10 de julho de 2018 - poder executivo

Destaques da Voz do Brasil: Novo ministro do Trabalho toma posse. Safra brasileira de grãos deve ser superior a 228 milhões de toneladas. Carteirinha de vacinação em dia não é exclusividade apenas de crianças. Ministério da Saúde recomenda que adultos também busquem se vacinar nos postos de saúde.

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Transcrição

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Terça-feira, 10 de julho de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia. Novo ministro do Trabalho toma posse. Pablo Mundim.

 

Repórter Pablo Mundim: O ministro Caio Vieira de Mello ressaltou que o Ministério do Trabalho será administrado de forma técnica, explicou também que um dos objetivos é diminuir os conflitos entre empregados e empregadores.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: Safra brasileira de grãos deve ser superior a 228 milhões de toneladas.

 

Gabriela: Carteirinha de vacinação em dia não é exclusividade apenas de crianças.

 

Nasi: Ministério da Saúde recomenda que adultos também busquem se vacinar nos postos de saúde. Márcia Fernandes.

 

Repórter Márcia Fernandes: Segundo o Ministério da Saúde, menos de 5% dos adultos estão com a carteira de vacinação em dia.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E para acompanhar a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Gabriela: O novo ministro do Trabalho, Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello, tomou posse hoje.

 

Nasi: Ele explicou que vai fazer um trabalho técnico à frente do ministério para diminuir os conflitos entre empresas e trabalhadores.

 

Repórter Pablo Mundim: Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello assume o Ministério do Trabalho, antes ocupado inteiramente pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, desde a última quinta-feira. Durante a cerimônia de posse, o presidente da República, Michel Temer, disse que o novo ministro tem a experiência necessária para o cargo.

 

Presidente Michel Temer: O ministro Caio Vieira de Mello é um nome do grande... de grande experiência, que traz para nossa equipe, naturalmente, décadas de atuação na área jurídica, mas, sobretudo, na área da justiça trabalhista. Na verdade, acumula um conhecimento valiosíssimo.

 

Repórter Pablo Mundim: O ministro Caio Vieira de Mello ressaltou que o Ministério do Trabalho será administrado de forma técnica, explicou também que um dos objetivos é diminuir os conflitos entre empregados e empregadores.

 

Ministro do Trabalho - Caio Vieira de Mello: O que nós sentimos hoje no Brasil é uma tensão muito grande entre capital e trabalho. Capital e trabalho estão em tensão, e nossa ideia é justamente não só valorizar o trabalho, como também diminuir, através de medidas, essa tensão existente hoje entre as duas forças, que não são uma imposição, mas que funcionam juntas, capital e trabalho.

 

Repórter Pablo Mundim: Bacharel em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, Caio Vieira de Mello entrou na magistratura trabalhista em 2001, é desembargador aposentado e ocupou o cargo de vice-presidente judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região em 2008 e 2009. Reportagem, Pablo Mundim.

 

Gabriela: O Brasil deve colher cerca de 228 milhões de toneladas de grãos na safra atual.

 

Nasi: Os destaques são a soja, com quase 120 milhões de toneladas e o milho, com aproximadamente 56 milhões de toneladas.

 

Gabriela: De acordo com o secretário-adjunto de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Savio Pereira, a produção beneficia tanto quem exporta, quanto o mercado interno.

 

Secretário-adjunto de Política Agrícola - Savio Pereira: A safra realmente vai gerar muitos excedentes, tanto para exportação como para o consumo interno. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos já divulgou seus balanços para o ano que vem e já coloca o Brasil com uma área maior de plantio no ano que vem para a soja, e seríamos, então, o maior produtor e o maior exportador mundial de soja.

 

Nasi: Savio Pereira também explica que as exportações brasileiras de soja vão ser beneficiadas pela disputa comercial entre China e Estados Unidos.

 

Secretário-adjunto de Política Agrícola - Savio Pereira: A soja americana foi taxada em 25% pela China, isso significa que a soja americana vai custar 25% mais cara para os chineses. Já há informações que foram canceladas compras de 500 mil toneladas de soja americana e há procura pela soja brasileira.

 

Gabriela: E 80 mil famílias de pequenos produtores rurais vão receber a visita de assistentes técnicos.

 

Nasi: Para isso vão ser destinados R$ 90 milhões na safra 2018-2019.

 

Gabriela: A assistência técnica ajuda o agricultor a desenvolver a produção.

 

Repórter Raíssa Lopes: O agricultor familiar, Dionei Batista Souza, do Distrito Federal, planta diversos tipos de frutas e legumes, como banana, repolho, alface, abóbora, e sobrevive da venda do que tira da terra. Mas isso só é possível devido às dicas que recebe dos técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural, a Emater, duas vezes por mês. Ele conta que, com a assistência, a produção aumentou e ele passou a produzir de forma orgânica.

 

Agricultor familiar - Dionei Batista Souza: Às vezes a gente fica com medo de não produzir orgânico, de conduzir certo, mas aí eles ensinam muitos jeitos de a gente combater os insetos sem usar veneno, né?

 

Repórter Raíssa Lopes: Dados do governo mostram que só neste ano mais de 31 mil famílias receberam, como Dionei, visitas de técnicos da Emater para ajudar desenvolvimento da produção. Para a safra de 2018-2019 a previsão é atender 80 mil famílias. E, para isso, o governo disponibilizou R$ 90 milhões. Isso tudo porque estudos mostram que o agricultor familiar que recebe a assistência técnica tem a produção aumentada em até quatro vezes, como explica o secretário especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, Jefferson Coriteac.

 

Secretário especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário - Jefferson Coriteac: Um agrônomo, um técnico agrícola, vai até a propriedade dele, vai fazer uma análise de solo para ver se o solo está correto, se precisa de algum mineral, se precisa de um algum tratamento. Vai saber da irrigação, vai saber das qualidades do solo, vai dizer para ele: "Olha, plante em determinada época". Com essa assistência, a produção dele, a tendência é aumentar de três a quatro vezes o que ele produzia antes.

 

Repórter Raíssa Lopes: A diretora-executiva da Emater do Distrito Federal, Isabel Cristina Lima, explica que, além de contribuir para o aumento da produção e da produtividade dos agricultores familiares, a assistência técnica também busca o desenvolvimento dos produtores.

 

Diretora-executiva da Emater - Isabel Cristina Lima: Nós trabalhamos visando o desenvolvimento rural como um todo, além do fator econômico, que o fator social também seja trabalhado, que o fator ambiental, que é a sustentabilidade dessas famílias no campo, seja o tom, o principal das ações de assistência técnica e inspeção rural público.

 

Repórter Raíssa Lopes: Há aproximadamente 4,4 milhões unidades de agricultura familiar no Brasil, elas representam 84% dos estabelecimentos rurais brasileiros. Reportagem, Raíssa Lopes.

 

Nasi: Sabe aquele sistema de envio de mensagens e de áudios pelo celular que todo mundo usa o dia inteiro?

 

Gabriela: Agora ele virou uma ferramenta para o agricultor familiar consiga vender o que produz para prefeituras, escolas públicas.

 

Nasi: É a tecnologia sendo usada como aliada do pequeno produtor e também das instituições que querem comprar aquela fruta ou verdura produzida por esses agricultores familiares.

 

Repórter Raquel Mariano: Um dia puxado de estudos na escola exige uma boa refeição para os estudantes. Maria Luiza Prestes, de Ibirubá, no Rio Grande do Sul, faz questão de garantir bons produtos para os alunos. É que ela e a família têm uma pequena agroindústria familiar e com as frutas, verduras e ervas do próprio pomar são produzidas geleias de pêssego, pera, bergamota, laranja, temperos e chás que são vendidos para o Programa Nacional de Alimentação Escolar, o Pnae.

 

Agricultora - Maria Luiza Prestes: Tudo sem conservante para preservar a saúde das crianças e de quem consome.

 

Repórter Raquel Mariano: Maria Luiza faz parte de uma cooperativa que vende os produtos por meio de editais e chamadas públicas e que usam o sistema que facilita o comércio entre o produtor e o comprador. É o Sistema Oportunidades, que permite localizar esses editais, sempre com informações com telefone, e-mail e endereço. Essa ação é complementada pelo envio dos editais via WhatsApp. A ferramenta ajuda a garantir a venda dos produtos da agricultura familiar, como aqueles que saem da roça e sustentam a Maria Luiza.

 

Agricultora - Maria Luiza Prestes: É muito importante para mim como agricultora e para cooperativa igualmente porque faz com que a cooperativa possa auxiliar os agricultores, digamos, nessa comercialização que, às vezes, é difícil para o pequeno produtor, e a cooperativa, então, intermedia isso.

 

Repórter Raquel Mariano: O Sistema Oportunidade já atendeu a quase 4 mil chamadas públicas, como explica Vitor Corrêa, responsável pela ferramenta na Sead, a Secretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário.

 

Responsável pelo Sistema Oportunidade - Vitor Corrêa: Um sistema que leva transparência para o processo de compra, porque torna público, ao alcance de todos, aquela oportunidade de compra e também beneficia a própria prefeitura, o governo estadual que está realizando a compra, devido à ampla divulgação, que é o que se prevê. Quase 4 mil editais em dez meses, que dá uma média de 400 editais por mês.

 

Repórter Raquel Mariano: Quem é agricultor familiar e está interessado em vender a sua produção por chamada pública, pode anotar o WhatsApp da Sead. O número é 61-99308-0388. Repetindo: 61-99308-0388. Por meio desse número o agricultor recebe todas as informações sobre os próximos editais. Reportagem, Raquel Mariano.

 

Gabriela: E você vai ouvir ainda nesta edição.

 

Nasi: Ministério da Saúde recomenda que os adultos mantenham em dia carteira de vacinação.

 

 

Gabriela: A ideia é evitar o retorno de doenças já erradicadas.

 

"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".

 

Nasi: Você sabia que o Exército possui um laboratório para fabricar remédios?

 

Gabriela: Com ele, pacientes que precisam de medicamentos de alto custo estão conseguindo ter acesso com um valor mais baixo.

 

Nasi: O laboratório também atua na fabricação de remédio usados no tratamento de doenças como hanseníase, meningite e brucelose.

 

Repórter Marina Melo: Os medicamentos usados no tratamento de algumas doenças raras acabam tendo um preço elevado no mercado, muito em razão da demanda por esses produtos, por isso, é preciso buscar saídas para baratear este custo, tornando os medicamentos, acessíveis para quem precisa. Isso é feito por meio das chamadas PDPs, que são as Parceiros para o Desenvolvimento Produtivo. O Exército conta com um laboratório químico e farmacêutico que, por meio de uma parceria firmada junto ao Ministério da Saúde, vem trabalhando no processo de transferência de tecnologia para a produção do micofenolato de sódio, medicamento usado por pacientes que realizaram o transplante renal, cardíaco ou hepático. O diretor do laboratório, coronel José Margotto, explica que já foi possível reduzir o preço do medicamento em mais de 50%.

 

Diretor do laboratório do Exército - José Margotto: Se a gente for comparar o preço desse medicamento, o preço que ele sai aqui pelo laboratório do Exército, com o preço dele na farmácia, a economia chega a 80%. E esse medicamento, ele é entregue pelo laboratório do Exército a todas as Secretarias de Saúde e ao estoque regulador do Ministério da Saúde, atendendo a toda a população brasileira.

 

Repórter Marina Melo: O diretor do laboratório do Exército explica que a organização também atua na fabricação de outros medicamentos.

 

Diretor do laboratório do Exército - José Margotto: Somos os únicos fabricantes da rifampicina 300 miligramas, que atua no combate à tuberculose, à hanseníase, à meningite e à brucelose. Atuamos também na fabricação de medicamentos estratégicos para o Exército.

 

Repórter Marina Melo: O laboratório químico e farmacêutico do Exército integra o Gecis, Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde, que atua para fortalecer o complexo produtivo e de inovação em saúde. Reportagem, Marina Melo.

 

Gabriela: Nos últimos dias você acompanhou aqui, na Voz do Brasil, a viagem e a chegada dos mais de 250 estudantes e professores no Mato Grosso do Sul.

 

Nasi: É a Operação Rondon, que tem o objetivo de desenvolver a comunidade local e a formação cidadã de estudantes universitários.

 

Gabriela: E hoje, na terceira matéria da série, vamos mostrar os trabalhos que aconteçam 12 cidades do estado.

 

Estudante - Vinícius Arruda: Olá pessoal, tudo bom? Meu nome é Vinícius Arruda, do curso de pedagogia. Estamos aqui na cidade de Rio Verde, no Mato Grosso do Sul. Realizamos a oficina ontem Novas Maneira de Educar, com professores da rede municipal, com o intuito de fazer com que esses professores reflitam sobre o papel do professor.

 

Repórter Gabriela Noronha: Vinícius é um dos mais de 250 estudantes que estão no Mato Grosso do Sul participando do Projeto Rondon deste ano. Além de atividades de educação, há trabalhos de saúde, cultura, meio ambiente, trabalho e produção, tudo com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população local, como diz a estudante Paola Lopes Costa.

 

Estudante - Paola Lopes Costa: Tem atividade com agentes comunitários, com professores, gestão de conflitos, também com os adolescentes, papo reto, vamos falar sobre drogas, sexualidade, o mercado de trabalho. Tem uma atividade com as merendeiras nas escolas, explicar como é que se faz a alimentação. E a gente é de cursos diferentes, assim, gestão em saúde, tem gastronomia, nutrição, psico, medicina, enfermagem.

 

Repórter Gabriela Noronha: A moradora do município de Rio Verde e professora, Nadir Ferreira, gostou da novidade e da oportunidade de aprender novas formas de ensinar.

 

Professora - Nadir Ferreira: É novidade, é inovação, né? A gente tem uma carreira, mas a gente é do tempo mais antigo e eu gosto muito, assim, das novidades, né, de estar inovando. E eu estou gostando muito no Projeto Rondon aqui com as nossas crianças.

 

Repórter Gabriela Noronha: E se há atividades para os professores, há também para as crianças com o incentivo à leitura através de história contadas e cantadas. A pequena Emilly ouviu atenta às histórias e aprovou a trabalho.

 

Entrevistada - Emilly: Eu nunca tinha ouvido essas histórias. Agora eu aprendi com vocês que a gente vai estudar muito como todas as vezes que vocês vierem aqui. Vocês vão trazer histórias nossa e a gente vai aprender mais como a gente aprendeu hoje.

 

Repórter Gabriela Noronha: Doze cidades do estado do Mato Grosso do Sul estão recebendo atividades do Projeto Rondon. O trabalho começou na última sexta-feira. Estudantes e professores têm duas semanas para fazer a diferença na vida dessas comunidades, para isso, contam com o apoio logístico das Forças Armadas. Carinhosamente os estudantes apelidam de anjo o militar que acompanha a turma. O secretário do Ministério da Defesa, tenente-brigadeiro da reserva, Ricardo Machado Vieira, explica o papel da Forças Armadas.

 

Secretário do Ministério da Defesa - Ricardo Machado Vieira: As Forças Armadas estão espalhadas por todo o Brasil. Então, fica muito fácil para nós podermos levar os nossos universitários ao interior e às mais remotas regiões, que são as regiões mais carentes do nosso país. Nossa principal missão é nos preparar para a guerra, ao adestramento das nossas tropas, mas, junto com isso, nós temos também o nosso trabalho social, porque as Forças Armadas podem colaborar bastante com o desenvolvimento do país.

 

Repórter Gabriela Noronha: O Projeto Rondon já realizou 79 operações em 1.174 municípios brasileiros e contou com a participação de pais de 22 mil rondonistas entre professores e estudantes. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Nasi: Qualquer trabalhador tem o direito de receber seu salário no banco que quiser.

 

Gabriela: É a chamada portabilidade salarial.

 

Nasi: A novidade é que agora o trabalhador pode pedir essa portabilidade da conta-salário diretamente no banco de sua preferência.

 

Repórter Nei Pereira: Todo mês a jornalista Juliana Barbosa tinha que ir ao banco sacar o dinheiro da conta-salário e depositar em outra agência, onde ela tem conta corrente, situação em que ela ficava exposta a riscos.

 

Jornalista - Juliana Barbosa: Você tem não tem um relacionamento com aquele banco, saca todo o dinheiro e até chegar no banco é perigoso.

 

Repórter Nei Pereira: Para evitar os transtornos, Juliana pediu a portabilidade da conta-salário para banco em que ela tem relacionamento.

 

Jornalista - Juliana Barbosa: Você sofre, sem dúvida nenhuma, uma pressão ali para permanecer naquele estabelecimento, né?

 

Repórter Nei Pereira: A conta-salário é aberta pela empresa e apenas o empregador pode fazer depósitos. O titular não paga pelo cartão de débito e tem direito a alguns serviços. Agora, para fazer a portabilidade desse tipo de conta, basta o interessado ir até a agência de sua escolha e pedir o depósito do salário na sua conta corrente. O banco se encarrega de fazer a mudança. Antes era preciso fazer o pedido de portabilidade ao banco onde o empregador abriu a conta-salário. Segundo a chefe-adjunta do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central, Paula Ester Farias de Leitão, a medida garante a livre opção bancária para empresas e empregados.

 

Chefe-adjunta do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central - Paula Ester Farias de Leitão: O empregador mantém o relacionamento e faz a folha, todo o serviço dele naquela instituição que ele escolheu, mas não vincula, né, não prende o empregado a essa mesma instituição. Então, o empregado pode escolher, né, o funcionário pode escolher aquela instituição que ele entenda que seja melhor para entender as suas necessidades.

 

Repórter Nei Pereira: Outra medida adotada pelo Conselho Monetário Nacional é que agora os salários também poderão ser transferidos para contas de pagamento, oferecidas pelas chamadas instituições de pagamento, que são reguladas pelo Banco Central, mas não são bancos. Essas empresas têm a inovação tecnológica como diferencial e oferecem serviços de movimentação de dinheiro, mas não podem ofertar limites de cheque especial, nem empréstimos ou financiamentos. Reportagem, Nei Pereira.

 

Gabriela: Não são apenas as crianças que precisam estar com a carteira de vacinação em dia.

 

Nasi: Para prevenir doenças, os adultos também precisam ter o hábito de se vacinarem.

 

Gabriela: Postos de saúde oferecem de graça as vacinas durante todo o ano.

 

Repórter Márcia Fernandes: Quando se trata de vacinação, boa parte das pessoas se lembra das vacinas das crianças. A assistente social, Carolina Ferraz, por exemplo, fica atenta ao cartão de vacinação da filha Maria, de um ano e cinco meses.

 

Assistente social - Carolina Ferraz: Sempre trago direitinho, estudei bastante sobre vacinação, assim, e até porque algumas pessoas não vacinam. Mas eu decidi, optei por vacinar direitinho.

 

Repórter Márcia Fernandes: Mas os adultos e idosos também devem se vacinar. A recomendação do Ministério da Saúde é que os maiores de 60 anos tomem três vacinas, contra hepatite B, contra febre amarela e a que protege contra difteria e tétano. As pessoas de 20 a 59 anos devem tomar também a tríplice viral, que previne contra sarampo, a caxumba e a rubéola. Mas, segundo o Ministério, menos de 5% dos adultos estão com a carteira de vacinação em dia. Segundo a diretora de Vigilância Epidemiológica do Distrito Federal, Maria Beatriz Rui, ficar de olho nas vacinas é importante, porque evita que doenças que já foram erradicadas voltem a circular.

 

Diretora de Vigilância Epidemiológica - Maria Beatriz Rui: Com todas as pessoas vacinadas de forma adequada, a gente não vai ter a doença, e aí a gente promove mais saúde para a nossa população.

 

Repórter Márcia Fernandes: Para a estudante Maria Paula Pedroso, manter a vacinação em dia é uma responsabilidade com a saúde dela e a de todos.

 

Estudante - Maria Paula Pedroso: Eu tenho até hoje meu cartão de criança e na gestação também tomei todas as vacinas que tinha que tomar. É muito importante porque a imunização, ela não só me protege, né? Ela protege toda a comunidade. Então, eu não me vacino por causa de mim, eu me vacino porque isso é uma parte de uma política pública de saúde coletiva. Então, me protegendo, eu protejo as pessoas em volta de mim.

 

Repórter Márcia Fernandes: E se você perdeu o seu cartão de vacinação, não se preocupe, basta procurar o posto de saúde que te atendeu mais vezes e solicitar uma nova caderneta. Se você mudou de cidade ou não sabe qual o centro de saúde procurar, basta ir a qualquer posto e tomar as vacinas, segundo a idade. Reportagem, Márcia Fernandes.

 

Nasi: E a vacinação contra a gripe ainda está sendo realizadas nos estados com estoque de doses.

 

Gabriela: A Ministério da Saúde estendeu a vacinação também às crianças de cinco a nove anos e adultos de 50 a 59 anos.

 

Nasi: No total, 86% do público-alvo se vacinou contra a gripe, abaixo da meta do ministério, que era de 90%.

 

Gabriela: O alvo da campanha são crianças, gestantes, idosos, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, pessoas privadas de liberdade, além de funcionários do sistema prisional.

 

Nasi: Trabalhadores que ainda não sacaram o PIS/Pasep devem receber 8,97% a mais na hora de retirarem os valores a que tem direito.

 

Gabriela: Esse é o percentual de reajuste das cotas, informou o Ministério da Fazenda.

 

Nasi: O reajuste é realizado todos os anos, e leva em conta os juros e a atualização monetária.

 

Gabriela: Depois de uma primeira etapa, que terminou no final de junho, os pagamentos das cotas do PIS/Pasep vão ser retomados no dia 8 de agosto.

 

Nasi: Podem sacar pessoas de qualquer idade que trabalharam com carteira assinada entre 1971 e 1988.

 

Gabriela: Para saber se tem direito ao saque, você pode fazer a consulta nos terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal no caso do PIS, ou no Banco do Brasil no caso do Pasep.

 

Nasi: Também é possível fazer a consulta pelas páginas dos bancos na internet, em: bb.com.br, caixa.gov.br, ou indo até a uma agência.

 

Gabriela: Como estão sendo aplicados os recursos que o cidadão paga em impostos?

 

Nasi: Quais são os reais gastos do Governo Federal com obras, compras e pessoal?

 

Gabriela: Todas essas informações podem ser acompanhadas pelo cidadão no Portal da Transparência, que agora foi todo renovado para facilitar a busca pelo cidadão.

 

Repórter João Pedro Neto: O novo Portal da Transparência passa a ter linguagem mais acessível, um design que facilita a visualização e novas ferramentas que melhoram a integração entre a consulta de informações e as bases de dados do sistema. O ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, destacou que a ferramenta permite que o cidadão acompanhe e fiscalize a utilização dos recursos públicos e ajude na melhor aplicação das verbas.

 

Ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União - Wagner Rosário: A utilização dos recursos públicos, ela é oriunda do pagamento de impostos que o cidadão paga. Então, nós temos que acompanhar esses recursos para que eles não sejam mal utilizados. E a transparência é uma ferramenta essencial em qualquer país do mundo.

 

Repórter João Pedro Neto: O Portal da Transparência permite a consulta a informações sobre a receitas, gastos, transferência a estados e municípios, licitações, contratos e convênios do Poder Executivo Federal e também sobre servidores, imóveis, programas e ações de governo. Em 2017, o Portal da Transparência e recebeu mais de 21 milhões de visitas. Reportagem, João Pedro Neto.

 

Nasi: E para acessar o portal na internet, basta digitar: www.portaltransparencia.gov.br.

 

Gabriela: Na primeira semana de julho, a balança comercial brasileira teve saldo positivo de mais de US$ 1 bilhão.

 

Nasi: Os produtos mais exportados foram soja em grãos, minério-de-cobre, minério-de-ferro, farelo de soja, carnes de frango e bovina.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.

 

Gabriela: Boa noite e até amanhã.

 

"A Voz do Brasil. Governo Federal".