27 de março de 2018

Destaques da Voz do Brasil: Obras de saneamento vão levar água tratada e rede de esgoto para mais brasileiros. E presidente Michel Temer anuncia mais R$ 3 bilhões para financiar novas obras nos municípios. Prefeituras vão contar com R$ 1 bilhão em recursos extras para saúde. E novos investimentos também vão ampliar a independência do país na produção de remédios. Como os radiofármacos, para tratamento e diagnóstico do câncer e outras doenças. E ainda sobre saúde, vamos contar histórias de brasileiros que se destacaram no setor e foram homenageados.

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Transcrição


 

Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar A Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá, boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você, que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Terça-feira, 27 de março de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Gabriela: Obras de saneamento vão levar água tratada e rede de esgoto para mais brasileiros. Nei Pereira.

 

Repórter Nei Pereira: Setenta e seis cidades vão receber mais de R$ 2 bilhões em financiamentos para essa área.

 

Nasi: E o presidente Michel Temer anuncia mais R$ 3 bilhões para financiar novas obras nos municípios.

 

Presidente Michel Temer: Garantir o acesso a água e ao saneamento é garantir o desenvolvimento para o Brasil e cumprir um preceito constitucional, que é a dignidade da pessoa humana.

 

Gabriela: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Nasi: Prefeituras vão contar com R$ 1 bilhão em recursos extras para a saúde. João Pedro Neto.

 

Repórter João Pedro Neto: A verba vai custear ações na atenção básica, na média e alta complexidade, assistência farmacêutica e vigilância em saúde, por exemplo.

 

Gabriela: E novos investimentos também vão ampliar a independência do país na produção de remédios.

 

Nasi: Como os radiofármacos para tratamento e diagnóstico do câncer e outras doenças. Cleide Lopes.

 

Repórter Cleide Lopes: Com a produção própria, o abastecimento interno é garantido, com a redução dos custos para o SUS.

 

Gabriela: E ainda sobre saúde, vamos contar histórias de brasileiros que se destacaram no setor e foram homenageados hoje.

 

Nasi: Na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Gabriela: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

"Agora é Avançar".

 

Nasi: Aumentar o acesso a água tratada e rede de esgoto.

 

Gabriela: Para isso, o Governo está liberando recursos para obras de saneamento básico em todo o país.

 

Nasi: Ao todo, serão R$ 5 bilhões em investimentos.

 

Gabriela: Nessa primeira fase, mais de R$ 2 bilhões já estão sendo liberados para 76 cidades em sete estados.

 

Repórter Nei Pereira: Os dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2016, mais de 20 milhões de moradias não possuíam rede de esgoto e 2 milhões não tinham água encanada no Brasil. Para mudar essa realidade, o Governo Federal está promovendo melhorias do saneamento básico, por meio do financiamento de obras, como a construção e a ampliação de estações de tratamento de água e esgoto. E, a partir de agora, 76 cidades vão receber mais de R$ 2 bilhões em financiamentos para essa área. Os municípios foram contemplados na primeira fase do Programa Avançar Cidades Saneamento, lançado em dezembro do ano passado. Para o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, essas medidas vão diminuir a desigualdade no país.

 

Ministro das Cidades - Alexandre Baldy: A capital do estado do Amapá tem em torno de 3% de saneamento básico, então é uma realidade totalmente distinta do que vive o estado de São Paulo ou os estados do Sul do país. Então, nós desejamos, o Governo Federal, induzir e promover os investimentos para que eles ocorram especialmente nas regiões, nas cidades menores, onde não possuem seja o abastecimento de água, seja também o tratamento do esgoto sanitário.

 

Repórter Nei Pereira: As cidades selecionadas ficam no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Ceará. Um dos municípios que vai receber esse dinheiro é Jundiaí, no interior de São Paulo. A cidade, de 450 mil habitantes, está perto de levar água e esgoto para toda a população, mas registra mais de 40% de perda de água pelas tubulações antigas. Com o recurso, o município espera diminuir esse desperdício em cerca de 10%, como detalha o prefeito Luiz Fernando Machado.

 

Prefeito de Jundiaí - Luiz Fernando Machado: Nós vamos ter oportunidade de troca de hidrômetros, vamos ter oportunidade de reduzir as perdas de água na nossa cidade e também investir em saneamento básico em áreas que são áreas rurais da nossa cidade.

 

Repórter Nei Pereira: Para o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, investir em saneamento traz benefícios econômicos e sociais.

 

Ministro da Fazenda - Henrique Meirelles: É o momento em que o Brasil se recupera da maior recessão da história e os investimentos também do setor privado e da economia como um todo se recuperam.

 

Repórter Nei Pereira: Em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer anunciou a segunda fase do programa, com orçamento previsto de R$ 3,5 bilhões. O presidente afirmou que investir em saneamento básico leva emprego e saúde para a população e que atende ao que está previsto na Constituição Brasileira.

 

Presidente Michel Temer: Garantir o acesso à água e ao saneamento é garantir o desenvolvimento para o Brasil e em cumprir um preceito constitucional, que abre a nossa Constituição, que é a dignidade da pessoa humana. Quando você faz saneamento em determinadas regiões, quando você fornece água adequada, quando você faz tratamento em esgoto, você está dignificando a vida humana.

 

Repórter Nei Pereira: O envio das propostas para a segunda fase do Programa Avançar Cidades - Saneamento pode ser feito a partir de 1º de abril, por meio de cartas-consulta. O financiamento mínimo é de R$ 200 mil e qualquer município pode se inscrever. Reportagem, Nei Pereira.

 

Nasi: R$ 1 bilhão.

 

Gabriela: Prefeituras de todo o país vão contar com recursos extras para garantir o atendimento à saúde para a população.

 

Nasi: Além disso, o Ministério da Saúde anunciou outras medidas que vão gerar mais economia aos cofres públicos.

 

Gabriela: Dinheiro economizado, que pode ser reinvestido em mais ações e serviços para os brasileiros.

 

Repórter João Pedro Neto: O Governo vai liberar R$ 1 bilhão para reforçar as ações e serviços públicos de saúde em todos os municípios do país, além do Distrito Federal. Os recursos, que vão garantir o acesso da população à saúde pública, vão ser repassados de acordo com a distribuição do Fundo de Participação dos Municípios. A verba vai custear ações na atenção básica, na média e alta complexidade, assistência farmacêutica e vigilância em saúde, por exemplo. O ministro Ricardo Barros afirmou que o dinheiro deve ser repassado em breve.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Publicada a portaria, havendo limite financeiro, pagaremos imediatamente aos municípios. E é a prioridade do Governo Federal, o quanto antes, de cumprir esse compromisso. Nós já estaremos, a partir da publicação da portaria amanhã, em condições de fazer o pagamento.

 

Repórter João Pedro Neto: No Farmácia Popular, o Ministério da Saúde adequou os valores repassados às drogarias, garantindo 40% de margem às unidades credenciadas. A medida vai gerar economia para os cofres públicos de até R$ 800 milhões, que vão ser integralmente revertidos em mais acesso aos serviços e produtos da Saúde. E para os usuários, nada muda, eles vão continuar a retirar o remédio de graça. O Ministério também credenciou a primeira empresa selecionada no edital, que vai promover a informatização de todas as Unidades Básicas de Saúde do país. A meta é informatizar 100% das UBSs até o final deste ano, oferecendo todos os serviços ligados ao prontuário eletrônico. O investimento inicial é de R$ 1,5 bilhão por ano, mas a economia com a implantação total do projeto pode chegar a R$ 22 bilhões por ano. O ministro Ricardo Barros disse que essa é uma prioridade para a saúde do país.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: O importante é que se conclua o plano de informatização, que é fundamental, porque saberemos, a partir dele, o que acontece de fato na saúde das pessoas. Não repetiremos mais exames, consultas, entrega de medicamentos, e teremos o controle biométrico do usuário, para segurança da sua informação de saúde, e do funcionário para a garantia da melhor aplicação dos recursos humanos do SUS, que são o maior ativo do SUS.

 

Repórter João Pedro Neto: Mais de R$ 1 bilhão vão ser investidos para formar 250 mil agentes comunitários, como técnicos de enfermagem em todo o Brasil. As aulas, que vão ser gratuitas, devem começar em abril. A ideia é que, com a formação, os agentes possam fazer atendimentos primários em domicílio, fortalecendo a promoção de saúde e a prevenção de doenças. O Ministério da Saúde informou ainda que, desde a mudança no modelo de financiamento das UPAs 24 horas, as unidades de pronto-atendimento, no ano passado, 192 unidades começaram a funcionar e atender à população. Na época, 340 UPAs estavam fechadas. Reportagem, João Pedro Neto.

 

Nasi: E o governo também vem trabalhando para ampliar a independência do país na produção de remédios e reduzir os preços na compra desses medicamentos.

 

Gabriela: Com isso, o diagnóstico e o tratamento de doenças, como câncer, por exemplo, terão um reforço importante.

 

Nasi: É que o país vai ganhar um novo reator nuclear. O nome é difícil de entender, mas esse equipamento vai produzir medicamentos e compostos para exames que ainda não são produzidos aqui.

 

Gabriela: Para desenvolver essa tecnologia, o Ministério da Saúde vai investir R$ 750 milhões.

 

Repórter Cleide Lopes: O equipamento será montado em parceria com a Amazônia Azul, empresa pública ligada à Marinha do Brasil, criada para desenvolver tecnologias para o programa nuclear brasileiro. O reator nuclear vai produzir radiofármacos, que são compostos radioativos para uso no diagnóstico e tratamento de doenças como o câncer, como explica o médico nucelar Renato Barra.

 

Médico - Renato Barra: Os radiofármacos são traçadores utilizados nos exames de medicina nuclear, muito importantes nas diversas especialidades médicas, em destaque a cardiologia, a oncologia, a neurologia, ou seja, o Brasil já utiliza os radiofármacos na realização dos exames de cintilografia, exames de imagem, e também na realização de alguns tratamentos.

 

Repórter Cleide Lopes: O reator vai contribuir para o fim da dependência externa na produção de radiofármacos ao Sistema Único de Saúde. Desde 2009, o Brasil tem tido dificuldades no abastecimento desses medicamentos. Com a produção própria, o abastecimento interno é garantido, com a redução dos custos para o SUS, como explica o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Os radiofármacos produzidos neste reator serão vendidos para o Governo muito mais baratos do que o que nós importamos hoje.

 

Repórter Cleide Lopes: O ministro da Saúde assinou acordo com laboratórios públicos e privados para o desenvolvimento de 16 medicamentos para tratamentos de doenças como hepatite, câncer, artrite reumatoide, HIV, no SUS. Com parceria, o Governo espera uma redução de até 70% nos preços desses medicamentos. Reportagem, Cleide Lopes.

 

Nasi: E além de fazer um balanço de todas as ações de saúde e anunciar novos investimentos, hoje foi dia de homenagear o trabalho do médico.

 

Gabriela: É, Nasi, uma profissão que não tem fim de semana, não tem dia e nem hora. Eles estão sempre a postos para nos devolver a saúde e salvar vidas.

 

Nasi: Quarenta e nove brasileiros que se destacaram receberam das mãos do presidente Michel Temer a medalha de Ordem do Mérito Médico.

 

Repórter Pablo Mundim: Uma história de dedicação aos pobres, esta é a vida do médico Nelson Arns Neumann. A paixão pela saúde pública veio da mãe, também médica. Já formado, recebeu o convite para fazer parte da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, com o desafio de ampliar o atendimento aos mais necessitados.

 

Médico - Nelson Arns Neumann: A gente está em 3,4 mil municípios, acompanha a cada mês 1 milhão de crianças e gestantes, e também estamos levando essa tecnologia para mais dez países da América Latina, África e Ásia.

 

Repórter Pablo Mundim: Uma vida inteira dedicada à medicina e que agora está sendo reconhecida com a medalha Ordem do Mérito Médico, uma homenagem que Nelson dedica a toda a equipe.

 

Médico - Nelson Arns Neumann: O trabalho desse grupo de 200 mil voluntários que a Pastoral da Criança tem, que partilha esse conhecimento de casa em casa.

 

Repórter Pablo Mundim: Assim como Nelson, outros 48 médicos foram homenageados com a medalha, um reconhecimento àqueles que se destacaram no setor público ou privado. A condecoração foi entregue pessoalmente pelo presidente da República, Michel Temer, que lembrou da infância ao falar da relevância do trabalho médico.

 

Presidente Michel Temer: Eu nasci numa pequena cidade do interior, e havia um único médico, mas aquele médico era venerado por todos, era uma figura exponencial na cidade, uma figura aplaudida onde quer que fosse. E, ao longo do tempo, o que eu pude verificar é que todos aqueles que se dedicam à medicina prestam um serviço relevante ao país.

 

Repórter Pablo Mundim: O ministro da Saúde, Ricardo Barros, elogiou a atuação dos homenageados em prol da saúde no Brasil.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Obrigado, senhores médicos, pela contribuição que os senhores dão para o sistema, até porque o médico é o centro da solução de todos os problemas de saúde e mais de 4 milhões de colaboradores do SUS dependem dos senhores médicos para fazer o seu trabalho e dar solução à saúde de cada um dos brasileiros. Muito obrigado.

 

Repórter Pablo Mundim: Durante a cerimônia, o ministro Ricardo Barros também fez um balanço das ações da pasta e destacou o quanto o país está economizando com a melhora na gestão.

 

Ministro da Saúde - Ricardo Barros: Com a regionalização e a mudança do modelo de pagamento, em vez de pagarmos por procedimento, dispormos dos serviços, e aí, quanto mais se investir em prevenção, mais o sistema se alimenta de recursos, nós vamos economizar R$ 50 bilhões daqueles R$ 246 bilhões que anualmente colocamos na Saúde.

 

Repórter Pablo Mundim: A Ordem do Mérito Médico foi criada em 1950 e já homenageou mais de cem pessoas. Reportagem, Pablo Mundim.

 

Gabriela: O presidente Michel Temer assinou hoje a medida provisória que prevê R$ 1,2 bilhão para a segurança no Rio de Janeiro.

 

Nasi: Temer já havia anunciado repasse de R$ 1 bilhão e agora garante oficialmente um montante maior, para reforçar as operações que estão sendo realizadas pela intervenção federal no estado.

 

Gabriela: Em publicação nas redes sociais, o presidente voltou a afirmar que o Governo vai vencer a batalha contra o crime organizado. 19h14 em Brasília.

 

Nasi: O brasileiro em busca de maior contato com a natureza.

 

Gabriela: Ainda nesta edição, vamos falar do número recorde de visitantes em parques pelo Brasil.

 

Nasi: São unidades de conservação que, no ano passado, receberam mais de 10 milhões de pessoas.

 

"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".

 

Gabriela: A cada ano, são muitas as oportunidades para jovens brasileiros ingressarem nos quadros das Forças Armadas.

 

Nasi: E além do mais conhecido, o alistamento militar, Marinha, Exército e Aeronáutica contam com escolas preparatórias com excelentes oportunidades de carreira.

 

Gabriela: Hoje, vamos conhecer uma delas, a Academia da Força Aérea Brasileira.

 

Repórter Marina Melo: Estão abertas as inscrições para jovens com idades entre 17 e 23 anos que desejem fazer parte dos quadros da Academia da Força Aérea, localizada em Campinas, no interior de São Paulo. Ao todo, serão oferecidas 86 vagas para os cursos de formação de oficiais aviadores, intendentes e de infantaria da Aeronáutica do ano de 2018. O comandante do 2º Esquadrão da AFA, Major Ricardo Zuccarelli, explica como funciona a rotina da escola.

 

Comandante do 2º Esquadrão da AFA - Major Ricardo Zuccarelli: A AFA é uma instituição de ensino focada na formação dos futuros líderes da nossa Força Aérea, que passam por um processo de formação ao longo de quatro anos de ensino superior, se formam com o bacharelado em Administração, vão atuar nas diversas unidades da Força Aérea Brasileira, no que diz respeito à parte técnica de sua formação, os aviadores voando, os cadetes do quadro de intendência na área administrativa, os cadetes de infantaria no que diz respeito à área de guarda e segurança, mas tudo com um foco. São os futuros líderes que nós formamos, aqueles que vão nos render no futuro e vão conduzir uma nova Força Aérea, uma Força Aérea moderna.

 

Repórter Marina Melo: Aluna do terceiro ano na AFA, a cadete intendente Letícia Campos Quintão explica que sempre sonhou em fazer parte da Força Aérea Brasileira.

 

Cadete intendente - Letícia Campos Quintão: Então, desde pequena, eu sempre fui ao hospital, participei de algumas programações da Epcar, então acabou nascendo uma paixão dentro de mim, que se chamava Força Aérea.

 

Repórter Marina Melo: O cadete Gabriel de Andrade Vargas, que escolheu a opção de aviador, fala sobre a emoção que sentiu em voar.

 

Cadete - Gabriel de Andrade Vargas: Assim que eu realizei meu primeiro voo, eu vi que tinha sido a coisa certa que eu tinha feito, porque é algo que a gente não tem como medir ou explicar. Você pilotar um avião, até mesmo no final de cada fase, lá no voo, os voos são divididos em algumas fases. No final de cada fase a gente realiza o voo solo, que seria somente nós, sem o instrutor, a gente decolar, ir para a área, fazer exercício. Então é algo que a gente não consegue realmente explicar, é uma sensação indescritível.

 

Repórter Marina Melo: A cadete aviadora Isabela Ferreira Capovila afirma que, apesar da rotina pesada, é muito gratificante fazer parte da AFA.

 

Cadete aviadora - Isabela Ferreira Capovila: Então a gente, assim, tem bastante atividade mesmo, ainda mais a parte dos aviadores. A gente tem também o voo, é conciliado com as divisões de ensino e mais a parte do militarismo, então a gente também tem atividade de campanha durante o ano. Então é bastante conturbado, mas também bastante gratificante.

 

Repórter Marina Melo: As inscrições estão abertas até o próximo dia 10 de abril. Para se inscrever, basta acessar o site ingresso.afaepcar.aer.mil.br. A taxa de inscrição é de R$ 70. Reportagem, Marina Melo.

 

Nasi: O Brasil possui mais de 7 mil quilômetros de litoral. Nos últimos anos, fenômenos como as mudanças climáticas e a própria ação do homem vêm provocando impactos nessas áreas.

 

Gabriela: Para acompanhar, preservar as áreas e combater a exploração ilegal, o Ministério do Meio Ambiente lançou hoje o Programa Nacional para Conservação da Linha de Costa, o Procosta.

 

Nasi: O objetivo, segundo o secretário executivo do Ministério, Edson Duarte, é levantar dados e permitir o diagnóstico e monitoramento da zona costeira marinha, projetando cenários futuros.

 

Secretário executivo Ministério do Meio Ambiente - Edson Duarte: Vai permitir o aprofundamento do conhecimento científico, da coleta de dados, da integração das informações, da ocupação planejada desse ambiente, da proteção dos ecossistemas marinhos, para tentarmos minimizar os impactos que já estão sendo sentidos, minimizar esses impactos, trabalhar na sua adaptação, de uma área tão importante, que significa tanto para o país, seja pelo aspecto econômico, do que ele representa, sobretudo no turismo, mas na área social. E, sobretudo porque temos ali 26% da população brasileira ocupando aquela faixa territorial, que, certamente, com o cenário de mudanças climáticas que nós já percebemos no mundo, inclusive no território brasileiro, exige instrumentos de planejamento.

 

Gabriela: O Procosta vai integrar o trabalho de vários órgãos, como o Ministério do Meio Ambiente, da Defesa, Marinha e IBGE, além de estados e municípios.

 

Nasi: Os brasileiros estão procurando um contato maior com a natureza.

 

Gabriela: Tanto que, no ano passado, os parques nacionais receberam cerca de 10 milhões de visitantes, um aumento de 20% em relação a 2016.

 

Repórter Gabriela Noronha: Ar puro, vegetação nativa, piscinas de águas naturais. A terapeuta holística Luana Ferreira sempre que pode frequenta o Parque Nacional de Brasília.

 

Terapeuta holística - Luana Ferreira: Para mim ter um parque, assim, no centro da cidade, é uma forma de dar uma fugida no meio do trabalho, de me reconectar um pouquinho, energizar.

 

Repórter Gabriela Noronha: O aposentado João Mirteri vem ao parque todos os dias.

 

Aposentado - João Mirteri: Mas é uma maravilha. Isso aqui é tudo.

 

Repórter Gabriela Noronha: A chance de sair da rotina e ter contato com a natureza tem atraído cada vez mais pessoas ao Parque Nacional de Brasília, que está entre os dez mais visitados do Brasil. E em todo o país os parques nacionais estão entre os passeios preferidos dos brasileiros. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, só em 2017 foram mais de 10 milhões de visitantes, um aumento de 20% em relação ao ano de 2016. Para o coordenador-geral de uso público do instituto, Pedro Menezes, um reflexo da melhoria na qualidade dos serviços ofertados.

 

Coordenador-geral de uso público do ICMBio - Pedro Menezes: Mais de 50% dos visitantes querem caminhar ou pedalar em trilhas, então só no ano passado a gente mais do que dobrou a oferta de trilhas que a gente tinha no Brasil, abrimos 570 quilômetros novos de trilhas.

 

Repórter Gabriela Noronha: De acordo com a secretária nacional de Qualificação e Promoção do Turismo, Teté Bezerra, esse recorde de visitação é importante também para o desenvolvimento econômico das comunidades locais, gerando trabalho e renda.

 

Secretária nacional de Qualificação e Promoção do Turismo - Teté Bezerra: Ali, são produzidos artesanatos, a gastronomia, o modo de vida daquela população, e mostra o quanto é importante nós termos essas unidades preservadas e abertas para visitação.

 

Repórter Gabriela Noronha: No ranking dos mais visitados, o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, continua sendo o campeão, com mais de 3 milhões de visitantes em 2017. O Parque do Iguaçu, no Paraná, é a segunda unidade mais visitada, com quase 2 milhões de turistas no ano passado. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Nasi: Um sistema que unifica o envio de informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

 

Gabriela: É o eSocial, que começou a receber informações de grandes empresas nessa segunda fase.

 

Nasi: Agora, são essas empresas que precisam passar as informações sobre os trabalhadores, como contratações e demissões, por exemplo.

 

Repórter Márcia Fernandes: Esta fase do programa é destinada às grandes empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões por ano. Com o eSocial, em vez de usar várias plataformas e preencher muitos formulários, os empresários enviam os dados fiscais, previdenciários e trabalhistas de uma só vez. O assessor da Receita Federal, Altemir Linhares, explica que a plataforma tem vantagens para todos.

 

Assessor da Receita Federal - Altermir Linhares: As empresas terão redução significativa de custos, pois hoje elas estão obrigadas a transmitir periodicamente 15 informações para os órgãos de controle. Isso tudo vai ser substituído gradualmente pelo eSocial. E também o trabalhador passa a ter vantagens com isso, porque o cadastro, as informações dos vínculos trabalhistas dele serão muito mais transparentes. Ele vai ter informação completa... O que todos os órgãos terão controle sobre a relação trabalhista deles.

 

Repórter Márcia Fernandes: Edilene Gravia é diretora de uma fábrica que emprega 450 funcionários em Brasília. No local, são produzidas telhas, chapas e tubos industriais. Para Edilene, o novo sistema deve facilitar a consolidação dos dados para o Governo.

 

Diretora de fábrica - Edilene Gravia: Então, essa ferramenta já está levando para ele todas as informações que iam de formas fragmentadas e em diferentes relatórios.

 

Repórter Márcia Fernandes: São cinco fases para implementação completa do eSocial. Na próxima etapa, em maio, as empresas vão ter que enviar as folhas de pagamento dos funcionários. Até janeiro do ano que vem, as micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais que possuem empregados terão que aderir ao programa. No ano que vem, as empresas públicas também vão passar a usar o eSocial. Quando estiver totalmente implementada, a plataforma vai reunir informações de mais de 44 milhões de trabalhadores. Reportagem, Márcia Fernandes.

 

Gabriela: O Ministério da Cultura vai levar representantes da cultura brasileira para a Copa do Mundo de Futebol na Rússia.

 

Nasi: Está aberto o edital para a seleção de uma organização da sociedade civil que vai ser responsável pela contratação das atrações.

 

Gabriela: A ideia é levar para a Rússia um pedacinho do Brasil, com a música, teatro, gastronomia, moda, cultura popular.

 

Nasi: As organizações da sociedade civil interessadas em participar da seleção têm até o dia 13 de abril para enviar suas propostas no endereço na internet www.convenios.gov.br.

 

Gabriela: E estas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Gabriela: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Nasi: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Uma boa noite.

 

Gabriela: Uma boa noite para você e até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso".