28 DE JULHO DE 2017

Destaques da Voz do Brasil: 10 mil soldados de forças federais já estão nas ruas do Rio de Janeiro para combater a violência. Decreto que autoriza uso das Forças Armadas foi assinado pelo presidente Michel Temer. Taxa de desemprego tem maior queda desde o final de 2014.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Nasi: Boa noite.

 

Apresentadora Alessandra Bastos: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Nasi: Sexta-feira, 28 de julho de 2017.

 

Alessandra: E vamos a destaque do dia: dez mil soldados de força federais já estão nas ruas do Rio de Janeiro para combater a violência.

 

Nasi: Decreto que autoriza uso das Forças Armadas foi assinado pelo Presidente Michel Temer.

 

Presidente da República - Michel Temer: A medida de hoje em relação ao Rio de Janeiro é mais um passo no combate a essa situação que hoje inquieta e angustia todos os brasileiros particularmente os moradores do Rio de Janeiro.

 

Alessandra: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: Taxa de desemprego tem maior queda desde o final do 2014.

 

Alessandra: E você ainda não sacou o dinheiro de contas inativas do FGTS?

 

Nasi: O prazo termina na próxima segunda. Vamos conversar, ao vivo, com o presidente da Caixa Econômica Federal.

 

Alessandra: Hoje na apresentação: Alessandra Bastos e Nasi Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar: www.voz.gov.br.

 

Alessandra: Militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica já estão nas ruas do Rio de Janeiro para ajudar as forças locais do policiamento.

 

Nasi: A medida definida por decreto do Presidente Michel Temer na tarde de hoje prevê o uso de 10 mil homens e se soma às ações de inteligência já realizadas pelas Forças Armadas para combater o crime organizado no Rio de Janeiro.

 

Repórter Eduardo Biagini: O foco inicial da operação é que os militares ajudem no patrulhamento da região metropolitana do Rio de Janeiro. No início, cerca de 8.500 homens do Exército, Marinha e Aeronáutica vão fazer o reconhecimento das áreas de risco. No total, a operação vai contar com 10 mil policiais somando os agentes da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal. Segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, o uso de militares nas ruas se soma às ações de inteligência anunciadas na quinta-feira, para Jungmann, o elemento surpresa é essencial para combater o crime organizado, ou seja, as autoridades não vão mais anunciar com antecedência as operações que vão ocorrer.

 

Ministro da Defesa - Raul Jungmann: É a inteligência que vai nos dar as informações para que a gente possa golpear a crime organizado e não apenas inibir o crime organizado. Quando se fazia as operações anteriores o carioca tinha uma sensação, muito justa, de segurança, porém, quando nós nos retirávamos, porque é impossível ficar todo o tempo, voltava àquela situação de medo, de vulnerabilidade, de orfandade anterior. Então, essa operação visa, e, por isso, ela principia com inteligência exatamente chegar ao crime organizado, às suas cadeias de comando, aos seus meios, para poder então reduzir a sua capacidade operacional.

 

Repórter Eduardo Biagini: O ministro da Justiça, Torquato Jardim, destacou a importância das ações para combater o tráfico de drogas e o comércio provocado pelo roubo de cargas no estado.

 

Ministro da Justiça - Torquato Jardim: Todo esse trabalho que é que essa sendo combatido aqui no Rio de Janeiro com o estrangulamento de inibição máxima possível ao fluxo dos operadores de atos ilícitos. Portanto, esse compromisso claro do governo, que vai até o último dia do seu mandato, em 31 de dezembro do próximo ano.

 

Repórter Eduardo Biagini: As ações vão ser realizadas de forma integrada com a participação das polícias militar, civil e federal, a exemplo do que aconteceu na Copa do Mundo, nas Olimpíadas e nas eleições do ano passado. O secretário de Segurança do estado do Rio de Janeiro, Roberto Sá, falou sobre a cooperação entre as forças policiais.

 

Secretário de Segurança do estado do Rio de Janeiro - Roberto Sá: Foi uma decisão muito acertada. A União, através das Forças Armadas, complementar a nossa necessidade de visibilidade e ostensividade para aumentar a presença de agentes públicos fardados, uniformizados e para fazer cumprir a lei devolvendo uma maior sensação de segurança ao nosso cidadão.

 

Repórter Eduardo Biagini: A operação não prevê a ocupação de comunidades. De acordo com o Ministério da Defesa, entre 2010 e 2017 foram realizadas 29 ações no país com presença de militares nas ruas. Com locução de Eduardo Biagini, reportagem, Natália Melo.

 

Alessandra: E em vídeo publicado nas redes sociais, o Presidente Michel Temer falou sobre o uso de tropas militares para o patrulhamento das ruas do Rio de Janeiro.

 

Nasi: O presidente afirmou que esta ação tem o objetivo de dar segurança à população, além de manter a ordem no estado. Vamos ouvir agora a mensagem do presidente Temer.

 

Presidente da República - Michel Temer: Eu me dirijo a todos os brasileiros, mas, especialmente, àqueles que residem no Rio de Janeiro. Eu assinei hoje decreto que autoriza o emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem no Rio de Janeiro. Esse emprego está amparado pela Constituição Federal. O objetivo da missão é defender a integridade da população, preservar a ordem pública e garantir o funcionamento das instituições. O agravamento da situação de segurança pública está no centro de nossas preocupações. Ao longo do meu governo, acompanho e instruo os ministérios a tomar as medidas necessárias para enfrentar este desafio. A medida de hoje em relação ao Rio de Janeiro é mais um passo no combate a essa situação, que hoje inquieta e angustia todos os brasileiros, particularmente os moradores do Rio de Janeiro.

 

Alessandra: Quem tem conta inativa do FGTS deve ficar atento, porque segunda-feira é o último dia para sacar o dinheiro depositado nessas contas.

 

Nasi: Pode retirar o saldo da conta inativa todo trabalhador que pediu demissão do trabalho até 2015.

 

Alessandra: E para dar mais detalhes sobre o assunto, quem está ao vivo com a gente por telefone é o presidente da Caixa, Gilberto Occhi. Boa noite, presidente.

 

Presidente da Caixa Econômica Federal - Gilberto Occhi: Boa noite a vocês todos, né? Alessandra e um abraço a todos as ouvintes da Voz do Brasil.

 

Alessandra: Presidente, o saque das contas inativas começou em março, quantos trabalhadores já retiraram o benefício e quantos aí podem sacar?

 

Presidente da Caixa Econômica Federal - Gilberto Occhi (ao vivo): Olha, nossa previsão de trabalhadores com o direito ao saque é da ordem de 30 milhões de trabalhadores, mais de 25 milhões de trabalhadores já foram às agências da Caixa, já retiraram os seus valores e esse valor total nós já está estamos chegando aí acima de R$43 bilhões o pagamento que a Caixa fez durante todo esse período.

 

Nasi: E, presidente, já é possível estimar o impacto da entrada desses recursos na economia? Dá para saber, por exemplo, quanto foi para pagamento de dívidas, quanto foi para a aplicação como a Poupança e quanto foi investido em consumo?

 

Presidente da Caixa Econômica Federal - Gilberto Occhi (ao vivo): Olha, o Ministério do Planejamento fez um levantamento e identificou que algo em torno de 36% do valor pago a todos os trabalhadores, ou seja, desses R$43 bilhões, 36% ele identificou que foi para o pagamento de dívidas, pagamento de dívidas bancárias, pagamento de dívidas no comércio, de uma maneira geral. O restante, no levantamento foi destinado a um consumo, à aquisição de bens que os trabalhadores tinham o desejo de adquirir e até uma parte deles foi para a Poupança para uma proteção que o trabalhador possa ter aí para o seu futuro, guardando o seu recurso, aplicando esse recurso em qualquer instituição financeira, inclusive, na Caixa Econômica foi muito bem usado isso nesse sentido. Então, nós tivemos todo esse recurso destinado a pagamento de dívidas, e isso é muito importante para a economia e para o cidadão, de uma maneira geral, ao consumo que também ajuda a economia e também a poupar, poupar uma parte desses recursos. Então, isso foi ótimo para o cidadão brasileiro, para a economia brasileira, essa determinação que o presidente Temer deu à Caixa Econômica de fazer esses pagamentos.

 

Alessandra: E, presidente, o prazo termina agora dia 31, já nessa segunda-feira. Há alguma possibilidade de ser prorrogado esse prazo?

 

Presidente da Caixa Econômica Federal - Gilberto Occhi (ao vivo): Olha, esse prazo nas contas inativas, ele não será prorrogado de uma maneira geral. O Presidente Michel Temer, nesta semana, ele publicou um decreto dizendo que para aquele trabalhador que se encontrava impedido de ir até uma agência da Caixa ou que se encontra impedido para ir a uma agência da Caixa até o dia 31 de julho, agora, a próxima segunda-feira, ele, ao provar esse impedimento na Caixa Econômica Federal, ele poderá sacar a sua conta inativa até o dia 30 de dezembro de 2018, ou seja, até o final do ano que vem. Mas para isso ele terá que provar o seu impedimento, ou seja, dando dois exemplos muito básicos: se a pessoa estava internada num hospital, se ela tinha uma doença grave que a impedia de locomover, se ela sofreu um acidente, nesse período até o período final, ou, eventualmente um preso que poderá ser solto aí nos próximos meses, ele se encontra preso e não pode ir a uma agência da Caixa. Esses dois exemplos são exemplos extremos de impossibilidade de sacar o seu recurso da conta inativa. É desta maneira que o Governo Federal, o presidente Temer, decretou que para essas pessoas que provem que não poderão... não podiam ir a uma agência bancária sacar o seu Fundo de Garantia, ele terá esse prazo estendido, mas só nesta excepcionalidade. Para os demais casos o calendário termina dia 31 de julho, ou seja, na próxima sexta-feira.

 

Nasi: Muito bem, Gilberto Occhi, presidente da Caixa, muito obrigado aqui pela participação na Voz do Brasil.

 

Presidente da Caixa Econômica Federal - Gilberto Occhi (ao vivo): Muito obrigado a todos vocês. Um bom final da semana a todos os brasileiros. Obrigado.

 

Alessandra: E você que ainda não retirou o dinheiro, pode comparecer na segunda-feira a uma agência da Caixa, é o último dia, hein? E é preciso levar o número do PIS e um documento de identificação.

 

Nasi: Os gastos para atender sentenças da justiça na área da saúde são grandes, passam dos R$4 bilhões.

 

Alessandra: E para o SUS as despesas com compras individuais de medicamento são três vezes maiores que as coletivas.

 

Nasi: Para evitar que isso aconteça o Ministério da Saúde anunciou acesso a um programa que vai estar indisponível para estados e municípios.

 

Alessandra: A ideia é ajudar os gestores na organização desses processos judiciais e nos gastos do orçamento.

 

Repórter Nei Pereira: Com o programa será possível avaliar, controlar, encontrar fraudes e assegurar o cumprimento das decisões da justiça. A ferramenta permite identificar pacientes, médicos e advogados que entram com a ação, além dos juízes que imitem as sentenças. O vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde, João Gabbardo dos Reis, diz que a medida vai ajudar no planejamento dos gastos com saúde.

 

Vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde - João Gabbardo dos Reis: Esses dados consolidados vão dar ao Ministério da Saúde a dimensão exata, né, de quais são os medicamentos que estão sendo mais ajuizados e avaliar, dar prioridade nos processos até de incorporação desses medicamentos nas suas listas.

 

Repórter Nei Pereira: Os gastos do Governo Federal para atender determinações judiciais relacionados à saúde chegou a R$4,5 bilhões entre 2010 e 2016, um aumento de mais de 1000% no período. Até o final deste ano expectativa é de que os gastos da União, estados e municípios, para atender sentenças da justiça cheguem a R$7 bilhões. Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, as despesas com compras individuais de medicamentos são três vezes mais se comparadas com que é adquirido de forma coletiva pelo Sistema Único de Saúde, gasto que o governo quer usar de forma mais eficiente.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Isso vai nos permitir usar com mais justiça os recursos da saúde, porque uma sentença judicial não cria um dinheiro novo, ela desloca um dinheiro de uma ação programada de atenção básica para a judicialização, portanto, desestrutura todo o orçamento da saúde.

 

Repórter Nei Pereira: O programa já está disponível e os estados e municípios interessados devem procurar o Ministério da Saúde. Reportagem, Nei Pereira.

 

Alessandra: 19h13 em Brasília.

 

Nasi: E ainda nesta edição: você vai ouvir sobre a queda da taxa de desempregados no país.

 

Alessandra: Regularizar recursos enviados ao exterior não declarados à Receita Federal, a chamada repatriação está entrando na fase final.

 

Nasi: E os contribuintes têm só até a próxima segunda-feira, dia 31, para aderirem ao programa.

 

Alessandra: É uma oportunidade para quem precisa regularizar as operações e também um caixa para o Governo Federal, estados e municípios.

 

Repórter Mara Kenupp: Na primeira etapa de regularização, em outubro do ano passado, 25 mil contribuintes participaram do programa. Só entre impostos e multas o reforço aos cofres públicos foi de quase R$47 bilhões. O auditor da Receita Federal, Iágaro Jung Martins, explica qual perfil de quem aderiu ao programa e os principais bens declarados.

 

Auditor da Receita Federal - Iágaro Jung Martins: A maior parte dos declarantes se concentra em diretores, executivos, sócios de empresas, né? O que já demonstra que a maior parte tem, de fato, a origem em recursos lícitos, né? A participação societária em offshore, em empresas no exterior representam 63% todos os ativos que foram regularizados na primeira etapa do programa. Depois vem aplicações financeiras, né? Que respondem aproximadamente por 15% dos ativos.

 

Repórter Mara Kenupp: A lei de repatriação de ativos prevê que só serão aceitas declarações de contribuintes que tenham bens ou recursos obtidos em atividades regulares. O auditor fiscal da Receita, Iágaro Martins, informou que quem não estiver dentro dos critérios do programa poderá ser excluído.

 

Auditor da Receita Federal - Iágaro Jung Martins: Então, se a pessoa tinha já uma investigação contra corrupção, tinha uma investigação sobre tráfico de drogas, tinha uma investigação no âmbito de uma operação como a Lava Jato, por exemplo, essas informações poderão ser utilizadas, sim, porque a pessoa já vinha sendo investigada nessas operações.

 

 

Repórter Mara Kenupp: Até agora 1.500 declarantes já manifestação a adesão. Serão mais R$1 bilhão e 300 milhões para os cofres do governo. Reportagem, Mara Kenupp.

 

Nasi: O número de desempregados no Brasil está caindo.

 

Alessandra: A taxa de desemprego medida pelo IBGE em abril, maio e junho, teve a maior redução em três anos.

 

Nasi: Isso significa que 1 milhão e 300 mil pessoas voltaram à ativa no mercado de trabalho.

 

Repórter Nathália Koslyk: O número de desempregados no país recuou de 13,7% para 13% no segundo trimestre, encerrado em junho deste ano. Isso significa que a população de desempregados caiu de 14 milhões para 13,5 milhões de pessoas. Na opinião do coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, Cimar Azevedo, esse é o resultado importante para a economia brasileira.

 

Coordenador de trabalho e rendimento do IBGE - Cimar Azevedo: O mercado de trabalho brasileiro mostra uma reversão da trajetória que se iniciou em 2014 com o início da crise econômica, mostrando uma ampliação do contingente de trabalhadores e consequentemente a redução na desocupação.

 

Repórter Nathália Koslyk: Suelen Rebeca Machado, de 31 anos, é uma das mais de 1 milhão e 300 mil pessoas que foram reposicionadas no mercado de trabalho e voltaram a ter renda no último trimestre. Ela foi contratada acerca de um mês e meio como design de unhas, em Brasília. Depois de dois anos procurando emprego. Para Suelen, mãe de quatro filhos, o trabalho vai ser um complemento importante para a renda do lar.

 

Design de unhas - Suelen Rebeca Machado: Certeza, né, que agora já tem mais a minha renda, já dá para dar uma folgada lá em casa. Coitado do marido, estava sustentando tudo só. Então, fica complicado. Eu ajudo pagando luz, água e ele paga as outras contas mais altas.

 

Repórter Nathália Koslyk: O economista José Luiz Pagnussat avalia que os indicadores do IBGE são positivos e acredita que o cenário pode melhorar ainda mais.

 

Economista - José Luiz Pagnussat: E uma tendência que já é o terceiro mês de queda na taxa de desemprego. É um bom indicador para a economia, aliás, o melhor da economia é esse, né? Recuperação dos empregos.

 

Repórter Nathália Koslyk: O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também acredita que a criação de novas vagas de trabalho deve se intensificar ao longo do segundo semestre com a retomada da atividade econômica e da confiança, conforme escreveu em sua conta do Twitter nesta sexta-feira. Reportagem, Nathália Koslyk.

 

Alessandra: E o Presidente Michel Temer comentou agora há pouco a taxa de desemprego no país.

 

Nasi: Para Temer a pesquisa do IBGE demonstra que o país está retomando o crescimento com geração de empregos e vai ser ampliada com a modernização das leis trabalhistas.

 

Presidente da República - Michel Temer: Meus amigos, minhas amigas, hoje nós temos também muito a comemorar, o desemprego está caindo, o IBGE divulgou que o índice ficou em 13%, uma queda, portanto, de 0,7% em relação ao primeiro trimestre. Em quatro, dos seis meses deste ano, houve criação de vagas com Carteira assinada. O saldo positivo é de mais de 67 mil postos de trabalho. E, vejam só, os salários dos novos contratados ficou 3,5% acima da inflação. É o trabalho do meu governo para gerar empregos que começa a dar resultados. E acreditem, é apenas o começo, setores produtivos, por exemplo, estimam que a modernização na lei trabalhista, criará, a curto prazo, mais de 2 milhões de empregos, sobretudo, para os mais jovens.

 

Alessandra: E o governo vai antecipar o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário de aposentados e pensionistas.

 

Nasi: A medida foi assinada pelo Presidente Michel Temer e publicada hoje.

 

Alessandra: A primeira parcela, correspondente a até metade do valor total a ser recebido, será paga em agosto, junto com o benefício do mês.

 

Nasi: De acordo com a lei, tem direito ao décimo terceiro salário, quem, durante o ano, recebeu aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade.

 

Alessandra: O Presidente Michel Temer afirmou hoje que o restante do valor das aposentadorias vai ser pago no mês de novembro. Vamos ouvir.

 

Presidente da República - Michel Temer: Vamos pagar em agosto, antecipando, portanto, metade do décimo terceiro dos aposentados e dos pensionistas do INSS. E a outra metade será paga também por antecipação em novembro. Boas notícias, portanto.

 

Alessandra:19h20.

 

Nasi: hoje é a Dia do Agricultor.

 

Alessandra: Data para homenagear aqueles que produzem os alimentos que chegam à nossa mesa.

 

Repórter Camila Costa: A calmaria do interior e a contato com a natureza são algumas das características de vida do campo. O capixaba Gelson Zuin, presidente de uma cooperativa em Afonso Cláudio, no Espírito Santo, conta um pouco da sua história.

 

Presidente de uma cooperativa em Afonso Cláudio, no Espírito Santo - Gelson Zuin: Eu nunca tive outra profissão. Sou do campo, nasci no campo, meus pais são agricultores, meus avós são agricultores, eu aprendi a lidar com o campo. Então, eu tenho muito orgulho de ser agricultor familiar.

 

Repórter Camila Costa: Por meio de políticas públicas da Cead, a cooperativa ajuda outros agricultores do estado. Há oito anos o grupo começou a acessar programas como o de crédito fundiário, o PNCF e o Programa Nacional de Alimentação Escolar, o Pnae. O representante da Cead, Everton Ferreira, parabeniza os protagonistas do campo como Gelson e o crescimento do setor.

 

Representante da Cead - Everton Ferreir: A agrícola familiar é um importante vetor do desenvolvimento, gera emprego, gera renda, alimenta todos os brasileiros. É um momento em que nós estamos reafirmando, inclusive, nossas políticas de apoio à agricultura familiar. Queremos deixar nosso abraço, nossa mensagem a todos os agricultores e agricultoras famílias de todo a Brasil, nessa semana da agricultura familiar. Trazer uma mensagem de esperança, uma mensagem positiva de crescimento nesse momento que a agricultura familiar mostra sua força, mostra sua visão estratégica para o nosso Brasil.

 

Repórter Camila Costa: Agricultura familiar é responsável pela produção de mais de 50% dos alimentos que chegam à nossa mesa. De Brasília, Camila Costa.

 

Nasi: No dia mundial de combate às hepatites virais a Fundação Oswaldo Cruz divulgou um estudo sobre os subtipos de hepatite B que circulam pelo país.

 

Alessandra: A pesquisa vai ajudar na elaboração de estratégias mais eficazes para o tratamento da doença.

 

Repórter João Pedro Neto: O estudo inédito traz o maior mapeamento já feito sobre a circulação das variações do vírus da hepatite B no Brasil. Segundo a pesquisa feita por uma rede de laboratórios de todo o país com o apoio do Ministério da Saúde, a distribuição das formas do vírus pelo Brasil está relacionada à origem das populações das diferentes regiões do país. De acordo da pesquisadora Elisabete Lampe, do Laboratório de Hepatites Virais do Instituto Oswaldo Cruz, os resultados do estudo podem contribuir com o controle da doença.

 

Pesquisadora do Laboratório de Hepatites Virais do Instituto Oswaldo Cruz - Elisabete Lampe: Na hora que você detecta a introdução de um genótipo diferente, né? Tem um impacto para poder controlar essa doença.

 

Repórter João Pedro Neto: A vacinação, distribua no Sistema Único de Saúde, é a melhor prevenção para a hepatite B. Mas no caso da hepatite C, que provoca a maior parte dos óbitos relacionados às hepatites, não existe imunização. O diagnóstico tardio é um dos desafios no enfrentamento da doença. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, falou sobre a importância da identificação precoce.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Nós esperamos alcançar todos os brasileiros que estão infectados e não sabem, e a testagem é que é o fundamental.

 

Repórter João Pedro Neto: Para o estudo do Instituto Oswaldo Cruz foram analisadas mais de mil amostras referentes a casos crônicos de hepatite B. Reportagem, João Pedro Neto.

 

Alessandra: O mês de agosto terá bandeira tarifária vermelha.

 

Nasi: Isso significa que a conta de energia vai ficar mais cara porque o custo de produção de energia no país subiu.

 

Alessandra: Isso ocorre por causa da falta de chuvas que reduziu o armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas.

 

Nasi: Termina daqui a pouco, às 23h59, o período de inscrições para 75 mil novas vagas do financiamento estudantil, o Fies, nesse segundo semestre.

 

Alessandra: Para se inscrever o estudante precisa ter participado do Enem e ter tirado acima de 450 pontos e não ter zerado a redação.

 

Nasi: O Fies finança mensalidades de estudantes de universitários públicas com juros mais baixos que o de mercado.

 

Alessandra: As inscrições devem ser feitas pela internet no endereço: sisfiesportal.mec.gov.br.

 

Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Alessandra: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Alessandra: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite e um bom final de semana.

Nasi: Boa noite para você e até segunda.

 

"Brasil, ordem e progresso".