13 de março de 2018

Destaques da Voz do Brasil: Segurança pública, reforma da previdência e simplificação tributária. Presidente Michel Temer diz que governo continua trabalhando com agenda de prioridades. E em São Paulo, participa de acordo com multinacional que vai investir no Brasil. Vendas no comércio continuam crescendo, segundo IBGE. Número de acidentes e mortes caem nas estradas com operação Rodovida da Polícia Rodoviária Federal. E vamos falar de uma doença que atinge mais da metade dos adolescentes brasileiros. É o HPV. Ministério da Saúde lança nova campanha de vacinação em todo o país.

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Transcrição


Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Terça-feira, 13 de março de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Gabriela: Segurança pública, reforma da Previdência e simplificação tributária.

 

Nasi: Presidente Michel Temer diz que o governo continua trabalhando com a agenda de prioridades.

 

Presidente Michel Temer: Se, num dado momento, nós conseguirmos assegurar a segurança do povo brasileiro, fazer as reformas todas completadas com a Previdência e com a simplificação tributária e a economia crescendo do jeito que está crescendo, nós talvez tenhamos feito o melhor governo que o Brasil conheceu nestes últimos anos.

 

Gabriela: E em São Paulo participa de acordo com o multinacional que vai investir no Brasil. Paulo La Salvia.

 

Repórter Paulo La Salvia: Empresa pretende investir 1 bilhão de euros no Brasil, nos próximos cinco anos.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Vendas no comércio continuam crescendo segundo o IBGE. Bruna Saniele.

 

Repórter Bruna Saniele: As vendas do comércio varejista subiram 3,2% em janeiro de 2018 em relação ao mesmo mês do ano passado.

 

Nasi: Número de acidentes e mortes caem nas estradas com a Operação Rodovida, da Polícia Rodoviária Federal.

 

Gabriela: E vamos falar de uma doença que atinge mais da metade dos adolescentes brasileiros.

 

Nasi: É o HPV. Ministério da Saúde lança nova campanha de vacinação em todo o país. Raíssa Lopes.

 

Repórter Raíssa Lopes: A meta é vacinar 10 milhões de jovens e adolescentes até o fim do ano.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Gabriela: A reforma da Previdência saiu da agenda do Congresso Nacional, mas o governo ainda não desistiu da ideia.

 

Nasi: O Presidente Michel Temer disse hoje, em São Paulo, que deve voltar a discutir o tema no fim do ano, caso a situação do Rio de Janeiro melhore.

 

Gabriela: Temer participou de um encontro com os empresários de São Paulo e também falou de novas ações para apoiar as micro e pequenas empresas brasileiras.

 

Repórter Paulo La Salvia: Queda da inflação, da taxa de juros básicas da econômica, cortes nos gastos públicos, modernização trabalhista e reforma do ensino médio. Essas foram só algumas das iniciativas citadas pelo Presidente Michel Temer no balanço que ele fez do governo nesta terça-feira, diante de uma plateia de empresários na capital paulista. Temer também afirmou que o governo pode voltar a discutir a reforma da Previdência com o Congresso Nacional no fim do ano.

 

Presidente Michel Temer: Nós decretamos a intervenção no Rio de Janeiro, em face de intervenção não se pode tramitar emenda à Constituição. Não é improvável, espero que seja assim, que até setembro, mais ou menos, as coisas estejam entrando nos eixos no Rio de Janeiro e eu possa fazer cessar a intervenção. Se fizer cessar a intervenção, ainda eu tenho uma parte de setembro, outubro, novembro, dezembro, para aprovar a reforma da Previdência, porque hoje já uma consciência de que ela é indispensável.

 

Repórter Paulo La Salvia: O Presidente Michel Temer falou na abertura de um encontro Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo. Durante o discurso, ele anunciou que governo estuda apoiar a derrubada do veto que foi feito a um Projeto de Lei que cria um programa de renegociação de dívidas para as micro e pequenas empresas. De acordo do Temer, ele vetou o projeto porque ainda não existia um estudo de impacto econômico, mas agora, segundo Temer, já existe uma solução.

 

Presidente Michel Temer: Talvez tenhamos uma solução para que o poder executivo, o presidente da República, não sofra uma eventual acusação de crime de responsabilidade, não é? E, ao mesmo tempo, nós possamos acolher o veto. Portanto, o governo e ao Congresso, pelos líderes, o governo apoia a queda do veto que agora nós resolvemos esse assunto.

 

Repórter Paulo La Salvia: A melhora no cenário econômico brasileiro tem deixado os empresários mais otimistas, é o que avalia o vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, João Bico.

 

Vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo - João Bico: Nós temos agora uma grande expectativa de retomada de crescimento, eu tenho visto o empresariado mais animado, mais disposto a investir no Brasil. Eu tenho certeza que nós estamos... já viramos a curva do negativismo e vamos retomar nosso crescimento rapidamente.

 

Repórter Paulo La Salvia: O Presidente Michel Temer também defendeu, junto aos empresários, que a modernização trabalhista contribuiu para gerar 1,5 milhão de empregos no país e que os juros devem cair ainda mais, já que a inflação está abaixo de 3%. Atualmente os juros estão em 6,75% ao ano. De São Paulo, Paulo La Salvia.

 

Nasi: E o Presidente Michel Temer também acompanhou na capital paulista a assinatura de um acordo entre uma multinacional alemã do seguimento de alta tecnologia e a Apex Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

 

Gabriela: O acordo deve gerar investimentos bilionários e a criação de empregos. O repórter Paulo La Salvia também esteve neste evento e traz para a gente, ao vivo, mais informações. Boa noite, Paulo. Explica para a gente esse acordo.

 

Repórter Paulo La Salvia (ao vivo): Boa noite, Gabi. Boa noite, Nasi, e a todos os ouvintes da Voz do Brasil. Pelo acordo, a Apex Brasil fica responsável por intermediar encontros e acordos entre representantes de órgãos e agências públicas, seja do Governo Federal, estadual e municipal e a Siemens. A ideia é viabilizar novos investimentos da companhia alemã no país, que devem chegar a 1 bilhão de euros nos próximos cinco anos, em áreas como energia, transporte e saúde. Além de atrair investimentos estrangeiros, a Apex Brasil promove produtos e serviços brasileiros no exterior. O presidente da agência, embaixador Roberto Jaguaribe, destacou retomadas de investimentos estrangeiros no Brasil, que, segundo o Banco Central, devem ter superados, US$ 70 bilhões no ano passado.

 

Presidente da agência - Roberto Jaguaribe: Nos últimos 20 meses, mais medidas racionalizadoras e conducentes ao progresso do Brasil na economia da administração pública em geral, foram adotadas que na década anterior. E esse resultado tem se manifestado nos números tão evidentes que nós estamos podendo mostrar ao mundo com crescente satisfação, não apenas em termos do crescimento real, que se alcançou no ano passado pela primeira vez, na redução extraordinária da inflação e mais extraordinária ainda da taxa de juros, mas também no nível de investimentos.

 

Repórter Paulo La Salvia: O presidente mundial da Siemens, Joe Kaeser, lembrou que a empresa está há mais de 150 anos no Brasil e que está comprometida com o crescimento do país. Segundo o presidente da companhia, a estimativa é que os investimentos realizados aqui atraiam outros 50 bilhões de euros, gerando até 1,2 milhão empregos. O Presidente Michel Temer destacou o volume de investimentos da companhia e falou sobre as medidas do governo para atrair as empresas estrangeiras.

 

Presidente Michel Temer: Nós trabalhamos nesses últimos 22 meses, nós aprovamos, vocês sabem, leis que aumentam a produtividade. Quero ficar muito feliz por ter posto em marcha um ambicioso projeto de reformas no nosso país, e, no particular, um programa de concessões e privatizações. Nós estamos atualizando todos os marcos regulamentares, regulatórios do país, simplificamos procedimentos, enfim, criamos um ambiente mais favorável para os investimentos.

 

Repórter Paulo La Salvia: Pelo acordo, a Apex Brasil também vai apoiar a criação de estudos, fóruns e comitês para o desenvolvimento econômico e o aumento da competitividade das indústrias brasileiras. Ao vivo, Paulo La Salvia.

 

Nasi: E a gente ouviu agora há pouco o Presidente Michel Temer falando a empresários do setor de comércio que hoje recebeu uma boa notícia.

 

Gabriela: A melhora nos rendimentos da população e a inflação baixa fizeram com que das vendas do comércio aumentassem do mês de janeiro, principalmente nos supermercados.

 

Nasi: E, segundo o IBGE, a tendência é que essa movimentação nas lojas continue.

 

Repórter Bruna Saniele: As vendas do comércio varejista subiram 3,2% em janeiro de 2018 em relação ao mesmo mês do ano passado. Essa foi a décima alta consecutiva, como explica a gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Isabela Nunes.

 

Gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE - Isabela Nunes: O resultado é positivo na maior parte das atividades, mas foi impulsionado, principalmente, pelo setor de hiper e supermercado e de outros artigos de uso pessoal e doméstico, que representam em torno de 50% desse resultado de 3,2 em relação a janeiro de 2017.

 

Repórter Bruna Saniele: No acumulado dos últimos 12 meses, a vendas do comércio varejista tiveram alta de 1,7%. Para Isabela Nunes, os dados indicam uma tendência de recuperação do setor.

 

Gerente da Coordenação do Serviços e Comércio do IBGE - Isabela Nunes: A medida em que o resultado, em 12 meses, mostra avanço, para todas as atividades, mesmo aquelas atividades que mostram recuo ainda em 12 meses, elas sinalizam uma trajetória de recuperação.

 

Repórter Bruna Saniele: Dezenove das 27 unidades da Federação tiveram aumento nas vendas do comércio nos últimos 12 meses. As altas mais significativas foram em Rondônia, Santa Catarina e em Roraima. Reportagem, Bruna Saniele.

 

Gabriela: O número de mortes nas estradas federais caiu 14% durante as férias de final de ano e carnaval.

 

Nasi: Também houve queda nos acidentes e no número de feridos. É o balanço da Operação Rodovida, da Polícia Rodoviária Federal.

 

Gabriela: E a fiscalização vai ser reforçada, 300 novas câmeras que monitoram veículos e enviam informações a uma central de controle estão sendo instaladas em rodovias de todo o país.

 

Repórter Nei Pereira: Em quase 60 dias de atuação em rodovias federais a Operação Rodovida cumpriu seu objetivo, que é diminuir acidentes e mortes no trânsito. Foram 150 mortes a menos do que foi registrado na operação anterior, uma redução de 14%. Houve queda também de 7,7% na quantidade de acidentes e de 5,9% no número de feridos. O ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, comentou o resultado divulgado nesta quarta-feira.

 

Ministro extraordinário da Segurança Pública - Raul Jungmann: Apresentamos um balanço extremamente positivo. Mesmo assim, é importante dizer que grande parte desses acidentes continuam acontecendo por falta de cuidado, e, sobretudo, por uso, hoje de um equipamento que precisa ser efetivamente reduzido, que é o uso do celular no trânsito.

 

Repórter Nei Pereira: Desde que a Operação Rodovida começou, sete anos atrás, o número de mortes vem caindo, passou de 8,6 mil por ano, em 2012, para 6,2 mil no ano passado. Os acidentes envolvendo caminhões são os que mais pesam nessa estatística, como explica o diretor-geral na Polícia Rodoviária Federal, Renato Dias.

 

Diretor-geral na Polícia Rodoviária Federal - Renato Dias: A nossa grande preocupação é conscientizar os condutores de veículos pesados, carretas, caminhões, bitrens, porque quando ocorre um acidente de um caminhão com outro caminhão, ou um caminhão com ônibus, ou um caminhão com automóvel, ou caminhão com motociclista, enquanto para uma vítima fatal de caminhão, são 35 mortes de outros veículos.

 

Repórter Nei Pereira: O ministro Raul Jungmann anunciou a instalação de novos radares do Programa Alerta Brasil.

 

Ministro extraordinário da Segurança Pública - Raul Jungmann: São câmeras que monitoram e que registram as placas, leem as placas de todos os automóveis que passam por aquele ponto, mandam imediatamente para um centro de comando e controle, e se aquele veículo está irregular, se foi roubado ou há algum outro tipo de registro, imediatamente a Polícia Rodoviária Federal é acionada em qualquer lugar do Brasil. No Rio de Janeiro nós vamos passar de 3 pontos do Alerta Brasil para 21. E, no plano nacional, de 33 para 330.

 

Repórter Nei Pereira: Durante a operação, mais de meio milhão de pessoas foram fiscalizadas. A maioria das autuações foi por excesso de velocidade. Houve também mais de 3 mil flagrantes de motoristas alcoolizados e a Polícia Rodoviária apreendeu quase 30 toneladas de droga e 343 armas. Reportagem, Nei Pereira.

 

Gabriela: 19h13 em Brasília.

 

Nasi: Atenção, adolescentes de todo o país.

 

Gabriela: O Ministério da Saúde convoca para a vacinação contra o HPV.

 

Nasi: Daqui a pouco vamos falar dessa campanha e fazer o alerta. Mais da metade dos adolescentes brasileiros deve ter o vírus que pode causar câncer.

 

"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".

 

Gabriela: Com a crise economia e social na Venezuela, milhares de imigrantes chegam a Brasil todos os dias.

 

Nasi: E para acolher essa população, o Governo Federal elaborou uma série de ações.

 

Gabriela: Localizada na divisa entre Brasil e Venezuela, a cidade de Pacaraima, em Roraima, é um dos principais focos da ação que envolve diversos ministérios e que conta com o apoio das Forças Armadas.

 

Repórter Marina Melo: A partir da criação de um comitê federal de assistência emergencial para acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade, o governo brasileiro uniu esforços no sentido de prestar apoio humanitário a imigrantes vindos da Venezuela. Numa ação que envolve diversos setores do governo, o Ministério da Defesa já deu início a uma série de ações voltadas ao acolhimento dessas pessoas e ao controle e segurança da região. Na parte de acolhimento serão construídas novas áreas de destinação para imigrantes, além da melhoria em estruturas que já estão sendo utilizadas. Estão previstas obras de ampliação e melhorias de abrigos, principalmente na área sanitária. O chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho, esteve em Pacaraima na semana passada para acompanhar de perto a situação e explica as medidas em andamento.

 

Chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas - Ademir Sobrinho: A primeira coisa que nós nos preocupamos no emprego das Forças Armadas foi confecção de alimentação para esses desabrigados, que estão na rua os nos abrigos. Já começamos essa tarefa, já fizemos o levantamento da capacidade, já iniciamos o fluxo logístico de alimentação para Boa Vista. Em Pacaraima nós já reforçamos a atuação das Forças Armadas na fronteira, não só na fronteira, mas nas linhas de acesso a Boa Vista para evitar os delitos nas fronteiriças e também para ter um maior controle sobre essa migração.

 

Repórter Marina Melo: O almirante Ademir Sobrinho destaca que as Forças Armadas darão apoio logístico para que outras ações possam ser implementadas e explica que o auxílio na parte de saúde e de melhorias sanitárias são as prioridades no momento.

 

Chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas - Ademir Sobrinho: Nós vamos construir em Boa Vista várias áreas de acolhimento para esses imigrantes, onde terão triagem, exames médicos, vacinação, e estamos assumindo o hospital de Pacaraima, que é um hospital estadual. O Ministério da Saúde está fornecendo equipamentos, nós vamos fornecer material hospitalar, medicamentos e pessoal para atender esses imigrantes, além da população de Pacaraima.

 

Repórter Marina Melo: O Governo Federal liberou, por meio de Medida Provisória, R$ 190 milhões para viabilizar as ações. Alguns abrigos já estão contando com fornecimento de alimentação pelas Forças Armadas. E a expectativa é de que nos próximos dias já seja possível ter mais vagas em abrigos para que as pessoas comecem a ser retiradas das ruas ou de espaços como a Praça Simon Bolívar, em Boa Vista, capital de Roraima. Reportagem, Marina Melo.

 

Nasi: E uma vila militar da Marinha, aqui Brasília, abre as portas para a comunidade.

 

Gabriela: A ideia não é mostrar aparato e nem treinamento militar.

 

Nasi: Isso mesmo, Gabriela, o objetivo é apoiar a comunidade com cursos de formação profissional e até criação de hortas comunitárias.

 

Repórter João Pedro Neto: Na Vila Naval Visconde de Inhaúma, no Distrito Federal, vão ser desenvolvidas várias atividades, como cursos de qualificação profissional em diversas áreas e ações para promover a consciência ambiental e social com uso de ferramentas tecnológicas. Além dos moradores locais, a ideia é beneficiar também quem vive em comunidades e regiões vizinhas, como explica o vice-almirante Sérgio Goldstein, comandante de Sétimo Distrito Naval.

 

Comandante de Sétimo Distrito Naval - Sérgio Goldstein: Proporcionar a eles uma melhoria na condição de vida, uma melhoria no bem-estar e também desenvolver a questão ambiental.

 

Repórter João Pedro Neto: Os moradores da vila e da região já começaram a se inscrever para os cursos. Enquanto os pais estudam, crianças e jovens têm um espaço para ficar. Na área ambiental há ações como criação de hortas comunitárias e fossas ecológicas. Para o sargento Junior Carneiro, que mora há cinco anos na vila, o projeto vai melhorar a qualidade de vida do local.

 

Sargento - Junior Carneiro: Fica uma esperança para as jovens, né, que esse projeto também traz muita capacitação profissional para as jovens. A motivação que isso tudo gerou é contagiante.

 

Repórter João Pedro Neto: Além das aulas regulares para os jovens, vão ser realizadas oficinas de informática e robótica, por exemplo, além de oportunidades para a prática esportiva. O Victor Hugo, de 12 anos, não mora, mas estuda na vila, e aprovou o projeto. Quer aproveitar de tudo.

 

Entrevistado - Victor Hugo: Eu acho legal, porque... para melhorar o nosso físico.

 

Repórter João Pedro Neto: Na Ecovila moram cerca de 800 moradores, entre militares e civis. Reportagem, João Pedro Neto.

 

"Fórum Mundial da Água. Compartilhando ideias e soluções".

 

Gabriela: Nesta semana a Voz do Brasil está em contagem regressiva para o início do Fórum Mundial da Água.

 

Nasi: Na semana que vem, representantes de vários países do mundo estarão aqui em Brasília para discutir a preservação e gestão desse bem tão importante para o ser humano.

 

Gabriela: É a primeira vez que o fórum tem sede num país da América do Sul, e a expectativa por aqui é de hotéis com 90% de ocupação.

 

Nasi: Os restaurantes também preparam promoções especiais com sabores bem brasileiros.

 

Repórter Gabriela Noronha: O Fórum Mundial da Água deve atrair 40 mil pessoas para a capital federal. Segundo Ricardo Andrade, diretor da Agência Nacional de Águas, a estrutura do evento já está quase toda pronta.

 

Diretor da Agência Nacional de Águas - Ricardo Andrade: Nós estamos bastante avançados, está tudo dentro do cronograma, a cidade de Brasília irá receber, com toda a estrutura pronta, os mais de 40 mil visitantes.

 

Repórter Gabriela Noronha: Uma das novidades será a Vila Cidadã, um espaço com entrada gratuita para debates, exposições e área de alimentação. E, falando em comida, os restaurantes da cidade prepararam um esquema especial para os turistas. Fernanda La Rocchi, proprietária de um restaurante na cidade, conta que tem até cardápio em inglês para atender melhor os clientes.

 

Proprietária de restaurante - Fernanda La Rocchi: A gente se preparou na época da Copa, depois nas Olimpíadas, dar um atendimento em inglês, um cardápio em inglês.

 

Repórter Gabriela Noronha: No restaurante de Fernanda, o prato escolhido para conquistar o público é a moqueca de camarão, tradicional dos estados da Bahia e Espírito Santo. Jael Silva, presidente do Sindicato de Hotéis Bares e Restaurantes do Distrito Federal, explica que a ideia é atrair os turistas com que o Brasil tem melhor na culinária.

 

Presidente do Sindicato de Hotéis Bares e Restaurantes do Distrito Federal - Jael Silva: Vamos produzir o Festival Sabores do Brasil, são 25 bares e restaurantes da cidade que estarão ofertando aos participantes do fórum sempre um prato com um dos produtos mais conhecidos do Brasil.

 

Repórter Gabriela Noronha: Já a expectativa dos hotéis da cidade é de que 90% dos quartos sejam ocupados, de acordo da Adriana Pinto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Distrito Federal, o setor está preparado.

 

Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Distrito Federal - Adriana Pinto: Porque nós já vínhamos nos preparando desde a Copa das Confederações, Copa do Mundo, que são eventos de grande visibilidade, grande importância.

 

Repórter Gabriela Noronha: O Fórum Mundial da Água é organizado a cada três anos pelo Conselho Mundial da Água, juntamente com o país anfitrião. Esta é a primeira vez que o evento é sediado por um país do hemisfério Sul. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Gabriela: Uma nova campanha de vacinação contra o vírus HPV pretende vacinar 10 milhões de adolescentes.

 

Nasi: O HPV é uma infecção sexualmente transmissível e pode causar vários tipos de câncer.

 

Gabriela: Por isso é preciso que meninos de 11 a 14 anos, e, meninas de 9 a 14 anos procurem os postos de saúde para se prevenir.

 

Repórter Raíssa Lopes: Caio Victor, de 12 anos, foi a um posto tomar a vacina da febre amarela, aproveitou para atualizar a carteira de vacinação e se imunizou também contra HPV e meningite.

 

Entrevistado - Caio Victor: Era uma das únicas que faltava. Eu acho importante para prevenir, né, essas doenças que podem vir a acontecer.

 

Repórter Raíssa Lopes: Laisa Lopes, de 14 anos, foi com os pais não posto se vacinar contra o HPV e vai voltar para tomar a segunda dose.

 

Entrevistada - Laisa Lopes: Eu já vacinei as primeiras doses.

 

Repórter Raíssa Lopes: Você vai voltar para vacinar novamente?

 

Entrevistada - Laisa Lopes: Com certeza.

 

Repórter Raíssa Lopes: Já Camille Moreira, de 12 anos, ainda não se vacinou contra HPV, mas sabe que é importante.

 

Entrevistada - Camille Moreira: Ah, eu acho importante sim, para uma hora você ter que parar no hospital, né?

 

Repórter Raíssa Lopes: E para alertar sobre a importância da vacinação contra o HPV e a meningite, o Ministério da Saúde lançou campanha publicitária inspirado nos seriados de TV.

 

"A nova temporada de vacinação já começou. Mas diferente das séries de TV, aqui os vilões que colocam sua vida em risco são de verdade".

 

Repórter Raíssa Lopes: A meta é vacinar 10 milhões de jovens e adolescentes até o fim do ano. E para isso, o governo vai contar com a ajuda das escolas, que vão poder realizar campanhas de vacinação, como explica o Ministério da Saúde, Ricardo Barros.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Na escola podemos fazer ampla cobertura dessa faixa etária e garantir que o HPV caia a níveis baixos no Brasil, nós estamos com níveis muito altos, acima de 50%. Então, é realmente uma ação importante a ser feita para evitar que essas pessoas desenvolvam câncer no futuro.

 

Repórter Raíssa Lopes: Este ano o Ministério da Saúde vai disponibilizar 14 milhões de doses da vacina. As vacinas contra HPV e a meningite estão disponíveis nos postos de saúde do SUS e podem ser tomadas durante todo o ano. Reportagem, Raíssa Lopes.

 

Nasi: Você já sentiu algum efeito colateral inesperado depois de tomar um remédio?

 

Gabriela: Além de procurar um médico, é importante avisar as autoridades, caso isso aconteça.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Depois de tomar um remédio para tratar uma dor de cabeça, a servidora pública Jaqueline Monteiro teve uma reação alérgica, olhos inchados e falta de ar, os sintomas se repetiram com outros analgésicos e um anti-inflamatório. Hoje ela toma muito cuidado quando precisa usar qualquer remédio.

 

Servidora pública - Jaqueline Monteiro: Eu informo ao médico sobre os medicamentos que eu sou alérgica, especialmente o que tem como composição o ácido acetilsalicílico, também verifico a bula.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Eduardo Morais é médico e explica que a reações a medicamentos podem ser leves, como enjoos e dores de cabeça e até sintomas mais graves, como dificuldade para respirar. Ele conta que é importante sempre saber o que está sendo prescrito pelo médico e observar qualquer reação diferente após tomar algum remédio.

 

Médico - Eduardo Morais: Geralmente a gente orienta entrar em contato o seu profissional, né, de confiança ou então procurar um atendimento médico urgente o mais rápido possível.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Outra medida importante é avisar as autoridades de saúde. Dessa maneira, o governo pode monitorar esses medicamentos e tomar providências caso seja necessário, é o que explica Karen Fleck, técnica de farmacovigilância da Anvisa.

 

Técnica de farmacovigilância - Karen Fleck: Não é incomum você ter o registro de medicamento e depois de um determinado período de tempo ser cancelado esse registro por motivos de segurança. Então, só com as notificações no que a gente chama uma pós-comercialização, que é o mundo real onde a gente usa o medicamento, é que realmente a gente sabe o que acontece com ele.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Qualquer cidadão ou profissional de saúde pode notificar a Anvisa sempre reações adversas de medicamentos, é só acessar o portal da Anvisa na internet, em: www.anvisa.gov.br. Reportagem, Beatriz Albuquerque.

 

Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Gabriela: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso".