26 de outubro de 2017

Destaques da Voz: Queda da inflação, dos juros e retomada dos empregos e dos investimentos. Resultados que o presidente Michel Temer destacou hoje em mensagem aos brasileiros. Sancionada lei que torna crime hediondo a posse ilegal de fuzil. Governo realiza leilão para exploração de petróleo da camada pré-sal. Com regras mais claras, expectativa é atrair mais investidores e gerar 500 mil empregos. Vamos falar do concurso que elegeu as melhores receitas preparadas por merendeiras em escolas públicas de todo o país.

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Transcrição


Apresentador Nasi Brum: Em Brasília 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Quinta-feira, 26 de outubro de 2017.

 

Nasi: E vamos a destaque do dia.

 

Gabriela: Queda da inflação, dos juros e retomada dos empregos e dos investimentos.

 

Nasi: Resultados que a Presidente Michel Temer destacou hoje em mensagem aos brasileiros.

 

Presidente Michel Temer: Meu compromisso é fazer nosso país cada vez maior e melhor. É hora de transformar o país e superar nossos desafios. Agora é avançar.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: Sancionada a lei que torna crime hediondo posse ilegal de fuzil. Pablo Mundim.

 

Repórter Pablo Mundim: Presidente endurece a punição para quem portar armas de uso exclusivo das Forças Armadas.

 

Gabriela: E governo realiza amanhã leilão para exploração de petróleo da camada Pré-Sal.

 

Nasi: Com regras mais claras, expectativa é atrair mais investidores e gerar 500 mil empregos.

 

Gabriela: E vamos falar do concurso que elegeu as melhores receitas preparadas para merendeiras em escolas públicas de todo o país.

 

Nasi: Hoje na apresentação: Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Gabriela: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar: www.voz.gov.br.

 

Nasi: Hoje abrimos essa edição da Voz do Brasil com uma mensagem do Presidente Michel Temer.

 

Gabriela: Em sua rede social, ele agradeceu a equipe médica que o atendeu enquanto esteve no hospital.

 

Nasi: Ontem, no início da tarde, o presidente sentiu um desconforto e foi atendido no hospital militar de Brasília.

 

Nasi: Temer também disse que os médicos recomendaram desacelerar, mas que tem muito o que fazer, e hoje já cumpriu agenda no Palácio do Planalto.

 

Nasi: Em vídeo, também publicado em sua rede social, Michel Temer reafirma o compromisso de fazer do Brasil um país cada vez maior e melhor.

 

Gabriela: Segundo Temer, é hora de focar no que o brasileiro precisa, mais empregos e crescimento econômico.

 

Presidente da República - Michel Temer: Os resultados já são visíveis, a economia voltou a crescer depois da maior recessão da nossa história. Essa é a maior obra do meu governo. Com a melhora da economia, estamos reencontrando os empregos, os investimentos estão voltando, o consumo das famílias está crescendo. Estamos consolidando avanços na educação e na saúde. Os programas sociais continuam e serão sempre minha prioridade. Os salários recuperaram o poder de compra, enquanto isso a inflação despencou, os juros caem de forma responsável e consequente. Batemos recordes de produção no campo e a indústria vem reagindo bem. O comércio e os serviços retomam níveis bem melhores. O trabalho venceu a recessão, a perseverança derrotou o medo. Teremos muito mais emprego nos próximos meses com a nova lei que modernizou as relações trabalhistas. O crescimento é certo e seguro. Faremos ainda mais com a ajuda do Congresso, e, principalmente, com a ajuda de todos os brasileiros. A hora é agora, é hora de transformar o país e superar nossos desafios. Agora é avançar.

 

Nasi: E nesse trabalho para retomar os investimentos, gerar mais empregos, o Presidente Michel Temer também falou da expectativa do leilão de blocos da camada Pré-Sal, que vai ser realizada amanhã no Rio de Janeiro.

 

Gabriela: É, Nasi, a concessão da exploração do petróleo significa também a arrecadação de mais impostos.

 

Nasi: Nesta semana estamos apresentando aqui na Voz do Brasil uma série de reportagens de como o leilão vai trazer crescimento para o país.

 

Gabriela: Hoje o repórter Paulo La Salvia mostra que, depois de um longo período sem leilões, o governo adotou regras mais claras, o que despertou o interesse de mais investidores.

