12 de março de 2018

Destaques da Voz do Brasil: Internet para 53 milhões de brasileiros ainda desconectados. Mais de 2 mil prefeitos assinaram adesão ao programa Internet para Todos. E Presidente Michel Temer destaca o Brasil da modernidade. Temer também sancionou projeto que libera R$ 2 bilhões às prefeituras. ONGs vão poder inscrever projetos para recuperar áreas desmatadas com dinheiro de multas. E vamos falar das 10 novas terapias que vão ser oferecidas na rede pública.

audio/mpeg VOZ120318.mp3 — 46855 KB




Transcrição


Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar A Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você, que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Segunda-feira, 12 de março de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Gabriela: Internet para 53 milhões de brasileiros ainda desconectados.

 

Nasi: Hoje, mais de 2 mil prefeitos assinaram a adesão ao programa Internet para Todos.

 

Gabriela: E presidente Michel Temer destaca o Brasil da modernidade.

 

Presidente Michel Temer: Nós podemos comemorar algo que diz respeito aos países avançados do mundo, não é? Europa e outros tantos países. Nós estamos levando, com esta fórmula, a banda larga para todos os municípios brasileiros.

 

Nasi: Temer também sancionou o projeto que libera R$ 2 bilhões às prefeituras. Raíssa Lopes.

 

Repórter Raíssa Lopes: O dinheiro é destinado para as áreas de saúde, educação e desenvolvimento social.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: ONGs vão poder inscrever projetos para recuperar áreas desmatadas com o dinheiro de multas.

 

Gabriela: E vamos falar das dez novas terapias que vão ser oferecidas na rede pública. Pablo Mundim.

 

Repórter Pablo Mundim: Acupuntura, Yoga e Tai Chi Chuan estão entre as práticas que já são oferecidas. No ano passado, foram realizados mais de 1,5 milhão de atendimentos no SUS.

 

Nasi: Na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Gabriela: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Nasi: Cinquenta e três milhões de brasileiros, que vivem em áreas rurais e locais de difícil acesso, vão ter acesso à internet de alta velocidade.

 

Gabriela: Isso vai ser possível com o programa Internet para Todos. A conexão vai ser feita por meio do satélite geoestacionário lançado ao espaço pelo Brasil em maio do ano passado.

 

Nasi: Além dos moradores, a internet também vai chegar às escolas, hospitais e postos de saúde.

 

Gabriela: Inclusão social que também vai melhorar a qualidade dos serviços prestados à população.

 

Repórter Paulo La Salvia: Quase 2,5 mil prefeitos e prefeitas assinaram o termo de adesão ao programa Internet para Todos. É o caso de Montezuma, cidade que fica no norte de Minas Gerais, a 700 km de Belo Horizonte. O prefeito Fabiano Soares quer utilizar o serviço para melhorar o atendimento à população.

 

Prefeito de Montezuma - Fabiano Soares: Talvez, ter um programa da Prefeitura para a comunidade estar passando o que está acontecendo na localidade, para estar trazendo informações para a administração, para que a gente possa resolver o problema mais rápido.

 

Repórter Paulo La Salvia: O Internet para Todos foi lançado no ano passado, quando o Governo colocou em órbita o primeiro satélite geoestacionário do Brasil. Com um custo de R$ 3 bilhões, é ele que vai promover a conexão em banda larga para regiões remotas do país. O prefeito de Boa Vista dos Ramos, no Amazonas, Eraldo Trindade, diz que a rede vai representar uma mudança na vida dos moradores do estado.

 

Prefeito de Boa Vista dos Ramos - Eraldo Trindade: Nós, que vivemos no interior do estado do Amazonas, a gente já vive desconectado, por questão da natureza e por questão da distância, de tudo, praticamente, né? Então, com essa adesão do nosso município, não só do meu município... E olhe que eu ainda sou perto. Nós temos municípios, por exemplo, que é 48 horas, temos municípios que é três dias viajando de barco, da capital. Então, você imagina, por exemplo, assim, a revolução que isso vai causar, o impacto que isso vai causar para todos os habitantes do estado do Amazonas, e, principalmente para os nossos queridos ribeirinhos, que são praticamente afastados de tudo isso, né?

 

Repórter Paulo La Salvia: A ideia é que o Internet para Todos também seja levado para 40 mil escolas, hospitais e postos de saúde de todo o Brasil. Os municípios beneficiados nesta primeira fase começam a receber as antenas para distribuição do sinal de internet em maio. O ministro da Ciência, Tecnologia, Informações e Comunicações, Gilberto Kassab, explicou qual vai ser a participação dos municípios.

 

Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações - Gilberto Kassab: O custo para as prefeituras é zero, não tem nenhum custo. É o Governo Federal, através do nosso Ministério e da Telebras, que chega lá, coloca a antena. Essa antena tem uma conectividade num raio mínimo de 1,5 km e, imediatamente, a conectividade está implantada.

 

Repórter Paulo La Salvia: O presidente Michel Temer defendeu que o Internet para Todos vai levar o Brasil à modernidade na área de tecnologia.

 

Presidente Michel Temer: Nós estamos colocando o Brasil no mundo moderno, trazendo a modernidade para o país. E hoje nós podemos comemorar algo que diz respeito aos países avançados do mundo. Nós estamos levando, com esta fórmula, banda larga para todos os municípios brasileiros.

 

Repórter Paulo La Salvia: A expectativa é de que pelo menos 40 mil antenas sejam instaladas a partir de maio. Reportagem, Paulo La Salvia.

 

Nasi: E durante encontro com os prefeitos e prefeitas, o presidente Michel Temer também sancionou um projeto que vai liberar mais R$ 2 bilhões aos municípios.

 

Gabriela: Uma ajuda importante para as prefeituras fecharem as contas no azul.

 

Repórter Raíssa Lopes: O dinheiro vai chegar às prefeituras por meio do Fundo de Participação dos Municípios, que, entre outros fatores, leva em conta o número de habitantes de cada cidade. Os R$ 2 bilhões liberados nessa segunda-feira já têm destinação, como explica o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski.

 

Presidente da Confederação Nacional dos Municípios - Paulo Ziulkoski: Foi distribuído um acordo que fizemos com o Governo, em que 50% vai para o fundo de saúde, 30% para a educação e 20% para a assistência social. Só que pode ser gasto em investimento, inclusive em custeio. Portanto é um dinheiro que chega lá, e chega limpo lá nas prefeituras e que, seguramente, vai ajudar um pouco mais os senhores e as senhoras.

 

Repórter Raíssa Lopes: Os R$ 2 bilhões já estavam previstos para os municípios desde o fim do ano passado, quando o Governo editou uma medida provisória destinando a verba. Só que para chegar aos cofres das prefeituras, era preciso a aprovação do Congresso Nacional, o que foi feito no mês passado. Agora, com a sanção do Projeto de Lei, o presidente Michel Temer afirmou que a promessa com os prefeitos foi cumprida.

 

Presidente Michel Temer: E eu disse: Olha, nós vamos entregar R$ 2 bilhões para as prefeituras municipais. E, se der certo, em dezembro, se não der certo, em função de burocracias administrativas e legislativas, logo depois. E hoje eu tive o prazer de sancionar o Projeto de Lei, que passou pelo Congresso Nacional, cumprindo, portanto, a palavra.

 

Repórter Raíssa Lopes: Muitas vezes, o Fundo de Participação dos municípios é a principal fonte de renda das cidades, especialmente as pequenas. É o caso de Poranga, que fica no Ceará e tem 12 mil habitantes. O prefeito Carlisson Emerson conta que, com o dinheiro, será possível colocar a folha de pagamento dos servidores e fornecedores em dia.

 

Prefeito de Poranga - Carlisson Emerson: O município tem passando por sérias dificuldades financeiras, uma arrecadação muito baixa, praticamente o município sobrevive só do FPM, dos repasses federais, dos convênios, e têm sido anos muito difíceis. E, com esse repasse do FPM, vai ajudar a equilibrar as contas do município.

 

Repórter Raíssa Lopes: Já em Elói Mendes, cidade no sul de Minas Gerais, os recursos devem levar saúde a bairros que ainda não têm, como explica o prefeito Silvério Rodrigues.

 

Prefeito de Elói Mendes - Silvério Rodrigues: A gente vê a importância dos outros setores, mas a saúde vem sofrendo muito com a queda de repasse, enfim, eu acho que vai chegar num momento muito importante.

 

Repórter Raíssa Lopes: O Governo vai começar a repassar a verba já na próxima semana. Reportagem, Raíssa Lopes.

 

Nasi: Hoje, o presidente Michel Temer se reuniu com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, a OMC.

 

Gabriela: O aumento das tarifas de importação do aço e do alumínio brasileiro pelo governo americano foram tema da conversa. O repórter João Pedro Neto tem, ao vivo, mais informações. Boa noite, João Pedro.

 

Repórter João Pedro Neto (ao vivo): Boa noite, Gabriela. Boa noite, Nasi. Boa noite a todos os ouvintes. Pois é. Depois de conversar com o presidente Michel Temer, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, o brasileiro Roberto Azevedo, disse que o Governo Federal ainda não manifestou a intenção de acionar a Organização, pelo menos nesse momento. O diretor-geral afirmou, depois do encontro, que o Brasil não exclui a possibilidade de acionar a OMC, mas estuda alternativas e está conversando com outros países, também afetados pela medida, e, por enquanto, busca entendimentos e diálogo com o governo dos Estados Unidos, na tentativa de preservar os direitos nacionais. Roberto Azevedo destacou que o setor do aço é importante para a economia brasileira e de quase todos os países, já que faz parte de diversas etapas das cadeias produtivas da economia, e reforçou o entendimento de que a medida adotada pelos Estados Unidos terá impacto sobre as exportações brasileiras. O diretor-geral da OMC afirmou ainda que conversou com o presidente Michel Temer sobre a recuperação da economia brasileira, que, segundo ele, tem sido positiva, apresentando revisões para cima dos indicadores. Azevedo destacou que, na audiência com Michel Temer, eles também falaram sobre a negociação sobre o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, que pode dar um salto de competitividade à produção nacional. Vamos ouvi-lo.

 

Diretor-geral da Organização Mundial do Comércio - Roberto Azevedo: Na pauta da agenda comercial brasileira, falamos um pouco sobre os entendimentos entre Mercosul e União Europeia. Do meu ponto de vista, via todo esse processo de uma maneira muito positiva. Falei várias vezes sobre a necessidade do Brasil aumentar a sua competitividade, de ter um parque industrial mais eficiente, de menores custos e competitivo em termos globais. E eu acho que esse processo de aproximação com a União Europeia é um processo que levará a esse salto de competitividade, ou, pelo menos, será um passo importante nesse processo de aumento de competitividade do país.

 

Nasi: Então, obrigado, João Pedro Neto, pela participação, ao vivo, aqui na Voz do Brasil.

 

Gabriela: E a abertura de novos mercados, especialmente esse aí da União Europeia, foi o destaque da visita do presidente Michel Temer ao Chile nesse domingo.

 

Nasi: Temer participou da posse do presidente chileno Sebastian Piñera e disse que os dois países têm visões parecidas sobre o mundo. Aliás, o Chile é um dos grandes parceiros comerciais do Brasil.

 

Gabriela: Durante a viagem, Temer também se reuniu com o presidente argentino para discutir um desfecho para a assinatura do acordo Mercosul e União Europeia.

 

Repórter Luana Karen: Sebastian Piñera vai governar o Chile pelos próximos quatro anos. É a segunda vez que ele assume o comando do país, que já tinha presidido entre 2010 e 2014. O presidente Michel Temer destacou as fortes relações comerciais entre Brasil e Chile.

 

Presidente Michel Temer: Nós temos uma relação comercial fortíssima, são mais de US$ 8 bilhões, a nossa relação comercial, que aumentou, aliás, muito, em 2015, 2016 e 2017.

 

Repórter Luana Karen: Desde 2015, Chile e Brasil estudam meios de construir um corredor rodoviário para ligar os dois países, passando por Paraguai e Argentina. A ideia é permitir que os produtos brasileiros encontrem um caminho rumo ao mercado asiático, saindo pelos portos do Chile, no Oceano Pacífico, assim como também permitir que os chilenos tenham acesso aos portos brasileiros no Oceano Atlântico. Ana Beatriz Nogueira, chefe da divisão do Chile, Peru e Equador, do Ministério das Relações Exteriores, comenta.

 

Chefe da divisão do Chile, Peru e Equador - Ana Beatriz Nogueira: Do ponto de vista brasileiro, o interesse é óbvio, você escoar essa produção, sobretudo agrícola ali do Mato Grosso do Sul, pelo Oceano Pacífico, que te dá um acesso privilegiado aos mercados asiáticos, que são mercados que nós temos todo o interesse em conquistar. Mas, do ponto de vista de integração regional, mesmo de comércio entre esses quatro países, é um projeto muito interessante.

 

Repórter Luana Karen: Após assistir à cerimônia de posse, o presidente Michel Temer se reuniu com presidente da Argentina, Maurício Macri, para tratar das negociações do Mercosul com a União Europeia.

 

Presidente Michel Temer: Temos alguns pequenos pontos para, ainda, resolver, mas os chanceleres da União Europeia e do Mercosul vão se reunir muito proximamente. Eu acho que, depois de 19 anos, foi isso que eu e o Macri concordamos, nós, talvez, fechemos em definitivo o acordo Mercosul com União Europeia.

 

Repórter Luana Karen: O Brasil é o principal parceiro comercial do Chile na América do Sul. Já o Chile é o segundo principal parceiro do Brasil na região, atrás apenas da Argentina. De Valparaíso, no Chile, Luana Karen.

 

Gabriela: 1913 em Brasília.

 

Nasi: Imposição de mãos, terapia de florais.

 

Gabriela: São novos procedimentos que o SUS deve oferecer.

 

Nasi: Daqui a pouco vamos explicar como as terapias podem auxiliar, e muito, no tratamento de prevenções de doenças. Não saia daí.

 

"Fórum Mundial da Água - Compartilhando ideias e soluções".

 

Gabriela: Estamos a uma semana do Fórum Mundial da Água.

 

Nasi: Trinta mil pessoas de mais de cem países estarão aqui, em Brasília, para discutir desafios e soluções para a preservação da água.

 

Gabriela: E uma das ideias de sucesso que vão ser levadas pelo Brasil é o programa Água Doce, do Ministério do Meio Ambiente.

 

Nasi: Lá no semiárido nordestino, até a água com sal se torna própria para o consumo.

 

Repórter Nei Pereira: O clima semiárido abrange quase um milhão de quilômetros quadrados e representa 11% do território brasileiro. A falta de chuva nessa região faz com que as plantas passem a maior parte do ano praticamente secas. Água nesse tipo de clima é só no subsolo. O problema é que ela tem alto índice de sal, o que a torna imprópria para o consumo. Mas essa situação começa a ser revertida por meio do programa Água Doce, do Governo Federal, como explica o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.

 

Ministro do Meio Ambiente - Sarney Filho: É um programa muito bem feito, que tem tido uma excelente repercussão. Já investimos mais de R$ 15 milhões nesse programa. E é um programa que eu acho que não deve parar, porque a crise hídrica, como a gente já viu, ela veio para ficar. Um dos projetos do Água Doce é desenvolvido pela Embrapa, em Petrolina, Pernambuco. Os pesquisadores criaram um dessalinizador, que extrai o sal da água e a torna a própria para o consumo. A parte com minerais, que seria descartada, é usada em tanques para a criação de peixes. Segundo Gherman Garcia Leal de Araújo, pesquisador da Embrapa Semiárido, essa técnica vem ajudando a população rural nos longos períodos de seca.

 

Pesquisador da Embrapa - Gherman Garcia Leal de Araújo: Essas águas, elas serviram para diversos fins, principalmente para atender a demanda de dessedentação animal, e também para a produção de algumas espécies, sejam forrageira ou espécies para atender parte da demanda de alimentação humana.

 

Repórter Nei Pereira: Em outra frente de estudo, pesquisadores do programa Água Doce estudam a qualidade da água dos poços para evitar a contaminação do solo. É que os poços da região do semiárido de Pernambuco são usados para irrigar plantação de forrageiras, que servem para alimentação animal. É o que conta José Manoel de Sá, pesquisador da Universidade Federal do Vale do São Francisco.

 

Pesquisador - José Manoel de Sá: É necessário que se conheça mais sobre a qualidade química dessas águas. Que esse projeto visa produzir o conjunto de informações que vai ajudar essas famílias, produtores rurais.

 

Repórter Nei Pereira: A iniciativa já leva água de boa qualidade a aproximadamente 200 mil pessoas, de mais de 3 mil comunidades da região do semiárido. Reportagem, Nei Pereira.

 

Gabriela: E já que estamos falando de Meio Ambiente, o presidente Michel Temer assinou agora há pouco o primeiro chamamento público que vai permitir a conversão dos valores de multas ambientais em investimentos na recuperação de nascentes do Rio São Francisco.

 

Nasi: Com essa medida, a previsão do Governo é investir mais de R$ 2 bilhões nos próximos anos em recuperação ambiental nas bacias do Velho Chico e do Rio Parnaíba.

 

Repórter João Pedro Neto: É o primeiro chamamento público para que organizações sem fins lucrativos inscrevam projetos de recuperação ambiental nas bacias do Rio São Francisco e do Rio Parnaíba, que vão ser financiados com recursos que têm origem na conversão de multas aplicadas pelo Ibama. O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, destacou a relevância da medida.

 

Ministro do Meio Ambiente - Sarney Filho: Os rios precisam agora de proteção, de árvores. As nascentes precisam de proteção. E é dentro dessa perspectiva moderna, desse olhar contemporâneo, que o Ministério do Meio Ambiente, com o seu apoio, com o apoio do Governo, está fazendo a sua parte.

 

Repórter João Pedro Neto: Serão selecionados projetos para serem desenvolvidos numa área de 195 municípios, na região da Bacia do São Francisco, e de 213 cidades na região do Parnaíba. A presidente do Ibama, Suely Araújo, afirmou que mesmo com a conversão da multa o infrator também tem obrigação de reparar o dano causado, e, segundo ela, o potencial é de mais de R$ 2,5 bilhões em multas a serem convertidas.

 

Presidente do Ibama - Suely Araújo: O São Francisco, a perspectiva, até 20 anos de ações do Ibama, o Parnaíba, até 10 anos de ações do Ibama. Então, durante esse período todo, nós vamos poder direcionar multas para os projetos selecionados nesse primeiro chamamento público.

 

Repórter João Pedro Neto: Os autuados que manifestarem intenção de aderir à iniciativa podem receber descontos de até 60% nos valores das multas aplicadas. Na cerimônia, o presidente Michel Temer destacou os avanços alcançados na área ambiental ao longo dos últimos meses.

 

Presidente Michel Temer: A ampliação aqui do Centro-Oeste, Chapada dos Veadeiros, a Reserva Biológica, no Rio de Janeiro, 400 vezes aumentada, e agora estamos vendo a questão da preservação do oceano, das águas marinhas. Então, além do quê o desmatamento caiu enormemente, 16%, e agora com a possibilidade de aumentar mais 20% desse desmatamento. Ou seja, fizemos muito pelo meio ambiente.

 

Repórter João Pedro Neto: A Petrobras foi uma das empresas que já sinalizou interesse em aderir à iniciativa, com o potencial de converter R$ 900 milhões em multas, o que pode representar investimentos de cerca de R$ 300 milhões nessas áreas. Reportagem, João Pedro Neto.

 

Gabriela: Yoga, acupuntura, Tai Chi Chuan, terapias que já são oferecidas de graça no SUS.

 

Nasi: E a partir de agora, outras dez novas práticas estão sendo incluídas.

 

Gabriela: Aromaterapia, bioenergética, cromoterapia e até mesmo constelação familiar estão na lista.

 

Nasi: Segundo o Ministério da Saúde, elas ajudam, tanto na prevenção quanto na recuperação de quem está doente.

 

Repórter Pablo Mundim: O céu mal clareou e a rotina dos brasilienses já está frenética. São passos apressados, carros, muitos carros. Um dia comum em muitas cidades grandes, mas, a 22 km do Plano Piloto, em Sobradinho, um grupo de pessoas está em outro ritmo. No mesmo ritmo tranquilo da música chinesa, eles fazem movimentos com as mãos e com os pés. É o Tai Chi Chuan, uma arte milenar criada na China, que tem ajudado muita gente a encontrar o equilíbrio, a harmonia e até auxiliar na cura de algumas doenças. A dona de casa Ezilma Fernandes, por exemplo, é uma das praticantes. Ela conta que, depois que começou a frequentar o Tai Chi, a vida dela não é mais a mesma.

 

Dona de casa - Ezilma Fernandes: Eu fico menos ansiosa, controla melhor o meu diabetes e eu durmo muito bem, excelentemente bem. E a arritmia que eu tinha, constante, hoje eu nem sinto.

 

Repórter Pablo Mundim: Para a aposentada Tomásia de Sousa, a experiência não foi diferente. Antes do Tai Chi, ela sempre reclamava de dores.

 

Aposentada - Tomásia de Souza: Porque eu ficava isolada, assim, dentro de casa. Aqui eu sinto meus amigos, sinto feliz, eu sinto felicidade aqui, sinto muito bem.

 

Repórter Pablo Mundim: Mas qual será o segredo dessa atividade? Como ela tem ajudado tanto os pacientes? A enfermeira da Saúde Familiar, Marli Maia, explica.

 

Enfermeira - Marli Maia: Essas práticas integrativas, elas vêm como um complemento ao tratamento medicamentoso, porque elas ajudam no autocuidado. Então, elas trazem a consciência do cidadão, do usuário, para a importância de se autocuidar, né?

 

Repórter Pablo Mundim: Práticas de medicina tradicional chinesa, como Tai Chi Chuan, estão em segundo lugar no número de atendimentos de terapias complementares, que são oferecidos de graça no SUS, o Sistema Único de Saúde. Em primeiro lugar, está a acupuntura, e tem também Yoga, musicoterapia, reiki, práticas integrativas e complementares, que estão sendo ampliadas pelo Ministério da Saúde. Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o SUS, que hoje atende 19 modalidades, vai passar a integrar 29 tipos de terapias.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: São cinco milhões de pessoas que participam das práticas. Temos 150 milhões de usuários do SUS. Então, vamos todos lutar muito nessa nossa ação de integração, divulgação e que nós possamos fazer das práticas integrativas uma ação cada vez mais efetiva.

 

Repórter Pablo Mundim: Somente em 2017, foram realizados quase 1,5 milhão de atendimento de práticas Integradas pelo Sistema Único de Saúde. Reportagem, Pablo Mundim.

 

Gabriela: 19h22 em Brasília.

 

Nasi: A população de Petrópolis, no Rio de Janeiro, vem enfrentando fortes chuvas nos últimos dias. Nas zonas de Caxambu e Bela Vista foram registrados alagamentos e deslizamentos de terra.

 

Gabriela: Na última sexta-feira, o Ministério da Integração Nacional reconheceu situação de emergência do município.

 

Nasi: No sábado, o ministro Hélder Barbalho visitou a região para ver de perto o plano de ação definido pela Defesa Civil. A ideia é trazer normalidade aos bairros e áreas atingidas e, em seguida, reconstruir pontes e ruas danificadas.

 

Gabriela: Segundo o ministro da Integração, Hélder Barbalho, recursos para o atendimento à população estão garantidos.

 

Ministro da Integração Nacional - Hélder Barbalho: A cidade já está com a decretação homologada, portanto já está apta a receber recurso. Segunda-feira conclui-se, por parte da prefeitura, alimentando e fazendo as solicitações de todas as ações de restabelecimento, enquanto se analisa e se quantifica os investimentos efetivos para reconstruir as áreas danificadas.

 

Nasi: E no domingo, o ministro da Integração Nacional visitou locais danificados pelas chuvas na cidade de Ceres, em Goiás.

 

Gabriela: Helder Barbalho destacou a importância da decretação do estado de emergência, para que os recursos federais cheguem ao município goiano.

 

Ministro da Integração Nacional - Hélder Barbalho: Dar a orientação já para a Defesa Civil do município, no sentido de como proceder para, o mais rápido possível, haver a decretação do estado de emergência, com a homologação federal, para que possamos ajudar e retomar a normalidade da cidade, fazendo a limpeza de áreas atingidas, atendendo famílias que sofreram as consequências destas fortes chuvas, como também a agenda de reconstruir as áreas que foram danificadas.

 

Nasi: Dos 20 mil postos de combustíveis que existem em todo o Brasil, quase 13 mil foram fiscalizados pela ANP, a Agência Nacional do Petróleo, em 2017.

 

Gabriela: A principal irregularidade encontrada nas amostras de gasolina foi o percentual de etanol. Metade dos postos fiscalizados apresentaram o problema.

 

Nasi: Mesmo assim, a ANP registrou queda no número de infrações.

 

Gabriela: O Governo Federal liberou hoje R$ 190 milhões para ações de assistência emergencial em Roraima.

 

Nasi: O dinheiro deve ser utilizado em ações, como acolhimento e identificação dos imigrantes venezuelanos que estão entrando no país, fugindo da crise da Venezuela.

 

Gabriela: A verba também será destinada ao controle e fiscalização nas fronteiras. Segundo estimativa da Prefeitura de Boa Vista, o estado já recebeu mais de 40 mil venezuelanos.

 

Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Gabriela: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso".