 crianças do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental, 68 delas com algum tipo de deficiência, visual, intelectual ou de locomoção. Para cobrir despesas com equipamentos, a escola conta com recursos do Programa Escola Acessível, do Ministério da Educação. Foi por meio desse programa que o colégio instalou sinalizadores para facilitar a locomoção de crianças cegas e faixas nas paredes, para aqueles que têm a capacidade de visão diminuída. O banheiro também foi adaptado. Para a diretora Luciana Menon, essas mudanças ajudam os alunos a ter mais independência.




Diretora de escola - Luciana Menon: A medida que esse processo vai acontecendo, a criança vai ganhando autonomia. E a criança precisa se sentir segura para poder estar sendo inclusa na sociedade. Então, o objetivo nosso, da escola, é que realmente a criança possa participar de todas as atividades da nossa escola, de uma forma inclusa. Todo o trabalho da escola é preparado para que a criança possa participar.




Repórter Márcia Fernandes: E outras escolas públicas de todo o país já podem buscar os recursos para o Programa Escola Acessível. Podem participar colégios que tenham alunos de ensino especial, que funcionem em prédio próprio e que não tenha participado de edições anteriores. Este ano o programa vai disponibilizar R$ 24 milhões. A coordenadora-geral de política de acessibilidade na escola do Ministério da Educação, Iêdes Braga, destaca que esses recursos ajudam a melhorar a acessibilidade, não apenas para os alunos, mas para toda a comunidade escolar.




coordenadora-geral de política de acessibilidade na escola - Iêdes Braga: O nosso foco é que esse programa alcance a todas as escolas, independente de possuir alunos ou não. Porque acessibilidade não pode ser pensada apenas para aquele público que possui matrícula, nós precisamos pensar que na nossa comunidade a gente tem pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, que acessam os serviços educacionais e que, portanto, precisa ter esse acesso assegurado, não só nos demais prédios públicos, mas, principalmente, nas nossas escolas.




Repórter Márcia Fernandes: Até o ano passado, 55 mil escolas receberam recursos desse programa. A expectativa é que em 2018 mais de 1,5 mil escolas sejam contempladas. As adesões ao programa podem ser feitas até o dia 9 de novembro. Reportagem, Márcia Fernandes.




Gabriela: O período das chuvas está chegando na maior parte do país.




Nasi: E nesta época, o combate ao Aedes Aegypti deve ser reforçado.




Gabriela: Isso porque o transmissor da dengue e chikungunya e zika vírus se reproduzem em locais que acumulam água, como caixas d'água abertas e até mesmo tampinhas de garrafas.




Repórter Cleide Lopes: Há três anos a professora brasiliense, Naelma Nogueira, moradora do Gama, cidade a cerca de 30 quilômetros do centro do Brasília, teve dengue hemorrágica. Ela conta que ainda hoje sofre com as sequelas.




Professora - Naelma Nogueira: É dor e você sente que você está perdendo as suas forças, você não tem ânimo. E, após eu fiz exames de fígado, eu não fumo, eu não bebo, e eu estou com programa no fígado devido a dengue.




Repórter Cleide Lopes: O Aedes Aegypti é responsável por transmitir a dengue, o vírus da zika as febres amarela e chikungunya. Essas doenças ocorrem com mais frequências de novembro a maio, quando chove mais no país. Chuvas e temperaturas altas formam o clima perfeito para proliferação do mosquito de dengue. Por isso, com a chegada das primeiras chuvas, a equipe da Vigilância Sanitária no Distrito Federal já declarou guerra ao mosquito e intensificou a campanha na cidade. Hoje, de porta em porta, a abordagem foi a de manejo ambiental. Cristina Cerqueira, chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental, explica como ocorre esse tipo de controle.




Chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental - Cristina Cerqueira: A gente recolhe o material que não é usado pelos moradores, o lixo que está encostado nos seus quintais, está guardado, e coisas que eles não estão usando. E é uma manutenção anual.




Repórter Cleide Lopes: Esse controle é feito durante todo o ano, mas intensificado na época das chuvas. O coordenador do Programa Nacional de Combate à Dengue do Ministério da Saúde, Divino Valero, explica que o controle da doença no país depende, também, do envolvimento de toda a população.

Coordenador do Programa Nacional de Combate à Dengue - Divino Valero: O Brasil tem a presença do Aedes Aegypti em mais de 80% dos seus municípios. Se não tivermos a participação da população no dia a dia, em estar ela própria olhando seu ambiente, participando, discutindo essas questões, não vai dar resultado. É importante que essa luta seja entendida como uma luta permanente de toda a população brasileira.




Repórter Cleide Lopes: Todo mundo pode combater o mosquito da dengue e evitar as doenças transmitidas por ele, com atitudes simples, como, por exemplo, não deixar água parada em vasos e outros recipientes, não acumular entulhos no quintal, manter a caixa d'água tampada, colocar as garrafas com a boca para baixo, não deixar a água acumular nos vasos de plantas e, após eliminar a água parada, é de extrema importância lavar os recipientes com água e sabão. Reportagem, Cleide Lopes.




Nasi: O processo de interiorização dos imigrantes venezuelanos avança, e agora com uma novidade.




Gabriela: Parcerias então garantindo que eles sejam recebidos pelas cidades onde vão morar já com o emprego garantido.




Nasi: É o caso do grupo transferido, hoje, para Salvador e Alagoinhas, na Bahia.




Repórter Pablo Mundim: De malas prontas e com a esperança de uma vida nova, 30 venezuelanos embarcaram nesta quinta-feira, de Boa Vista, capital de Roraima, para o estado de Bahia. O grupo, que faz parte do processo de interiorização para os outras regiões do país, foi levado numa aeronave da Força Aérea Brasileira. Dos imigrantes, 5 ficaram na capital, Salvador, os outros 25 seguiram para Alagoinhas, interior da Bahia. A novidade agora, é que muitas famílias já estão com empregos garantidos. Uma indústria de bebidas vai dar a oportunidade, e um grupo já começa a trabalhar na segunda-feira. O gerente adjunto na indústria no Brasil, Eduardo Barrantes, explica quais serão as novas funções dos venezuelanos na companhia.




Gerente adjunto de indústria de bebidas - Eduardo Barrantes: Nós vamos contratar entre seis e nove pessoas. Já estão definidas seis pessoas, três delas vão para a nossa fábrica para trabalhar na parte de produção, uma pessoa vai para a área de marketing, uma outra para a parte de manutenção e outra para a parte de manutenção de veículos. E temos uma pessoa que está na fábrica, que vai trabalhar na parte de qualidade.




Repórter Pablo Mundim: De acordo com o porta-voz da Operação Acolhida, major Eduardo Milanez, a nova modalidade do processo foi idealizada pelas Forças Armadas e viabilizada pela Associação Voluntários para o Serviço Internacional, responsável pela negociação com a empresa e o apoio social aos imigrantes.




Porta-voz Operação Acolhida - Eduardo Milanez: Foi uma modalidade boa, pioneira, porque ela já permite que o imigrante seja aproveitado como mão de obra imediata no mercado de trabalho, além de desonerar possíveis abrigos ou outras entidades que teriam que recebê-los lá.




Repórter Pablo Mundim: O casal de imigrantes venezuelanos, Jesus e Nelez se emocionou ao chegar a Bahia.




Entrevistado - Jesus: Eu estou muito emocionado. Vamos lutar e trabalhar, ser uma pessoa útil para este país também.




Entrevistada - Nelez: Maravilha, estamos muito agradecidos.




Repórter Pablo Mundim: Essa é a décima quarta etapa do processo de interiorização, que começou em abril deste ano. Cerca de 2,8 mil imigrantes já foram levados voluntariamente para outros estados brasileiros. Reportagem, Pablo Mundim.




Gabriela: E o Brasil vai reassentar 28 refugiados de Honduras, Guatemala e El Salvador.




Nasi: Com o reassentamento, o governo garante a proteção, segurança, saúde e outros direitos dessas pessoas.




Gabriela: Para isso, o Ministério da Justiça lançou edital para entidades que queiram recepcionar esses refugiados e ajudá-los a construírem uma nova vida aqui no país.




Nasi: O contrato será de um ano, com recursos de até R$ 450 mil. É que o explica o coordenador-geral do Comitê Nacional para os Refugiados do Ministério da Justiça, Bernardo Laferté.

Coordenador-geral do Comitê Nacional para os Refugiados - Bernardo Laferté: É uma proposta única, com o valor de até R$ 450 mil. A entidade que ganhar, ela vai ter que dar, pelo menos, dois cursos, um curso de português para ensinar a nossa língua aqui aos refugiados que aqui serão reassentados, e também cursos de capacitação profissional. Cursos de capacitação profissional, ele vai ter que guardar relação com o mercado de trabalho local.




Gabriela: As propostas devem ser enviadas até o dia 16 de novembro, pela internet, em portal.convenios.gov.br.




Nasi: E foi publicada, hoje, a autorização para que a Força Nacional de Segurança Pública acompanhe a atuação de agentes do ICMBio, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.




Gabriela: Como você já ouviu ontem, aqui, na Voz do Brasil, eles vão trabalhar em conjunto em ações de fiscalização contra o desmatamento na Amazônia, principalmente no Pará.




Nasi: Noventa e seis homens já acompanham os agentes.




Gabriela: O reforço se deve a ataques sofridos pelos fiscais. Só no último sábado, em Buritis, Rondônia, três viaturas do Ibama foram incendiadas. Um suspeitos foi preso.




Nasi: Milhares de quilômetros de Norte a Sul do país que podem ser percorridos a pé ou de bicicleta, em contato direto com a natureza.




Gabriela: Daqui a pouco vamos dar mais detalhes da rede nacional de trilhas, que pretende transformar o país num destino internacional do turismo de aventura.




"Está chegando a hora. Dia 4 de novembro começa o Enem, e na sexta-feira, dia 2, a TV NBR e a TV Escola trazem para você um supertime de professores no Aulão do Enem. Tem dúvida sobre o que vai cair na prova? Mande pelo WhatsApp: 61-99867-8787. Então, se liga, Aulão do Enem, dia 2 de novembro às 5h da tarde. Transmissão ao vivo Pela NBR, pelo Youtube da NBR, rede sociais da TV Escola ou pelo site: redenacionalderadio.com.br".




Nasi: E no quadro Minuto Enem de hoje, vamos falar onde o candidato pode guardar o celular e outros eletrônicos nos dias das provas.




Gabriela: A pergunta é do estudante Jean Roger, e quem resposta é a diretora de avaliação e educação básica do Inep, Luana Soares.




"Minuto Enem".




Estudante - Jean Roger: Eu queria saber o que eu faço com meu celular ou qualquer outro eletrônico no dia da prova.




Diretora de Avaliação e Educação Básica do Inep - Luana Soares: Pessoal, preste atenção, quando você chegar ao seu local de prova, o chefe de sala vai entregar para você um porta-objetos, nesse porta-objeto você vai colocar o seu celular e quaisquer outros objetos eletrônicos que você tenha trazido consigo para o dia da prova. No caso do celular, a gente recomenda que você, inclusive, retire a bateria, para não haver nenhum perigo de um nenhum alarme pré-programado disparar no momento da aplicação. Então, fique atento, todos esses objetos eletrônicos têm que ficar no porta-objetos.




"Minuto Enem".




Nasi: Está funcionando no país desde o ano passado uma nova regra para pagamento do rotativo, aquele crédito oferecido quando o consumidor não paga a totalidade da fatura do cartão.

 

Gabriela: Esse rotativo ficou limitado a 30 dias, e após esse prazo, o cliente deve pagar o débito ou financiá-lo de alguma outra forma, em condições mais favoráveis.




Nasi: E de acordo com a regra do Banco Central, os bancos devem informar o cliente os valores referentes aos créditos rotativos não pagos, a ideia é dar transparência e reduzir a inadimplência.




Repórter Gabriela Noronha: Quem, ao receber a fatura do cartão de crédito, lê todas as informações? O mais importante, quem checa todos os números e sabe o que significam todas aquelas palavras? A gente perguntou para algumas pessoas nas ruas para saber. A advogada Tereza Souza passou no teste.

 

Advogada - Tereza Souza: Sei onde fala os juros, fala os créditos rotativos, sei tudo.




Repórter Gabriela Noronha: Mas o Luiz Miranda...




Entrevistado - Luiz Miranda: Se me der isso aqui, não vou saber ler, não, só vou saber o valor total, R$ 1.841,19, o resto não vou entender nada.




Repórter Gabriela Noronha: O que muita gente não sabe é que nas letras miúdas é onde estão informações importantes, como o uso do rotativo, que é um tipo de crédito oferecido ao consumidor quando ele não faz o pagamento total da fatura do cartão até o vencimento. O valor devido se transforma em um empréstimo, e por causa disso, passa a ter juros e a dívida vai só aumentando. Segundo determinação do Banco Central, os bancos são obrigados a detalhar essas informações. A medida faz parte de várias ações que buscam reduzir a inadimplência dos clientes de cartão de crédito. Desde de abril do ano passado, o Banco Central também limitou a utilização da modalidade rotativa do cartão em 30 dias, a ideia é ajudar as pessoas a planejarem melhor a gestão do dinheiro, como diz Paula Leitão, chefe adjunta do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro.




Chefe adjunta do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro - Paula Leitão: A característica do crédito rotativo é que ele deve ser um crédito emergencial, que deveria ser utilizado por poucos dias, em situações realmente que, de algum descasamento emergencial. Se for uma necessidade maior, de mais longo prazo, deve-se buscar uma operação mais adequada.




Repórter Gabriela Noronha: E para quem não conseguiu evitar o uso do crédito rotativo, o educador financeiro, Thiago Campos, diz que é possível buscar opções com taxas de juros mais baratas, mas é necessário um planejamento para quitar a dívida.




Educador financeiro - Thiago Campos: Todos os bancos oferecem outras opções, uma delas, a mais clássica, é o consignado, uma taxa de juros menor para que a pessoa consiga fazer o que ela precisa, que é sair do rotativo e se manter fora dele.




Repórter Gabriela Noronha: Entre junho e setembro deste ano, o Banco Central recebeu cerca de 900 reclamações referentes a concessão de crédito, inclusive rotativo, pelo cartão de crédito. A maior parte delas menciona o parcelamento automático do saldo devedor como problema no relacionamento entre o cliente e o banco. Reportagem: Gabriela Noronha.




Gabriela: Os órgãos do governo estão atuando de forma integrada para garantir a tranquilidade no segundo turno das eleições.




Nasi: Foi o que voltou a afirmar o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que deu um balanço do número de inquéritos abertos pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados às eleições.




Ministro da Segurança Pública - Raul Jungmann: Já está funcionando o Centro de Comando e Controle de Ordem e Segurança Pública em Brasília, como também o Centro de Investigações, que fica na Polícia Federal. Nós estamos integrados, as investigações da Polícia Federal já alcançaram 2.007 inquéritos policiais especificamente em matéria eleitoral.

 

Gabriela: A declaração do ministro Raul Jungmann foi em São Paulo, onde esteve reunido com empresários das indústrias de defesa.

 

Nasi: No encontro, ele falou sobre a compra de veículos e coletes para as polícias do país.




Ministro da Segurança Pública - Raul Jungmann: Nós estamos abrindo financiamento para 8 mil veículos por parte do BNDES, a um valor de aproximadamente R$ 800 milhões. Todos esses veículos são destinados à área de segurança para melhorar exatamente as condições de trabalho daqueles que cuidam da segurança pública no Brasil. E na próxima semana, nós estaremos também encerrando um processo licitatório para a compra de 120 mil coletes, que visam exatamente assegurar a vida e melhorar as condições de trabalho dos policiais.




Gabriela: Pescar em locais proibidos ou durante a piracema, época em que os peixes nadam em direção à nascente para reprodução e desova.




Nasi: Esses são alguns dos tipos da pesca ilegal.




Gabriela: Mas você pode ajudar a evitar esse tipo de prática, sabe como?




Nasi: É o que vamos saber agora no Pra Você, Cidadão de hoje.

 

"Pra Você, Cidadão".

 

Repórter Beatriz Albuquerque: As denúncias podem ser feitas anonimamente por meio da Linha Verde, a Ouvidoria do Ibama, pelo telefone 0800-618080. O canal funciona de segunda à sexta-feira, das 7h da manhã às 7h da noite. Outra maneira de denunciar é pelo site em sistemas.ouvidorias.gov.br, ou presencialmente em uma unidade do Ibama mais próxima. Para identificar possíveis infrações, os fiscais federais e estaduais, com o auxílio das polícias, fazem o rastreamento de embarcações pesqueiras por satélite, além de abordagens a barcos no mar e em portos. Eles verificam o documento do veículo, as características do material pescado e também onde, quando e como os animais foram coletados. Beatriz Albuquerque para a Voz do Brasil.




Gabriela: Contato direto com a natureza e a oportunidade de apreciar paisagens únicas.




Nasi: Quem pratica o turismo de aventura não abre mão disso.




Gabriela: E o Ministério do Turismo quer aproveitar a nossa rica natureza para transformar o país num grande destino desse tipo de viagem.




Nasi: É a Rede Nacional de Trilhas, milhares de quilômetros de norte a sul do país que podem ser percorridos a pé ou de bicicleta.

 

Repórter Cleide Lopes: O autônomo Robson Majus foi criado no meio rural. O gosto por trilhas começou muito cedo, na companhia da avó que gostava de fazer longas caminhadas. Atualmente, ele faz trilha, pelo menos, duas vezes por semana e já chegou a caminhar durante 45 dias. Para Robson, quem começa a fazer trilha, nunca mais para.




Autônomo - Robson Majus: Quando você faz a primeira, a segunda vai vir, com certeza. E quando é uma trilha autoguiada, que tem bastante informação, mais um motivo para você voltar.




Repórter Cleide Lopes: Pensando nisso, o governo acaba de criar a Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade, que será composta por trilhas que ligam diferentes tipos de vegetação de norte a sul do país. Uma forma de promover a recreação, preservar animais e florestas e gerar emprego e renda. É o que explica o coordenador de uso do ICMBio, o Instituto Chico Mendes de Conservação de Biodiversidade, Pedro Cunha Menezes.




Coordenador de uso do ICMBio - Pedro Cunha Menezes: A rede de trilhas gera uma economia bastante robusta de hospedagem, de transporte, de alimentação e de equipamentos de montanha. Na medida em que você tem a trilha de longo curso, ou seja, mais de 30 quilômetros, as pessoas têm que pernoitar no caminho, têm que se alimentar, têm que ter um equipamento, então, você vai gerando também uma nova economia associada a essa atividade recreativa.




Repórter Cleide Lopes: Quase 2 mil quilômetros já estão prontos, de acordo com o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, a meta é chegar a 18 mil quilômetros em 20 anos. O ministro destaca que a Rede Nacional de trilhas vai ampliar o turismo de aventura no país.




Ministro do Meio Ambiente - Edson Duarte: Nós estamos lançando esse Programa de Trilhas de Longo Percurso e Conectividade, para avançarmos nessa atividade que é tão importante no mundo e não tem em nenhum lugar do mundo com tamanho potencial como o nosso.




Repórter Cleide Lopes: De acordo com o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, o ecoturismo representa uma das maiores oportunidades que o país tem para usar de forma sustentável os atrativos naturais para movimentar a economia.




Ministro do Turismo - Vinicius Lummertz: São meios de conservar a natureza, gerar empregos localmente e beneficiar todas essas comunidades, além de criar uma nova mentalidade no Brasil para a juventude, fazer com que se mantenha mais o patrimônio natural e a posição do Brasil no mundo.




Repórter Cleide Lopes: Um dos circuitos da Rede Nacional de Trilhas é o Caminho dos Goiases, um traçado de 600 quilômetros, saindo da Chapada dos Veadeiros até chegar a cidade de Goiás. O percurso de mais de 130 quilômetros já está sinalizado no Distrito Federal, passando na Floresta Nacional de Brasília e é formado por quatro trilhas que também podem ser percorridas de bicicleta. O bombeiro militar, Marcelo Alves da Silva, conhece o trajeto e conta por que gosta tanto da atividade.




Bombeiro militar - Marcelo Alves da Silva: É entretenimento, lazer, desafio, contato com a natureza, é uma forma de nós nos 'desestressarmos' e de nos unirmos mais.




Repórter Cleide Lopes: A Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade quer mostrar e proteger rotas de interesse natural, histórico e cultural, e a estimativa é que 2 milhões de pessoas usem as trilhas anualmente. Reportagem: Cleide Lopes.




Gabriela: A caminhada das equipes brasileiras masculina e feminina de ginástica artística para as Olimpíadas de Tóquio, em 2020, começa amanhã.

 

Nasi: É o desafio no Catar, onde é realizado o campeonato mundial da modalidade.




Gabriela: Três países no masculino e três no feminino vão conquistar vagas olímpicas de forma direta.




Nasi: A delegação do Brasil conta com 12 atletas, metade deles recebem o Bolsa Pódio, do Ministério do Esporte, entre eles, Arthur Zanetti, favorito na competição.




Gabriela: A Bolsa Pódio é uma categoria do Programa Bolsa Atleta, que apoia os esportistas com chances de disputar finais e medalhas olímpicas e paralímpicas.




Nasi: E essas foram as notícias do governo federal.




Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.




Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Gabriela: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.




Nasi: Boa noite para você e até amanhã.




"A Voz do Brasil, Governo Federal".