 

Repórter Paulo La Salvia: O leilão que ocorre nesta sexta-feira no Rio de Janeiro abrange oito blocos. Eles estão localizados na camada Pré-Sal nas bacias de Campos e de Santos. O petróleo está depositado a mais de 7 mil metros de profundidade abaixo do fundo do mar, entre o litoral do Espírito Santo e de Santa Catarina. A estimativa é que exista uma reserva de pelo menos 16 bilhões de barris na área, segundo o presidente da Petrobras, Pedro Parente.

 

Presidente da Petrobras - Pedro Parente: Cada poço do Pré-Sal está produzindo, em média, 26 mil barris por dia. Há campos, especialmente Campos Terrestres, que o é o único campo de mais de mil postos, eles não produzem essa quantidade de óleo. Então, você ter a condição de produzir com alta produtividade, significa dizer que o seu custo por barril é baixo e você tem uma condição melhor de competir.

 

Repórter Paulo La Salvia: São 16 empresas inscritas para participar do leilão, sendo 14 delas multinacionais, com uma diferença em relação a 2013, quando ocorreu o primeiro leilão do Pré-Sal no Campo de Libra, na bacia de Santos. Agora, a Petrobras não é mais obrigada a explorar todos os campos do Pré-Sal com participação mínima de 30%. A companhia pode escolher os blocos que tem interesse de participar como operadora e se associar a outros grupos. Segundo o ministro da Secretaria Geral de Presidência da República, Moreira Franco, mudança que dá mais segurança jurídica aos investidores.

 

Ministro da Secretaria Geral de Presidência da República - Moreira Franco: Essa mudança na legislação restabeleceu à Petrobras a possibilidade de ela comandar o seu plano de negócio. E, além disso, nós melhoramos todo o ambiente de transparência. Os documentos são publicados em inglês, em português, em espanhol.

 

Repórter Paulo La Salvia: A mudança nas regras de conteúdo local também é apontada como decisiva para a atração de empresas do exterior para o leilão do Pré-Sal. No começo deste ano, foram reduzidas em cerca de 50% as obrigações de contratação de fornecedores brasileiros para a exploração do petróleo, o que melhorou o ambiente de negócios. É o que explica o secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, Márcio Felix.

 

Secretário de Petróleo Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia - Márcio Felix: O ambiente, se comparamos há um ano atrás, já é totalmente diferente do que era. Ali havia ainda uma esperança, uma dúvida, uma incredulidade. Hoje há uma certeza do que foi feito.

 

Repórter Paulo La Salvia: A expectativa de Décio Oddone, diretor da ANP, a Agência Nacional do Petróleo, responsável pela realização do leilão, é que os investimentos no país durem três décadas.

 

Diretor da ANP - Décio Oddone: Nós devemos atrair da ordem de R$ 100 bilhões em investimentos ao longo dos próximos dez anos. E algo como R$ 400 bilhões em arrecadação para a União, estados e municípios ao longo desses 30 anos de produção desses contratos.

 

Repórter Paulo La Salvia: Dos oito blocos do Pré-Sal que estão em disputa nessa sexta-feira, a Petrobras escolheu participar como operadora com participação de 30% em três deles. Reportagem, Paulo La Salvia.

 

Nasi: E a gente já falou aqui hoje dessa retomada dos investimentos, já que o país começa a caminhar com resultados positivos.

 

Gabriela: E nessa hora podemos dizer que a rota da economia começa a impactar todos os lados.

 

Nasi: Entre eles os juros. Ontem um Comitê de Política Monetária do Banco Central anunciou a nova taxa básica que caiu mais uma vez.

 

Gabriela: Impacto também sobre você, cidadão. Com juros mais baixos, aumentam os investimentos, o consumo e a geração de empregos. O repórter João Pedro Neto explica como.

 

Repórter João Pedro Neto: Foi a nona redução seguida na taxa básica de juros do país, que chegou ao nível mais baixo desde 2013. A Selic, uma referência para as taxas praticadas em toda a economia, chegou a 7,5% ao ano. E com a queda, o valor pago para pegar um empréstimo ou um financiamento, por exemplo, tende a ficar mais barato. É o que explica o professor de economia da Universidade de Brasília, Vander Lucas.

 

Professor de economia da Universidade de Brasília - Vander Lucas: Os empresários adoram porque o dinheiro fica mais barato. Então, para investimento isso é muito importante para a economia. Para os próprios cidadãos, o banco reduz essa taxa para você pegar empréstimos, né, em diferentes instituições de crédito. É um preço da economia, e você puxando esse preço para baixo, você também está puxando os demais preços, de tal forma que você tenha também um próprio impacto inflacionário menor no ano de 2018.

 

Repórter João Pedro Neto: O corte de 0,75% já teve reflexos nas taxas cobradas pelas instituições. No mesmo dia, o Banco do Brasil, por exemplo, anunciou mais uma redução nos juros para empresas e pessoas físicas, crédito mais barato. Para o assessor econômico da Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Distrito Federal, José Eustáquio Moreira, a redução dos juros vem contribuindo com resultados melhores no setor, o que deve se repetir também neste fim de ano.

 

Assessor econômico da Federação do Comércio Bens Serviços e Turismo do Distrito Federal - José Eustáquio Moreira: Já houve um aumento na previsão de vendas globais no ano, já tiveram algumas reduções nas taxas de juros, especialmente mais expressivos em cartão de crédito e cheque especial. Então, já está a sociedade como um todo está ganhando.

 

Repórter João Pedro Neto: Junto com a queda dos juros e a retomada da economia, a confiança do consumidor tem aumentado, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas. É a segunda alta seguida e o maior nível desde maio. Reportagem, João Pedro Neto.

 

Nasi: As contas do governo registraram um saldo negativos de mais de R$ 108,5 bilhões de janeiro a setembro deste ano.

 

Gabriela: O resultado divulgado hoje mostra ainda os efeitos da crise, mas também já aponta para um cenário melhor da economia, de acordo de com o Tesouro Nacional.

 

Nasi: A maior parte do saldo negativo vem da Previdência.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Em setembro o déficit do Governo Federal, que é calculado pela diferença entre o que é arrecadado e o que se gasta, foi de R$ 22,7 bilhões. Esse número é menor que o mesmo período do ano passado, quando o mês fechou com uma perda de 25,2 bi. Para a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, os números já demonstram alguns sinais de melhora do país. Isso é efeito das reduções nos gastos públicos que o governo tem feito nos últimos meses. Ela destacou que a expectativa para os próximos meses é positiva, já que a economia está melhorando com a redução da inflação, dos juros e do desemprego.

 

Secretária do Tesouro Nacional - Ana Paula Vescovi: Há um reconhecimento muito grande do mercado sobre esses esforços, isso traz benefícios na condição de a gente manter uma inflação baixa, uma redução sustentada das taxas de juros, colher esse processo sobre a evolução de dívida pública. Hoje nós temos uma dívida pública que ainda tende a crescer um pouco pelo quadro fiscal, mas é possível vislumbrar a sua estabilização a partir de alguns anos. Então, há todo um cenário muito positivo sendo construído.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: De acordo do Tesouro Nacional, o déficit da Previdência Social de janeiro a setembro, passou dos R$ 141 bilhões, um aumento de mais de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Reportagem, Beatriz Albuquerque.

 

Gabriela: E esse saldo no fechamento das contas preocupa o governo, especialmente com o déficit da Previdência.

 

Nasi: E para evitar um rombo ainda maior, é preciso aprovar a reforma ainda este ano.

 

Gabriela: O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, defendeu a proposta mais uma vez a empresários em São Paulo.

 

Repórter José Luiz Filho: A uma plateia de executivos de empresas alemãs, o ministro Henrique Meirelles falou sobre o desempenho da economia brasileira, fruto da economia fiscal e administrativa adotada pelo governo, que abriu caminho para a queda da inflação e dos juros. E para aumentar ainda mais a confiança do setor produtivo e continuar a atrair investimentos, Henrique Meirelles defende as reformas estruturais em discussão e a aprovação delas o mais rapidamente possível, em especial, a reforma da Previdência.

 

Ministro da Fazenda - Henrique Meirelles: As despesas da Previdência e benefícios de BPC, Loas, etc., que são similares, representam 55% do orçamento. Se não for feita a reforma da Previdência, isso vai para 80% do orçamento em dez anos.

 

Repórter José Luiz Filho: Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, a reforma da previdência é uma pauta comum do governo e do Congresso e de extrema importância para o Brasil.

 

Ministro-chefe da Casa Civil - Eliseu Padilha: Nós vamos ver do presidente Rodrigo Maia agora, qual é o calendário que ele propõe e também nós temos que ver com ele os líderes na Câmara, quais os tópicos que circunstancialmente nós devemos enfocar com mais veemência agora neste momento.

 

Repórter José Luiz Filho: Para executivos das companhias alemãs, como Luís Antônio Trauzola vice-presidente de uma empresa de sistemas de transmissão de potência, as reformas são necessárias para que haja investimentos, geração de empregos e crescimento econômico.

 

Vice-presidente de uma empresa de sistemas de transmissão de potência - Luís Antônio Trauzola: Sem reforma eu acho que nós vamos chegar num período de paralisia total. E aí, vai ser difícil, não vai ter ação, tantos dos empresários, como da equipe econômica do governo que possa dar jeito nisso. Então, essas reformas, elas são necessárias.

 

Repórter José Luiz Filho: A reforma da Previdência está em debate no Congresso Nacional e a expectativa do governo é que seja aprovada ainda neste ano. Reportagem, José Luiz Filho.

 

Gabriela: 19h13 no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: O cardápio do lanche nas escolas está cada vez mais gostoso.

 

Gabriela: Daqui a pouquinho você vai conhecer merendeiras das escolas públicas que criaram receitas de ar água na boca.

 

Nasi: A partir de agora, quem possuir ou portar uma arma de uso exclusivo das Forças Armadas, como um fuzil, vai ser punido com mais rigor.

 

Gabriela: A lei que torna hediondo este crime foi sancionada hoje pelo Presidente Michel Temer.

 

Nasi: O anúncio foi feito na cerimônia que liberou mais de R$ 650 milhões para obras de revitalização no Rio de Janeiro.

 

Repórter Pablo Mundim: Mais de R$ 650 milhões serão investidos pelo Governo Federal em obras de infraestrutura no Rio de Janeiro. O acordo foi assinado nesta quinta-feira, em Brasília, pelo presidente da República Michel Temer. O contrato foi firmado entre a Caixa Econômica Federal e a prefeitura do Rio. Com este acordo, a linha de crédito soma mais de R$ 2,4 bilhões apenas este ano. O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, disse que parte do dinheiro será utilizado na revitalização na região portuária do Rio de Janeiro, o projeto Porto Maravilha.

 

Presidente da Caixa Econômica Federal - Gilberto Occhi: Uma obra que busca a revitalização do centro do Rio de Janeiro, a atração de investimentos para que nós possamos desenvolver cada vez mais aquela cidade, dita maravilhosa.

 

Repórter Pablo Mundim: O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, destacou que, além de trabalhar pela revitalização, é preciso reforçar o combate ao crime organizado no estado e pediu o Presidente Michel Temer a sanção do projeto que torna crime hediondo a utilização de armas de uso exclusivo das Forças Armadas. Pedido, que, segundo o presidente Temer, já foi atendido na manhã desta quinta-feira.

 

Presidente Michel Temer: Na manhã de hoje eu sancionei este projeto mencionado pelo prefeito Marcelo Crivella, que impede o uso de armas de porte exclusivo do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, né? Porque é isto que aflige o povo do Rio de Janeiro. Nós vamos entrar cada vez mais no combate feroz, feroz e necessário na proporção de que a toda ação deve corresponder a uma reação igual e contrária.

 

Repórter Pablo Mundim: O Presidente Michel Temer destacou ainda que o Governo Federal trabalha no sentido de resgatar a alegria do Rio de Janeiro.

 

Presidente Michel Temer: Um dos aspectos fundamentais para o turismo, especialmente para aqueles que têm uma visualização do estado brasileiro, reside nas belezas naturais, na alegria do povo carioca. Esta alegria que nós estamos ajudando a reconquistar.

 

Repórter Pablo Mundim: O presidente Temer confirmou que nos próximos dias um outro contrato deverá ser assinado entre o Rio de Janeiro e a Caixa Econômica Federal, liberando mais R$ 200 milhões para obras. Reportagem, Pablo Mundim.

 

"Momento Social".

 

Gabriela: Hoje vamos responder à dúvida do Bérgson Pereira, de Lagoa Grande, Pernambuco.

 

Nasi: Ele já recebe o BPC e quer saber se pode receber o Bolsa Família ao mesmo tempo. O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, responde.

Entrevistado - Bérgson Pereira: Olá, ministro. Meu nome é Bérgson, eu sou de Lagoa Grande, aqui no sertão de Pernambuco. É possível continuar recebendo o Bolsa Família mesmo recebendo o Benefício de Prestação Continuada?

 

Ministro do Desenvolvimento Social - Osmar Terra: Bérgson, é possível, sim, receber os dois benefícios, desde que a família continue no perfil do Bolsa Família. O que vai definir se a pessoa continuará recebendo o Bolsa Família após começar a participar do Benefício de Prestação Continuada, o BPC, é a renda familiar, que não poderá ultrapassar R$ 85,00 ou R$ 170,00 por pessoa caso a família tenha gestantes, crianças ou adolescentes. É importante dizer que o Benefício de Prestação Continuada é de um salário mínimo para as pessoas que tenham necessidades especiais, físicas ou mentais e para pessoas com mais de 65 anos que não têm nem aposentadoria. Por isso é muito importante que as famílias mantenham o Cadastro Único atualizado. Para saber a situação exata do cadastro o beneficiário deve ir ao Centro de Referência de Assistência social, o Cras, aquele mais perto da sua casa, ou ligar para a nossa central de atendimento, que é o: 0800-707-2003.

 

Gabriela: E se você também tem alguma pergunta sobre programas sociais, manda para a gente.

 

Nasi: Pode ser por e-mail, no endereço: voz@ebc.com.br e tem também o nosso Facebook: facebook.com/bolsafamilia.

 

Gabriela: A sua pergunta vai ser respondida aqui na Voz do Brasil sempre na quinta-feira. Participe.

 

Nasi: O verão está chegando e com ele as chuvas. É hora de combater o mosquito que transmite a Dengue, Zika e Chikungunya.

 

Gabriela: E nesta semana postos de saúde, de assistência social e escolas foram chamados para mobilizar os brasileiros e eliminar possíveis criadouros do mosquito antes das chuvas.

 

Repórter Nei Pereira: O verão se aproxima e com ele as chuvas, e antes que elas cheguem os agentes de saúde já estão à caça de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. E para dar exemplo, o Ministério da Saúde abriu suas portas para os agentes vistoriarem as áreas internas e externas. No local não foi encontrado nenhum foco do mosquito, mas foram identificados possíveis criadouros, como nos vasos de plantas e no depósito de água do ar-condicionado. O diretor de programa do Ministério da Saúde, Alexandre Fonseca, ressalta que o mosquito se prolifera mais na época das chuvas.

 

Diretor de programa do Ministério da Saúde - Alexandre Fonseca: A chance maior de haver proliferação dos mosquitos é pelo acúmulo de água. Então, nessa fase de pré-chuvas é importante uma intensificação das ações.

 

Repórter Nei Pereira: A ação faz parte da Semana Nacional de Saúde, Educação e Assistência Social para o Combate ao Aedes aegypti. Mais de 200 mil escolas, centros de assistência social e postos de saúde estão mobilizados para combater o mosquito. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, convoca a população a aderir a essa causa.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Nós temos muita preocupação com a questão agora do aumento, eventualmente, do verão. Então, um apelo à população, toda sexta-feira façam a eliminação dos focos do mosquito na sua casa, na escola, no local de trabalho, nos parques.

 

Repórter Nei Pereira: E a mobilização chegou até a Feira de Ciência e Tecnologia Escolar. Alunos de uma escola pública de Brasília apresentaram aos visitantes os trabalhos desenvolvidos em sala de aula. Segundo a professora Ana Márcia Corrêa, a escola atua para que os alunos também conscientizem suas famílias.

 

Professora - Ana Márcia Corrêa: A criança levando para a família, para a vizinhança, ele vai falando, vai falando, vai falando e os adultos vão se conscientizando de como evitar a Dengue.

 

Repórter Nei Pereira: Lição que a aluna Giovana Mota já aprendeu.

 

Aluna - Giovana Mota: Cheguei em casa falando com meus pais para prevenir do Aedes aegypti, como prevenir, não deixar lixo jogado pelos cantos.

 

Repórter Nei Pereira: Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, a Dengue registrou queda de 85% até setembro em comparação com o ano passado. A Zika caiu 92% e os casos de Chikungunya, 34%. Reportagem, Nei Pereira.

 

Nasi: Hora do recreio é também hora de saborear a merenda preparada na escala.

 

Gabriela: E um concurso revelou hoje as vencedoras das melhores receitas servidas para alunos de escolas públicas de todo país.

 

Nasi: Um incentivo às merendeiras, que também têm papel especial na educação, tornar a hora do lanche saborosa e nutritiva para nossas crianças.

 

Repórter Gabriela Noronha: Tempera, prova para ver está bom de sal, dá aquela mexidinha na panela. Aos poucos, o cheiro dos ingredientes perfuma a cozinha. É a grande final do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar, que recebeu mais de 2 mil inscrições. As cinco vencedoras, uma de cada região do país, leva R$ 6 mil e uma viagem para conhecer projetos de alimentação escolar em outro país. A merendeira, Débora Leal, de Mato Grosso do Sul, foi a campeã da região Centro-Oeste com o prato legumes ao creme de milho.

 

Merendeira - Débora Leal: Eu estou emocionada, eu estou feliz. Vamos curtir, sim, e curtir muito, né? Caribe vamos nós.

 

Repórter Gabriela Noronha: Débora está feliz por ganhar o prêmio, mas tem orgulho mesmo é da função que exerce há oito anos na educação de meninos e meninas.

 

Merendeira - Débora Leal: Geralmente quando se fala em educação, se lembra do gestor, do diretor, do coordenador, do professor, mas, muitas das vezes, tanto a pessoa que trabalha na limpeza, quanto a pessoa que está dentro da cozinha, elas ficam por trás. Só que nós sabemos que para o aluno dentro da sala de aula, ele prestar atenção no que o professor vai trazer, tem que estar o ambiente limpo, e, no mínimo, a barriguinha cheia, né?

 

Repórter Gabriela Noronha: O objetivo é incentivar a educação alimentar e nutricional nas escolas, como diz Karine Santos, coordenadora-geral do Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Coordenadora-geral do Programa Nacional de Alimentação Escolar - Karine Santos: Para além das receitas, né, que deveriam ser inscritas, a merendeira, em parceria com o outro ator primordial para a execução do Pnae, que é a nutricionista, deveria inserir também no momento da inscrição uma atividade de educação alimentar e nutricional. O programa, o Governo Federal entende que o espaço escolar, o ambiente escolar é o ambiente propício para que a gente fomente hábitos alimentares mais saudáveis para os nossos estudantes.

 

Repórter Gabriela Noronha: Para o secretário de educação básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares, o prêmio é uma forma de valorizar o papel de merendeiras em todo o país.

 

Secretário de educação básica do Ministério da Educação - Rossieli Soares: Essa figura central, que é a merendeira, que traz a sua personalidade para dentro da cozinha, para encantar os alunos e tornar a alimentação uma forma também de aprendizagem para a vida.

 

Repórter Gabriela Noronha: O concurso faz parte do Programa Nacional de Alimentação Escolar, que entende diariamente 42 milhões de estudantes no Brasil. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Gabriela: 19h23 no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: A partir de hoje, contribuintes que possuem dívidas com a Receita Federal podem aderir ao Programa Especial de Regularização Tributária, o Pert.

 

Gabriela: A Medida Provisória, aprovada pelo Congresso Nacional, prorrogou o prazo de adesão do novo Refis para até o dia 31 de outubro.

 

Nasi: As dívidas vão poder ser pagas com descontos em multas e juros. Após o pagamento da entrada, por exemplo, se o contribuinte pagar toda a dívida de uma só vez em janeiro do ano que vem, tem desconto de 90% sobre os juros e 70% sobre as multas.

 

Gabriela: Para aderir, os interessados precisam acessar o Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal. O endereço está em: receita.fazenda.gov.br.

 

Nasi: Até 2021 a aplicação dos recursos do FGTS, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, vai gerar 6,7 milhões empregos diretos.

 

Gabriela: A previsão está o orçamento de 2018 a 2021, apresentado pelo Conselho Curador do FGTS.

 

Nasi: Pela proposta, já no próximo ano a aplicação dos recursos veio gerar 1,7 milhão novas vagas.

 

Gabriela: A geração de empregos vai ser possível com investimentos do Fundo em Habitação, Saneamento e Infraestrutura, que somam mais de R$ 300 bilhões nos próximos quatro anos.

 

Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma Boa noite.

 

Gabriela: Boa noite para você e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso".