02 de maio de 2018 - poder executivo

Destaques da Voz do Brasil: Exército vai treinar policiais militares de todo o país. Acordo assinado prevê investimentos de R$ 5 milhões. Presidente Michel Temer determina todos os esforços para minimizar danos do incêndio em São Paulo. E em encontro com presidente do Suriname, Temer assina novos acordos. Vamos explicar o reajuste no Bolsa Família. E falar sobre incentivos para geração de empregos nas micro e pequenas empresas. Tem também o anuncio de mais uma montadora que abre novo turno e vai contratar 1,5 mil pessoas.

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Transcrição


Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Quarta-feira, 2 de maio de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Gabriela: Exército vai treinar policiais militares de todo o país.

 

Nasi: Acordo foi assinado hoje e prevê investimentos de R$ 5 milhões. Gabriela Noronha.

 

Repórter Gabriela Noronha: O Exército vai se reunir com as policiais militares para elaborar um diagnóstico e ver como podem ajudar dentro da necessidade de cada estado.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: Presidente Michel Temer determina todos os esforços para minimizar danos do incêndio em São Paulo.

 

Nasi: E em encontro com o presidente do Suriname, Temer assina novos acordos.

 

Presidente Michel Temer: Estamos trabalhando sempre de forma muito coordenada para promover o desenvolvimento dos nossos países e o bem-estar de nossos brasileiros e surinameses.

 

Nasi: Vamos explicar o reajuste do Bolsa Família. Eduardo Biagini.

 

Repórter Eduardo Biagini: A partir de julho o valor médio do Bolsa Família será reajustado em 5,67%.

 

Gabriela: E falar sobre incentivos para a geração de empregos nas micro e pequenas empresas.

 

Nasi: E tem também o anúncio de mais uma montadora que abre novo turno e vai contratar 1,5 mil pessoas.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Gabriela: O Exército vai apoiar e fortalecer as Polícias Militares de todos os estados.

 

Nasi: Para isso vai treinar os policiais, além de repassar toda a experiência e conhecimento em logística e inteligência, para reduzir os índices de violência.

 

Gabriela: O plano de colaboração entre Exército e Polícias Militares foi assinado hoje pelo governo.

 

Repórter Gabriela Noronha: O plano prevê que o Exército colabore com as Polícias Militares de todos os estados para fortalecer as áreas de logística e inteligência, além de realizar treinamentos. De acordo com o ministro da Defesa, o general Silva e Luna, estão previstas 30 ações de apoio.

 

Ministro da Defesa - Silva e Luna: Cooperar, colocar à disposição, de apresentar sugestões, de colocar estruturas à disposição, de auxiliar no planejamento. Isso aí vai para as áreas de logística, de inteligência, de cooperação na área de ensino, de capacitação de pessoal, de treinamento, inclusive, em visitas.

 

Repórter Gabriela Noronha: O Exército vai colocar à disposição dos militares equipamentos como coletes à prova de bala e capacetes e vai passar conhecimento para auxiliar os estados a elaborar um planejamento na área de segurança pública. O Exército vai se reunir com as Polícias Militares para elaborar um diagnóstico e ver como podem ajudar dentro da necessidade de cada estado. O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que o plano não prevê o uso de militares do Exército para patrulhamento nas ruas.

 

Ministro da Segurança Pública - Raul Jungmann: O que nós estamos fazendo aqui, como o nome diz, é apoiar e fortalecer. Não é assumir o lugar ou substituir as polícias, mas dar a elas melhores condições de enfrentamento do crime organizado e redução da violência, colocando à disposição o conhecimento do Exército Brasileiro, das Forças Armadas Brasileiras, cuja formação está dentre as melhores do mundo.

 

Repórter Gabriela Noronha: O investimento inicial do plano é de R$ 5 milhões. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Nasi: O Presidente Michel Temer determinou que o Governo Federal dê toda a assistência necessária ao município de São Paulo após o desabamento de um prédio no centro da cidade.

 

Gabriela: O edifício desabou na madrugada de terça-feira, após um incêndio de grandes proporções, e ainda há pessoas desaparecidas.

 

Repórter Raquel Mariano: Desde o desabamento do prédio, na madrugada desta terça-feira, que o Governo Federal tem acompanhado todas as ações e se colocado à disposição para qualquer tipo de ajuda que a cidade de São Paulo precisar. O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, já mobilizou a pasta para oferecer auxílio.

 

Ministro das Cidades - Alexandre Baldy: Formamos uma comissão externa para prestar todo o apoio à Prefeitura Municipal de São Paulo, à toda a equipe da prefeitura e também para que possamos, cada vez mais, trabalhar por novas moradias, novas habitações sociais, principalmente para que nós possamos também contribuir na fiscalização destes prédios, edifícios que estejam sendo ocupados, regulares ou irregularmente, mas que tenham cada vez mais segurança.

 

Repórter Raquel Mariano: O prédio, de 24 andares, localizado no bairro Santa Cecília, região central de São Paulo, desabou após um incêndio de grandes proporções na madrugada desta terça-feira. Segundo a Prefeitura de São Paulo, 169 famílias que viviam no local foram cadastradas e até agora 49 moradores ainda não foram localizados. O Corpo de Bombeiros está trabalhando no local, e, de acordo com o tenente dos Bombeiros, Guilherme Derrite, a operação já envolveu mais de 160 homens.

 

Tenente dos Bombeiros - Guilherme Derrite: O Corpo de Bombeiros está realizando um trabalho de buscas e localização de vítimas das estruturas colapsadas do prédio que desabou. E também a retirada de escombros manualmente evitando, assim, lesões ou até mesmo fraturas em possíveis vítimas que estejam na parte de baixo dos escombros.

 

Repórter Raquel Mariano: O Presidente Michel Temer visitou a área do acidente nesta terça-feira, e colocou o Governo Federal à disposição para qualquer necessidade que o município ou o estado tiverem.

 

Presidente Michel Temer: A ordem é: o que for preciso vamos fazer. O que eu determinei é que desse toda a assistência necessária.

 

Repórter Raquel Mariano: Seguindo a orientação do presidente, a Defesa Civil nacional também acompanha em tempo real e integral todas as ações de salvamento, inclusive, com painéis de monitoramento. Reportagem, Raquel Mariano.

 

Nasi: O Bolsa Família vai ser reajustado.

 

Gabriela: O anúncio foi feito pelo Presidente Michel Temer na última segunda-feira.

 

Nasi: O valor dos benefícios vai aumentar mais de 5,5%, reajuste que cobre a inflação desde o começo do ano passado até março deste ano.

 

Gabriela: E quem está no programa começa a receber com aumento no mês de julho.

 

Repórter Eduardo Biagini: A vida da dona de casa Onilde Gonçalves da Rocha, nunca foi fácil, dois os três filhos dela têm problemas de saúde. Para conseguir cuidar dos pequenos teve de parar de trabalhar. E é com auxílio do Bolsa Família que ela garante a comida na mesa e os meninos da escola.

 

Dona de casa - Onilde Gonçalves da Rocha: O Bolsa Família é dos meus filhos. É material de escola, é no remédio, o medicamento que o meu outro filho toma.

 

Repórter Eduardo Biagini: O dinheiro que ajuda Onilde todo mês agora vai aumentar. A partir de julho o valor médio do Bolsa Família será reajustado em 5,67%. Com a alteração este valor passará de R$ 177,00 para R$ 187,00. Para cobrir o custo com o aumento o governo vai repassar este ano mais R$ 684 milhões para o programa. Em entrevista exclusiva para a Voz do Brasil, o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, disse que o reajuste beneficia as famílias e tem impacto na economia.

 

Ministro do Desenvolvimento Social - Alberto Beltrame: O reajuste do Bolsa Família recompõe o INPC de 2016 até março de 2018. Com isso, mais recursos chegarão a cada uma das famílias beneficiadas do programa. Com isso também se recompõe o poder de compra de alimentos do benefício básico, que tem sido positivo durante todo o governo do Presidente Michel Temer. E significa também mais recursos na economia local, são R$ 684 milhões a mais até o final do ano, que ajudarão a movimentar a pequena economia de cada município, de cada pequena cidade com os seus beneficiários do Bolsa.

 

Repórter Eduardo Biagini: Atualmente, o programa transfere recursos a 13,7 milhões famílias em todos o país. Entre as exigências para receber o benefício está manter as crianças na escola. As famílias interessadas em receber o Bolsa Família devem se inscrever no Cadastro Único para programas sociais do Governo Federal. Esse cadastro pode ser feito nos Centros de Referência de Assistência Social, os CRAS, ou na gestão municipal do Bolsa Família. Com locução de Eduardo Biagini e reportagem, Luana Karen.

 

Nasi: No feriadão do Dia do Trabalho o número de acidentes nas rodovias federais caiu 23% em relação ao feriado do ano passado.

 

Gabriela: As infrações também tiveram queda. Mesmo assim, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os motoristas continuam abusando das ultrapassagens indevidas.

 

Repórter Cleide Lopes: Mesmo com um dia a mais de operação em relação ao feriado do trabalhador no ano passado, o número de acidentes nas estradas do país sofreu uma queda de 23%. Em 2017 foram registrados 1.255 acidentes, enquanto que em 2018, 907. O porta-voz da Polícia Rodoviária Federal, Diego Brandão, explica as razões dessa queda no número de acidentes no país.

 

Porta-voz da Polícia Rodoviária Federal - Diego Brandão: A fiscalização, lógico, é um desses fatores. Além disso, houve aperfeiçoamento da legislação, endurecimento de algumas penas associadas aos autos ali de infração cometidos nas rodovias federais.

 

Repórter Cleide Lopes: Apesar dessa redução, o total de vítimas fatais teve um aumento de 2%. Este ano, 90 pessoas morreram nas estradas. A ultrapassagem irregular é uma das campeãs de infração, com 4.305 notificações, seguida da falta de uso de capacetes e de crianças transportadas sem o uso da cadeirinha. Ao todo, foram registradas quase 38 mil infrações de trânsito. Reportagem, Cleide Lopes.

 

Nasi: A PRF também intensificou o combate à criminalidade, mais de 500 pessoas foram detidas.

 

Gabriela: Foram apreendidas cargas de maconha, cocaína e pacotes de cigarro, além de armas de fogo. Setenta e três veículos com registro de roubo ou furto foram recuperados.

 

Nasi: O caminho da geração de empregos.

 

Gabriela: Ainda nesta edição você vai ouvir quais os incentivos as micro e pequenas empresas vêm recebendo para ampliar seus negócios e contratar mais.

 

Nasi: Também tem o anúncio de mais uma montadora que vai abrir novo turno de trabalho e empregar 1,5 mil trabalhadores.

 

Gabriela: Ampliar parcerias e abrir portas para os nossos produtos.

 

Nasi: Para isso o Presidente Michel Temer recebeu hoje, em Brasília, o presidente do Suriname.

 

Gabriela: O país sul-americano faz fronteira com o norte do Brasil e tem uma relação de comércio em crescimento.

 

Nasi: Foram assinados acordos na área de comércio, segurança pública, agricultura e meio ambiente.

 

Repórter Nei Pereira: Tapete vermelho na rampa do Palácio do Planalto para a chegada do presidente do Suriname ao Brasil. Dési Bouterse foi recebido pelo presidente Michel Temer nesta quarta-feira. Eles participam de uma reunião com ministros dos dois países e assinaram os acordos de cooperação nas áreas de economia, agricultura, meio ambiente e segurança.

 

Presidente Michel Temer: Portanto, nós aprofundamos muito o nosso diálogo sobre questões bilaterais e questões regionais. E registramos, com muita satisfação, o aumento do comércio bilateral entre nossos países em 2017. Aumentou praticamente 30% esta relação comercial.

 

Repórter Nei Pereira: O Suriname é apontado como uma das portas de saída para a Europa da droga produzida na Colômbia, por isso, entre os acordos assinados, está o de cooperação institucional entre as forças de segurança dos dois países. O Presidente Michel Temer relembrou que são cerca de 600 quilômetros de fronteira que precisam de reforço estratégico.

 

Presidente Michel Temer: Especialmente agora que firmamos esse acordo entre a Polícia Federal e sua contraparte surinamesa, que permitirá uma atuação mais coordenada para combater o crime transacional e reforçar, naturalmente, a segurança em nossas fronteiras.

 

Repórter Nei Pereira: Na reunião, os dois presidentes trataram também de crise na Venezuela, que fez com que aproximadamente 40 mil pessoas buscassem refúgio no Brasil. A imigração de brasileiros que vão em busca de garimpo no Suriname também estava na pauta da conversa. Dési Bouterse convidou empresas brasileiras a investirem no Suriname. O comércio entre os dois países chegou a mais de US$ 40 milhões no ano passado, com vantagem de quase US$ 30 milhões para o Brasil. Reportagem, Nei Pereira.

 

Gabriela: E o comércio brasileiro com outros países registrou um saldo positivo de mais de US$ 6,1 bilhões em abril.

 

Nasi: Está é a diferença entre tudo o que foi exportado, menos o que foi importado.

 

Gabriela: O número foi divulgado hoje pelo Ministério da Indústria Comércio Exterior e Serviços e representa o segundo melhor resultado para o mês, perde apenas para abril do ano passado.

 

Nasi: No mês passado as exportações caíram 3,4% na comparação com abril de 2017.

 

Gabriela: Já as importações, subiram mais de 10% na mesma comparação.

 

Nasi: A balança comercial deve fechar este ano com saldo positivo de US$ 50 bilhões.

 

Gabriela: E o governo brasileiro informou hoje, que os Estados Unidos interromperam as negociações e decidiram aplicar as medidas que restringem a exportação de alumínio e aço brasileiro para lá.

 

Nasi: A sobretaxa dos produtos foi anunciada no começo de março pelo presidente Donald Trump, mas estava suspensa no caso do Brasil para negociações.

 

Gabriela: Por meio de nota, o governo afirmou que as autoridades norte-americanas interromperam as negociações e que ofereceram ao Brasil a opção de sobretaxas ou cotas de exportação.

 

Nasi: O governo brasileiro lamentou a decisão dos Estados Unidos e disse que mantém a expectativa de que os norte-americanos não prossigam com a aplicação das restrições aos nossos produtos.

 

Gabriela: E ainda afirmou que vai seguir disposto a adotar todas as ações necessárias para preservar os direitos e interesses do Brasil.

 

Nasi: As micro, pequenas e médias empresas receberam mais da metade dos financiamentos do BNDES no início deste ano.

 

Gabriela: O banco liberou quase R$ 4 bilhões em janeiro, desse total, R$ 2,2 bilhões foram para empresas de pequeno e médio portes. Um recorde.

 

Nasi: Dinheiro que ajuda empresários a criaram mais vagas e impulsionarem a economia do país.

 

Repórter Paulo La Salvia: A Darling Confecções existe desde 1949 na capital paulista, fabrica calcinhas e sutiãs. A produção gira um torno de 1 milhão de peças de lingerie por ano. Já o rendimento da média empresa, que tem 350 funcionários, varia de R$ 30 milhões a R$ 50 milhões a cada 12 meses. Mesmo com este faturamento, a Darling Confecções sofreu com a crise econômica em 2015 e 2016, o que fez ela recorrer ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, no começo do ano passado. Foram emprestados R$ 2 milhões no programa de capital de giro do banco. O diretor da empresa, Ronald Masijah, explica que o dinheiro foi fundamental para superar a crise.

 

Diretor de empresa - Ronald Masijah: Nós acessamos o BNDES Giro por conta de não termos que demitir os funcionários no momento da crise que estava passando o país. Leva muito tempo, é muito custoso você montar um quadro de colaboradores que sejam eficientes. Então, nós queríamos manter a produção a pleno vapor, ativa, apostando que, em algum momento, rapidamente, a economia iria se reativar, o que, de fato, aconteceu.

 

Repórter Paulo La Salvia: Oferecer crédito para micro, pequenas e médias empresas é uma meta que o BNDES quer intensificar. Isso porque estes setores, muitas vezes, enfrentam dificuldade para encontrar crédito a juros mais baixos no mercado. O gerente do Departamento de Pesquisa Econômica do BNDES, Ricardo Barbosa, mostra, em números, como os empréstimos também empregam aos pequenos empreendimentos do país.

 

Gerente do Departamento de Pesquisa Econômica do BNDES - Ricardo Barbosa: E essa participação de micro, pequenas e médias vem numa tendência ascendente, né, desde lá no início da década de 90. Até 94 a participação era de 16,3%, entre 2015 e 17 essa participação já bateu 33,4%. Quando a gente olha só para 2017, a participação já é de 42%. Então, assim, o que gente consegue concluir é que o BNDES tem sido cada vez mais, e, não menos, um banco de micro, pequenas e médias empresas.

 

Repórter Paulo La Salvia: Um dos principais instrumentos de financiamento do banco para micro, pequenas e médias empresas é o Cartão BNDES. Ele pode fazer empréstimos de até R$ 2 milhões com juros que variam a cada mês, mas são sempre abaixo dos praticados no mercado. O tempo máximo para pagamento dos empréstimos nessa linha é de quatro anos. Reportagem, Paulo La Salvia.

 

Gabriela: E as micro e pequenas empresas, muitas vezes, empregam um, dois funcionários, mas se somar todas, elas são as grandes criadoras de postos de trabalho no país.

 

Nasi: No ano passado elas geraram mais de 330 mil novas vagas, e neste ano mostram que estão ainda mais fortes.

 

Gabriela: A repórter Gabriela Noronha foi ver de perto como um pequeno empreendimento pode ajudar a mudar a vida de muita gente.

 

Repórter Gabriela Noronha: Habilidade com a tesoura, atenção e carinho com cada cliente. Assim Willys Pinheiro foi conquistando o seu espaço no mercado de beleza na capital federal. Ele conta que começou como a maioria, trabalhando para os outros, mas, aos 20 anos de carreira, percebeu que precisava investir em um negócio próprio. Desde 2012 ele é empresário e seu negócio não parou de crescer.

 

Empresário - Willys Pinheiro: Nós começamos um salão pequeno, tinha cinco funcionários, e aí passamos a aumentar esse espaço. E agora estamos com esse espaço maravilhoso, lindo, já com 33 funcionários.

 

Repórter Gabriela Noronha: A brasiliense Tatiele dos Santos é uma das funcionárias do salão, ela estava desempregada e há quatro meses foi contratada. Em pouco tempo já se tornou a responsável pelo marketing do espaço. Para Tatiele, o incentivo do patrão Willys foi fundamental, e ela planeja fazer uma especialização.

 

Entrevistada - Tatiele dos Santos: Eu pretendo mesmo conhecer todas as técnicas, né, porque acho que tem muito para aprender ainda. Eu quero me especializar na área de marketing, né?

 

Repórter Gabriela Noronha: O setor de serviços, que inclui comércio, alimentação e beleza, é um dos que mais crescem no país. Só no primeiro trimestre deste ano esse setor gerou mais de 57 mil vagas, sendo mais de 34 mil empregos criados pelos pequenos negócios como o salão do Willys. O gerente de acesso a serviços financeiros do Sebrae Nacional, Alexandre Comin, explica que as pequenas empresas são as primeiras a reagir quando a economia melhora.

 

Gerente de acesso a serviços financeiros do Sebrae Nacional - Alexandre Comin: É que as pequenas empresas foram as últimas a começar a demitir, a ter problemas econômicos e são as primeiras a sair da crise, no sentido de que praticamente todos os empregos que foram gerados aí, desde que a economia começou a ter uma retomada o ano passado. Então, o pequeno negócio, ele tem essa resistência, essa resiliência à crise.

 

Repórter Gabriela Noronha: E não é só aí que tem geração de emprego, não. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, só neste ano o Brasil gerou 204 mil empregos com Carteira assinada. Foram três meses consecutivos de resultados positivos. E para Igor Franco, secretário de políticas públicas de emprego, esse aumento das vagas ofertadas nas micro e pequenas empresas se deve ao bom momento da economia do país, especialmente a modernização trabalhista.

 

Secretário de políticas públicas de emprego - Igor Franco: Isso demonstra a retomada da economia do nosso país, a credibilidade que deu para os empregadores, também devido ao impacto da nossa modernização trabalhista, que trouxe de forma positiva esses números.

 

Repórter Gabriela Noronha: Algumas políticas do governo também têm contribuído para a geração de emprego. Segundo o secretário Igor Franco, a Escola do Trabalhador, que oferece cursos de qualificação da modalidade à distância, teve mais de 329 mil matrículas nos primeiros quatro meses de atividade. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Nasi: E já que estamos falando de geração de empregos, em mais um exemplo da retomada do crescimento econômico, uma grande montadora de veículos do país anunciou hoje a criação de mais 1,5 mil empregos.

 

Gabriela: As fábricas da Toyota, localizadas nas cidades de Sorocaba e Porto Feliz, no Estado de São Paulo, vão abrir o terceiro turno de trabalho a partir de novembro, para aumentar a produção, abrindo também nova oportunidades.

 

Nasi: O anúncio foi feito durante encontro entre o Presidente Michel Temer, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, e representantes da montadora.

 

Gabriela: O ministro Marcos Jorge afirmou que o setor automotivo tem reagido às ações do governo para recuperar a economia.

 

Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - Marcos Jorge: Isso é sinal de que não apenas a economia, através de todos os esforços que o governo tem feito de promover a recuperação do país, mas o setor automotivo, especificamente, tem reagido muito bem. Batemos recordes em 2017, mais de 791 mil unidades exportadas pelo país. E agora temos um anúncio também, um dia após o Dia do Trabalhador, de novo empregos no setor automotivo.

 

Nasi: Marcos Jorge também afirmou que esta semana devem ser fechados os últimos detalhes entre o governo e entidades que representam a cadeia automotiva, para que o Presidente Michel Temer possa fazer o anúncio do Programa Rota 2030.

 

Gabriela: A ideia do programa é incentivar investimentos no setor automotivo, desenvolvendo a indústria e os veículos produzidos aqui, gerando mais empregos.

 

Nasi: Quatro milhões e setecentas mil pessoas em todo o país já tomaram a vacina contra a Influenza e estão protegidas da gripe.

 

Gabriela: A meta do Ministério da Saúde é vacinar até 1º de junho mais de 54 milhões de pessoas.

 

Nasi: O público-alvo que deve se vacinar da graça nos postos de saúde são idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas e gestantes.

 

Gabriela: O Dia D de Mobilização ocorre em 12 de maio, quando 65 mil postos de vacinação em todos os estados abrem as portas para intensificar a imunização.

 

Nasi: O prazo para entregar a declaração do imposto de renda terminou na segunda-feira.

 

Gabriela: A partir de hoje, quem não enviou a declaração no prazo já pode acessar o programa no site da Receita Federal para entregar o documento.

 

Nasi: Só que a partir da agora o contribuinte precisa pagar uma multa.

 

Gabriela: O valor é calculado com base no imposto devido, apurado na declaração.

 

Nasi: A Receita informa que mesmo quem pagou o imposto antecipadamente está sujeito à multa se não entregou a declaração o prazo.

 

Gabriela: O valor mínimo da multa é de R$ 165.

 

Nasi: O valor máximo corresponde a 20% do imposto devido.

 

Gabriela: A declaração pode ser enviada pelo site: www.receita.fazenda.gov.br. Eu vou repetir: www.receita.fazenda.gov.br.

 

Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Gabriela: Fique agora com o Minuto do TCU e em seguida as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso".