30 de janeiro de 2018

Destaques da Voz do Brasil: Agricultores vão ter R$ 12,5 bilhões em crédito para a safra deste ano. Presidente Michel Temer destaca safra recorde no ano passado e afirma que financiamento vai ajudar a produzir mais. Vida nova para mais de 3 mil pessoas no Rio de Janeiro. Programa Agora é Avançar entrega novas moradias com infraestrutura completa. Brasileiros aprovam aeroportos e escolhem o de Curitiba como o melhor do país.

audio/mpeg VOZ300118.mp3 — 47165 KB




Transcrição


Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que está nos ouvindo aí em todo o país.

 

Gabriela: Terça-feira, 30 de janeiro de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia. Agricultores vão ter R$ 12,5 bilhões em crédito para a safra deste ano. Márcia Fernandes.

 

Repórter Márcia Fernandes: Com crédito oferecido, os agricultores vão poder planejar as compras e negociar os produtos necessários para a safra.

 

Gabriela: E o Presidente Michel Temer destaca a safra recorde no ano passado e afirma que financiamento vai ajudar a produzir mais.

 

Presidente Michel Temer: Nós estamos destinando esse crédito aos agricultores com juros mais acessíveis, não apenas para aumentar a produção, mas é um reconhecimento também àquilo que os senhores fizeram pelo nosso país.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Vida nova para mais de 3 mil pessoas no Rio de Janeiro.

 

Nasi: Programa Agora é Avançar entrega novas moradias com infraestrutura completa. Nei Pereira.

 

Repórter Nei Pereira: Ao redor de residencial foram construídas duas creches, duas escolas de Ensino Fundamental e uma unidade de Saúde da Família, que já estão funcionando.

 

Gabriela: E brasileiros aprovam aeroportos e escolhem o de Curitiba como o melhor do país.

 

Nasi: Hoje, na apresentação de Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi Brum.

 

Gabriela: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar: www.voz.gov.br.

 

Nasi: Antes mesmo de plantar, o agricultor precisa fazer o planejamento de quanto precisa de sementes, fertilizantes e outros produtos para a lavoura.

 

Gabriela: Quanto mais cedo ele fizer a compra desses produtos, mais ele economiza.

 

Nasi: Para que os agricultores possam fazer a compra antecipada dos insumos, conhecida como pré-custeio, o governo colocou à deposição R$ 12,5 bilhões de financiamento para a próxima safra, 16% a mais do que o disponível do ano passado.

 

Gabriela: É mais difícil circulando na economia, gerando renda e empregos.

 

Repórter Márcia Fernandes: Rio Verde, a 230 quilômetros de Goiânia, é considerada a capital do agronegócio no estado de Goiás. A cidade se destaca pela produção de milho e soja. Foi aqui que o Presidente Michel Temer anunciou a antecipação de recursos para o custeio da safra. Os agricultores vão ter acesso a um crédito de R$ 12,5 bilhões.

 

Presidente Michel Temer: Nós estamos destinando esses R$ 12 bilhões de crédito aos agricultores, não apenas para aumentar a produção, mas é um reconhecimento também àquilo que os senhores fizeram pelo nosso país. O Brasil tem muito a comemorar pelo desempenho de seus agricultores, especialmente no ano que se encerrou. Basta dizer da nossa safra recorde, mais de 240 milhões de toneladas em grãos. E não foi sem razão que nós tivemos também um expressivo crescimento de nossas exportações agrícolas, cerca de 17%. Isto proporcionou um saldo histórico em nossa balança comercial de cerca de US$ 67 milhões.

 

Repórter Márcia Fernandes: Segundo o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, com o crédito oferecido, os agricultores vão poder planejar as compras e negociar os produtos necessários para a safra.

 

Ministro da Agricultura - Blairo Maggi: Uma ação que tem uma função muito clara e muito específica, que é ajudar os produtores rurais a irem ao mercado comprar insumos antes dos custeios normais para que o produtor possa ter a condição de uma barganha melhor, de uma posição melhor de compra.

 

Repórter Márcia Fernandes: O produto rural Sinomar Cabral produz soja milho e feijão com uma fazenda de 280 hectares, no ano passado o agricultor vendeu mais de 35 mil sacas de grãos, ele conta que, para isso, precisou investir em vários insumos e ter acesso aos créditos bancários.

 

Produto rural - Sinomar Cabral: O crédito do pré-custeio para nós é muito importante. A gente consegue comprar esses insumos mais cedo, a gente pega preços melhores, a gente compra adubo, semente, os defensivos, né? Que é herbicida, inseticida, compra de óleo diesel, pagamento de salário de funcionário. Então, são as linhas de crédito que ajudam muito o desenvolvimento do agronegócio.

 

Repórter Márcia Fernandes: O diretor do Agronegócio do Banco do Brasil, Túlio Moraes da Costa, explica que os recursos estão disponíveis por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural, o Pronamp. Cada agricultor pode pegar até R$ 3 milhões. O pagamento do médio produtor é feito com juros de 7,5% ao ano, para os outros a taxa é de 8,5%.

 

Diretor do Agronegócio do Banco do Brasil - Túlio Moraes da Costa: Essa disponibilização de recursos fomenta a economia, isso agrega valor a toda a cadeia produtiva do agronegócio, gerando emprego, gerando renda, contribuindo decisivamente para a força do agronegócio na balança comercial. Todos ganham com este recurso sendo injetado na economia neste momento.

 

Repórter Márcia Fernandes: O acesso ao financiamento é simples e pode ser feito pelo celular. De Rio Verde, em Goiás, Márcia Fernandes.

 

Nasi: E o Presidente Michel Temer voltou a afirmar que a reforma da Previdência é necessária e que combate privilégios.

 

Gabriela: Temer afirmou que os trabalhadores rurais não serão atingidos pela reforma, que tem o objetivo de garantir o direito dos mais pobres.

 

Presidente Michel Temer: Pensando precisamente no trabalhador rural, vocês sabem que no caso da Previdência Social nós excluímos os trabalhadores rurais, eles não serão alcançados pela reforma da Previdência, ou seja, é uma reforma que nós estamos fazendo para os mais pobres.

 

Nasi: Pelo texto da reforma, quem recebe o BPC, o Benefício de Prestação Continuada, também não é atingido.

 

Gabriela: A reforma estabelece uma idade mínima para a aposentadoria, com uma regra de transição, até chegar aos 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

 

Nasi: Mais de 3 mil pessoas vão passar o carnaval de casa nova em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

 

Gabriela: O Programa Agora é Avançar entregou mais um empreendimento, depois de reformar as unidades que foram construídas para as Olimpíadas de 2016.

 

Nasi: E além das benfeitorias no residencial, os moradores vão poder contar com creche, escola e unidade de saúde, tudo bem pertinho.

 

Repórter Nei Pereira: É numa espécie de labirinto, em Santa Cruz, no Rio de Janeiro, onde vivem quatro famílias, que dona Maria Luiza Freitas dos Santos conseguiu um local para morar nos últimos anos. No cantinho dela tudo é muito humilde, o banheiro não tem porta, no teto o forro não existe, e para amenizar o calor vindo das telhas de amianto, só mesmo com o ventilador ligado. A costureira, que criou dez filhos, nunca teve dinheiro suficiente para comprar uma casa, mas isso agora ficou no passado, prestes a completar 80 anos, ela está realizando o sonho de ter a casa própria.

 

Costureira - Maria Luiza Freitas dos Santos: Sempre tive o sonho de ter a minha casa, e agora eu estou muito feliz que agora eu tenho a minha casa!

 

Repórter Nei Pereira: O novo endereço da dona Maria Luiza, o Residencial Carioca, tem uma vista privilegiada, está cercado por verde e montanhas em Jacarepaguá, na zona oeste. O apartamento tem dois quartos, sala, banheiro e cozinha com área de serviço. E a prestação vai caber no bolso dos beneficiários, garante o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi.

 

Presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi Aqui as pessoas vão pagar, no mínimo, R$ 80, aquelas que ganham menos, e quem ganha mais vai pagar R$ 270.

 

Repórter Nei Pereira: O empreendimento conta ainda com acessibilidade, parque infantil, salão de festas, pavimentação, drenagem, iluminação e rede de água e esgoto. O investimento nas 800 unidades foi de R$ 60 milhões. O ministro da Secretaria-Geral de Governo, Moreira Franco, lembra que o residencial foi incluído no Programa Agora é Avançar, que está finalizando obras paradas em todo o país.

 

Ministro da Secretaria-Geral de Governo - Moreira Franco: O Programa Avançar, ele vai fazer como estamos fazendo aqui pelo Brasil afora, vai realizar a entrega de vários empreendimentos, na área da habitação, na área do saneamento, na área elétrica, na área de petróleo, enfim, todas as áreas, para que nós possamos gerar empregos. O objetivo, além da melhora, é, sobretudo, a geração de emprego.

 

Repórter Nei Pereira: O condomínio é um dos legados dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro. Reformados, os imóveis vão beneficiar cerca de 3.200 pessoas. Ao redor do residencial foram construídas duas creches, duas escolas de ensino fundamental e uma Unidade de Saúde da Família, que já estão funcionando. Reportagem, Nei Pereira.

 

Gabriela: Conforto das poltronas, internet, banheiros, ar-condicionado.

 

Nasi: Mais de 18 mil passageiros foram entrevistados para saber o que eles acham dos aeroportos brasileiros.

 

Gabriela: Os 15 terminais avaliados receberam aprovação de 91% dos entrevistados.

 

Nasi: E pela primeira vez, outros cinco aeroportos entraram na pesquisa, mostrando o que está bom e o que o brasileiro quer que melhore.

 

Repórter Alessandra Bastos: Para saber a opinião dos passageiros, a Secretaria Nacional de Aviação Civil avaliou 20 aeroportos, responsáveis por 87% do movimento de embarque e desembarque no país. Mais de 18 mil pessoas foram entrevistadas e foram analisados itens como o conforto das poltronas, acesso à internet, banheiros, ar-condicionado, atendimento e até mesmo o conforto acústico dos viajantes. E a avaliação foi boa, é o que afirma o secretário de Aviação Civil, Dario Lopes.

 

Secretário de Aviação Civil - Dario Lopes: A gente observa uma manutenção da percepção positiva que o cliente tem. Praticamente todos os aeroportos apresentarem evolução ou mantiveram os seus níveis de desempenho operacional na percepção do cliente.

 

Repórter Alessandra Bastos: Cinco dos vinte aeroportos foram avaliados pela primeira vez, Belém, Goiânia, Maceió, Vitória e Florianópolis. Todos receberam notas de zero a cinco. Noventa e um por cento dos passageiros consideraram os 15 aeroportos que já vinham sendo analisados como bons, nota 4, ou muito bons, nota 5. No ranking geral, o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, no Paraná, foi o terminal com a melhor avaliação, nota 4,7. Em segundo lugar ficou Viracopos, no Estado de São Paulo, e, em terceiro ficaram empatados os terminais de Confins, em Minas Gerais, e, Natal, no Rio Grande do Norte. A maior reclamação dos passageiros continua sendo a alimentação vendida, mas melhorou em relação aos anos anteriores, como comenta do secretário Dario Lopes.

 

Secretário de Aviação Civil - Dario Lopes: Os indicadores dos custos benefícios do serviço de alimentação das vendas de em geral os aeroportos aumentaram 30%.

 

Repórter Alessandra Bastos: A pesquisa de satisfação dos passageiros é realizada a cada três meses, desde janeiro de 2013, e já ouviu mais de 300 mil passageiros. Com reportagem de Priscila Machado, locução, Alessandra Bastos.

 

Gabriela: Estamos em pleno verão, além do calor, as tempestades são muito frequentes.

 

Nasi: E com elas, os temidos raios. E o Brasil é o país que tem mais incidência desse fenômeno no mundo.

 

Gabriela: São mais de 77 milhões de descargas elétricas por ano que podem matar.

 

Nasi: E o que fazer para evitar acidentes durante uma tempestade? É o que vamos saber agora na reportagem de Carolina Rocha.

 

Repórter Carolina Rocha: Mesmo trabalhando há anos como eletricista, Avertanio Alexandre Silva, de 37 anos nunca achou que levaria um choque elétrico no meio do um jogo de futebol. Depois de sofrer com a descarga elétrica do raio, o corpo de Avertanio ficou eletrizado. Ele conta que na hora não sentiu nenhum movimento do corpo e que 20% de pele sofreu queimaduras.

 

Eletricista - Avertanio Alexandre Silva: Me lembro, assim, da pancada, da descarga. Eu acordei dez minutos depois. Na verdade, foi só na cabeça, só, do pescoço para cima, para abaixo não aconteceu nada.

 

Repórter Carolina Rocha: O Brasil é o país com mais incidência de descargas de raios do mundo. Segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica, Elat, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Inpe, dos anos 2000 a 2015 o Brasil registrou uma média de mais de 77 milhões de raios por ano, que resultaram em cerca de 1.790 acidentes fatais, uma média de 111 mortes por ano. A pesquisa do Inpe aponta que a quantidade de raios no Brasil é influenciada pelos fenômenos climáticos do El Niño e a La Niña, massas de ar que resultam no superaquecimento de águas do Oceano Pacífico, como explica Osmar Pinto Junior, diretor do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe.

 

Diretor do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe - Osmar Pinto Junior: Esse comportamento, na verdade, ele se altera um pouco em função da intensidade do fenômeno El Niño e a La Niña. A recomendação geral é que se a pessoa estiver a céu aberto, seja a trabalho, seja a lazer, e se aproximar uma tempestade, ela deve buscar abrigo imediatamente num carro fechado ou dentro de uma residência.

 

Repórter Carolina Rocha: Para este verão a previsão é de uma incidência de raios dentro da média histórica na região Norte e Centro-Oeste. Na região Nordeste a incidência deve ficar até 10% abaixo da média histórica. Enquanto nas regiões Sul e Sudeste a incidência deve ficar até 10% acima da média histórica. Reportagem, Carolina Rocha.

 

Gabriela: 19h14 no horário brasileiro de verão.

 

Nasi: Ministério da Saúde atualiza números de casos e mortes da febre amarela.

 

Gabriela: Daqui a pouco a gente traz as últimas informações.

 

Nasi: Terrorismo, ataques cibernéticos, segurança de fronteiras, são muitos os assuntos que envolvem a segurança de um país.

 

Gabriela: Para enfrentar e tomar decisões sobre essas ameaças, o governo conta com Agência Brasileira de Inteligência, a Abin.

 

Nasi: E para reforçar este trabalho, a agência vai contratar novos profissionais por meio de concurso público.

 

Repórter Luana Karen: Quando o assunto envolve temas de segurança nacional, pode ter certeza, a Agência Brasileira de Inteligência está dentro. A Abin é responsável por fornecer ao presidente da República e aos ministros de Estado informações e análises estratégicas necessárias para que decisões importantes sejam tomadas. Janér Alvarenga, diretor-geral da Abin, fala dos desafios da agência em um mundo cada vez mais integrado.

 

Diretor-geral da Abin - Janér Alvarenga: Nós temos aí um conceito de segurança em torno do tema de contraterrorismo. Nós temos um conceito de segurança relacionado ao crime organizado trasnacional, problemas relacionados, né, o grande desafio do conceito de biodefesa. Então, defesas dos seus interesses estratégicos.

 

Repórter Luana Karen: A Abin é responsável pela coordenação do Sistema Brasileiro de Inteligência, composto por 38 órgãos do Poder Executivo Federal. Agora, a instituição vai receber novos integrantes por meio de concurso público com 300 vagas. Há postos para quem tem nível superior ou para quem tem apenas o Ensino Médio. As inscrições vão até esta quarta-feira, dia 31, na página da empresa que está organizando o concurso, o Cebrasp. O site é: cespe.unb.br. Reportagem, Luana Karen.

 

"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".

 

Gabriela: O Brasil deu um grande salto de tecnologia ao lançar, no ano passado, o satélite geoestacionário de defesa e comunicações estratégicas.

 

Nasi: O satélite, 100% brasileiro, vai permitir o acesso à internet banda larga a todos os locais do país e garantir comunicações mais seguras e eficazes nas operações das Forças Armadas.

 

Repórter Marina Melo: Lançado ao espaço em maio do ano passado, o primeiro satélite totalmente controlado pelo Brasil está em fase avançada de testes, e tudo indica que, conforme o planejado, o artefato poderá prover, em breve, boa parte das comunicações necessárias para as operações militares. Depois de ter sido usada no âmbito da Operação Ostium, feita pela Força Aérea para reforçar o controle do espaço aéreo na região de fronteira, a banda x do artefato, totalmente destinada às comunicações da Forças Armadas, também já foi usada com sucesso para comunicação com navios da Marinha que estão na Antártida. Agora, os testes serão feitos com militares a bordo a fragata Independência, que estão a caminho do Líbano para compor a Força Tarefa Marítima Unifil, da ONU. O chefe de Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho, explica que os testes são necessários para saber, na prática, qual é o alcance da banda militar do satélite geoestacionário de defesa e comunicação estratégicas.

 

Chefe de Estado Maior Conjunto das Forças Armadas - Ademir Sobrinho: Nós já aproveitamos a vinda da última fragata em outubro do ano passado para fazer um teste de comunicações, e, agora, com a ida da fragata, nós estamos aproveitando para testar a capacidade do satélite e a distância máxima que nós conseguimos comunicações com essa fragata.

 

Repórter Marina Melo: O subchefe de Comando e Controle do Ministério da Defesa, general Gláucio Alves, afirma que, após o período de testes, as operações militares passarão a contar com comunicação mais prática, segura e independente, graças o satélite.

 

Subchefe de Comando e Controle do Ministério da Defesa - Gláucio Alves: Esse satélite, ele vai influenciar significativamente e muito positivamente na capacidade que o Ministério da Defesa e que as nossas forças singulares terão de controlar as operações militares. Eu estou falando de operações de resgate em alto mar, eu estou falando de operações de garantia da lei e da ordem, operações de controle e segurança das nossas fronteiras.

 

Repórter Marina Melo: Feita em parceria com a Telebras, o projeto SGDC tem uso civil e militar. A banda ka do artefato possibilitará acesso à conexão em banda larga a todos os locais do país, e com a banda x será possível tramitar informações da área de defesa de forma mais segura e econômica. Reportagem, Marina Melo.

 

Gabriela: Sete mil esportistas, desde as categorias de base até os que têm chance de trazer medalhas ao Brasil, vão continuar recebendo incentivos do governo por meio do Bolsa Atleta.

 

Nasi: A declaração foi feita pelo ministro do Esporte, Leonardo Picciani, que participou, hoje, do Programa Por Dentro do Governo, transmitido pela TV NBR e pela Rede Nacional de Rádio.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Sete mil atletas recebem ajuda financeira do governo para treinar e investir na carreira esportiva. É o Bolsa Atleta, um auxílio que pode chegar a R$ 15 mil por mês. Em 2018, o Governo Federal deve investir cerca de R$ 120 milhões no programa, verba que faz parte de um investimento ainda melhor de R$ 1 bilhão para todas as ações ligadas ao esporte, como explica o ministro do Esporte, Leonardo Picciani.

