25 de janeiro de 2018

Destaques da Voz do Brasil: Campanha de vacinação contra a febre amarela começa em São Paulo e Rio de Janeiro. Bahia é o próximo estado a receber a campanha, no mês que vem. Forças Armadas estão nas estradas do Rio de Janeiro para combater o tráfico de drogas, armas e o roubo de cargas. Mais visitantes e dinheiro circulando na economia local. Turistas dos Estados Unidos vão conseguir o visto de entrada para o Brasil de forma mais rápida, pela internet.

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Transcrição


A VOZ DO BRASIL - 25/01/2018

 

 

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar A Voz do Brasil, as notícias do governo federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Quinta-feira, 25 de janeiro de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia: campanha de vacinação contra a febre amarela começa em São Paulo e Rio de Janeiro.

 

Gabriela: Bahia é o próximo estado a receber a campanha no mês que vem. Paulo La Salvia.

 

Repórter Paulo La Salvia: A meta é imunizar quase 24 milhões de pessoas.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Forças Armadas estão nas estradas do Rio de Janeiro para combater o tráfico de drogas, armas e roubo de cargas. Cleide Lopes.

 

Repórter Cleide Lopes: Três mil homens do Exército, Marinha e Aeronáutica, com o apoio de carros blindados e aeronaves, estão realizando operações surpresa nas principais rodovias que dão acesso ao Rio de Janeiro.

 

Nasi: Mais visitantes e dinheiro circulando na economia local. Turistas dos Estados Unidos vão conseguir o visto de entrada para o Brasil de forma mais rápida pela internet.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar: www.voz.gov.br.

 

Gabriela: Começou hoje, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a campanha de vacinação contra a febre amarela para pessoas que vivem em áreas de risco.

 

Nasi: Seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde, as vacinas são fracionadas.

 

Gabriela: Isso quer dizer que elas têm um quinto do volume da dose padrão.

 

Nasi: Mas elas têm a mesma eficácia e garantem proteção por oito anos.

 

Repórter Paulo La Salvia: A vacina fracionada contra a febre amarela começou a ser aplicada, nesta quinta-feira, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na Bahia, a vacinação terá início em 19 de fevereiro. Setenta e sete municípios nos três estados vão receber as doses. A meta é imunizar quase 24 milhões de pessoas. O bancário de Niterói, Amauri Avelar, tomou a vacina no primeiro dia da campanha.

 

Bancário - Amauri Avelar: Agora eu estou tranquilo, agora é sair e trabalhar, e imune no período de oito anos.

 

Repórter Paulo La Salvia: As vacinas fracionadas têm 20% do volume da dose padrão. São recomendadas pela Organização Mundial da Saúde para evitar que a febre amarela se espalhe em centros urbanos. No Brasil, todos os casos são do tipo silvestre. E de julho do ano passado a 23 de janeiro deste ano, 53 mortes foram confirmadas. Os mosquitos Haemagogus e Sabethes picam macacos infectados e depois transmitem o vírus aos humanos. As doses fracionadas são para quem vive em áreas de risco próximas a matas, como o segurança carioca, Moacir dos Santos.

 

Segurança - Moacir dos Santos: Eu moro também aqui, no Sumaré, aí tem que tomar logo, porque o fato ocorrido ali, é bom prevenir. Agora eu estou imunizado, agora eu estou tranquilo.

 

Repórter Paulo La Salvia: Além das fracionadas, a dose padrão, que vale para toda a vida, continua sendo aplicada no país para viajantes internacionais. Gestantes, pessoas com câncer ou vírus HIV devem passar por avaliação médica antes de tomar a vacina. Em São Paulo, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, visitou, nesta quinta-feira, uma nova linha de produção. A fábrica particular vai produzir 4 milhões de doses por mês da vacina contra a febre amarela.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros A fábrica está recebendo inspeções da Anvisa, já fez algumas correções que foram solicitadas, e, final de março, está prevista a vistoria para a liberação da fábrica para iniciar a produção. E, se isso acontecer, ela, em junho, estará comercializando as doses.

 

Repórter Paulo La Salvia: Desde o ano passado até este mês de janeiro, o Ministério da Saúde já repassou mais de 54 milhões de doses da vacina contra a febre amarela para 20 estados e o Distrito Federal. São unidades da federação que têm recomendação para realizar a vacinação. Reportagem, Paulo La Salvia.

 

Gabriela: Três mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica estão nas estradas que dão acesso ao Rio de Janeiro.

 

Nasi: Eles ajudam a Polícia Rodoviária Federal na operação de combate ao roubo de cargas, além do tráfico de drogas e armas.

 

Gabriela: Segundo o Ministério da Defesa, a ação não tem data para terminar.

 

Repórter Cleide Lopes: A operação, que teve início por volta das 5h da manhã dessa quinta-feira, pretende combater o tráfico de drogas e armas e aos roubos de cargas no Rio de Janeiro. O estado registra média de 23 casos por dia, praticamente um por hora. Nos 12 primeiros dias do ano foram 281 casos do crime. Em 2017, até novembro, foram mais de 9 mil roubos, um aumento de 10,5% em relação a 2016. O almirante da Marinha, Ademir Sobrinho, explica que a operação faz parte do Plano Nacional de Segurança Pública.

 

Almirante da Marinha - Ademir sobrinho: Em decorrência da mudança do 'modus operandi' das quadrilhas de roubos e cargas no Rio de Janeiro, houve necessidade de um reforço nessa operação. Então, entraram as Forças Armadas a partir de agora. Vamos estabelecer metas, espero que para a redução significativa desse roubo de cargas.

 

Repórter Cleide Lopes: Três mil homens do Exército, Marinha e Aeronáutica, com o apoio de carros blindados e aeronaves, estão realizando operações surpresa nas principais rodovias que dão acesso ao Rio de Janeiro. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, garantiu que a operação será intensa e não tem data para terminar.

 

Ministro da Defesa - Raul Jungmann: Enquanto durar essa operação de garantia da lei e da ordem no Rio de Janeiro, essa será uma ação permanente. Uma outra coisa que é importante também e que está na nossa mira são os receptadores, são aqueles que se beneficiam desse tipo de comércio.

 

Repórter Cleide Lopes: A operação tem foco nas BRs 101, 040, Dutra e no Arco Metropolitano, áreas consideradas críticas para esses crimes, como explica o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Marcelo Moreno.

 

Diretor-Geral da Polícia Rodoviária Federal - Marcelo Moreno: Desde a região dos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, onde tem tido significativas apreensão, não é, vindo da fronteira, dos países vizinhos, como também nas rotas internas, como nos estados de Minas Gerais, Goiás e São Paulo, a PRF tem intensificado as ações nesse sentido, com foco no Rio de Janeiro.

 

Repórter Cleide Lopes: O comando conjunto vai conduzir as ações do centro de operações instalado no Comando Militar do Leste, no centro do Rio de Janeiro. Já as ações desencadeadas pelas Forças Armadas serão coordenadas com a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro. Reportagem, Cleide Lopes.

 

Nasi: Um sistema totalmente eletrônico, mais simples e ágil vai facilitar a vida dos turistas dos Estados Unidos que querem vir para o Brasil.

 

Gabriela: A partir de hoje, os vistos para os americanos vão ser liberados em até cinco dias. Antes, esse processo poderia durar dois meses.

 

Nasi: Com a mudança, o governo espera mais visitantes e R$ 600 milhões extras ao ano para movimentar a economia brasileira.

 

Repórter Paola De Orte: Cidadãos dos Estados Unidos que quiserem visitar o Brasil para passear e também para negócios podem solicitar o visto de entrada no país por um sistema totalmente eletrônico. Os Estados Unidos são o segundo maior mercado emissor de turistas para o Brasil, atrás apenas da Argentina. O ministro do Turismo, Marx Beltrão, disse que a ideia é que o número de turistas americanos fique ainda maior.

 

Ministro do Turismo - Marx Beltrão: O objetivo é de aumentarmos em 25% o número de visitantes americanos no nosso país.

 

Repórter Paola De Orte: O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, diz que, além do aumento no número de turistas, o novo sistema também deve incentivar o aumento de investimentos estrangeiros no país.

 

Presidente da Embratur - Vinicius Lummertz: O número de turistas, que hoje é 570 mil, para 700, 800, 1 milhão de turistas no curto prazo, e elevar a receita, que é de US$ 700 milhões, para mais de US$ 1 bilhão, e com isso gerando empregos, negócios e ligando mais cidades americanas.

 

Repórter Paola De Orte: A estudante norte-americana Rells Nuyen gostou da novidade. Ela diz que ouviu falar que o Brasil é um país muito bonito, sobretudo por causa da Floresta Amazônica. Ela também diz que sempre quis visitar o país por causa do café e da cultura, e que o novo sistema é um incentivo para que faça um mochilão pelo Brasil assim que terminar a faculdade. Seria muito legal, diz ela. Além dos Estados Unidos, outros três países foram beneficiados com a implantação do visto eletrônico: Austrália, Canadá e Japão. De Washington, nos Estados Unidos, Paola De Orte.

 

Gabriela: O presidente Michel Temer chega hoje da viagem que fez à Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial.

 

Nasi: Em mensagem publicada nas redes sociais, Temer destacou os encontros que teve com políticos e empresários.

 

Gabriela: Segundo o presidente, os empresários afirmaram que pretendem aumentar os investimentos no Brasil.

 

Nasi: Para Temer, a aprovação da reforma da Previdência vai aumentar a credibilidade e a confiança dos investidores no país.

 

Presidente Michel Temer: Eu estou voltando hoje para o Brasil depois de uma reunião muito produtiva em Davos. Desde o discurso que fizemos no encontro com os empresários, depois os vários encontros que fizemos com vários empresários, todos eles investidores do nosso país, e que pretendem, vieram noticiar-me, que pretendem investir ainda mais, porque confiam naquilo que o nosso país está fazendo. Aliás, não foram só as minhas palavras, mas quando eles falavam comigo, logo em seguida falavam com a imprensa brasileira para dizer dos investimentos que fariam, até muitos deles pedindo que se aprovasse a reforma da Previdência, tendo em vista que a reforma da Previdência aumenta ainda mais a credibilidade e a confiança no nosso país. Portanto, foi uma satisfação enorme estar aqui em Davos, ao lado de líderes que também se manifestaram, revelando as potencialidades do nosso país, e mais do que as potencialidades, as realidades econômicas e sociais, que já, digamos assim, ultrapassam as fronteiras do Brasil e ganharam aqui as fronteiras de Davos.

 

Gabriela: 19h11, no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: Para investir em obras e gerar empregos, o governo trabalha para controlar as contas públicas.

 

Gabriela: Daqui a pouco a gente explica por que a aprovação de reformas, como a da Previdência, é importante nesse processo.

 

"Momento Social".

 

Nasi: Só quem tem filhos pode receber o Bolsa-Família? Esta é a dúvida do Momento Social desta semana.

 

Gabriela: A pergunta veio por e-mail e é do Luciano Monteiro, de Macaíba, no Rio Grande do Norte.

 

Nasi: Além de não ter filhos, o Luciano não possui renda. Ele quer saber se, mesmo assim, ele pode participar do Bolsa-Família.

 

Gabriela: O ministro do Desenvolvimento Social em exercício, Alberto Beltrame, responde.

 

Ministro do Desenvolvimento Social em Exercício - Alberto Beltrame: Luciano, o fato de você não ter filhos não lhe impede de obter o Bolsa-Família. Há, no entanto, que obedecer alguns critérios. O primeiro deles é estar inscrito no Cadastro Único dos programas sociais do governo federal. Esse cadastro é um conjunto de informações que você pode preencher no Centro de Referência de Assistência Social do seu município, ou você pode procurar a prefeitura de Macaíba para obter esse tipo de informação. Além disso, você deve ter uma renda menor do que R$ 170,00 por mês, você individualmente ou cada membro de sua família. Graças a um conjunto de medidas que melhoraram o controle do Bolsa-Família tomadas pelo governo federal, foi possível retirar um conjunto de famílias que estava recebendo indevidamente o benefício, que tinha renda superior ao permitido, e abriu espaço para pessoas como você para receber o benefício, zerando a lista de espera e o tempo de espera pela concessão de um benefício tão necessário e tão importante para quem realmente necessita do auxílio do Bolsa-Família.

 

Nasi: E se você também tem alguma pergunta sobre programas sociais, manda para a gente.

 

Gabriela: Pode ser por e-mail, no endereço voz@ebc.com.br, e tem também o nosso Facebook: facebook.com/bolsafamilia.

 

Nasi: E a sua pergunta vai ser respondida aqui, na Voz do Brasil, sempre na quinta-feira. Participe!

 

Gabriela: Para parte dos pesquisadores que participam do Projeto Pirata da Marinha brasileira é comum passar quase dois meses em alto-mar.

 

Nasi: Sem celular e internet ou família, a saudade e o silêncio pesam.

 

Gabriela: Assim também foi para a nossa repórter Gabriela Noronha, que passou 12 dias no navio de pesquisa. Na terceira matéria da série especial sobre o Projeto Pirata, ela narra, em formato de diário de bordo, como é o trabalho dos 40 pesquisadores, além de técnicos da Marinha.

 

Repórter Gabriela Noronha: Dia 8, chegamos à metade desta aventura em alto-mar. Aos poucos me habituo à nova rotina. O balanço não incomoda mais. O mais difícil a essa altura é o isolamento. Não temos internet ou sinal de telefone a bordo. A saudade de casa começa a apertar. Mas não há tempo a perder no navio Vital de Oliveira. Converso novamente com o comandante Alex Azevedo, que me fala mais sobre o papel da Marinha. A mais antiga das Forças Armadas tem a missão de proteger toda a área do litoral brasileiro, mais de 8 mil quilômetros. E para cumprir essa função, além do poder bélico, a pesquisa, diz ele, é fundamental.

 

Comandante - Alex Azevedo: Nós precisamos conhecer o ambiente que nós operamos. Só conhecendo esse ambiente é que nós podemos explorar da melhor forma possível a parte de defesa do território nacional. Então, toda a parte de propagação de som na água, ela requer um estudo. E esse navio, ele ajuda nesse princípio, conhecer o ambiente que nós operamos.

 

Repórter Gabriela Noronha: Mesmo já tendo passado dias a bordo deste navio, eu ainda me impressiono com a estrutura. Tudo é superlativo. O navio tem 78 metros, foi construído há mais de 16 mil quilômetros do Brasil, na China, pesa mais de 3 mil toneladas e custou R$ 162 milhões. Só para estudos hidroceanográficos são 28 equipamentos. O comandante explica que é o maior laboratório flutuante do Brasil.

 

Comandante - Alex Azevedo: Conseguimos perfilar, ou seja, obter dados da superfície até 25 quilômetros de altitude. Temos sensores que conseguem medir toda a camada de água, até 6 mil metros de profundidade, e sensores que medem solo e subsolo marinho. Assim que o navio sai de cada porto, ele começa a trabalhar de forma a adquirir o máximo de dados possíveis para a gente trabalhar nessa região. Esse navio produz informação importantíssima para o país.

 

Repórter Gabriela Noronha: Vamos também ao Laboratório Molhado, onde são analisadas as amostras de água coletadas. É aqui que a doutora pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Letícia Coltrin, passa a maior parte do tempo. Segundo ela, a tecnologia de ponta do navio permite resultados inéditos para o Brasil.

 

Doutora pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro - Letícia Coltrin: O Projeto Pirata, ele é no mundo inteiro um dos principais para você entender o que acontece no oceano tropical. E mais importante, e eu acho que é a mais parte mais legal, os dados são abertos. Então, na Página Pirata todo mundo pode baixar os dados, fazer a sua pesquisa. E o número de publicações que já saiu depois disso é relevante.

 

Repórter Gabriela Noronha: Muitos pesquisadores estão a bordo do navio. Cada um tem um trabalho diferente. Amanhã, em mais uma reportagem especial sobre o Projeto Pirata, vamos conhecer melhor esses estudos. Mas, por ora, é descansar com as estrelas como companhia para acordar amanhã na luz do primeiro raio solar. Reportagem especial, Gabriela Noronha.

 

Nasi: Comprar aquela sonhada casa ou apartamento, ou mudar o consultório para uma sala comercial melhor localizada.

 

Gabriela: Isso pode se tornar realidade. É que a Caixa está oferecendo milhares de imóveis, muitos em valores abaixo do mercado.

 

Nasi: Os interessados ainda podem comprar financiando até 80% do valor.

 

Gabriela: A repórter Raíssa Lopes foi à Semana de Imóveis da Caixa e descobriu: tem muita gente já aproveitando para fechar negócio.

 

Repórter Raíssa Lopes: O servidor público Túlio Nunes e a esposa Júlia estavam à procura de uma casa para comprar em Brasília. Ficaram sabendo, pela internet, que a Caixa está realizando a primeira Semana de Imóveis e decidiram participar do evento, como conta Túlio.

 

Servidor Público - Túlio Nunes: A gente analisou o mercado, né, para ver os valores. Estão um pouco mais altos do que os valores praticados aqui. E aqui tem a vantagem de conseguir financiar. Eu acho que foi uma boa compra que a gente fez.

 

Repórter Raíssa Lopes: O casal conseguiu realizar o sonho da casa própria. Júlia diz estar feliz porque finalmente vai criar raízes em um lugar, o que não conseguia fazer quando pagava aluguel.

 

Entrevistada - Júlia: A gente vai deixar do jeito que a gente quer, vai fazer um quartinho bem bonitinho para a nossa filha, vai ampliar da forma como a gente gostaria. Porque quando a gente mora de aluguel, a gente está sempre se mudando. Então, eu acho que vai ser muito legal isso, fazer raízes em um lugar. Eu acho que vai ser bom.

 

Repórter Raíssa Lopes: Os imóveis disponibilizados já foram financiados pela Caixa anteriormente, mas como os antigos donos não conseguiram pagar as parcelas, o banco retomou as propriedades e as colocou à venda novamente. A semana ocorre em 16 estados e no Distrito Federal e conta com mais de 16 mil unidades para a venda. É possível comprar o imóvel por licitação, leilão ou venda direta. Existem facilidades de financiamento e preços abaixo do mercado, como explica a superintendente nacional de Infraestrutura e Patrimônio da Caixa, Ana Cláudia Lima.

 

Superintendente Nacional de Infraestrutura e Patrimônio da Caixa - Ana Cláudia Lima: É um negócio rápido, fácil e seguro. Esses imóveis são de propriedade da própria Caixa. Sendo de propriedade da Caixa, a burocracia para realizar a aquisição do imóvel é muito simplificada. Esses imóveis também permitem que a pessoa que entenda em comprá-lo, de poder realizar um financiamento até 80% do valor do imóvel, além de poder usar os recursos do FGTS.

 

Repórter Raíssa Lopes: Os imóveis disponíveis para a venda podem ser consultados pelo site: caixa.gov.br/ximoveis, ou nas agências da Caixa em todo o Brasil. Reportagem, Raíssa Lopes.

 

Nasi: O controle das contas públicas é a prioridade do governo.

 

Gabriela: É com o equilíbrio fiscal que vai ser possível investir mais, gerar empregos e fazer o país crescer.

 

Nasi: Mas, para isso, é preciso reduzir a dívida do próprio governo, a chamada dívida pública.

 

Gabriela: Entenda agora como funciona essa conta e por que é tão importante a aprovação de reformas, como a da Previdência.

 

Repórter Luana Karen: Dentro de casa, às vezes, o salário não é suficiente para pagar as contas do mês. Quando a situação aperta, a saída pode ser um empréstimo. Com o governo não é muito diferente: quando a arrecadação de impostos e tributos fica abaixo do esperado, o governo pode emitir títulos da dívida pública, que nada mais são que empréstimos para honrar os compromissos. Entre esses compromissos estão despesas com saúde, educação, segurança, pagamento de salários, aposentadorias e benefícios sociais. E, nos últimos anos, essa dívida vem crescendo. Em 2017, a dívida pública federal aumentou 14%, passou de R$ 3,11 trilhões em 2016 para R$ 3,55 trilhões no fim do ano passado. A secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, comenta o resultado.

 

Secretária do Tesouro Nacional - Ana Paula Vescovi: É um objetivo muito importante da nossa sociedade realizar esse ajuste fiscal, esse ajuste das contas públicas nos próximos anos para que a gente possa, em primeiro lugar, estabilizar a dívida pública, em segundo momento garantir a sua redução como proporção do PIB brasileiro.

 

Repórter Luana Karen: Em 2018, o governo federal vai precisar de R$ 637,5 bilhões para financiar a dívida pública. O valor será arrecadado a partir da emissão de títulos públicos. Parte desse recurso será usado para cobrir gastos com a Previdência Social. A aprovação da reforma da Previdência é considerada fundamental pela secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, para que o país consiga equilibrar a dívida pública.

 

Secretária do Tesouro Nacional - Ana Paula Vescovi: A reforma da Previdência é a primeira, a mais importante, a mais essencial reforma que o Brasil precisa empreender de forma inevitável para que a gente consiga atingir esses objetivos de ter um cenário econômico condizente com crescimento, geração de empregos, inflação baixa.

 

Repórter Luana Karen: A votação da reforma da Previdência, na Câmara dos Deputados, está marcada para o dia 19 de fevereiro. Reportagem, Luana Karen.

 

Gabriela: 19h21, no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: Eles ainda estão presentes em muitas casas e principalmente nos locais de trabalho.

 

Gabriela: Mas cada vez mais gente está substituindo o telefone fixo por outras formas de comunicação.

 

Nasi: No ano passado, mais de 1 milhão de linhas deixaram de existir.

 

Repórter Márcia Fernandes: Muita gente não faz mais questão de manter a linha de telefone fixo.

 

Entrevistada: Para mim, só o celular vale a pena.

 

Entrevistado: Tudo resolve no celular. Pago conta, vejo a novela.

 

Entrevistada: É prático, né, e tal. A gente precisa. Se você está no banheiro, está no banheiro. Se está na cozinha, está na cozinha. Onde a gente vai está com ele.

 

Repórter Márcia Fernandes: Dados da Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações, indicam que no ano passado houve uma queda de 3,15% no número de linhas fixas no país, ou seja, 1,3 milhão de linhas a menos, uma tendência que tem se mantido há alguns anos, como explica o gerente de Universalização e Ampliação do Acesso da Anatel, Eduardo Jacomassi.

 

Gerente de Universalização e Ampliação do Acesso da Anatel - Eduardo Jacomassi: A gente percebe, no mesmo período, que continua reduzindo a quantidade de linhas de telefonia fixa, ao mesmo tempo a gente vê o crescimento muito expressivo da banda larga fixa principalmente. Então, o que a gente acha é que a pessoa começa a deixar de utilizar o telefone fixo, que tem um custo mensal, que ele precisa pagar a assinatura, e substitui pela banda larga, que muitas vezes oferece funções parecidas.

 

Repórter Márcia Fernandes: Geralmente, as linhas fixas são mantidas em empresas ou órgãos públicos. Os mais velhos, que têm dificuldade de se adaptar às novas tecnologias, também preferem ficar com o aparelho em casa. Uma outra razão para ainda existir esse tipo de linha são os chamados combos das operadoras de telefonia. Muitas oferecem, junto com o plano de internet e TV a cabo, a linha fixa como parte do pacote. Para a radialista Vlada Correia, o telefone fixo é importante para se comunicar com os pais, que moram no exterior.

 

Radialista - Vlada Correia: Os meus pais, já com uma idade, não têm [ininteligível] desses aplicativos, que principalmente as pessoas jovens usam. É melhor fazer ligações via telefone fixo.

 

Repórter Márcia Fernandes: A Anatel aponta que houve uma redução também na quantidade de linhas móveis. Só no ano passado, foram 9,3 milhões de linhas a menos. É que antes muita gente tinha mais de um chip. Agora, com planos que oferecem ligações ilimitadas para qualquer local do país, os usuários usam os serviços de apenas uma operadora. Reportagem, Márcia Fernandes.

 

Gabriela: Termina amanhã o prazo para os microempreendedores individuais, que estão em débito com a Receita Federal, regularizarem a situação.

 

Nasi: Para ficar em dia com as obrigações, o microempreendedor individual pode solicitar o parcelamento dos débitos em até 60 meses.

 

Gabriela: Quem não regularizar a situação vai ter o CNPJ cancelado.

 

Nasi: Para saber como parcelar os débitos, acesse o Portal do Empreendedor, em portaldoempreendedor.gov.br.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do governo federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma boa-noite.

 

Gabriela: Uma boa-noite para você e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso."