18 de janeiro de 2018

Destaques da Voz do Brasil: Saiu o resultado do Enem. E seleção para vagas em universidades públicas foi antecipada pelo Ministério da Educação. Antecipada campanha de vacinação contra a febre amarela em São Paulo e no Rio de Janeiro. Minha Casa Minha Vida entrega mais 1 mil moradias no interior paulista. E começou o pagamento do Bolsa Família. Mais de 200 mil pessoas vão receber o benefício pela primeira vez.

audio/mpeg VOZ180118.mp3 — 46903 KB




Transcrição


A Voz do Brasil - 18/01/2017

 

 

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do governo federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Quinta-feira, 18 de janeiro de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Gabriela: Saiu o resultado do Enem 2017.

 

Nasi: E seleção para vagas em universidades públicas foi antecipada pelo Ministério da Educação. Nei Pereira.

 

Repórter Nei Pereira: As inscrições foram antecipadas para o dia 23 de janeiro. Vão ser ofertadas quase 240 mil vagas.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: Antecipada a campanha de vacinação contra a febre amarela em São Paulo e no Rio de Janeiro. Natália Koslyk.

 

Repórter Natália Koslyk: Quase 20 milhões de pessoas já vão poder receber a vacina a partir do dia 25 de janeiro.

 

Gabriela: Minha Casa, Minha Vida entrega mais mil moradias no interior paulista.

 

Nasi: E começou hoje o pagamento do Bolsa-Família.

 

Gabriela: Mais de 200 mil pessoas vão receber o benefício pela primeira vez. Juline Pogorzelski.

 

Repórter Juline Pogorzelski: Através do cruzamento de dados, quem não se enquadra nas regras do programa é excluído, abrindo espaço para quem realmente precisa e zerando a fila de espera pelo Bolsa-Família.

 

Nasi: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Gabriela: E para assistir a gente ao vivo, na internet, basta acessar: www.voz.com.br.

 

Nasi: Milhões de estudantes e pais tiveram momentos de ansiedade e expectativa hoje.

 

Gabriela: É que saiu o resultado do Enem. Hora de saber se com a nota vai ser possível tentar uma vaga numa universidade pública por meio do Sisu, o Sistema de Seleção Unificada.

 

Nasi: E os cálculos para conseguir a tão sonhada vaga começam na semana que vem.

 

Gabriela: É que o Ministério da Educação antecipou o prazo de inscrições para a seleção.

 

Repórter Nei Pereira: Depois de vários dias na expectativa pelo resultado do Enem, a estudante Bárbara Stal foi com a mãe até o colégio onde concluiu o Ensino Médio, em Brasília, para conferir o desempenho no exame. E foi só acessar o sistema com as notas para a alegria tomar conta da estudante.

 

Estudante - Bárbara Stal: Eu fiquei muito feliz com o meu resultado, fiquei muito feliz mesmo, porque eu não esperava, tipo, ir bem. Mesmo tendo me esforçado bastante, eu estava muito nervosa, muito ansiosa com o resultado, mas eu fiquei muito feliz, foi satisfatório.

 

Repórter Nei Pereira: A boa nota obtida por Bárbara deixou a mãe dela, a servidora pública Rosa Márcia Rodrigues, empolgada e confiante de que a filha vai conseguir uma vaga em Medicina na universidade.

 

Servidora Pública - Rosa Márcia Rodrigues: Eu acredito que ela vai entrar esse ano ainda na universidade e eu estou muito ansiosa e estou muito feliz hoje. Se ela precisar mudar para um outro estado, enfim, tem todo o meu apoio. Estamos juntas.

 

Repórter Nei Pereira: Assim como Bárbara, mais de 4,5 milhões de estudantes fizeram o Enem do ano passado, e agora vão tentar uma vaga em universidades e faculdades públicas e privadas em todo o país. A nota média geral dos estudantes ficou na casa dos 500 pontos. Para o ministro da Educação, Mendonça Filho, o Enem do ano passado foi um dos mais tranquilos.

 

Ministro da Educação - Mendonça Filho: Esse é um exame que mexe com o Brasil. Não é só o estudante. Familiares, pais, responsáveis, todos se envolvem direta ou indiretamente com relação à aplicação do exame. E a gente tem o dever, enquanto ente público, de zelar pela transparência e pela segurança. E, felizmente, na entrega do Enem 2017, eu posso dizer que o Enem foi o mais seguro dos últimos anos, o mais transparente.

 

Repórter Nei Pereira: As notas do Enem são usadas em processos seletivos como o Sisu, o Sistema de Seleção Unificada, que oferta vagas em universidades públicas, além do ProUni, o Programa Universidade para Todos, que oferece bolsas em instituições particulares, e o Fies, o Financiamento Estudantil. Segundo a presidente do Inep, Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Maria Inês Fini, o planejamento para o exame evitou que ocorressem fraudes.

 

Presidente do Inep - Maria Inês Fini: Toda orientação que nós tivemos dos órgãos de segurança para prover os locais de prova, as medidas de segurança tomadas antecipadamente diminuíram muito as tentativas de fraude.

 

Repórter Nei Pereira: Para obter o resultado individual, o estudante deve acessar a página do Enem na internet, em enem.inep.gov.br, informando o CPF e a senha cadastrada na inscrição. E os candidatos que vão disputar uma vaga em instituições públicas pelo Sisu devem ficar atentos. As inscrições foram antecipadas para o dia 23 de janeiro. O prazo vai até o dia 26 de janeiro. Vão ser ofertadas quase 240 mil vagas. Reportagem, Nei Pereira.

 

Nasi: Respeito às diferenças, à dignidade da pessoa humana e o combate a qualquer tipo de preconceito.

 

Gabriela: Em 2017, 303 candidatos ao Enem usaram o nome social na prova.

 

Nasi: E, a partir de agora, uma resolução permite o uso da identificação escolhida por travestis e transexuais nos registros escolares da Educação Básica em todo o país.

 

Repórter Luiz Cláudio Moreira: Maiores de 18 anos podem solicitar que o registro da matrícula feita nas escolas públicas de qualquer parte do país seja feito usando o nome social. No caso de estudantes menores de idade, a solicitação deve ser apresentada pelos pais ou representantes legais. Segundo o ministro Mendonça Filho, a medida está de acordo com a diretriz do Ministério da Educação em combater o preconceito e a discriminação.

 

Ministro da Educação - Mendonça Filho: É de um combate permanente, que deve ser prática do Ministério da Educação, ao preconceito, combate ao bullying, que muitas vezes ocorrem nas escolas em todo o país. Então, eu acho que é um passo relevante para que a gente possa consagrar o princípio do respeito às diferenças e do combate aos preconceitos.

 

Repórter Luiz Cláudio Moreira: A secretária executiva do MEC, Maria Helena de Castro, disse que a medida respeita a pluralidade da nossa sociedade.

 

Secretária Executiva do MEC - Maria Helena de Castro: Nós vivemos numa sociedade que é plural, que vive em processo de mudança permanente, e é muito importante que todas as pessoas sejam respeitadas nas suas escolhas, nas suas manifestações, nos direitos humanos.

 

Repórter Luiz Cláudio Moreira: A professora de direitos humanos, gênero e diversidade sexual e gestão escolar da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira, Unilab, Luna Nogueira de Andrade, é transexual e conta que toda a sua vida escolar foi marcada pela negação do espaço por não ter podido utilizar o nome social no ambiente escolar.

 

Professora de Direitos Humanos, Gêneros e Diversidade Sexual e Gestão Escolar da Unilab - Luna Nogueira de Andrade: Se trata de uma negação de um direito fundamental, que é a educação. Eu tenho que ter o mesmo acesso à escola assim como qualquer outra pessoa nesse país, considerando as minhas singularidades.

 

Repórter Luiz Cláudio Moreira: O texto determina, ainda, que as escolas de Educação Básica brasileiras assegurem diretrizes e práticas com o objetivo de combater a quaisquer forma de discriminação em função da orientação sexual e identidade de gênero de estudantes, professores, gestores, funcionários e respectivos familiares. Reportagem, Luiz Cláudio Moreira.

 

Gabriela: A campanha de vacinação contra a febre amarela nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro foi antecipada.

 

Nasi: Nos dois estados, quase 20 milhões de pessoas devem ser imunizadas. A repórter Natália Koslyk tem as informações.

 

Repórter Natália Koslyk: A campanha de vacinação contra a febre amarela nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro começa no dia 25 de janeiro, exatamente daqui a uma semana. De acordo com o Ministério da Saúde, o calendário pôde ser antecipado porque todo o material necessário já foi repassado pelo governo federal. Em São Paulo, a meta é imunizar 8,3 milhões de pessoas ainda não vacinadas em mais de 50 cidades. Já no Rio de Janeiro, mais de 10 milhões de pessoas de 15 municípios devem ser imunizadas. A campanha vai ser realizada com dose fracionada da vacina, que tem eficácia comprovada de pelo menos oito anos. Já as doses padrão, que protegem por toda a vida, vão ser disponibilizadas apenas para grupos específicos: crianças com idade entre nove meses e dois anos, pessoas com condições clínicas especiais, como portadores do vírus da Aids, gestantes e viajantes internacionais. Lembrando que quem vai viajar deve apresentar comprovante de viagem no ato da vacinação. No estado da Bahia, a campanha permanece na data prevista, de 19 de fevereiro a 9 de março. No total, 21,7 milhões de pessoas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia devem ser vacinadas durante a campanha. O estímulo à vacinação e o fracionamento de doses são as estratégias criadas para combater o aumento da febre amarela registrado nesses três estados. No restante do país, a vacina continua disponível normalmente. Natália Koslyk para A Voz do Brasil.

 

Gabriela: Os hospitais universitários começam o ano com dinheiro em caixa para planejar as atividades de 2018.

 

Nasi: Isso porque o Ministério da Educação antecipou mais de R$ 30 milhões pelo Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais, o Rehuf.

 

Gabriela: O dinheiro vai atender 48 unidades, podendo ser utilizado para a compra de medicamentos, por exemplo, ou investimentos nas instalações dos hospitais.

 

Nasi: Essa é a primeira vez que a liberação do recurso é realizada no começo de janeiro, e a ideia é que as atividades sejam executadas com mais tranquilidade e celeridade ao longo do ano.

 

Gabriela: 19h10, no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: Começou hoje o pagamento do Bolsa-Família.

 

Gabriela: Mais de 200 mil pessoas vão receber o benefício pela primeira vez.

 

Nasi: Daqui a pouco vamos detalhar como você pode sacar o dinheiro.

 

Gabriela: A tão sonhada casa própria, hoje, passa a fazer parte da realidade de mais de mil famílias.

 

Nasi: As unidades habitacionais em mais um empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida foram entregues pelo ministro das Cidades, Alexandre Baldy, em Itapeva, interior de São Paulo.

 

Repórter Raquel Mariano: Dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, tudo revestido com piso de cerâmica e adaptado para pessoas com deficiência. Este é o modelo das casas entregues nesta quinta-feira na cidade de Itapeva, em São Paulo. Realidade bem diferente da que vivia Keila Gomes, uma das contempladas pelo novo imóvel. Ela sempre teve que contar com a ajuda da mãe para ter onde morar.

 

Entrevistada - Keila Gomes: Eu tive os meus filhos e continuei com ela ali, no caso, de favor, né? Não tinha como pagar um aluguel com três crianças sozinha. Eles terão liberdade, né, pela casa, vai ter o quarto deles, vai ter o quintal para eles brincarem.

 

Repórter Raquel Mariano: Keila vai desembolsar R$ 54,00 por mês para ter a casa própria, localizada no Residencial Morada do Bosque. O condomínio que foi entregue nessa quinta-feira pelo ministro das Cidades, Alexandre Baldy, faz parte do Programa Minha Casa, Minha Vida. O restante do valor do imóvel será custeado pelo governo federal. Ao todo, foram entregues 1.043 unidades habitacionais para famílias com renda de até R$ 1.800,00 por mês. Foram investidos R$ 83,5 milhões no empreendimento. Reportagem, Raquel Mariano.

 

"Momento Social".

 

Gabriela: A volta às aulas já está se aproximando e os beneficiários do Bolsa-Família devem estar atentos.

 

Nasi: A pergunta do nosso quadro de hoje é da D. Maria de Lourdes Alves, do Distrito Federal. Ela quer saber o que deve fazer quando as crianças mudam de escola.

 

Gabriela: O ministro do Desenvolvimento Social em exercício, Alberto Beltrame, responde.

 

Ouvinte - Maria de Lourdes Alves: Olá, ministro. Eu sou a Maria de Lourdes. Falo de Ceilândia, em Brasília. Aqui, eu recebo o Bolsa-Família. Eu quero saber o que eu faço se as crianças mudarem de escola.

 

Ministro do Desenvolvimento Social em Exercício - Alberto Beltrame: Todas as famílias que recebem o Bolsa precisam informar se os seus filhos mudaram de escola. Essas informações devem ser atualizadas na prefeitura ou no Cras, que é o Centro de Referência da Assistência Social. O mesmo serve para aquelas crianças que têm 6 anos completados entre 1º de abril de 2017 e 31 de março deste ano. Eles devem ser matriculados na escola e você deve avisar no setor responsável por isso na escola e na hora da matrícula, porque isso é extremamente importante para o acompanhamento da frequência escolar do seu filho. Então, quem recebe o Bolsa-Família deve manter todas as informações atualizadas no Cadastro Único e qualquer mudança de endereço, todas as informações devem ser prestadas na prefeitura municipal ou nos Centros de Referência da Assistência Social para que tudo ocorra bem com o recebimento do Bolsa-Família por você e por sua família.

 

Nasi: E se você também tem alguma pergunta sobre programas sociais, manda para a gente.

 

Gabriela: Pode ser por e-mail, no endereço voz@ebc.com.br, e tem também o nosso Facebook: facebook.com/bolsafamilia.

 

Nasi: A sua pergunta vai ser respondida aqui, na Voz do Brasil, sempre na quinta-feira. Participe!

 

Gabriela: E por falar em receber o Bolsa-Família, o pagamento do benefício começou hoje. Quase R$ 2,5 bilhões serão pagos.

 

Nasi: Ah, e a fila para entrar no programa continua zerada.

 

Gabriela: O cruzamento de dados do cadastro vem ajudando o governo a direcionar o dinheiro a quem realmente precisa.

 

Nasi: Neste mês, 225 mil famílias vão receber o Bolsa-Família pela primeira vez.

 

Repórter Juline Pogorzelski: Com sete pessoas na família, D. Elizabete e o Sr. Ezídio Soares têm dificuldades para sustentar a casa. Os dois estão desempregados e passaram a receber o Bolsa-Família no final de 2017. Os R$ 117,00 que recebem do programa não resolvem o problema, mas já garantem que não faltem o arroz e o feijão na mesa da família.

 

Beneficiária do Programa Bolsa-Família - Elizabete: Ficou um pouco melhor, né, porque a gente já tem que comprar com esse dinheirinho que chega.

 

Repórter Juline Pogorzelski: A família foi inserida no programa quando mais precisava, sem longa espera na fila, porque o Ministério do Desenvolvimento Social está realizando regularmente as ações de pente-fino no sistema. Através do cruzamento de dados, quem não se enquadra nas regras do programa é excluído, abrindo espaço para quem realmente precisa e zerando a fila de espera pelo Bolsa-Família. O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, afirma que o programa não resolve o problema da pobreza no país, mas garante apoio às famílias no momento que elas mais precisam.

 

Ministro do Desenvolvimento Social - Osmar Terra: Agora elas entram no programa no mesmo mês praticamente que elas se inscrevem, e com isso nós diminuímos o número de pessoas em necessidade na linha da extrema pobreza que estavam com dificuldade de botar a comida na mesa.

 

Repórter Juline Pogorzelski: O pagamento do Bolsa-Família começou no dia 18 de janeiro e vai até o dia 31. Para saber quando poderá sacar o dinheiro, o beneficiário deve ficar atento ao seu Número de Identificação Social, o NIS, que está impresso no cartão do programa. Os que terminam com o número 1 podem sacar a partir do primeiro dia de pagamento, os com final 2 a partir do segundo dia, e assim por diante. Reportagem, Juline Pogorzelski.

 

Gabriela: Cento e cinquenta mulheres com diploma na mão e novos desafios pela frente.

 

Nasi: Elas passaram por Centros de Atendimento à Mulher, muitas até moravam nas ruas e, neste mês, receberam diploma para exercer uma nova profissão e mudar de vida.

 

Repórter Raíssa Lopes: Ana Carla Fonseca tem muitas histórias para contar. Nascida no Maranhão e adotada por uma família sem condições de criá-la, fugiu de casa ainda adolescente e acabou se envolvendo com drogas. Hoje, por sugestão de uma assistente social, fez curso de cuidador de idosos. Ana conta que, além de uma nova profissão, ganhou ensinamentos que vai levar para a vida toda.

 

Formanda no Curso de Cuidadora de Idosos - Ana Carla Fonseca: Para mim isso é maravilhoso, sabe? Me deu uma serenidade, porque aquela que eu tinha era meio que muita assertiva, sabe? Então, agora, eu me tornei até uma pessoa mais leve depois desse curso.

 

Repórter Raíssa Lopes: Ana Carla e outras 150 mulheres ganharam a oportunidade de conquistar uma vaga no mercado de trabalho. Elas se formaram em cursos como porteiro e vigia, cuidador de idosos e organizador de eventos pelo Programa Pronatec Mulheres Mil, que promove a inclusão social e econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade. Mais de cem mil mulheres já foram atendidas e oferecidos 280 cursos em todo o país. Para este ano, já foram pactuadas mais de 6.500 matrículas, como conta o secretário adjunto de Educação Profissional e Tecnologia do Ministério da Educação, Romero Raposo Filho.

 

Secretário Adjunto de Educação Profissional e Tecnologia do Ministério da Educação - Romero Raposo Filho: Ao mesmo tempo que a gente oferece elevação de escolaridade, a gente oferece também qualificação profissional, possibilitando para essas mulheres um horizonte na vida e uma forma de adentrar no mercado de trabalho.

 

Repórter Raíssa Lopes: Desde o ano passado, o Mulheres Mil também oferece vagas em unidades prisionais femininas. Dados do Ministério da Educação mostram que 80% das mulheres que participam do programa querem continuar estudando. Reportagem, Raíssa Lopes.

 

Gabriela: 19h18, no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: Empresas de qualquer tamanho podem aderir ao PAT, o Programa de Alimentação do Trabalhador.

 

Gabriela: E oferecer benefícios como cesta básica, vale-refeição ou vale-alimentação.

 

Nasi: Em contrapartida, a empresa ganha isenção de INSS e FGTS, e ainda tem direito à dedução no imposto de renda.

 

Repórter Márcia Fernandes: Mais de 20 milhões de trabalhadores são atendidos pelo Programa de Alimentação do Trabalhador, o PAT. No programa, a empresa pode preparar refeições com orientação de nutricionista, contratar estabelecimentos especializados em fornecer comida, dar cestas de alimentos para os funcionários ou optar em oferecer vale-refeição ou alimentação. Cerca de 60% das empresas que participam do programa usam o vale como forma de garantir o benefício de alimentação aos funcionários. E essa foi também a opção considerada mais prática pela empresa de tecnologia que a auxiliar administrativa Talita Camargo representa.

 

Auxiliar Administrativa - Talita Camargo: Ele pode utilizar esse cartão nos restaurantes e também nos supermercados. Então, ele fica livre para ele escolher. Até quando tem a contratação, a gente explica. E isso é, sim, um motivo de motivação nas nossas contratações.

 

Repórter Márcia Fernandes: Os trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos têm prioridade, mas quem tem uma renda maior também pode receber o benefício. Bom para o funcionário, bom para o empregador. A empresa que participa do Programa de Alimentação do Trabalhador ganha isenção de INSS e FGTS, e ainda tem direito à dedução de até 4% do imposto de renda, como conta o auditor fiscal do trabalho, Fernando Reis.

 

Auditor Fiscal do Trabalho - Fernando Reis: Existe uma redução nos acidentes, uma redução nas doenças relacionadas ao mau hábito alimentar, uma redução na rotatividade e um aumento da produtividade. Mas, em termos financeiros, as vantagens são a isenção de encargos sociais e encargos previdenciários.

 

Repórter Márcia Fernandes: E, ao contrário do que muita gente pensa, não são apenas as empresas grandes que podem aderir ao PAT. Pequenas e microempresas que tenham pelo menos um funcionário também podem entrar no programa. É o que explica o gerente de Micro e Pequena Empresa da Caixa Econômica Federal, Marcos Lima Lopes.

 

Gerente de Micro e Pequena Empresa da Caixa Econômica Federal - Marcos Lima Lopes: Qual que é a vantagem, né? Você pode ofertar para o seu empregado um benefício em que ele vai se sentir mais uma vez valorizado pela empresa, isso faz com que a produtividade dele também aumente e a empresa também ganha com isso, né?

 

Repórter Márcia Fernandes: Para aderir ao programa, o empresário deve acessar o site do Ministério do Trabalho, no endereço trabalho.gov.br/pat. Reportagem, Márcia Fernandes.

 

Gabriela: Mais de 230 mil trabalhadores foram encaminhados para vagas de emprego por meio do aplicativo Sine Fácil, em 2017.

 

Nasi: Pelo tablet ou celular, a pessoa entra na plataforma e consegue visualizar vagas de emprego disponíveis nas agências do trabalhador.

 

Gabriela: Desde maio do ano passado, quando foi lançado, trabalhadores de todo o país passaram a procurar entrevistas de emprego e se candidatar por meio desse recurso digital.

 

Nasi: O aplicativo Sine Fácil está disponível nos sistemas Android e iOS.

 

Gabriela: Você costuma comprar produtos sem saber se eles causam algum tipo de alergia ou problema de saúde?

 

Nasi: De medicamentos a cosméticos, é bom ficar atento.

 

Gabriela: Para alertar o consumidor, a Anvisa, em parceria com o Departamento do Consumidor do Ministério da Justiça, elaborou uma lista dos tipos de produtos que apresentam mais reações adversas.

 

Nasi: E quem detalha o que é preciso fazer nesses casos é a repórter Mara Kenupp.

 

Repórter Mara Kenupp: Bastou passar um creme hidratante nas pernas depois de uma depilação para a cientista política, Luisi Gomes, sofrer uma reação alérgica. Luisi descobriu que tinha alergia a algumas substâncias.

 

Cientista Política - Luisi Gomes: Deu positivo para alguns produtos que têm no cosmético. No meu caso, seria o perfume, né, e o bálsamo do Peru, que são algumas coisas que têm em cosméticos em geral.

 

Repórter Mara Kenupp: A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 35% da população brasileira sofre algum tipo de alergia. Técnicos da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e da Coordenação de Consumo Seguro e Saúde, pesquisaram sete linhas de produtos que podem resultar em reações adversas ao usuário. Na lista, segundo a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, Ana Carolina Karan, estão medicamentos comprados pela internet, desinfetantes clandestinos, dietas detox, repelentes e até clareamento dental caseiro.

 

Diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor - Ana Carolina Karan: É de extrema importância que o consumidor passe a ter consciência de quais produtos podem causar risco à sua saúde e segurança.

 

Repórter Mara Kenupp: E caso o consumidor sofra algum tipo de prejuízo à saúde, é possível fazer a denúncia, como explica Ana Carolina Karan.

 

Diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor - Ana Carolina Karan: A gente aconselha que ele faça uma denúncia aqui no Departamento de Proteção em Defesa do Consumidor imediatamente e faça também uma denúncia na Anvisa, para que a gente consiga recolher esses produtos no mercado de consumo e fazer com que a sua produção, a sua fabricação, ela seja paralisada.

 

Repórter Mara Kenupp: O alerta da publicação é que produtos vendidos livremente podem conter substâncias que provocam intoxicações, alergias, problemas digestivos e outras reações. Reportagem, Mara Kenupp.

 

Gabriela: Locais que vendem cigarro e derivados de tabaco terão que seguir novas regras.

 

Nasi: As novas exigências são da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

 

Gabriela: As vitrines onde ficam os cigarros não poderão ter cores ou sons que chamem a atenção, e também não vão poder estar próximas de produtos destinados a crianças, como doces, por exemplo.

 

Nasi: A nova resolução deve ser publicada no Diário Oficial nos próximos dias.

 

Gabriela: Oitenta milhões de dólares em mercadorias.

 

Nasi: Esta é a quantidade de apreensões realizadas pela Receita Federal em Foz do Iguaçu, em todo o ano passado.

 

Gabriela: O valor é 19% maior que o registrado no ano anterior. Cigarros, eletrônicos e veículos representaram juntos mais de 70% do total.

 

Nasi: Por outro lado, a Receita também aumentou a apreensão de bebidas, eletrônicos, informática e medicamentos.

 

Gabriela: Além da fiscalização na fronteira, foram realizadas, ainda, quase mil operações de repressão em praticamente todos os municípios situados na região.

 

Nasi: As ações contaram com o apoio de órgãos parceiros que atuam no combate ao contrabando e tráfico de drogas e de armas.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do governo federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma boa-noite.

 

Gabriela: Uma boa-noite para você e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso."