02 DE OUTUBRO DE 2017

Destaques da Voz do Brasil: Balança comercial é recorde no mês e no ano. Micro e pequenos empresários têm acesso facilitado a crédito. Começou o censo agropecuário.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Nasi: Uma boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Segunda-feira, 2 de outubro de 2017.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Gabriela: Exportações brasileiras em alta superam as importações.

 

Nasi: E balança comercial é recorde no mês e no ano. Beatriz Albuquerque.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: O bom resultado é explicado pelo aumento da quantidade e também do valor dos produtos exportados.

 

Gabriela: Isso significa economia aquecida e mais empregos, como comemorou hoje do Presidente Michel Temer.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Começou o Censo Agropecuário. Mara Kenupp.

 

Repórter Mara Kenupp: Os recenseadores vão visitar todos os estabelecimentos rurais do país, são mais de 5 milhões.

 

Nasi: Vamos falar ainda como você pode economizar energia.

 

Gabriela: Hábitos simples do dia a dia podem ter impacto direto na conta e no bolso dos consumidores.

 

Nasi: Na apresentação da Voz do Brasil hoje: Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Gabriela: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar: www.voz.gov.br.

 

Nasi: Um retrato de toda a área rural do Brasil, isso é o que pretende que fazer o Censo Agropecuário 2017, que começou hoje.

 

Gabriela: O Censo é a principal pesquisa sobre a produção agropecuária do país. São cinco meses de trabalho e mais de 18 mil recenseadores entrevistando produtores em todas as regiões.

 

Nasi: Nós acompanhamos as primeiras entrevistas. Um trabalho que conta com a colaboração desses agricultores que precisam responder direitinho todas as perguntas.

 

Repórter Mara Kenupp: As primeiras porteiras para o Censo Agropecuário foram abertas oficialmente nesta segunda-feira. No Distrito Federal são cerca de 7 mil estabelecimentos a serem percorridos e o pessoal está preparado para perguntar, como o recenseador Helton Mendes.

 

Recenseador - Helton Mendes: De acordo com as perguntas a respeito do estabelecimento. Quem que é o responsável pela direção direta dos trabalhos do estabelecimento? É o próprio produtor? É algum encarregado, algum administrador ou outra pessoa?

 

Repórter Mara Kenupp: As respostas vão direto para o dispositivo móvel de coleta, que envia as informações pela internet. Seja em um grande estabelecimento rural ou uma pequena chácara, o analista censitário, Marco Antônio Chaves, explicou que os agentes do IBGE vão estar em todos os cantos, com materiais na mão e devidamente identificados.

 

Analista censitário - Marco Antônio Chaves: Todo recenseador vai chegar na propriedade rural devidamente uniformizado, com colete do IBGE, crachá de identificação e o mais importante é o DMC, que é o Dispositivo Móvel de Coleta, que é um tipo de smartphone que vai estar todas as perguntas que ele vai realizar durante a coleta de informações.

 

Repórter Mara Kenupp: O trabalho de levantamento de dados vai até fevereiro do ano que vem. Os recenseadores vão visitar todos os estabelecimentos rurais do país, são mais de 5 milhões. O produtor rural Leomar Cenci, que também é presidente de uma cooperativa de grãos no Distrito Federal, dá total apoio à pesquisa. Ele conta que vai alertar os 140 associados da cooperativa sobre a importância de atender o recenseador.

 

Produtor rural - Leomar Cenci: A Coopa-DF vai dar um suporte para que isso aconteça de uma forma bem precisa, tranquila. A gente vai dar um suporte aqui no dia a dia também para o pessoal do IBGE.

 

Repórter Mara Kenupp: O Censo 2017 quer saber, por exemplo, quem são os trabalhadores rurais, o que produzem, qual é o tamanho da área, quantas são as benfeitorias, se existe uso de agrotóxico e qual é o número de maquinário existente. Para o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Diogo Oliveira, o Censo Agropecuário é uma atividade da mais alta importância para a economia do país.

 

Ministro do Planejamento Desenvolvimento e Gestão - Diogo Oliveira: Traz informação precisa, detalhada sobre aquele setor, que é o setor mais dinâmico da nossa economia, o setor mais competitivo, é o setor que gera mais divisas, é o setor que gera mais inovação e tecnologia.

 

Repórter Mara Kenupp: As informações do Censo Agropecuário 2017 vão ajudar o governo na implementação de políticas de fortalecimento e na distribuição de recursos federais para a agropecuária brasileira. Reportagem, Mara Kenupp.

 

Gabriela: Expandir o próprio negócio, contratar mais funcionários e crescer.

 

Nasi: Esse é o sonho de milhares de pequenos e microempresários, mas, muitas vezes, eles esbarram numa questão essencial, o acesso ao crédito.

 

Gabriela: E é por isso que o governo trabalha para acabar com a burocracia e reduzir os juros para que você, pequeno empresário, possa crescer.

 

Repórter: Nathália Koslyk: Pegar empréstimo em banco é uma das últimas opções para os donos de micro e pequenas empresas. Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, é necessário ajustar a linguagem das instituições financeiras às necessidades dos pequenos, para facilitar o acesso ao crédito.

 

Presidente do Sebrae - Guilherme Afif Domingos: Nós estamos trabalhando exatamente em cima disso para diminuir as exigências e tornar mais fluído, ou seja, tornar mais fácil o pequeno empresário ser entendido, e, portanto, entender as necessidades desse pequeno empresário.

 

Repórter: Nathália Koslyk: O crédito foi oportunidade de crescimento para Natália Seratti, dona de um restaurante em Bentos Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Há cerca de um mês, ela fez um empréstimo para ampliar seu negócio, oferecendo um serviço de buffet e entrega às empresas, e tem dado certo.

 

Dona de um restaurante em Gonçalves, no Rio Grande do Sul - Natália Seratti: A gente precisou investir em ampliar... investir em utensílios, ampliar nossa cozinha, né? Comprar um automóvel.

 

Repórter: Nathália Koslyk: Nesta semana acontece um esforço concentrado de promoção do crédito em todo o Brasil. São atividades presenciais e online em parceria com os bancos públicos e privados para que os pequenos empreendedores superem essa barreira de forma orientada e sustentável, como explica o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

 

Presidente do Sebrae - Guilherme Afif Domingos: Todos no mesmo esforço de vir ao encontro da retomada do crédito para o pequeno. Até porque, é este pequeno que está gerando os empregos positivos que o governo está anunciando.

 

Repórter: Nathália Koslyk: Outras iniciativas e parcerias buscam facilitar o acesso ao crédito, um exemplo é o Programa Mais Crédito e Menos Burocracia, desenvolvido junto ao Banco do Brasil. O objetivo é que essas iniciativas permitam a realização de mais investimentos pelos pequenos empresários. Reportagem, Nathália Koslyk.

 

Nasi: Para participar dos eventos da Semana Nacional do Crédito basta acessar o site: www.sebrae.com.br.

 

Gabriela: E além dessas oportunidades, o governo também aumentou os limites que cada empresário pode retirar em financiamento pelo FCO, o Fundo Constitucional da Região Centro-Oeste.

 

Nasi: O fundo foi criado para estimular o desenvolvimento da região.

 

Gabriela: Com linhas de créditos facilitadas, empreendedores do médio e pequeno porte e agricultores familiares recebem um empurrãozinho para melhorar os negócios.

 

Repórter João Pedro Neto: O agricultor Vilberto Domingos deixou o Paraná para se estabelecer em Goiás e começou a plantar em áreas arrendadas na região de Cristalina. Depois se fixou no município de Luziânia, na região metropolitana do Distrito Federal. E há dez anos deu início a um processo de aumento na escala da produção agrícola. Vilberto recorreu a financiamento de um fundo que oferece condições diferenciadas e administrado pelo Governo Federal, o Fundo Constitucional de Financiamento do Cento-Oeste, o FCO.

 

Agricultor - Vilberto Domingos: Eu adquiri uma plantadeira, um trator. Em 2013 eu adquiri uma colheitadeira. Em 2015 eu adquiri um pivô central. Com o lucro que eu tive do FCO comprando máquinas, caminhões, equipamentos, eu fui trabalhando e fui adquirindo área com isso, né?

 

Repórter João Pedro Neto: O FCO apoia empreendedores dos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. O governo aprovou um pacote de medidas para ampliar o acesso ao crédito por meio do fundo. Uma delas amplia em 50% o limite de financiamentos em operações de capital de giro, que são os recursos necessários, por exemplo, para pagar fornecedores ou manter os estoques. Segundo o diretor de Programas e Gestão de Fundos da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste, Edimilson Alves, são mais de R$ 10 bilhões disponíveis em 2017 pelo fundo.

 

Diretor de Programas e Gestão de Fundos da Superintendência do Centro-Oeste - Edimilson Alves: Se compararmos 2016 com 2017, teve um o incremento de 83% de contratações, os três estados e o Distrito Federal, a evolução é muito grande. Eu não tenho dúvida que cada empresa, seja o pequeno, o grande, o médio, que acesse esse recurso, está gerando emprego, gerando renda e mantendo quem está empregado.

 

Repórter João Pedro Neto: Criado há 28 anos, o FCO promove o desenvolvimento econômico e social do Centro-Oeste com financiamentos a diversos setores produtivos. Reportagem, João Pedro Neto.

 

Nasi: E os empresários brasileiros estão mais confiantes na economia do país.

 

Gabriela: O índice de confiança empresarial, medido pela Fundação Getúlio Vargas, subiu 1,3 pontos em setembro.

 

Nasi: Essa é a terceira alta consecutiva do índice, que agora atinge a maior nível desde dezembro de 2014, chegando a 87,3 pontos.

 

Gabriela: A maior contribuição para esse aumento vem do comércio, seguido pelo setor de serviços. 19h10 em Brasília.

 

Nasi: E você vai ouvir ainda nesta edição.

 

Gabriela: Criança Feliz começa atendimento e ajuda crianças do Bolsa Família a se desenvolverem melhor.

 

Nasi: E vamos mostrar como você pode economizar e evitar sustos com a conta de energia.

 

Gabriela: O Denatran dispensou os motofretistas de apresentarem o Certificado de Segurança Veicular para colocar ou retirar baús para cargas nas motos.

 

Nasi: Os detalhes dessa novidade estão no Pra Você Cidadão de hoje. Vamos ouvir.

 

"Pra Você Cidadão".

 

Repórter Daniel Costa: Os motociclistas que fazem transporte remunerado, chamados motofretes, não precisam mais do Certificado de Segurança Veicular, CSV, para colocar os baús de transporte. Com a mudança da regra definida pelo Departamento Nacional de Trânsito, o Denatran, agora, em qualquer moto, pode ser colocado o baú. Mas as motos que fazem transporte remunerado de mercadorias precisam circular com autorização dos órgãos de trânsito estaduais e do Distrito Federal, e permanece obrigatória a inspeção semestral para a verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança regulamentada pelos Detrans. A nova regra definiu também as alterações permitidas para a customização de motos. Foram autorizadas mudanças nos espelhos retrovisores, guidão, componentes do sistema de suspensão e no assento. Daniel Costa para a Voz do Brasil.

 

Gabriela: As exportações brasileiras estão em alta e o país segue firme a trajetória para bater o recorde na balança comercial em 2017.

 

Nasi: Em setembro, mais uma vez o saldo foi positivo. No ano também foi recorde, o saldo já ultrapassa os US$ 53 bilhões.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Patrícia Watanabe é analista de exportação de uma empresa no Espírito Santo. Lá eles vendem café para dez países como Inglaterra, Turquia e Síria. Nos últimos meses houve um aumento das vendas e hoje eles exportam até 300 toneladas do grão todos os meses. Para Patrícia, a estabilidade na economia e a confiança no país tem ajudado a melhorar o seu negócio.

 

Analista de exportação - Patrícia Watanabe: A safra do café teve uma quebra na produção, ou seja, a oferta não foi tão grande quanto esperava. Então, com isso, os preços sobem. Mas com uma política estável, com uma economia estável, o cliente até se pré-dispõem a pagar aquele preço uma vez que, além dele precisar, ele confiar num país que ele está comprando.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: E os últimos dados da balança comercial confirmam o que a Patrícia Watanabe está sentindo dentro da sua empresa. Em setembro, a diferença entre as exportações e importações ficou em mais de US$ 5,1 bilhões em favor do Brasil. O bom resultado é explicado pelo aumento da quantidade e também do valor dos produtos exportados. Em setembro cresceram as exportações de itens básicos, como soja e milho em grãos e de manufaturados, como máquinas para terraplanagem e tratores. Foi o décimo mês consecutivo de recorde na balança comercial. Para Abraão Neto, secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o aumento nas importações de bem de capital, que são máquinas e equipamentos usados na indústria, aponta que os investimentos nesse setor também estão crescendo.

 

Secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria Comércio Exterior e Serviços - Abraão Neto: Nesse mês de setembro nós tivemos o décimo mês consecutivo de aumento das importações, que reflete a retomada da atividade econômica, e, principalmente, um fortalecimento do nosso setor produtivo, tanto industrial, quanto agropecuário.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: O saldo comercial de 2017 já é o maior desde o início da série histórica, em 1989. São mais de US$ 53 bilhões até agora e a expectativa do governo é superar a casa dos US$ 60 bilhões ao final desse ano. Reportagem, Beatriz Albuquerque.

 

"Criança Feliz. Primeira Infância".

 

Gabriela: O Programa Criança Feliz completa um ano nesta semana.

 

Nasi: E depois de capacitar visitadores em todo o país, as famílias que fazem parte do Bolsa Família começam a receber esses profissionais em casa.

 

Gabriela: Eles orientam os pais sobre como incentivar o desenvolvimento dos filhos.

 

Nasi: E durante esta semana você vai ouvir aqui na Voz do Brasil os resultados desse trabalho, começando por Sergipe. Vamos ouvir.

 

"Meu menino lindo...".

 

Repórter Diego Queijo: Os pais sempre sonham com um bom futuro para os filhos. A melhor maneira de transformar esse sonho em realidade é estimular o desenvolvimento da criança desde o início da vida. É isso o que o Criança Feliz está fazendo. As visitas já ocorrem em 636 cidades de todas as regiões do país. Pacatuba, em Sergipe, começou as visitas domiciliares em julho. Desde então, a dona de casa Núbia dos Santos, que é beneficiária do Bolsa Família e mãe de cinco filhos, vê a evolução no comportamento do caçula Uémerson de quatro meses, ele foi a primeira criança do Brasil a receber o acompanhamento do Criança Feliz.

 

Dona de casa - Núbia dos Santos: Ele não ria... os outros não riam, assim, que nem ele, não pegavam os objetivos assim para segurar e ele já consegue tudo isso. Eu estou achando muito bom para ele, para ele e para mim, né? Porque é uma experiência, porque eu não sabia, infelizmente, mãe de cinco filhos e não tinha essa experiência que eu tenho agora com ele assim, né? De estar brincando com ele.

 

Repórter Diego Queijo: Leci Matias é quem orienta e acompanha os cuidados com o Uémerson. Ela se emociona quando fala da receptividade das famílias ao programa.

 

Entrevistada - Leci Matias: Ela recebe a gente muito bem, como dona Núbia e outras. É muito gratificante.

 

Repórter Diego Queijo: Uma vez por semana, Leci dá dicas e propõe atividades para desenvolver a coordenação motora, a inteligência e o vínculo afetivo entre Uémerson e a mãe. Ela diz que os estímulos estão fazendo com que o menino se desenvolva muito bem.

 

Entrevistada - Leci Matias: Então, a gente incentivou a mãe a conversar com ele, a pegar os brinquedos, como naquele caso do chocalhinho para balançar, que é para ver a coordenação dele, a visão, a audição. E a gente já está vendo a evolução de Uémerson.

 

Repórter Diego Queijo: Para a secretária de Assistência Social de Pacatuba, Faustilene Santos, o programa tem condições de promover uma revolução social.

 

Secretária de Assistência Social de Pacatuba - Faustilene Santos: Essas crianças estão sendo acompanhadas, elas vão ter um olhar na sociedade, um comportamento diferenciado do que nós estamos vendo aí em relação à violência, questão de valores, afetividade e aprendizagem.

 

Repórter Diego Queijo: Em todo o país, 2.615 municípios aderiram ao programa. Até 2018 o Governo Federal pretende atender cerca de 4 milhões de crianças. Reportagem, Diego Queijo.

 

Gabriela: Os empregos não param de crescer. A indústria e construção civil voltaram a contratar.

 

Nasi: Os números do IBGE vão ser ainda melhores até o final do ano com a entrada em vigor da nova lei trabalhista.

 

Gabriela: A afirmação é do Presidente Michel Temer, que publicou agora pouco um vídeo pelas redes sociais. Vamos ouvir um trecho.

 

Presidente da República - Michel Temer: Mais de 1,3 milhão pessoas entraram no mercado de trabalho no último trimestre. Vemos, sem dúvida, sinais de retomada consistente da economia. E o melhor é que a indústria e a construção civil voltaram a contratar. Os empregos de qualidade não param de crescer. Desde o início do ano há mais gente sendo contratada com carteira assinada como mostra o Cadastro Geral do Emprego do Ministério do Trabalho. E aumentarão, até o final do ano, com entrada em vigor da nova trabalhista. Outra coisa boa é que os empregos estão voltando e o valor dos salários está sendo mantido. Houve até, no período de junho a agosto, aumento de 0,92% em relação ao trimestre anterior. Comparando os números de hoje com o mesmo período de 2016, houve aumento expressivo de 2,7% no valor dos salários. Ou seja, as famílias poderão continuar a consumir mais e mais, e isso estimula o crescimento da economia, gerando mais e mais empregos. É claro que ainda temos muito a conquistar. Precisamos buscar os milhões de empregos perdidos desde 2015. Temos certeza de que estamos no caminho certo e seguiremos em frente, sempre na direção de melhorar o bem-estar dos brasileiros.

 

Nasi: E o Presidente Michel Temer manifestou pesar ao ataque ocorrido nesse domingo, em Las Vegas, nos Estados Unidos.

 

Gabriela: De um prédio um homem atirou contra uma multidão que participava de um festival de música. Mais de 50 pessoas morreram e cerca de 500 estão feridas.

 

Nasi: Até o momento, não há registro de brasileiros entre as vítimas do ataque, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

 

Gabriela: Em nota, o Itamaraty condenou o ato de violência e disse que a situação está sendo monitorada pelo Consulado-Geral do Brasil, em Los Angeles. 19h19 em Brasília.

 

Nasi: A falta de chuvas fez com que o país tivesse que usar mais as termoelétricas para produzir energia. Que tem um custo mais alto do que as hidrelétricas.

 

Gabriela: Com isso, este mês a conta de luz vai vir com uma cobrança extra, a chamada bandeira vermelha.

 

Nasi: Isso sem falar que estamos na primavera, período em que as temperaturas começam a subir.

 

Gabriela: Para enfrentar o calor, o uso de ventilador e ar-condicionado é maior. A porta da geladeira também é aberta com mais frequência, o que contribui para o aumento no consumo.

 

Nasi: Mas algumas dicas e hábitos ajudam a poupar energia elétrica e dinheiro. Vamos saber quais na reportagem de Gabriela Noronha.

 

Repórter Gabriela Noronha: Na casa de Angélica Tavares, em Brasília, o que não faltam são aparelhos eletrônicos.

 

Entrevistada - Angélica Tavares: Tem panela elétrica, três televisores e as crianças têm joguinho, tem uma geladeira que eu acho que também é uma geladeira mais antiga, que ela está ainda no uso, e eu acho que ela também consome um pouco mais de energia.

 

Repórter Gabriela Noronha: Tanta coisa ligada na tomada gera um custo. Angélica conta que por mês gasta cerca de R$ 300 com a conta de luz, valor que pesa no orçamento mensal da família. Ela, que mora com o marido e três filhos, até tenta gastar menos energia, mas a tarefa não tem sido fácil.

 

Entrevistada - Angélica Tavares: A gente sabe que controlar menino no banho, ficar toda hora falando: "Sai do banho logo. Não demora muito". E entrar e sair do quarto, dos lugares sem apagar a luz, isso aí é uma constante, eu tenho que estar sempre falando.

 

Repórter Gabriela Noronha: Para ajudar Angélica na missão de economizar, consultamos Maurício Lopes, coordenador do curso de engenharia elétrica de um centro universitário em Brasília. Ele deu algumas dicas, que também podem valer para outras pessoas.

 

Coordenador do curso de engenharia elétrica de um centro universitário em Brasília - Maurício Lopes: Uma coisa que deve estar muito atenta é à questão do funcionamento da geladeira. As borrachas de vedação da porta têm que ser trocadas. O ideal é que elas sejam trocadas a cada dois ou três anos, mesmo que não se percebam os rasgos. Outra coisa seriam os aparelhos de ar-condicionado. Os aparelhos de ar-condicionado, eles consomem muita energia. Outra coisa seria tomar atenção com o tempo de banho, porque quando o chuveiro está ligado na posição verão ou inverno ele consome uma energia considerável. Então, banhos maiores que 10 ou 15 minutos representam um consumo muito grande, equivalente a muitas e muitas horas de TV.

 

Repórter Gabriela Noronha: O uso consciente da energia elétrica e o combate ao desperdício devem fazer parte da rotina dos brasileiros, ainda mais agora em que a situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas alcançou níveis preocupantes. Com a falta de chuva, vem a necessidade de se usar mais as termoelétricas, que têm custo mais alto para produzir energia. O sistema de bandeiras tarifárias, que indica aos consumidores o custo real da geração de energia no país, foi para a bandeira vermelha patamar dois. O que representa um aumento de R$ 3,50 a cada 100 quilowatts/hora consumidos. Com o novo ajuste, o diretor-geral da Aneel, Agência Nacional de Energia Elétrica, Romeu Donizete Rufino, alerta que os consumidores devem usar a energia de maneira consciente para evitar desperdícios.

 

Diretor-geral da Aneel, Agência Nacional de Energia Elétrica - Romeu Donizete Rufino: O que nós orientamos é usar de maneira racional, não desperdiçar energia elétrica, porque o consumidor deixa de consumir uma energia, deixa de desperdiçar energia elétrica, portanto, vai pagar menos na sua conta de energia e contribui, de um modo geral, para que, equilibrando melhor a oferta e a demanda, gradativamente pode se voltar para a bandeira vermelha patamar um, bandeira amarela e até a bandeira verde, que não tem adicional nenhum na tarifa.

 

Repórter Gabriela Noronha: Desde que a bandeira vermelha passou a contar com duas graduações, em janeiro de 2016, é a primeira vez que o patamar dois é acionado. Mas, segundo a Aneel, não existe risco de desabastecimento de energia. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Gabriela: Boa notícia para quem está iniciando a vida.

 

Nasi: Mais de 200 mil jovens entraram no mercado de trabalho só neste ano.

 

Gabriela: E além do emprego, outra vitória é a carteira assinada.

 

Repórter Natália Melo: A Cruz Vermelha, associação sem fins lucrativos, trabalha no mundo inteiro prestando socorro a quem precisa. O jovem Artur Moreira, que se identifica com a missão de ajudar, não perdeu tempo quando pintou uma vaga. A oportunidade veio por meio da Lei de Aprendizagem do Governo Federal, que presenteou o Artur com muito mais do que conhecimentos na área.

 

Entrevistado - Artur Moreira: Pontualidade, disciplina, é um ambiente diferente da escola, né? Você exige mais responsabilidade de você, e tal.

 

Repórter Natália Melo: Com a Lei de Aprendizado, a ideia é preparar jovens estudantes para o mercado de trabalho. Empresas com pelo menos sete funcionários devem oferecer uma cota para aprendizes de 14 a 24 anos. Para o diretor de Políticas de Empregabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego, Higino Vieira, esta uma fase decisiva e a oportunidade para um futuro mais promissor.

 

Diretor de Políticas de Empregabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego - Higino Vieira: A gente está dando a ele uma possibilidade de vida, estamos falando de impacto social, estamos falando de impactado de diminuição de criminalidade, estamos falando, sem sombras de dúvidas, de um futuro melhor, não só para o jovem que está ali inserido no contexto da aprendizagem, mas também para a toda a comunidade da qual ele faz parte.

 

Repórter Natália Melo: De janeiro a junho deste ano, mais de 200 mil jovens foram contratados pelo programa. E depois de quase dois anos de experiência no Banco do Brasil, a jovem Cintia de Oliveira, de 17 anos, conta que passou por uma transformação profissional.

 

Entrevistada - Cintia de Oliveira: Aprendi a conviver com as pessoas. São pessoas maravilhosas, né, ao nosso redor, não é só no ambiente de trabalho, mas também levar para a vida também.

 

Repórter Natália Melo: Desde 2005, mais de 3 milhões de jovens foram admitidos em todo o país pela Lei de Aprendizagem Profissional. Reportagem Natália Melo.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma boa noite.

 

Gabriela: Uma boa noite para você e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso".