03 de abril de 2018

Destaques da Voz do Brasil: Economia aquecida. Produção na indústria volta a crescer em fevereiro. Mais um passo para a reforma do Ensino Médio. Ministério da Educação finaliza proposta da Base Nacional Comum Curricular. Reforço no atendimento de assistência social para a população. Governo libera mais R$ 400 milhões para prefeituras de todo o país.

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Transcrição


 

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar A Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Alessandra Bastos: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você, que nos acompanha em todo o país.

 

Alessandra: Terça-feira, 3 de abril de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia. Economia aquecida, produção na indústria volta a crescer em fevereiro. Raquel Mariano.

 

Repórter Raquel Mariano: O aumento na produção de televisores, um bem de consumo durável, foi um dos motivos da alta de 0,2% na produção da indústria no mês de fevereiro, em relação a janeiro.

 

Alessandra: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: Mais um passo para a reforma do ensino médio. Ministério da Educação finaliza proposta da Base Nacional Comum Curricular. Beatriz Albuquerque.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Agora, a ideia é levar o documento para a participação popular, por meio de audiências públicas e consultas.

 

Alessandra: Reforço no atendimento de assistência social para a população. Governo libera mais R$ 400 milhões para prefeituras de todo o país.

 

Nasi: Na apresentação da Voz do Brasil, Alessandra Bastos e Nasi Brum.

 

Alessandra: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Nasi: A Taça do Mundo desse ano ainda não é nossa, mas a Copa já traz reflexos na economia do Brasil.

 

Alessandra: É, Nasi, mas o primeiro gol já foi marcado. A produção de televisores para quem quer ficar ligado no mundial da Rússia já impulsionou a produção industrial brasileira em fevereiro, segundo o IBGE.

 

Nasi: A repórter Raquel Mariano explica para a gente.

 

Repórter Raquel Mariano: A maior competição de futebol do mundo ainda não começou, mas tem gente ansiosa para acompanhar os jogos pela TV. É o caso da blogueira Ana Cláudia Gissoni, que, para acompanhar a competição de futebol, teve que comprar uma televisão para o filho de oito meses.

 

Blogueira - Ana Cláudia Gissoni: Então, com a TV junto dele agora, a gente consegue parar e ver os jogos.

 

Repórter Raquel Mariano: O aumento na produção de televisores, um bem de consumo durável, foi um dos motivos da alta de 0,2% na produção da indústria no mês de fevereiro, em relação a janeiro. De acordo com o gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, André Macedo, a facilidade para a compra de eletrodomésticos e a Copa são os motivos pelo aumento dessa produção.

 

Gerente de Coordenação de Indústria - André Macedo: Dentro deste grupamento de bens, de eletrodomésticos da linha marrom, observa-se essa maior influência vinda dos televisores. E é claro que o crescimento mais intenso desse item tem uma relação importante, não só com essa melhora da oferta do crédito, redução de taxa de juros, o aumento da margem salarial, mas também o evento Copa do Mundo acaba exercendo, de alguma forma, um impulso importante, dentro de bens de consumo duráveis.

 

Repórter Raquel Mariano: O índice de desenvolvimento das indústrias também aumentou em comparação ao ano anterior. No acumulado nos dois primeiros meses de 2018, a alta foi de 4,3%, como explica André Macedo.

 

Gerente de Coordenação de Indústria - André Macedo: O avanços vindos de bens de consumo duráveis, por conta da maior produção dos automóveis e dos eletrodomésticos da linha marrom, e também por bens de capital, que é um outro segmento que, na esteira dessa melhora do nível de confiança dos empresários, mostra também um crescimento acima da média do setor industrial como um todo.

 

Repórter Raquel Mariano: E no acumulado dos últimos 12 meses, a produção da indústria cresceu 3%, o melhor resultado desde junho de 2011. Reportagem, Raquel Mariano.

 

Alessandra: A renovação do ensino médio no país deu mais um passo hoje.

 

Nasi: O Ministério da Educação finalizou a proposta da Base Nacional Comum Curricular, que é o documento que vai servir de referência para o que vai ser ensinado nos colégios.

 

Alessandra: A Base Comum Curricular está sendo construída levando em conta o que está previsto na reforma do ensino médio, aprovada no ano passado.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: A proposta do Ministério da Educação foi entregue nesta terça-feira ao Conselho Nacional de Educação. Agora, a ideia é levar o documento para a participação popular, por meio de audiências públicas e consultas. Depois disso, os conselheiros vão avaliar as contribuições e fechar um texto final. Para o ministro da Educação, Mendonça Filho, essa é uma etapa essencial para a construção do novo ensino médio.

 

Ministro da Educação - Mendonça Filho: É um processo bastante plural, amplo, com a representatividade, a mais significativa, por parte da sociedade, a cooperação de redes de educação públicas e também de escolas particulares, focando uma melhora na questão da qualidade da educação de nível médio do Brasil e uma maior atratividade, para que os jovens se sintam representados.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: A base vai flexibilizar o ensino médio de todo o país, deixando os estados livres para montar a sua grade curricular. A proposta do Ministério da Educação é aumentar a carga horária, de 2,4 mil horas para 3 mil horas. Desse total, 1,8 mil vão ser destinadas para cobrir todo o conteúdo da base, que inclui as áreas de linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. As demais horas vão ser utilizadas para o aprofundamento, de acordo com a área de interesse do estudante, os chamados itinerários formativos. Mendonça Filho acredita que, além de aumentar o interesse dos alunos, a base deve melhorar o acesso às universidades.

 

Ministro da Educação - Mendonça Filho: É evidente que quando você considera a alternativa de que os jovens podem optar por aprofundar conhecimentos na área que esteja mais casada com o seu projeto de um curso superior, isso vai facilitar a sua vida do ponto de vista de alcançar um curso universitário.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: O Ministério da Educação vai disponibilizar R$ 100 milhões aos estados e municípios, na formulação e implementação desses novos currículos, após a aprovação da Base Nacional Comum Curricular. Reportagem, Beatriz Albuquerque.

 

Nasi: Um modelo de prestação de contas transparente e acessível.

 

Alessandra: Essa é a ideia do novo relatório de gestão do Ministério da Fazenda.

 

Nasi: A partir de agora, os dados sobre despesas, investimentos e compras realizadas pelo Ministério podem ser acompanhados pela população numa página na internet.

 

Repórter Paulo La Salvia: Transparência e controle da sociedade a um clique do computador, esta é a proposta do Ministério da Fazenda ao divulgar o relatório de gestão 2017. São 174 páginas, divididas em quatro capítulos. Eles trazem informações sobre patrimônio, investimentos, despesas e licitações realizadas pela pasta no ano passado. O secretário executivo do Ministério da Fazenda defendeu que o relatório mudou as práticas da pasta, com decisões coletivas e estratégia para atingir objetivos. Eduardo Guardia também antecipou que a meta é avançar na gestão.

 

Secretário executivo - Eduardo Guardia: Esse relatório tem por trás também uma mudança de práticas de gestão, de governança, e fizemos essas mudanças de gestão com base em algumas premissas básicas, uma premissa de ter uma gestão descentralizada, padronização de conceitos e muita clareza na definição das diretrizes estratégicas do Ministério da Fazenda.

 

Repórter Paulo La Salvia: O relatório demorou três meses para ser feito. Foi uma ação pioneira do Ministério da Fazenda, mas indica um caminho que vai ser trilhado pelos ministérios daqui para frente, isso porque eles seguem uma determinação do Tribunal de Contas da União, do ano passado. Por meio dela, todas as pastas da Esplanada dos Ministérios vão elaborar relatórios, enviar ao TCU e disponibilizar as informações para a sociedade. O ministro substituto da Transparência e Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, disse que o modelo vai ser copiado.

 

Ministro substituto da Transparência e Controladoria-Geral da União - Wagner Rosário: Tenho certeza que muitas das coisas que eu já dei uma olhada aqui serão implementadas também na CGU e servirão de base para os demais ministérios, visto que temos a dificuldade de implementar isso em toda a administração pública federal.

 

Repórter Paulo La Salvia: Para o presidente do TCU, Raimundo Carreiro, o relatório simplifica a prestação de contas dos órgãos públicos.

 

Presidente do TCU - Raimundo Carreiro: Nós instituímos uma instrução normativa lá no Tribunal de simplificação das contas da administração pública, e pegamos o Ministério da Fazenda como modelo de fazer esse tipo de relatório de gestão, simplificado, agregando todos os órgãos do Ministério da Fazenda, que é um ministério extraordinariamente complexo e grande. Quando deveria ter aqui 50 contas, está resumido num único documento.

 

Repórter Paulo La Salvia: O relatório de gestão do Ministério da Fazenda de 2017 já está disponível para consulta na internet, na página www.fazenda.gov.br. Reportagem, Paulo La Salvia.

 

"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".

 

Alessandra: Você tem acompanhado aqui na Voz do Brasil a atuação do Governo Brasileiro para ajudar os milhares de imigrantes venezuelanos que têm vindo ao país em busca de uma vida melhor.

 

Nasi: As ações, concentradas, principalmente no estado de Roraima, contam com o apoio das Forças Armadas.

 

Alessandra: São medidas de acolhimento, controle de segurança na região e também para o dia a dia da população local, que teve a rotina alterada com a chegada de cerca de 40 mil imigrantes.

 

Repórter Marina Melo: Solidariedade, acolhimento, humanização. Essas palavras dão o tom ao apoio que o Governo Brasileiro e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados têm dado aos milhares de venezuelanos que buscaram o Brasil, mais precisamente o estado de Roraima, como refúgio. Em Boa Vista e em Pacaraima, cidades que concentram o maior volume de pessoas, já foram feitas ações voltadas à melhoria de abrigos, fornecimento de alimentação e também serão construídos novos abrigos humanizados, como explica o coordenador da Força-Tarefa Humanitária no estado de Roraima, General Eduardo Pazuello.

 

Coordenador da Força-Tarefa Humanitária - General Eduardo Pazuello: Nós já estamos com cinco abrigos funcionando, a partir de hoje, e a nossa previsão é chegar a meia-dúzia em mais dez dias e chegar a nove até o final de abril.

 

Repórter Marina Melo: O General explica que os militares das Forças Armadas também prestam apoio na questão do controle, com postos de triagem.

 

Coordenador da Força-Tarefa Humanitária - General Eduardo Pazuello: O posto de triagem, ele tem oito salas e é um trabalho conjunto com os ministérios e as agências, e a Polícia Federal, onde tem a visita médica, tem a vacinação, tem avaliação de perfil, documentação. A última sala é a da Polícia Federal, que fecha todo o processo. E, a partir dali, o imigrante, ele está já com o destino dele traçado, e ali começa a execução da área de abrigo dele, até a interiorização.

 

Repórter Marina Melo: De acordo com o General Pazuello, o controle na região de fronteira continua sendo feito normalmente, mas haverá um cuidado especial com aqueles venezuelanos que queiram continuar no Brasil, no chamado processo de interiorização, que consistirá no envio dessas pessoas para cidades como São Paulo e Cuiabá.

 

Coordenador da Força-Tarefa Humanitária - General Eduardo Pazuello: O processo normal da fronteira, ele continua normalmente. Aquelas pessoas que buscam o acolhimento, buscam a interiorização, sim, essas pessoas precisam estar vacinadas, precisam estar com a documentação em dia, mas apenas essas.

 

Repórter Marina Melo: O processo de interiorização, coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, está previsto para ser iniciado ainda nesta semana com voos da Força Aérea Brasileira. Reportagem, Marina Melo.

 

Alessandra: 19h12 em Brasília.

 

Nasi: Prefeituras de todo o país vão poder reforçar o atendimento na área de assistência social.

 

Alessandra: Daqui a pouco a gente traz detalhes da verba liberada hoje pelo Governo para programas e ações na área.

 

Nasi: Sessenta e cinco alunos muito especiais do curso de Capacitação em Conservação de Acervos Documentais agora são profissionais.

 

Alessandra: Eles fazem parte de um projeto para a inclusão social de pessoas com deficiência intelectual e múltipla.

 

Nasi: Uma parceria do Ministério da Justiça com a Apae, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, que, mais do que ensinar, encaminha para o emprego.

 

Repórter Luana Karen: Página por página, o auxiliar de higienização Diego Miranda trabalha para manter preservada a memória do país. Ele tem deficiência intelectual e, há quase dois anos, cuida da limpeza de documentos históricos na Biblioteca da Câmara dos Deputados. Com o salário, ajuda nas despesas de casa.

 

Auxiliar de Higienização - Diego Miranda: Ajudar a minha mãe, ela trabalha de camelô. Muito feliz, todo fim do mês, ajudar, comprar compra do mês e ajudar em casa também, que nós moramos de aluguel, aí pagar o aluguel. A vida é outra.

 

Repórter Luana Karen: A chance de ter um trabalho com carteira assinada surgiu depois que Diego fez o curso de capacitação oferecido pela parceria da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, a Apae, com o Arquivo Nacional do Ministério da Justiça. Nesta terça-feira, ele e outros 64 jovens receberam o certificado do curso de Conservação Preventiva de Acervos Documentais. O ministro da Justiça, Torquato Jardim, destacou a importância do projeto.

 

Ministro da Justiça - Torquato Jardim: Primeiro passo da dignidade humana é a vida produtiva, intelectual ou remunerada. Vocês têm agora esses dois caminhos a seguir.

 

Repórter Luana Karen: Segundo a instrutora da Apae do Distrito Federal, Idê Borges, os jovens saem do curso já com emprego em instituições como o Senado Federal e o Ministério das Relações Exteriores, e recebem salários que chegam a R$ 2 mil. Ao entrarem no mundo do trabalho, um outro mundo também se abre.

 

Instrutora da Apae - Idê Borges: A autoestima vai lá em cima. É um cidadão comum, como todos nós, com direito a carteira de trabalho e todos os direitos trabalhistas.

 

Repórter Luana Karen: Assim como o Diego, Paulo Watanabi Silva também tem deficiência intelectual e trabalha como auxiliar de higienização. Ele participou da primeira turma do projeto da Apae com o Ministério da Justiça. O emprego na Câmara dos Deputados foi o primeiro e lá se vão quase dez anos. Hoje, ele conta que a vida está melhor e planeja o futuro.

 

Auxiliar de higienização - Paulo Watanabi Silva: Me aposentar, e viajar muito. Estou guardando a minha poupança. Eu sempre estou feliz.

 

Repórter Luana Karen: A parceria entre a Apae e o Ministério da Justiça começou há dez anos e já colocou no mercado de trabalho 53 pessoas com deficiência. O novo profissional, o Antônio Augusto Filho, agradece o apoio.

 

Antônio Augusto Filho: A vitória não é só nossa, e sim compartilhada com todos vocês. Muito obrigado.

 

Repórter Luana Karen: Reportagem, Luana Karen.

 

Alessandra: Medidas para valorizar a atuação dos agentes comunitários de saúde foram anunciadas agora há pouco pelo presidente Michel Temer.

 

Nasi: O repórter João Pedro Neto acompanhou e traz as informações ao vivo. Boa noite, João Pedro. Explica para a gente que medidas são essas.

 

Repórter João Pedro Neto (ao vivo): Boa noite, Nasi. Boa noite, Alessandra. Boa noite aos ouvintes da Voz do Brasil. Olha só, o texto da medida provisória foi negociado entre o Ministério da Saúde e representantes das categorias, e é intermediária em relação ao que foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado e o sancionado no começo desse ano. O presidente Temer sancionou uma lei que reformula a carreira desses profissionais, mas vetou diversos pontos da legislação. No encontro agora há pouco, o presidente disse que a medida reafirma o compromisso do Governo com a categoria e com a Saúde Pública do país.

 

Presidente Michel Temer: Quero dizer que vocês exercem um trabalho extraordinário, porque levam o conceito de saúde para todo o país. E nós valorizamos especialmente o fato que não poderia ser de outra maneira, porque nosso Governo tem dado muita prioridade à Saúde.

 

Repórter João Pedro Neto (ao vivo): São mais de 300 mil profissionais atuando por todo o país, como o agente comunitário de saúde Flávio Rosendo, de Caruaru, em Pernambuco. Ele faz entre oito e dez visitas em domicílio por dia e diz que o trabalho dos profissionais é importante para a Saúde Pública, porque ajuda a desafogar os hospitais.

 

Agente comunitário de Saúde - Flávio Rosendo: Todo o trabalho que a gente faz é voltado para a comunidade, promovendo saúde. Porque nessa promoção a gente acaba deixando, cuidando do cidadão e aí ele não vai estar precisando ir para hospitais. Muitas coisas a gente acaba resolvendo.

 

Repórter João Pedro Neto (ao vivo): O Ministério da Saúde também já anunciou que o Governo vai financiar a abertura de 250 mil vagas para qualificação de agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, como técnicos de enfermagem, em todo Brasil. Ao vivo, João Pedro Neto.

 

Alessandra: R$ 400 milhões foram repassados pelo Ministério do Desenvolvimento Social para todos os municípios do país.

 

Nasi: As prefeituras vão poder utilizar o dinheiro extra para pagamento de pessoal, serviços, programas e ações, o que vai garantir o funcionamento das atividades da área.

 

Repórter André Luís Gomes: O recurso é destinado ao aprimoramento da gestão do Sistema Único de Assistência Social, o Suas. Nos últimos dois anos, o Governo Federal conseguiu quitar os pagamentos atrasados para a assistência social, entre os anos de 2014 e 2016. Já em 2017, o Ministério fechou o ano com um repasse de mais de R$ 2,8 bilhões para estados e municípios, a maior transferência de recursos da História para o Suas. Para o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, o equilíbrio das contas é resultado da boa gestão governamental e mostra que a União está empenhada em fortalecer e aperfeiçoar os programas sociais.

 

Ministro do Desenvolvimento Social - Osmar Terra: O Governo está comprometido, e comprometido com os municípios, em garantir que não faltarão recursos na área da assistência social, dentro dos programas que existem. Mesmo com a crise toda, mesmo com as dificuldades, nós, em um ano e meio, botamos em dia três anos, e agora, novamente reafirmamos nosso compromisso, repassando um recurso extra aí para os municípios.

 

Repórter André Luís Gomes: Com o aporte financeiro, as famílias atendidas pelo Suas, principalmente em situação mais vulneráveis, continuarão a contar com o acompanhamento nos Centros de Referência de Assistência Social, os CRAS, e nos Centros de Referência Especializados de Assistência Social, os CREAS, por exemplo. Além das mais de 10 mil unidades públicas de atendimento, o sistema conta com aproximadamente 19 mil entidades privadas prestando serviços à população. Reportagem, André Luís Gomes.

 

Alessandra: 19h20 em Brasília.

 

Nasi: O Programa Jovem Aprendiz já qualificou mais de 3 milhões de jovens em todo o país.

 

Alessandra: Mas o Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional quer aumentar ainda mais a participação deles no mercado de trabalho.

 

Nasi: E, para isso, aprovou hoje o Plano Nacional de Aprendizagem.

 

Repórter Eduardo Biagini: Ester tem 19 anos e cursa o primeiro ano da Faculdade de Administração. Trabalha como Jovem Aprendiz em uma empresa de engenharia há três anos. Lá, já fez alguns cursos e acredita que o programa abriu as portas para sua qualificação profissional.

 

Jovem Aprendiz - Ester: Me trouxe mais oportunidades de fazer cursos, ajudar a família, ajudar as pessoas. É muito interessante, ele abre portas para você.

 

Repórter Eduardo Biagini: O Programa Jovem Aprendiz foi criado em 2005 para profissionalizar e inserir no mercado de trabalho jovens com idade entre 14 e 24 anos. Até dezembro de 2017, já foram atendidos mais de 3,2 milhões jovens em todo o país. Mas o Governo quer aumentar ainda mais a participação deles no mercado de trabalho. A primeira reunião extraordinário da Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional aprovou, nessa terça-feira, o Plano Nacional de Aprendizagem, definindo metas que serão implementadas com a participação do Governo e dos empresários. O diretor de Políticas Públicas de Empregabilidade do Ministério do Trabalho, Higino Brito, explica as principais metas.

 

Diretor de Políticas Públicas de Empregabilidade - Higino Brito: A busca pela meta de acréscimo de 10% no número de aprendizes a cada ano, a possibilidade de apresentação de um projeto de lei para que permita a aprendizagem na administração direta, fomentar a comunicação, para que a população conheça mais sobre aprendizagem profissional.

 

Repórter Eduardo Biagini: O Instituto Brasileiro de Pró-Educação e Desenvolvimento é uma entidade sem fins lucrativos que já qualificou 100 mil jovens dentro do Programa Jovem Aprendiz. Para o diretor de Relacionamento do instituto, Douglas Soares de Oliveira, o programa faz a diferença na vida dos jovens atendidos.

 

Diretor de Relacionamento - Douglas Soares de Oliveira: Além de inserir o jovem no mercado de trabalho, ele busca inteirar aquele jovem no sistema onde ele está, tanto sociocultural como social, evitando que aquele jovem regresse para o crime, evitando que aquele jovem não conclua o ensino médio, evitando que aquele jovem não tenha uma progressão na vida dele.

 

Repórter Eduardo Biagini: Para se inscrever no Programa Jovem Aprendiz é preciso que o candidato esteja cursando a escola regular e estar frequentando instituição de ensino técnico-profissional conveniada com a empresa. Outras informações sobre o programa estão disponíveis na internet, na página jovemaprendizbr.com.br. Com reportagem de Cleide Lopes, locução Eduardo Biagini.

 

Alessandra: Cada vez mais turistas da Austrália, Canadá, Estados Unidos e Japão têm mostrado interesse de vir ao Brasil.

 

Nasi: Esses países foram os primeiros a serem atendidos pelo chamado Visto Eletrônico, que reduz o processo de solicitação de entrada no Brasil de 40 dias para apenas três.

 

Alessandra: Nos dois primeiros meses da medida, a solicitação de vistos para cá cresceu quase 50% em relação ao mesmo período do ano passado.

 

Nasi: Segundo o Ministério do Turismo, esse aumento deve injetar US$ 16 milhões a mais na economia brasileira, na comparação com 2017.

 

Alessandra: E para o ministro do Turismo, Marx Beltrão, os números vão se refletir em mais empregos e oportunidades para o setor.

 

Ministro do Turismo - Marx Beltrão: Nós tínhamos um estudo da Organização Mundial do Turismo, onde apontava que nós tínhamos uma perspectiva de crescer 25% de turistas internacionais, desses primeiros países que nós conseguimos o Visto Eletrônico, Canadá, Austrália, Japão e Estados Unidos, no primeiro ano. Mas o resultado tem sido muito acima daquilo que foi apontado para a gente, através do estudo, pela Organização Mundial do Turismo. Isso significa que o Brasil vai dar um grande salto na quantidade de visitações, o Brasil vai gera mais emprego, vai fomentar a economia, vai gerar oportunidades para milhares de brasileiros e para esse setor tão importante para a economia brasileira, que é o turismo.

 

Nasi: Seiscentos mil empreendedores brasileiros vão poder parcelar as dívidas que têm com a Receita.

 

Alessandra: Isso porque hoje foi derrubado o veto do Governo ao Programa Especial de Regularização Tributária, o Refis, das microempresas e pequenas empresas.

 

Nasi: Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, essas empresas vão ganhar fôlego para cumprir os compromissos financeiros.

 

Presidente do Sebrae - Guilherme Afif Domingos: E as pequenas empresas não podem esperar, elas chegaram no limite. E que hoje mais de 600 mil empresas serão beneficiadas. Não é com perdão de dívida, não. É com uma modalidade que permita lhes dar fôlego para poder quitar compromisso, porque o pequeno quer pagar, ele não quer deixar de pagar. Ele não vive de deixar de pagar tributo, ele vive do seu próprio trabalho. É um reconhecimento ao papel das micro e pequenas empresas em nosso país.

 

Alessandra: Para o presidente Michel Temer a decisão vai beneficiar essas empresas, que são as principais geradoras de empregos do país.

 

Presidente Michel Temer: Na verdade, a micro e pequena empresa é geradora de empregos no nosso país. E emprego é o que mais nós precisamos.

 

Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Alessandra: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Alessandra: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso".