26 de setembro de 2018 - poder executivo

Destaques da Voz do Brasil: Todo trabalhador com carteira assinada já pode fazer empréstimo consignado. O banco vai ter como garantia o FGTS. Ação integrada contra roubo e assassinatos. 8 mil policiais participam da Operação Midas. União para prevenção de doenças. Brasil passa a fazer parte de rede mundial para receber e fornecer milhões de doses de vacinas.

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Transcrição

Apresentador Luciano Seixas: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar A Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Luciano: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Quarta-feira, 26 de setembro de 2018.

 

Luciano: E vamos ao destaque do dia. Todo trabalhador com carteira assinada já pode fazer empréstimo consignado.

 

Gabriela: O banco vai ter como garantia o FGTS.

 

Luciano: As vantagens? Pablo Mundim.

 

Repórter Pablo Mundim: Os juros vão ficar 50% menores do que outras modalidades de crédito. Daqui a pouco eu volto com mais detalhes.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Luciano: Ação integrada contra roubo e assassinatos.

 

Gabriela: Oito mil policiais participam da Operação Midas. Luciana Collares de Holanda.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: As ações são feitas em 25 estados e no Distrito Federal.

 

Luciano: União para a prevenção de doenças.

 

Gabriela: Brasil passa a fazer parte de rede mundial para receber e fornecer milhões de doses de vacinas. Graziela Mendonça.

 

Repórter Graziela Mendonça: Além de receber vacinas em situação de emergência, com esse acordo o Brasil vai poder exportar doses para a entidade.

 

Luciano: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Luciano Seixas.

 

Gabriela: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br .

 

Luciano: A partir de hoje, quem tem carteira assinada vai ter acesso a uma nova linha de crédito.

 

Gabriela: É o empréstimo consignado com o uso do FGTS como garantia.

 

Luciano: As taxas são mais baratas que as praticadas pelo mercado em outras modalidades de crédito.

 

Gabriela: Quase 38 milhões de brasileiros vão ter acesso a esse tipo de empréstimo.

 

Luciano: O repórter Pablo Mundim, traz, ao vivo, os detalhes para a gente. Boa noite, Pablo.

 

Repórter Pablo Mundim (ao vivo): Boa noite, Luciano. Boa noite, Gabriela. Boa noite, principalmente a você, ouvinte da Voz do Brasil. Hoje eu fui às ruas e conversei com muita gente que falou que um dinheiro extra vai ajudar a quitar dívidas, arrumar a casa, colocar tudo em dia. Uma dessas pessoas que eu conversei foi a fisioterapeuta de Brasília, Cintia Leitão, que falou que ia mexer na casa. Vamos ouvi-la.

 

Fisioterapeuta - Cintia Leitão: Tem tantas coisas para a gente fazer, né, no mundo difícil que está hoje, mas acho que eu ajeitaria minha casa, que está precisando de uma reforma, compraria um carro novo, que também estou andando a pé. E aí, por aí vai.

 

Repórter Pablo Mundim (ao vivo): E para ajudar aos outros trabalhadores, como a Cintia, a ter mais acesso ao crédito, o Governo Federal vai liberar, a partir dessa quarta-feira, uma nova opção de empréstimo consignado com juros mais baixos. E isso vai ser possível porque essa linha de empréstimo vai usar como garantia até 50% do valor do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o FGTS, ou seja, se o trabalhador tem R$ 10 mil na conta, ele poderá fazer um empréstimo de até R$ 5 mil, sendo um R$ 1 mil referentes a 10% do valor que está na conta e R$ 4 mil referentes ao valor que deve ser pago pelo empregador no caso de demissão sem justa causa. O presidente da República, Michel Temer, destacou que a medida vai movimentar a economia do país.

 

Presidente Michel Temer: Esse dinheiro vai para a economia, estou falando de quase R$ 100 bilhões que vão para a economia, que movimentam a economia brasileira. Não foi sem razão, que logo ao tempo em que se liberaram os valores das contas inativas, o próprio varejo logo reagiu, não é? Então, esse trabalho que a Caixa Econômica está fazendo, que o Ministério do Trabalho está fazendo, não é, em favor do trabalhador, eu volto a dizer, tem também uma vertente econômica, isto significa circulação do dinheiro. E é isto o que ajuda a economia nacional.

 

Repórter Pablo Mundim (ao vivo): Por enquanto, apenas a Caixa Econômica Federal vai oferecer essa linha de crédito. Os juros no banco vão ficar entre 2,63% e 3,5% ao mês. Em caso de demissão, o banco vai descontar a dívida da multa rescisória recebida pelo trabalhador. A nova linha de crédito vai beneficiar mais de 38 milhões de trabalhadores que têm carteira assinada. Para o ministro do Trabalho, Caio Vieira de Mello, a medida vai ajudar na melhora da vida desses trabalhadores.

 

Ministro do Trabalho - Caio Vieira de Mello: E essa opção de crédito ao trabalhador vai dar a ele o direito de usar esse crédito dele para quitar suas dívidas, para fazer uma reforma da sua casa, para, enfim, para melhorar a sua condição de vida. O Ministério do Trabalho está atento à oportunidade de atender o trabalhador brasileiro na busca de uma condição de vida mais digna, mais cidadã.

 

Repórter Pablo Mundim (ao vivo): Para ter acesso ao novo crédito o empregado precisa ter, entre outros requisitos, vínculo empregatício de, no mínimo, 12 meses junto à empresa. O empréstimo pode ser pago em até 48 meses, ou seja, quatro anos, e a parcela pode ser de, no máximo, 30% do salário. Ao vivo, de Brasília, Pablo Mundim.

 

Gabriela: As polícias estaduais de quase todos os estados do Brasil começaram, hoje, uma operação conjunta para prender criminosos.

 

Luciano: São mais de 8 mil policiais em ação para prender, principalmente, autores de roubos e latrocínios, que é a roubo seguido de morte.

 

Gabriela: Batizada de Operação Midas, a ação já tinha prendido quase 1,5 mil pessoas até às 5h30 da tarde de hoje.

 

Luciano: Também foram apreendidas mais de 88 armas de fogo e 75 veículos.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Midas é a terceira operação do Sistema Único de Segurança Pública, o Susp. O alvo são os acusados de roubo e de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. O delegado da Polícia Civil do Rio Grande do Sul e presidente do Conselho Nacional de Chefes da Polícia Civil, Emerson Wendt, explica o objetivo da operação.

 

Delegado e presidente do Conselho Nacional de Chefes da Polícia Civil - Emerson Wendt: Chamar a atenção para o assunto, né? O assunto que está nas ruas, roubo de veículos, roubo a carro-forte, roubo a bancos, dentre outros delitos, roubo a transporte coletivo, são todos esses delitos que a gente está procurando hoje combater e trazer uma resposta com a prisão dos autores.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: As ações são feitas em 25 estados e no Distrito Federal. Apenas o Amazonas não participa por causa de problemas operacionais. O ministro Raul Jungmann destaca a importância da integração entre as polícias no combate ao crime organizado.

 

Ministro da Segurança Pública - Raul Jungmann: O crime organizado, que se nacionalizou e transnacionalizou, exige a coordenação e a integração de todos os esforços. E essa operação, a terceira, desenvolvida pela Polícia Civil no âmbito nacional, é exatamente um exemplo daquilo que nós queremos que aconteça em todos os planos e em todos os níveis, sobretudo, na área de inteligência, de informação e de logística.

 

Repórter Luciana Collares de Holanda: Esta é a primeira vez que eu operação do Sistema Único de Segurança Pública usa o sistema integrado de câmeras de monitoramento em tempo real, que também foi usado em grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Nas telas, que ficam no Centro Integrado de Comunicação e Controle, em Brasília, é possível acompanhar a movimentação em quase todos os estados. Reportagem, Luciana Collares de Holanda.

 

"Brasil na Assembleia Geral de ONU".

 

Gabriela: O Brasil passou a contar hoje com o reforço no combate a doenças e mortes.

 

Luciano: Uma parceria feita em Nova Iorque, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, vai fortalecer a política de vacinação brasileira.

 

Gabriela: O Brasil entrou em uma aliança internacional, que tem o objetivo de regular os estoques de doses de vacina no mundo.

 

Luciano: Isso quer dizer que se o país vir a sofrer algum surto e precisar de vacinas com urgência, pode recorrer à ajuda internacional.

 

Gabriela: Com a parceria, o Brasil também vai fornecer doses produzidas aqui para outros países.

 

Repórter Graziela Mendonça: O Brasil passa a fazer parte da rede de apoiadores da Gavi, entidade internacionais que atua para garantir o acesso à vacinação. A parceria foi assinada durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, na tarde desta quarta-feira. Pelo acordo, o Ministério da Saúde vai doar US$ 1 milhão por ano para a instituição. O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, ressalta a importância da parceria.

 

Ministro da Saúde - Gilberto Occhi: Com certeza é uma ação que poderá socorrer o Brasil em caso emergencial através dessa entidade. Então, isso para nós é muito importante, porque muitas vezes surgem, em algum momento, no país algum tipo de doença, contagiosa ou não, que o Brasil não produz mais a vacina ou não existe laboratórios muito fácies de serem encontrados para a produção da vacina.

 

Repórter Graziela Mendonça: A Gavi já apoiou o Brasil mesmo antes de a parceria ver oficializada. No ano passado, durante surto de febre amarela no país, a entidade enviou 3 milhões de doses da vacina ao governo brasileiro. Além de receber vacina em situações de emergência, com esse acordo, o Brasil vai poder exportar doses para entidade, como explica o ministro Gilberto Occhi.

 

Ministro da Saúde - Gilberto Occhi: Haverá a possibilidade de que os organismos brasileiros federais, como o Fiocruz, como o Butantã, poderão fornecer as vacinas para essa instituição no momento em que houver uma necessidade em qualquer outro local do mundo e nós tivermos algum estoque.

 

Repórter Graziela Mendonça: A Gavi existe desde 2000 e conta com a participação de 27 países. Desde a sua fundação a entidade já ajudou a prevenir mais de 10 milhões de mortes com as ações de apoio à vacinação pelo mundo. Reportagem, Graziela Mendonça.

 

Luciano: Acolhimento aos imigrantes venezuelanos.

 

Gabriela: Daqui a pouco vamos dar os detalhes de todas as ações do governo citadas dessa semana pelo presidente Michel Temer no discurso de abertura na Assembleia Geral das Nações Unidas.

 

Luciano: Um dos objetivos do desenvolvimento sustentável é a ação contra mudança climática.

 

Gabriela: E entre as medidas para conter o aquecimento global está a redução na atmosfera dos chamados gases de efeito estufa.

 

Luciano: O Brasil tem atuação de destaque nessa área. Estamos reduzindo a derrubada de florestas e recuperando áreas de mata degradadas.

 

Gabriela: O país apresentou ainda, uma meta ambiciosa no Acordo do Clima de Paris, das Nações Unidas.

 

Luciano: Aprovado em 2015, por quase 200 nações, esse acordo é um pacto global que busca limitar o aumento da temperatura média do planeta.

 

Repórter João Pedro Neto: O Brasil assumiu, junto à comunidade internacional, o compromisso de emitir menos gases de efeito estufa, que contribuem para o aquecimento global. Durante a conferência da ONU sobre mudança climática em 2015, em Paris, o país anunciou que pretende reduzir em 37%, até 2025, as emissões desses gases. Para alcançar a meta, o Brasil quer aumentar para 45% a participação de fontes renováveis de energia, como eólica e solar e restaurar 12 milhões de hectares de florestas. No Distrito Federal, uma área de 50 hectares de cerrado dentro da Floresta Nacional de Brasília, que tinha sido totalmente degradada, está em recuperação. Desde o ano passado, já foram usadas 8 toneladas de sementes espécies nativas. O analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação de Biodiversidade, Alexandre Sampaio, fala sobre os impactos da ação do local.

 

Analista ambiental do IcmBio - Alexandre Sampaio: Isso aqui é uma área que foi degradada, o cerrado foi desmatado, teve plantio de pinos, eucaliptos, depois essas árvores foram cortadas, e isso aqui teve um plantio de gramíneas para pasto para criação de gado, e isso é um grande problema, na verdade. Essa área aqui é uma área extremamente importante para a produção de água no Distrito Federal. E a aqui a gente começou um trabalho, que é substituir essas gramíneas de pastagem por espécies nativas. E aí, a gente está trazendo de volta o cerrado.

 

Repórter João Pedro Neto: E o combate ao desmatamento no Brasil já está apresentando bons resultados. No cerrado, a área desmatada caiu 38% em 2017 na comparação com 2015. Já na Amazônia, a área desmatada em 2017 é 75% menor do que a registrada em 2004, o que, para o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, mostra que o Brasil tem condições de cumprir as metas estabelecidas.

 

Ministro do Meio Ambiente - Edson Duarte: Talvez até o Brasil possa superar e ter metas muito mais ambiciosas, além do que já se comprometeu, porque nós continuamos criando unidades de conservação, aliás, nesses dois anos nós dobramos as áreas destinadas à unidade de conservação do Brasil. Nós criamos instrumentos muito fortes que fazem com que o Brasil não tenha e não possa ter retrocessos da área ambiental. Nós avançamos em sistemas de monitoramento com uma precisão, com imagens de satélite cada vez maior, combinado com bases de dados que nós temos, que também avançamos muito. Com o Cadastro Ambiental Rural, nós povoamos com mais de 5 milhões de propriedades já cadastradas, georeferenciadas em todo o Brasil.

 

Repórter João Pedro Neto: O Ministério do Meio Ambiente também anunciou, agora, em setembro, que o Brasil já superou a meta para este ano de diminuir a emissão dos hidrofluorcarbonetos, gases de refrigeração que afetam o aquecimento global. O objetivo definido para 2018 era reduzir em cerca de 16%, e até agora o uso desses gases já caiu quase 37%. Reportagem, João Pedro Neto.

 

Gabriela: E durante o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, ontem, em Nova Iorque, o Presidente Michel Temer falou sobre imigrações.

 

Luciano: O Brasil tem recebido milhares de venezuelanos que têm vindo para cá fugindo da crise econômica e social no país vizinho.

 

Gabriela: E o governo decidiu reforçar as ações para acolher estes imigrantes.

 

Luciano: A repórter Luana Karen detalha para a gente todas essas ações.

 

Repórter Luana Karen: O relato de Oswaldo Rojas emociona. O pedreiro se viu obrigado a deixar a Venezuela, no final de 2017, quando a fome bateu à porta. Ele conta que pesava 98 quilos, quando chegou ao Brasil estava com 66.

 

Pedreiro - Oswaldo Rojas: Aqui é recebido grande ajuda por parte do brasileiro. Eu agradeço muito, muito.

 

Repórter Luana Karen: Oswaldo foi para São Paulo no primeiro processo de transferência de imigrantes venezuelanos para os outros estados do país, em abril deste ano. A chamada interiorização dos imigrantes foi a alternativa encontrada pelo Governo Federal para desafogar Roraima, estado mais impactado pela chegada dos venezuelanos. Segundo a Polícia Federal, entre 2017 e 2018, cerca de 75 mil venezuelanos chegaram ao Brasil pelas cidades de Pacaraima e permaneceram no país, muitos ocupavam as praças públicas e dormiam a relento. Viviane Esse, subchefe substituta de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República, explica como é feita a seleção dos venezuelanos que participam da interiorização.

 

Subchefe substituta de Articulação e Monitoramento da Casa Civil - Viviane Esse: É voluntário. A pessoa, ela vai se ela quiser. Então, é feito um trabalho de sensibilização, porque eles não conhecem o Brasil. Então, eles precisam saber onde ficam as cidades, quais são as condições, clima, oportunidade de trabalho, o que a ONU pode fazer por eles e o que o Governo Federal vai fazer por eles.

 

Repórter Luana Karen: Com a interiorização se busca dar melhores condições aos que querem viver e trabalhar no Brasil. Dos imigrantes que participaram do processo de transferência, pelo menos 40% estão empregados, é o que afirma o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.

 

Ministro-chefe da Casa Civil - Eliseu Padilha: Esses venezuelanos estão vacinados, têm uma revisão médica, recebe o seu CPF, recebe a sua carteira de trabalho, e aí, então, poderão ser levados para cidades onde tenha, em princípio, ocupações correspondentes ao perfil de formação profissional dos venezuelanos, e tem sido muito bem-sucedido.

 

Repórter Luana Karen: Mas antes de ser transferidos, há um caminho a ser percorrido, a acolhida dos imigrantes começa em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela. Lá, eles passam por avaliação de saúde e receberem vacinas. A Polícia Federal checa os documentos venezuelanos, a Receita Federal emite documentos brasileiros, como CPF, há também um posto da Defensoria Pública e do Conselho Tutelar para atender crianças e adolescentes. O estado recebeu R$ 187 milhões para reforçar os serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde e R$ 2,5 milhões para estruturar a assistência social. Números destacados pelo Presidente Michel Temer.

 

Presidente Michel Temer: Foram liberados mais de R$ 200 milhões em ações naquela região do Ministério do Desenvolvimento, do Ministério da Saúde, do Desenvolvimento Social, do Ministério da Educação e Saúde, da própria Polícia Federal e da Defesa, enfim, de vários setores da administração. De igual maneira, foram repassados R$ 187 milhões apenas na área da saúde.

 

Repórter Luana Karen: A força-tarefa do Governo Federal conta com 16 órgãos públicos, entre as medidas mais recentes, estão a criação de um abrigo de transição entre Boa Vista e Pacaraima, o envio a Roraima de mais 120 homens da Força Nacional, e de voluntários da área de saúde para atender os imigrantes. Reportagem, Luana Karen.

 

Gabriela: No evento paralelo à Assembleia Geral da ONU, promovido hoje, foram apresentadas iniciativas de empresas do Brasil que contribuem para os objetivos do desenvolvimento sustentável.

 

Luciano: Os chamados ODSs são conjuntos de ações propostas pela ONU para melhorar as condições de vida de população global até o ano de 2030.

 

Gabriela: São objetivos e metas em áreas, como o combate à pobreza e à fome, promoção da saúde e educação, meio ambiente, direitos humanos e redução das desigualdades.

 

Luciano: Os países membros da organização se comprometeram a promover iniciativas para cumprir essas metas.

 

Gabriela: E a ONU considera que a participação da iniciativa privada é também fundamental.

 

Repórter Paola de Orte: Vinte empresas reunidas em Nova Iorque para apresentar projetos nas áreas de água, floresta, comunicação e sustentabilidade, combate à corrupção e educação. O evento foi promovido pelo Pacto Global, a iniciativa da ONU voltada para o setor privado, e quer mostrar como as empresas estão atuando para ajudar na implementação dos objetivos do desenvolvimento sustentável, como explica o diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global, Carlo Pereira.

 

Diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global - Carlo Pereira: As empresas são sendo convocadas para fazer ações dentro dos seus negócios. Uma empresa que tem um grande impacto em água, a ideia é que ela olhe com mais cuidado esse elemento tão importante para a gente. Uma empresa que trata com educação, a ideia é que ela olhe com mais cuidado o que está sendo passado, então, para essas crianças, para esses adultos para que a gente consiga ter uma sociedade melhor.

 

Repórter Paola de Orte: Em 2015, 193 países assinarem o compromisso da Agenda 2030, que lista os objetivos do desenvolvimento sustentável, são 17 objetivos e 169 metas. O Brasil participou ativamente dessa negociação e agora uma das principais questões da Agenda 2030 é desenvolver ações para alcançar as metas. O secretário-executivo da Comissão Nacional para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, Henrique Vila, explica como as empresas privadas podem contribuir.

 

Secretário-executivo da Comissão Nacional para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - Henrique Villa: As empresas são fundamentais, elas precisam colocar um esforço extra, elas precisam para a questão da responsabilidade social, para a questão da responsabilidade ambiental, a questão dos empregos. Eu estou falando de ODS de saúde e bem-estar, estou falando de ODS específica de trabalho decente e condições sustentáveis para o emprego e geração de renda.

 

Repórter Paola de Orte: O governo brasileiro também promove ações para incentivar a participação do setor privado nos objetivos do desenvolvimento sustentável, uma delas é o Prêmio ODS Brasil, que pretende valorizar práticas que contribuam para alcançar as metas. O prêmio vai ser entregue em dezembro a 20 iniciativas. De Nova Iorque, nos Estados Unidos, Paola de Orte.

 

Luciano: Estudar para passar no vestibular, se matricular em um curso universitário para se especializar em uma profissão.

 

Gabriela: O sonho de muita gente pode se tornar uma dor de cabeça.

 

Luciano: Isso porque uma instituição pode estar irregular, não credenciada pelo Ministério da Educação.

 

Gabriela: E como saber se a faculdade ou universidade em que você pretende estudar ou já está cursando é credenciada?

 

Luciano: É o que vamos saber no Pra Você, Cidadão de hoje.

 

"Pra Você, Cidadão".

 

Repórter Ana Pimenta: Escolher uma instituição de ensino para cursar uma faculdade não é tarefa fácil, uma escolha errada pode causar problemas sérios no futuro. No caso de instituições em situação irregular ou criminosa, o aluno pode até ficar sem o diploma no final do curso, por isso, antes de fazer o vestibular ou de se matricular é preciso estar atento a alguns detalhes que fazem a diferença. Todas as faculdades, universidades e centros universitários devem ser credenciados pelo Ministério da Educação. Você pode conferir com um acesso rápido ao sistema e-MEC, no endereço www.emec.mec.gov.br. Você também pode tirar suas dúvidas por meio do Fale Conosco do portal do MEC, no endereço portal.mec.gov.br ou pelo número: 0800-616161. Além disso, o Procon local e o Ministério Público Federal podem ser acionados. Ana Pimenta para a Voz do Brasil.

 

Gabriela: A Índia autorizou a importação de carne suína do Brasil, além de produtos derivados.

 

Luciano: Segundo o Ministério da Agricultura, o governo indiano já tinha autorizado, no mês passado, a importação de embriões bovinos in vitro.

 

Gabriela: Ainda, de acordo com o Ministério, as exportações brasileiras do setor do agronegócio cresceram mais de 113% entre janeiro e agosto deste ano em comparação com igual período do ano passado.

 

Luciano: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Luciano: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Gabriela: Fique agora com o Minuto do TCU, e, em seguida, as Notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.

 

Luciano: Boa noite. Até amanhã.

 

"A voz de Brasil, Governo Federal".