03 de outubro de 2017

Destaques da Voz do Brasil: Mais de 1,3 mil novos profissionais começam a atender pelo Mais Médicos. Presidente Michel Temer convoca produtores rurais a prestarem todas as informações no Censo Agropecuário. Indústria de veículos cresce e começa a gerar novos empregos.

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Transcrição


Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar A Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite pra você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Terça-feira, 03 de outubro de 2017.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Gabriela: Mais de 1,3 mil novos profissionais começam a atender pelo Mais Médicos. Nei Pereira.

 

Repórter Nei Pereira: Os novos profissionais vão atender à população a partir da próxima segunda-feira em mais de 800 municípios de todo o país.

 

Nasi: A Voz do Brasil faz um giro pelo país pra saber como está o atendimento pelo programa.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: Presidente Michel Temer convoca produtores rurais a prestarem todas as informações no Censo Agropecuário.

 

Presidente Michel Temer: Peço que receba bem esses servidores que estarão fazendo o censo e o trabalho garantirá que nossa agropecuária continuará a ser líder em vários segmentos pelos próximos anos.

 

Gabriela: Indústria de veículos cresce e começa a gerar novos empregos.

 

Nasi: E na série especial sobre o Criança Feliz, você vai acompanhar os primeiros resultados dos atendimentos pelo país.

 

Gabriela: Hoje na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E pra assistir a gente ao vivo na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Gabriela: Novos profissionais chegando no programa Mais Médicos.

 

Nasi: E são brasileiros que vão substituir os médicos estrangeiros contratados nas primeiras fases do programa.

 

Gabriela: A novidade é que esses médicos brasileiros se formaram no exterior e estão tendo a oportunidade de exercer a profissão aqui no Brasil.

 

Nasi: E o atendimento com qualidade e humanizado será prioridade dos novos contratados, que começam a trabalhar a partir da semana que vem.

 

Repórter Nei Pereira: O auditório do Museu Nacional da República, em Brasília, ficou lotado na manhã desta terça-feira, durante a cerimônia de recepção de 1.375 profissionais brasileiros que vão atender quase 5 milhões de pessoas por meio do programa Mais Médicos. Entre eles, estava o cearense Jeimeson Maia, que se formou no ano passado na Bolívia e vai atender uma comunidade indígena em Belém, no Pará.

 

Médico - Jeimeson Maia: Nós estamos tendo essa oportunidade de exercer a medicina no nosso país e também é uma boa pra população, porque a população, que muitas vezes está desassistida, tem esse médico as 40 horas no município, fixo, né?

 

Repórter Nei Pereira: Os novos médicos do programa são brasileiros formados em outros países e que vão substituir os profissionais cubanos que atuavam por meio de cooperação entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde, a OPAS. Maria Amorim se formou este ano na Argentina e já vai poder exercer a profissão no Brasil pelo programa.

 

Médica - Maria Amorim: Estamos aqui para nos dedicar às pessoas que nos aguardam, né? Vamos nos agarrar com todas as forças e dedicação ao pessoal, e agradecendo o Mais Médicos de primeira mão.

 

Repórter Nei Pereira: Quando o programa foi criado, em 2013, a maioria dos médicos era estrangeira, principalmente cubanos. Hoje, quase metade foi substituída por brasileiros formados no Brasil e no exterior. O governo pretende fazer mil substituições de cubanos por brasileiros em três anos. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, ressalta a necessidade de os novos médicos fazerem atendimento humanizado.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: O médico faz uma consulta de qualidade e, com o seu preparo, pode dar o diagnóstico, encaminhar o paciente, pra que ele volte pra sua casa, pra sua atividade produtiva e pra sua família.

 

Repórter Nei Pereira: Os novos profissionais do Mais Médicos vão atender à população a partir da próxima segunda-feira, em postos de saúde e áreas indígenas de mais de 800 municípios de todo o país. Cerca de 63 milhões de pessoas recebem atendimento médico por meio do programa. Reportagem, Nei Pereira.

 

Gabriela: E agora a Voz do Brasil viaja pelo país pra conhecer profissionais do programa Mais Médicos e os pacientes atendidos por eles.

 

Nasi: É. E a gente começa por Alagoinha, no interior de Pernambuco, onde atuam três profissionais do programa. É lá que trabalha a médica cubana Yamila Cuevas, que atende à população do município e comunidades quilombolas.

 

Gabriela: Yamila destaca que, no programa, recebeu capacitação profissional e muito carinho dos pacientes.

 

Médica - Yamila Cuevas: Acho que é muito bom. Quando teve aquela doença de Chikungunya, Dengue, febre amarela, estávamos recebendo muito boa preparação. Todo dia de manhã, me aguardam, porque [ininteligível] para dar um bom dia com alegria. Me sinto muito satisfeita com o trabalho, dando os serviços, dando essa proteção, todo esse amor que temos que dar a estas pessoas.

 

Nasi: Do Nordeste para o Centro-Oeste. Nós conversamos com a dona de casa Selene dos Santos, de 34 anos, que mora em Alexânia, Goiás, onde há sete médicos do programa atendendo por lá.

 

Gabriela: A Selene fez todas as consultas do pré-natal do segundo filho acompanhada pelo mesmo médico do programa, e diz que a diferença foi grande.

 

Dona de casa - Selene dos Santos: Foi maravilhoso, né? Se eu sentisse qualquer coisa, eu já ia no PSF ali, eu já conseguia uma vaga com ele, consultava, fazia o pré-natal certinho, as vacinas, o acompanhamento da vacina. Ele me acompanhou até no parto. Muito mais fácil.

 

Nasi: E lá do norte do país, vamos ouvir a Luzia Barbosa, que mora em Xapuri, no Acre.

 

Gabriela: O município conta com seis profissionais do programa Mais Médicos.

 

Nasi: E a Luzia diz que agora ficou bem mais fácil fazer o tratamento para as dores na coluna.

 

Entrevistada - Luzia Barbosa: Muito bom, porque assim, a vida aqui em Xapuri, é muito difícil. Aí quando tem a oportunidade, ai, menina, é ótimo pra gente. A gente que mora no município é muito difícil [ininteligível] muita gente com esses problemas, né, de coluna. Aí é [ininteligível].

 

Gabriela: Agora, Nasi, é a vez do Sul.

 

Nasi: Pois é. A médica Lúcia Trajano já trabalhou pelo programa em três municípios do Rio Grande do Sul e hoje é supervisora do Mais Médicos no município gaúcho de Taquara.

 

Gabriela: E ela conta que o programa trouxe mais qualidade de vida a esses municípios.

 

Médica - Lúcia Trajano: Não fosse o programa Mais Médicos, esses municípios não teriam atenção primária em saúde, tá? Eram municípios que não tinham médicos fixos na atenção primária, alguns com contratos muito precários, com médicos que apareciam uma, duas vezes por semana, com pouco tempo, né? E hoje, hoje a gente tem médicos lotados em todas as unidades, fazendo todos os dias da semana, né? Então, ampliou o acesso de uma forma fenomenal.

 

Nasi: E, por fim, na região Sudeste, vamos até Poços de Caldas, Minas Gerais, que pode receber até 12 médicos do programa.

 

Gabriela: Um deles é o Henrique Raposo Silva, que trabalha atendendo seis fazendas da região, o que facilitou a vida de muita gente que mora no campo.

 

Médico - Henrique Raposo Silva: Atendo na zona rural, desafogar um pouco, né, o centro de especialidades, evita algumas internações, a questão de locomoção pra eles é muito difícil. Então a gente está conseguindo atender bem, fazendo uns programas bacanas com o pessoal, com nutricionista, programa antitabagismo. Então acho bem importante esse programa.

 

Nasi: E você pode conhecer mais detalhes do programa na internet, no site maismedicos.com.br.

 

Gabriela: A internet está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas.

 

Nasi: Além de se conectar por computadores, celulares e tablets, já é possível ter acesso à internet por televisões, relógios.

 

Gabriela: E num futuro próximo, esse acesso será possível por outros eletrodomésticos. Toda essa interação tem um nome: internet das coisas.

 

Nasi: E o governo acredita no potencial do Brasil nesse setor, que deve movimentar muito dinheiro nos próximos anos.

 

Gabriela: Por isso, vai criar um plano para desenvolver esse mercado. Isso significa mais empregos, mão de obra mais qualificada e qualidade de vida pras pessoas.

 

Repórter José Luís Filho: Internet das coisas. Você sabe o que é isso? O motorista Marcelo dos Santos e a auxiliar financeira Poliana Silva nunca ouviram falar.

 

Motorista - Marcelo dos Santos: Internet das coisas? Não sei, nunca ouvi falar.

 

Auxiliar financeira - Poliana Silva: Internet das coisas, não.

 

Repórter José Luís Filho: Já ouviu falar?

 

Auxiliar financeira - Poliana Silva: Não.

 

Repórter José Luís Filho: É, muita gente nem imagina o que é, mas logo vai saber ou até já convive com a internet das coisas, mesmo sem perceber. É o que explica Wellington Mariusso, chefe de tecnologia de uma empresa que atua nesta área.

 

Chefe de tecnologia - Wellington Mariusso: Nós já estamos conectados através de smartphone, computadores, assim por diante. A internet das coisas são basicamente as coisas conectadas, mandando dados o tempo todo. Esses dados, depois que eles são consolidados, a gente consegue colocar inteligência e tornar essas coisas melhores, consumir menos energia.

 

Repórter José Luís Filho: Alexandre Junqueira, diretor de uma empresa de tecnologia, usa uma geladeira ligada a um programa e conectada à rede mundial de computadores como exemplo de internet das coisas. Com o sistema, o eletrodoméstico conversa com o computador e fornece ao proprietário informações, como o consumo de energia, número de vezes que a porta foi aberta e a quantidade de produtos armazenados. Segundo o diretor, os dados podem ajudar a planejar e melhorar o uso do eletrodoméstico.

 

Diretor de empresa de tecnologia - Alexandre Junqueira: Você consegue identificar se tem algum desvio, algum problema no próprio equipamento, sem precisar esperar que ocorra um mês pra receber uma conta de energia mais alta, pra ter seus produtos estragados ou não.

 

Repórter José Luís Filho: Estudos mostram que novos produtos e serviços que vão surgir com a internet das coisas devem movimentar de US$ 4 trilhões a US$ 11 trilhões até 2025 em todo o mundo. Aqui, a expectativa é de que, nos próximos oito anos, sejam movimentados cerca de US$ 200 bilhões neste setor. Atento a esse potencial de geração de negócios, renda e emprego, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, com o apoio do BNDES, trabalha na elaboração do Plano Nacional de Internet das Coisas. Os estudos para o Plano Nacional foram apresentados nesta terça-feira, na maior feira de tecnologia da América Latina, realizada esta semana em São Paulo. O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, definiu que o momento vivido pelo Brasil é de grandes transformações.

 

Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações - Gilberto Kassab: Hoje, o Governo Federal, ele dá todo apoio a uma criação de políticas públicas voltadas à internet das coisas, que é a bola da vez, que é o que nos guiará ao longo dos próximos anos.

 

Repórter José Luís Filho: Para o presidente Michel Temer, que fez a abertura oficial da feira, os avanços tecnológicos têm uma função não só econômica, mas também social.

 

Presidente Michel Temer: A tecnologia, esta ideia, deve estar a serviço da cidadania. No mundo de hoje, a tecnologia é instrumento de participação nos debates públicos e até na participação política, não é?

 

Repórter José Luís Filho: Hoje, no Brasil, quase 58% dos domicílios têm acesso à internet. Para atender a futura demanda da internet das coisas, o país tem apostado na ampliação da rede 4G de internet móvel, na implantação do 5G e, principalmente, na operação do satélite geoestacionário, que vai aumentar a oferta de internet em pontos remotos, como a Amazônia. Reportagem, José Luís Filho.

 

Nasi: E uma correção: O site do Mais Médicos, pra você acompanhar o programa aí na sua região, é maismedicos.gov.br.

 

Gabriela: A economia brasileira está num processo de retomada. Alguns indicadores têm mostrado isso e hoje foi divulgado mais um.

 

Nasi: Uma pesquisa do IBGE revela que a produção industrial continua em alta.

 

Gabriela: E o principal responsável desse crescimento da indústria tem sido a venda de automóveis, dentro e fora do país.

 

Nasi: Em agosto, por exemplo, foram exportados mais de US$ 640 milhões em veículos de passageiros, um recorde para o mês.

 

Repórter Carolina Rocha: Desde o início do ano, a servidora pública Priscila Siqueira procurava uma boa oportunidade para comprar um carro zero. No fim de agosto, ela finalmente conseguiu fechar negócio.

 

Servidora pública - Priscila Siqueira: Eu optei por um carro zero pela facilidade e a taxa de juros também estava menor.

 

Repórter Carolina Rocha: Assim como Priscila, milhares de outras pessoas adquiriram, em agosto, um veículo fabricado no Brasil. A demanda puxou a produção que alcançou, neste mesmo mês, o melhor resultado desde 2014. Foram mais de 260 mil veículos montados, segundo números da Anfavea, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, um aumento de mais de 45% em comparação com agosto de 2016. Segundo Ricardo Bacelar, especialista do ramo automotivo, a retomada do setor já começa a influenciar a criação de empregos.

 

Especialista do ramo automotivo - Ricardo Bacelar: Algumas fábricas já retomaram turnos que haviam sido fechados, a indústria local está fazendo investimentos bastante consistentes no país, apostando nessa retomada. Então, há uma expectativa, sim, de que os empregos, eles vão ser retomados.

 

Repórter Carolina Rocha: O aumento das exportações do setor de mais de 50% ao longo do ano até agosto também explica o impacto positivo na indústria automobilística. Segundo o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, medidas do Governo Federal incentivaram as vendas dos carros nacionais para outros países.

 

Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - Marcos Pereira: Uma das medidas foi o Portal Único do Comércio Exterior. Todo o módulo de exportação está plenamente funcionando e isso tem reduzido a burocracia, reduzido os prazos e reduzido também as obrigações. E a outra medida foi a implementação do certificado de origem digital, junto com a Argentina. Haja vista que a Argentina é 50% das exportações brasileiras deste segmento de automotivo.

 

Repórter Carolina Rocha: O setor de veículos, incluindo automóveis, reboques e carrocerias, tem sido o principal responsável pelo crescimento da indústria brasileira, que já acumula uma alta de 1,5% do começo do ano até agosto. Reportagem, Carolina Rocha.

 

Gabriela: E o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o Brasil está em sólida recuperação econômica.

 

Nasi: Meirelles usou dados como o aumento nas contratações, a queda da inflação, crescimento no consumo das famílias e de energia elétrica e aumento na produção de veículos.

 

Gabriela: Para o ministro, o país vai continuar a crescer, como afirmam os analistas de mercado. Mas é preciso manter a agenda de reformas, como a da Previdência, para que o crescimento seja duradouro.

 

Ministro da Fazenda - Henrique Meirelles: Comparando o último trimestre de 2017 com o último trimestre de 2016. Por essa medida, nosso crescimento será superior a 2%, o que significa que entraremos no ano de 2018 crescendo a um ritmo superior a 2% ao ano. Em resumo, a economia nos trará boas surpresas nos próximos trimestres, mas temos que continuar trabalhando, avançando na agenda de reformas para que esse cenário de fato se concretize. São reflexos de uma política econômica, isso não veio por acaso. E esses impactos estão aqui no país pra ficar, por um longo tempo.

 

Gabriela: 19h15 em Brasília.

 

Nasi: E você vai ouvir ainda na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Criança Feliz chega a todas as regiões do país com atendimento em casa às famílias.

 

Nasi: E o presidente Michel Temer convoca produtores rurais a prestarem todas as informações no Censo Agropecuário.

 

"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".

 

Gabriela: E a gente já ouviu hoje aqui na Voz do Brasil que os países que não desenvolvem sua própria tecnologia ficam fadados a virar compradores de produtos desenvolvidos por outros, que souberam investir nesse setor.

 

Nasi: E nesse sentido, a indústria de Defesa do Brasil também se movimenta para desenvolver novas tecnologias, ajudando a impulsionar a economia de um país.

 

Gabriela: Como isso é possível? Vamos conferir, na reportagem de Marina Melo.

 

Repórter Marina Melo: Óculos Ray-Ban, forno micro-ondas, computador, internet e os tão utilizados smartphones. Pouca gente sabe, mas todos esses produtos nasceram no meio militar, como uma forma de atender às necessidades operacionais de forças armadas dos mais diversos países. A partir da constatação de que este setor é o que mais impulsiona o desenvolvimento tecnológico de um país, o Ministério da Defesa vem intensificando ações que possam estimular o crescimento e, principalmente, as exportações de produtos de defesa. Além de uma linha de crédito internacional, via BNDES, agora os fundos constitucionais do Nordeste e do Centro-Oeste poderão ser usados para financiar a abertura de indústrias de defesa nestas regiões. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, explica como a novidade é importante para o país.

 

Ministro da Defesa - Raul Jungmann: A margem industrial de defesa tem um PIB de aproximadamente R$ 209 bilhões e apresenta 3,7% do PIB brasileiro. E ela está muito concentrada no Sul e no Sudeste do país. Com essa decisão, abre-se uma janela para que você tenha uma desconcentração dessa indústria, que é tão importante, inclusive em termos tecnológicos e em termos de emprego, pra que ela, digamos assim, chegue até a região aqui representada no conselho da Sudene.

 

Repórter Marina Melo: O secretário de Produtos de Defesa, do Ministério da Defesa, Flávio Basílio, explica como a indústria de defesa está presente no nosso dia a dia.

 

Secretário de Produtos de Defesa - Flávio Basílio: Hoje, o freio utilizado, por exemplo, nos nossos carros, eles foram desenvolvidos por intermédio de novos materiais, que saem da área espacial. O micro-ondas também. O micro-ondas foi primeiro pra desenvolver uma capacidade de, pra gerar comida no espaço, e hoje está na casa de todos nós.

 

Repórter Marina Melo: A Seprod, Secretaria de Produtos de Defesa, do Ministério da Defesa, trabalha na elaboração de novos marcos regulatórios que possam ampliar as exportações do setor e na sensibilização da sociedade para que as pessoas possam entender que, muito mais do que armas e munições, a indústria de defesa gera tecnologia e desenvolvimento econômico. Reportagem, Marina Melo.

 

Nasi: Aprender uma profissão, se especializar em uma área de trabalho ou abrir o próprio negócio.

 

Gabriela: Essas são as oportunidades que o Programa Progredir, lançado há uma semana, pretende oferecer às pessoas inscritas no Cadastro Único do Governo Federal.

 

Nasi: Na reportagem de Beatriz Albuquerque, você vai saber como participar.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Cleidimar Balduíno mora no Recando das Emas, no Distrito Federal, e tem quatro filhos. Beneficiária do Bolsa Família, ela está desempregada e não consegue se recolocar no mercado de trabalho, porque não tem formação profissional. Mas conta que, se pudesse ter acesso a um curso técnico, por exemplo, certamente conseguiria um emprego muito mais rápido.

 

Entrevistada - Cleidimar Balduíno: Emprego está difícil, se não tiver uma capacitação profissional, a gente fica sem oportunidade no mercado.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Pensando justamente em pessoas como a Cleidimar, o governo lançou o Progredir. O plano vai oferecer um milhão de vagas de formação profissional, além de facilitar o acesso a postos de trabalho para jovens beneficiários do Bolsa Família. E para quem quer investir no próprio negócio, vão ser disponibilizados R$ 3 bilhões em microcrédito. É o que explica Alberto Beltrame, secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Social.

 

Secretário executivo - Alberto Beltrame: É um conjunto de ações que visa essencialmente ajudar as pessoas a melhorarem de vida, melhorarem de renda, e poderem ter independência e tocar sua própria vida por sua própria conta.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: O secretário explicou ainda que o plano não tem o objetivo de excluir as pessoas do Bolsa Família e nem de outros programas do governo. Depois de conseguirem um emprego, fazerem um curso de capacitação ou terem acesso ao microcrédito, os beneficiários vão poder permanecer no Bolsa por mais dois anos.

 

Secretário executivo - Alberto Beltrame: Essas pessoas têm a garantia de permanência no Bolsa Família por mais dois anos. E, na eventualidade de, passados esses dois anos, elas fiquem desempregadas novamente, elas têm garantido o retorno imediato ao Bolsa Família.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Para se cadastrar, é preciso estar no Cadastro Único do Governo Federal e fazer a inscrição em www.mts.gov.br/progredir. Reportagem, Beatriz Albuquerque.

 

"Criança Feliz. Primeira Infância".

 

Gabriela: Nesta semana, o Criança Feliz completa um ano.

 

Nasi: Ontem, falamos aqui como está o desenvolvimento da primeira criança brasileira que foi visitada por profissionais dentro do programa.

 

Gabriela: Hoje, vamos mostrar que esse mesmo trabalho já chega a todas as regiões do país.

 

"Meu menino lindo...".

 

Repórter Diego Queijo: Na aldeia de etnia Xerente, às margens do Rio Tocantins, a indígena Juliana, mãe de uma menina acompanhada pelo programa, aprovou a iniciativa.

 

Entrevistada - Juliana: Pra mim, assim, eu acho importante, né? Porque até pra nós, que somos mães, e pra criança também, pra você estar acompanhando o desenvolvimento da criança, né?

 

Repórter Diego Queijo: No município de Itaporanga d'Ajuda, interior de Sergipe, a visitadora Elisângela Santos diz que o atendimento chega a quem mais precisa.

 

Visitadora - Elisângela Santos: Está maravilhoso. Está sendo ótimo trabalhar com essas famílias, umas famílias... Humilde, e abraça a pessoa de coração.

 

Repórter Diego Queijo: No Espírito Santo, onde o Criança Feliz foi lançado recentemente, o acompanhamento começou há duas semanas. A recepção das famílias surpreendeu a visitadora Marciana de Olinda, do município de Marataízes. Ela e outros seis visitadores já percebem os primeiros resultados do trabalho.

 

Visitadora - Marciana de Olinda: Quando a gente chega, eu, quando cheguei de primeira vez, eu vi que as crianças não tinham certa intimidade com os pais. A partir da segunda visita, eu já comecei ver o vínculo aumentando. Isso aí vai ajudar eles e durante a vida deles toda, inteira.

 

Repórter Diego Queijo: Dona de casa, Adriana dos Santos e o marido, Luís Carlos Julião, aprenderam que as brincadeiras e a conversa com o filho Miguel, de um ano e oito meses, são essenciais para o desenvolvimento dele.

 

Dona de casa - Adriana dos Santos: Pra estudar, pra aprender.

 

Entrevistado - Luís Carlos Julião: E a gente pode ter uma esperança, né, que pelo menos aqui na casa da gente, pra ajudar, né, o que a gente espera.

 

Dona de casa - Adriana dos Santos: Que é muito bom pra nós também.

 

Repórter Diego Queijo: O secretário municipal de Assistência Social, Habitação e Trabalho de Marataízes, João Antônio Neto, destaca a importância do acesso às políticas públicas.

 

Secretário municipal de Assistência Social, Habitação e Trabalho - João Antônio Neto: Acompanhar essa criança no início da sua vida vai fazê-lo depois uma criança saudável, vai fazer um adulto saudável, capaz de enfrentar os desafios que a vida apresenta pra todos nós.

 

Repórter Diego Queijo: Nesta quinta-feira, o programa Criança Feliz completa um ano de existência. Foram meses de capacitação dos visitadores, coordenadores e supervisores. Agora, 636 cidades de todas as regiões do país já realizam o atendimento domiciliar a mais de 40 mil pessoas. Reportagem, Diego Queijo.

 

"Durma, pequenino, durma, lindo, só...".

 

Nasi: E a gente encerra essa edição da Voz do Brasil com um recado do presidente Michel Temer aos produtores rurais de todo o país.

 

Gabriela: Em vídeo publicado nas redes sociais, Michel Temer fala sobre como é importante que todos os produtores recebam os recenseadores do Censo Agropecuário e prestem as informações direitinho.

 

Presidente Michel Temer: Hoje, eu falo a você, que mora no campo, a principal alavanca de desenvolvimento do nosso país nos últimos anos. A sua colaboração é importantíssima para o sucesso do Censo Agropecuário que o Governo Federal está fazendo. Eles farão algumas perguntas a você, produtor e produtora rural. Coisa simples, como por exemplo: sobre a sua lavoura, sobre sua criação de animais e o número de pessoas envolvidas na atividade econômica. Essas informações são muito importantes para que o Governo Federal possa promover políticas públicas eficientes que atendam às suas necessidades. Peço que receba bem esses servidores que estarão fazendo o censo e eles estarão devidamente identificados. E o trabalho garantirá que nossa agropecuária continuará a ser líder em vários segmentos pelos próximos anos. Vamos unir forças. Todos juntos, faremos um Brasil cada vez mais eficiente.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma boa noite.

 

Gabriela: Boa noite pra você e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso".