28 DE DEZEMBRO DE 2018 - PODER EXECUTIVO

Destaques da Voz do Brasil: Primeiro-ministro de Israel está em visita inédita ao Brasil, e se encontra com Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro. Presidente eleito destaca futuras parcerias que vão beneficiar os 2 países. Intervenção federal no Rio de Janeiro chega ao fim com queda nos índices de violência. E ação vai deixar polícias do estado mais equipadas. Governo fecha parceria e garante recursos para continuar acolhimento de imigrantes venezuelanos no ano que vem.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do governo federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Sexta-feira, 28 de dezembro de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia. Primeiro-ministro de Israel está em visita inédita ao Brasil.

 

Gabriela: E se encontra com Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro.

 

Nasi: Presidente eleito destaca futuras parcerias que vão beneficiar os dois países.

 

Presidente eleito - Jair Bolsonaro: Mais do que parcerias, seremos irmãos no futuro, na economia, em tecnologia, em tudo aquilo que possa trazer benefício para os dois países.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil.

 

Nasi: Intervenção federal no Rio de Janeiro chega ao fim com queda nos índices de violência. Graziela Mendonça.

 

Repórter Graziela Mendonça: Os roubos de cargas diminuíram quase 20%, os casos de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, tiveram uma redução de quase 34%.

 

Gabriela: E a ação vai deixar polícias do estado mais equipadas.

 

Nasi: Governo fecha parceria e garante recursos para continuar acolhimento de imigrantes venezuelanos no ano que vem. Luana Karen.

 

Repórter Luana Karen: Desde o início do processo de interiorização em abril deste ano, 3.602 venezuelanos foram transferidos para outros estados do país.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil: Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar: www.voz.gov.br .

 

Gabriela: O Brasil vai aumentar a parceria com Israel em setores como agricultura, segurança e tecnologia.

 

Nasi: Foi o que afirmou o presidente eleito Jair Bolsonaro, que se encontrou hoje com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

 

Gabriela: É a primeira vez que um chefe de Estado israelense visita o Brasil.

 

Nasi: Bolsonaro confirmou que vai a Israel no início do ano que vem.

 

Repórter Pablo Mundim: O encontro entre o presidente eleito Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu aconteceu no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. Pela primeira vez no Brasil, o chefe de Estado israelense almoçou com Bolsonaro e participou de reunião com os futuros ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e da Economia, Paulo Guedes. Um encontro, que segundo Jair Bolsonaro, aprofunda a relação de cooperação entre os dois países em áreas como tecnologia, agricultura, segurança e defesa.

 

Presidente eleito - Jair Bolsonaro: É motivo de orgulho e satisfação para o Brasil, pela primeira vez, receber um chefe de Estado de Israel, onde aprofundamos mais um pouco as nossas intenções, mais do que parcerias, seremos irmãos no futuro, na economia, em tecnologia, em tudo aquilo que possa trazer benefícios para os dois países. Isso que nós continuamos no dia de hoje com a presença do chefe maior daquele Estado, brevemente se fará presente em forma de benefícios para todos nós aqui no Brasil.

 

Repórter Pablo Mundim: Bolsonaro informou que vai a Israel até o mês de março do ano que vem, com o objetivo de avançar nas políticas de parcerias. Para o primeiro-ministro Netanyahu, as parcerias podem ajudar os dois países. O primeiro-ministro ficará no Brasil até a semana que vem para acompanhar a cerimônia de posse do presidente Jair Bolsonaro. Reportagem: Pablo Mundim.

 

Gabriela: Depois de pouco mais de dez meses, a intervenção federal no Rio de Janeiro está chegando ao fim.

 

Nasi: E com queda nos índices de violência.

 

Gabriela: As ações integradas entre Forças Armadas e polícias locais ajudaram o estado no combate à criminalidade.

 

Repórter Graziela Mendonça: O decreto assinado do início do ano transferiu temporariamente o comando da segurança do Rio de Janeiro para as Forças Armadas. Os principais objetivos eram recuperar a capacidade de operação dos órgãos de segurança pública do estado e baixar os índices de criminalidade, o que foi alcançado com êxito, de acordo com o interventor federal, general Braga Netto.

 

Interventor federal - Braga Netto: Temos a convicção de que trilhamos um caminho difícil e incerto, mas cumprimos a missão. A participação da sociedade carioca, das instituições públicas e privadas, dos órgãos de segurança pública, trabalhando integrado com as Forças Armadas, constituiu?se em um marco na nossa história.

 

Repórter Graziela Mendonça: Entre março e dezembro de 2018, período em que durou a ação, o número de roubos de rua, por exemplo, caiu quase 6%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Os roubos de cargas diminuíram quase 20% e os de veículos 8%. Os casos de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, tiveram uma redução de quase 34%. Para o governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, a presença do governo federal foi importante para reduzir os crimes no estado.

 

Governador em exercício do Rio de Janeiro - Francisco Dornelles: O estado do Rio estava à beira de uma convulsão social, que só foi evitada pela parceria com o governo federal, materializada na atuação na área da segurança das Forças Armadas.

 

Repórter Graziela Mendonça: Durante todo o período da intervenção, foram adquiridos vários equipamentos para aumentar a segurança no estado, só para patrulhamento foram quase 4 mil novos veículos, além de outros, como motocicletas, caminhões e ônibus. Também foram adquiridos 3 mil fuzis e mais de mil pistolas de choque, além de equipamentos de proteção, como coletes balísticos. Reportagem: Graziela Mendonça.

 

Nasi: E hoje foi leiloada a Companhia Energética de Alagoas, a última de seis distribuidoras de energia da Eletrobras a serem privatizadas até o final do ano.

 

Gabriela: O repórter Ricardo Ferraz acompanhou o leilão agora há pouco em São Paulo e traz as informações, ao vivo, para a gente. Boa noite, Ricardo. E, então, quem arrematou a companhia?

 

Repórter Ricardo Ferraz (ao vivo): Boa noite, Nasi, Gabriela e ouvintes da Voz do Brasil. Quem venceu o leilão foi a Equatorial Energia, que foi a única empresa a apresentar a proposta, por isso acabou arrematando a distribuidora com um lance único e sem oferecer descontos na tarifa para os consumidores. O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, participou do evento agora há pouco e disse que o resultado vai beneficiar a população do estado de Alagoas.

 

Ministro de Minas e Energia - Moreira Franco: Foi um resultado que permite garantir que em Alagoas também nós vamos ter uma prestação de serviço com qualidade, vamos ter condições de introduzir novas tecnologias, melhorar os serviços e isso vai beneficiar a população de Alagoas.

 

Repórter Ricardo Ferraz (ao vivo): A venda [ininteligível] encerra o processo de desestatização das distribuidoras de energia da Eletrobras. Além da campanha alagoana, serão vendidas outras cinco distribuidoras de energia nos estados do Piauí, Acre, Rondônia, Roraima e Amazonas. A expectativa é que os investimentos decorrentes da venda das empresas superem R$ 6,5 bilhões. Ao vivo, de São Paulo, Ricardo Ferraz.

 

Gabriela: Mais de 3.600 venezuelanos foram acolhidos este ano em cidades brasileiras no chamado processo de interiorização.

 

Nasi: O envio dos imigrantes de Roraima para outros estados é uma oportunidade para eles serem inseridos no mercado de trabalho e recomeçarem a vida.

 

Gabriela: É, Nasi, e esse trabalho conta com apoio da Agência das Nações Unidas para Refugiados, uma parceria que hoje foi renovada por mais um ano.

 

Nasi: E o governo também garantiu recursos para manter os abrigos e a interiorização no ano que vem.

 

Repórter Luana Karen: O auxiliar de mecânica Rimelson(F) José Espinoza saiu da Venezuela há pouco mais de um ano rumo ao Brasil. Ele conta que a decisão foi difícil, mas foi a chance que encontrou de tentar dar uma vida melhor aos filhos. Há quatro meses, Rimelson(F) participou do processo de interiorização, que transfere venezuelanos de Roraima para outros estados do país, e foi morar em Brasília. Na capital, conseguiu um emprego e uma casa para viver com a família e conta que foi muito bem acolhido.

 

Auxiliar de mecânica - Rimelson(F) José Espinoza: O pessoal é superespecial comigo, me ajudaram muito.

 

Repórter Luana Karen: O processo de acolhida do Rimelson(F) contou com o apoio da Agência das Nações Unidas para Refugiados, a Acnur, uma parceria que foi agora estendida por mais um ano. O representante adjunto da Acnur no Brasil, Federico Martinez, explica que a parceria permite o gerenciamento das ações de identificação, recepção e acolhimento, o cadastro de pessoas e o atendimento social nos postos e abrigos temporários em vários estados do país.

 

Representante adjunto da Acnur no Brasil - Federico Martinez: Os esforços precisamente para acrescentar as possibilidades de interiorização têm que continuar e estamos trabalhando para isso.

 

Repórter Luana Karen: O atendimento humanitário para os refugiados imigrantes venezuelanos é feito por meio da Operação Acolhida, que reúne Forças Armadas, ministérios, agência das Nações Unidas e entidades da sociedade civil. O ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, afirmou que o Brasil deu exemplo ao mundo no atendimento dos venezuelanos.

 

Ministro do Desenvolvimento Social - Alberto Beltrame: Legamos uma estrutura de acolhimento, legamos uma estrutura econômico-financeira para sustentar esse processo, e, legamos, sobretudo, uma ideia de um país aberto, um país acolhedor.

 

Repórter Luana Karen: Desde o início do processo de interiorização, em abril deste ano, 3.602 venezuelanos foram transferidos para outros estados do país. Reportagem: Luana Karen.

 

Gabriela: O ano que vem vai começar com a bandeira verde na conta de luz.

 

Nasi: A Aneel, Agência Nacional de Energia Elétrica, decidiu manter a mesma cor da bandeira no mês que vem.

 

Gabriela: Isso significa que não vai ter cobrança extra para os consumidores.

 

Nasi: A cor verde indica condições favoráveis de geração de energia, e, por isso, ela fica mais barata.

 

Gabriela: Segundo a Aneel, as chuvas estão garantindo aumento da produção de energia pelas usinas hidrelétricas e do nível dos reservatórios.

 

Nasi: Mas, mesmo com a bandeira verde, atenção, consumidor, é importante manter o uso consciente e combater o desperdício de energia elétrica.

 

Gabriela: E você vai ouvir daqui a pouco.

 

Nasi: Um professor em sala de aula e outro participando por videoconferência.

 

Gabriela: Vamos falar de um projeto do Ministério da Educação que está tornando as aulas mais interativas.

 

Nasi: E esta iniciativa vai ser levada para mais escolas públicas no ano que vem.

 

"Primeiro de janeiro de 2019, dia de celebrar o Brasil, dia de celebrar a nossa democracia, dia da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro. A NBR e a Rede Nacional de Rádio vão mostrar todos os detalhes da cerimônia ao vivo, a partir das 10h da manhã. Não perca. Acompanhe tudo no canal de TV da NBR, no satélite da Voz do Brasil, nos perfis da NBR no Youtube, Twitter e Facebook. E você ainda pode participar da transmissão, mandando mensagens para o nosso WhatsApp. O número é (61) 99867-8787. Cerimônia de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro. Dia 1º de janeiro, a partir das 10h da manhã".

 

Gabriela: Imagina receber atendimento de médicos, psicólogos, nutricionistas, enfermeiros, sem precisar ir até um hospital.

 

Nasi: Em todo o país, cerca de 3 mil crianças e idosos que moram em abrigos foram atendidos de graça em um mutirão da Ebserh, a Empresa Brasileira de Serviço Hospitalares, responsável pela gestão de hospitais universitários federais.

 

Repórter Luciana Colares de Holanda: Em Brasília, a ação levou cuidados odontológicos e avaliação de peso e altura para os pequenos, e cuidados geriátricos para os moradores do Lar dos Velhinhos. O trabalho foi realizado pela equipe do Hospital Universitário de Brasília, como detalha Micheline Meiners, coordenadora da ação.

 

Coordenadora da ação - Micheline Meiners: É uma forma de você buscar novos horizontes, e a questão da solidariedade, que acho que é muito importante a gente sempre resgatar entre os profissionais, entre toda a nossa equipe.

 

Repórter Luciana Colares de Holanda: Esta é a 3ª Edição do Mutirão de Saúde da Ebserh, e conta da participação de 1.200 profissionais de 36 hospitais. Os atendimentos feitos por equipe dos hospitais universitários federais contemplam especialidades como: pediatria, geriatria, cardiologia, dermatologia, fonoaudiologia, fisioterapia e educação física. Kleber Morais, presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, fala sobre a importância desta ação.

 

Presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - Kleber Morais: Quem trabalha na área de saúde já tem isso dentro do seu DNA, essa vontade de fazer essa doação do conhecimento e de chegar junto às aquelas pessoas, sobretudo, as mais... que têm mais dificuldade para ir a um hospital.

 

Repórter Luciana Colares de Holanda: O mutirão também traz diversão para deixar mais leve as ações que são tão sérias. Talita Pereira, de 6 anos, conta com alegria que fez exames, brincou e ainda ganhou presente.

 

Entrevistada - Talita Pereira: Eu brinquei, eu fiz exame de dente. Eu já examinei meu coração, já fiz tudo.

 

Repórter Luciana Colares de Holanda: A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares administra atualmente 40 hospitais. Reportagem: Luciana Colares de Holanda.

 

Gabriela: Esta semana, a Voz do Brasil exibe uma série especial com ações que têm ajudado pessoas de baixa renda a progredir.

 

Nasi: Na reportagem de hoje, vamos falar do Projeto Cultivando Cidadania, de Aracaju, capital do Sergipe.

 

Gabriela: Lá os moradores aprendem a preparar a terra e produzir alimentos em hortas urbanas.

 

Nasi: E ainda ter renda com a venda do que é colhido nesses espaços.

 

Repórter Carolina Graziadei: A aposentada Maria José de Oliveira e seu filho Diógenes, que tem deficiência cognitiva, se dedicam duas vezes por semana a regar e cultivar hortaliças e verduras. Maria José conta que está ansiosa para começar a vender o que foi plantado.

 

Aposentada - Maria José do Oliveira: Foi bom para muitas mães, porque aí a gente vai poder até levar para casa, vai poder vender, as mães vão sair vendendo em feira livre. Eu gostei, e meu filho gosta muito de trabalhar e eu também gosto.

 

Repórter Carolina Graziadei: O público-alvo do projeto é formado por inscritos no Cadastro Único, com foco nos beneficiários do Bolsa Família, jovens em cumprimento de medidas socioeducativas, pessoas em situação de rua e famílias que possuam integrantes com deficiência. Trinta famílias participam do projeto em quatro bairros de maior vulnerabilidade social. A secretária de Assistência Social de Aracaju, Rosane Cunha, que conta que promover hábitos saudáveis aliados à geração de emprego e renda para os beneficiários foi o que impulsionou à equipe a dar os primeiros passos para que o projeto saísse do papel.

 

Secretária de Assistência Social de Aracaju - Rosane Cunha: É um projeto que vai ajudar as pessoas que precisam, mas também promove uma alimentação saudável para Aracaju como um todo. E aí, no espaço de um ano a gente vai já vai ter a cara da cidade modificada com esses espaços verdes.

 

Repórter Carolina Graziadei: Iniciativas como a do Projeto Cultivando Cidadania oferecem ao público de baixa renda autonomia para conquistarem espaço no mercado de trabalho e independência financeira, e dialogam com os propósitos do Plano Progredir do Ministério do Desenvolvimento Social. Estimular a inclusão produtiva integrada a outras políticas públicas é o caminho, como explica o secretário de Inclusão Social e Produtiva, Vinícius Botelho.

 

Secretário de Inclusão Social e Produtiva - Vinícius Botelho: O Progredir, ele entra para articular essas ações de segurança alimentar e nutricional com as outras ações existentes de inclusão produtiva, de um modo que todas possam ter um potencial ainda maior.

 

Repórter Carolina Graziadei: O Progredir é um plano de ações do governo federal de incentivo ao empreendedorismo, capacitação profissional e acesso a microcrédito para que pessoas de baixa renda possam investir em um negócio próprio. O plano conta ainda com ações de inclusão digital, educação financeira e oferecimento de vagas em cursos profissionalizantes com foco nos inscritos no Cadastro Único. Reportagem: Carolina Graziadei.

 

Gabriela: Aulas mais interativas com conteúdos ensinados de uma forma diferente.

 

Nasi: Tudo com participação de um professor em sala de aula e outro por videoconferência.

 

Gabriela: Essa é a proposta do Centro Nacional de Mídias da Educação, que começou este ano e beneficiou 10 mil alunos.

 

Nasi: E no ano que vem, a iniciativa vai ser ampliada para outros 45 mil estudantes.

 

Repórter Luana Karen: Há 11 anos, a Secretaria de Educação do Amazonas oferece um projeto de ensino presencial com mediação tecnológica. De um estúdio em Manaus, um professor apresenta o conteúdo a crianças e jovens que estão em salas de aulas espalhadas pelo estado. Essa foi a solução encontrada para levar educação de qualidade aos locais mais remotos do estado, como explica a gerente de Mídia e Conteúdos Digitais da Secretaria de Educação do Amazonas, Sabrina Araújo.

 

Gerente de Mídia e Conteúdos Digitais da Secretaria de Educação do Amazonas - Sabrina Araújo: Os alunos, eles tinham que migrar [ininteligível] município para dar continuidade aos seus estudos, e aí aqueles que não tinham condições paravam ali.

 

Repórter Luana Karen: A iniciativa no Amazonas serviu de inspiração para a criação do Centro Nacional de Mídias da Educação. O centro conecta escolas para aulas presenciais, com a participação de especialistas em videoconferências. O projeto, que foi lançado este ano e atendeu 150 escolas e 10 mil alunos, vai ser ampliado em 2019. Terão acesso às aulas interativas 45 mil alunos de 500 escolas, em 24 estados e no Distrito Federal. Marlucia Delfino Amaral, coordenadora de Tecnologia e Inovação do Ministério da Educação, fala sobre os conteúdos ministrados nessas aulas diferenciadas.

 

Coordenadora de Tecnologia e Inovação do Ministério da Educação - Marlucia Delfino Amaral: São propostas de conteúdos que vêm somar o trabalho da sala de aula, como, por exemplo, tecnologia. Nem sempre você tem professores especialistas em tecnologia na escola.

 

Repórter Luana Karen: Até o final de 2019 vão ser investidos R$ 40 milhões no programa. As escolas participantes recebem equipamentos para as salas de aula, como antenas, monitores e computadores. O aluno também tem a oportunidade de acessar todo o conteúdo por meio de um aplicativo para celulares. Reportagem: Luana Karen.

 

Gabriela: A taxa de desemprego caiu entre os meses de setembro e novembro.

 

Nasi: Segundo dados divulgados hoje pelo IBGE, o Brasil tem 12 milhões e 200 mil desempregados, o que representa uma queda de 0,5% do que o registrado no trimestre anterior.

 

Gabriela: A pesquisa mostrou ainda o aumento dos trabalhadores sem carteira assinada e também que cresceu a quantidade de pessoas que trabalham por conta própria.

 

Nasi: Você já ouviu aqui na Voz do Brasil como as pesquisas e descobertas realizadas na Antártica são importantes para o país.

 

Gabriela: E na nossa última reportagem especial sobre o continente gelado, o repórter João Pedro Neto conta como trabalham os militares e pesquisadores em condições difíceis em meio a tanto gelo.

 

Nasi: E as expectativas para a reinauguração da base brasileira na Antártica, que foi destruída por um incêndio seis anos atrás.

 

 

Repórter João Pedro Neto: Uma operação complexa, garantir a presença do Brasil na Antártica, dar condições para os trabalhos no continente para produção de ciência não é tarefa simples. Uma ação contínua, como afirma o subsecretário do Programa Antártico Brasileiro, Paulo César Galdino.

 

Subsecretário do Programa Antártico Brasileiro - Paulo César Galdino: A logística é planejada em duas fases, com a fase de verão, onde os navios vêm aqui para Antártica, trazem os pesquisadores e fazem o ressuprimento da estação, e a fase de inverno, onde só a estação funciona.

 

Repórter João Pedro Neto: Tem momentos que só do alto é possível apoiar a estação brasileira. Os voos de apoio acontecem durante todo o ano, mas, no inverno, quando o mar congela na região da Estação Antártica brasileira, o Hércules da Força Aérea faz sobrevoos na área e lança cargas para abastecer a base. Em terra, outra ponta dessa engrenagem, a Estação Antártica Comandante Ferraz, a casa do Brasil no continente atualmente, é provisória. Os módulos antárticos emergenciais foram instalados depois do incêndio que atingiu e destruiu a maior parte da estação antiga, em 2012, e vem servindo de base para os grupos da Marinha, que ficam durante o ano inteiro no continente e apoiando pesquisadores. Mas a nova estação está na reta final de construção, o projeto prevê maior capacidade para as pesquisas e segundo o capitão-de-mar-e-guerra Geraldo Joaçaba, responsável pela obra, prima também pela sustentabilidade.

 

Capitão-de-mar-e-guerra - Geraldo Joaçaba: A gente precisa de menos energia, menos diesel para produzir. Fora isso, nós teremos também oito torres eólicas e painéis solares que vão corresponder a cerca de 20% do consumo da estação. Mais ainda, toda a água é reutilizável.

 

Repórter João Pedro Neto: A nova base vai ocupar uma área de 4.500 metros quadrados, vão ser 14 laboratórios modernos na área interna, além de outros quatro na área externa. O complexo vai ter também setor de saúde, biblioteca, ginásio e sala de estar, além de alojamentos para mais de 60 pessoas. As obras avançam rápido, 200 operários trabalham em ritmo forte e o custo é estimado em cem milhões de dólares. As obras acontecem somente no verão antártico e as dificuldades são diversas, como o solo, a neve, ventos de mais de 200 quilômetros por hora e até tremores de terra. No canteiro de obras, o cuidado com o meio ambiente também é uma preocupação. E fiscais do Ibama, como a analista ambiental Taise Varão, acompanham os trabalhos.

 

Fiscal e analista ambiental do Ibama - Taise Varão: A gente faz o acompanhamento dos procedimentos de risco, como abastecimento, manuseio de plantas perigosas, o armazenamento.

Repórter João Pedro Neto: E na Baía do Almirantado quem toma conta da casa brasileira são os militares do grupo-base da Marinha, que passam um ano no continente e fazem a manutenção do espaço, dão apoio aos pesquisadores e garantem a presença permanente do Brasil na Antártica. O capitão de fragata, fuzileiro naval Marcelo Gomes, chefiou a estação por um ano, até novembro de 2018, e explica que a rotina do grupo tem dois tempos diferentes.

 

Capital de fragata e fuzileiro naval- Marcelo Gomes: Tem o tempo do verão, que a nossa rotina aqui é basicamente se preparar para o inverno, que é receber toda a carga logística, combustível, gêneros, para poder passar o inverno. E o inverno, a gente trabalha mais com que a natureza deixa a gente fazer.

 

Repórter João Pedro Neto: A nova Estação Antártica Brasileira deverá ser inaugurada em março de 2019 e estar totalmente operacional em 2020. Reportagem: João Pedro Neto.

 

Gabriela: Três mil e cinquenta e oito esportistas vão receber no ano que vem o Bolsa Atleta.

 

Nasi: A lista com os contemplados foi publicada no Diário Oficial de hoje.

 

Gabriela: São apoiados pelo programa atletas que tenham obtido bons resultados em competições nacionais e internacionais de esportes que fazem parte das Olimpíadas e Paralimpíadas.

 

Nasi: Vão ser pagas 12 parcelas mensais, com valores entre R$ 370 e 15 mil.

 

Gabriela: O investimento é de R$ 53,6 milhões.

 

Nasi: E essas foram as notícias do governo federal.

 

Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Gabriela: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma boa noite e um bom fim de semana.

 

Nasi: Boa noite para você e até segunda.

 

"Brasil, ordem e progresso".