 

Ministro do Esporte - Leonardo Picciani: Mantivemos basicamente o nível de investimentos do ano passo. Para dar alguns exemplos o programa Bolsa Atleta nós investimos R$ 120 milhões, contemplando cerca de 7 mil atletas olímpicos e paralímpicos brasileiros, desde categoria escolar, desde a categoria de base, até os medalhistas olímpicos e atletas que lideram os rankings mundiais.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: Leonardo Picciani também falou sobre a participação do Brasil em cinco modalidades que vão ser introduzidas nos Jogos Olímpicos a partir de 2020. Para o ministro, o país só tem a ganhar, já que temos atletas com bom desempenho nesses esportes.

 

Ministro do Esporte - Leonardo Picciani: São modalidades que no Brasil já fazem muito sucesso na sua maioria, o surf, o skate, o karatê, também a escalada, o beisebol, a gente ainda está num estágio ainda mais inicial, mas eu diria que no surf, no skate e no karatê, o Brasil já é uma potência. Esses esportes podem nos favorecer, podem nos levar à conquista de medalhas aí na edição dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

 

Repórter Beatriz Albuquerque: O ministro do Esporte também fez um balanço das ações do ministério em 2017. Segundo ele, auditorias no Bolsa Atleta fizeram voltar os cofres públicos quase R$ 13 milhões no ano passado. Para saber mais sobre os programas sociais do Ministério do Esporte basta acessar: www.esporte.gov.br. Reportagem, Beatriz Albuquerque.

 

Gabriela: Quando a música de um determinado cantor toca na rádio, numa festa ou num clube, esse artista tem direito de receber por sido autor da música, é o chamado direito autoral.

 

Nasi: Como é impossível que cada autor tenha controle sobre de que forma e onde sua obra está sendo usada, os artistas se reúnem em associações para gerir os direitos e recursos arrecadados.

 

Gabriela: Desde 2013 o Ministério da Cultura organiza essas entidades.

 

Nasi: E hoje um novo passo foi dado nesse processo de arrecadação e redistribuição do dinheiro gerado pelos direitos autorais.

 

Repórter Luana Karen: O canto doce de Danilo Caymmi segue fazendo fãs mundo afora.

 

"Eu guardo em mim...".

 

Repórter Luana Karen: De família de músicos, ele conhece bem a importância da justa recompensa pela criação intelectual.

 

Cantor - Danilo Caymmi: "Não, ele está lá tocando o violão como o Tom falava, embaixo da bananeira, compondo". Não é assim. É um profissionalismo muito grande, né? Então, esses autores, esses cineastas, eles têm que receber seus direitos. E aqui, agora, talvez seja uma primeira vez que eu entre no MinC rindo, porque sempre foi uma batalha muito difícil, né?

 

Repórter Luana Karen: Sempre que uma música é tocada em uma rádio, o autor da composição tem o direito de receber pelo fato de ter criado a obra, isso é o direito autoral. Assim também ocorre quando a canção é tocada em festas, eventos e bares, por exemplo, ou usada com fins comerciais. E para tornar esse processo de arrecadação e distribuição dos recursos gerados com o direito autoral mais transparente, o Ministério da Cultura passou a fiscalizar as entidades que atuam no setor, e agora entrega os certificados para quem cumpriu as exigências. O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão comenta.

 

Ministro da Cultura - Sérgio Sá Leitão: De um lado, acho que nós temos um trabalho no sentido de aumentar a arrecadação, e nós precisamos também zelar para que os recursos efetivamente cheguem a todos aqueles que têm direito de receber.

 

Repórter Luana Karen: O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, o Ecad, e outras sete associações de gestão coletiva musical, foram os primeiros a receber o certificado de habilitação. Glória Braga, superintendente executiva do Ecad, afirma que o certificado mostra a confiança no trabalho desenvolvido pela entidade.

 

Superintendente executiva do Ecad - Glória Braga: Nossa razão de existir é cada vez mais distribuir direitos autorais para uma quantidade maior de compositores e músicos. E eu acho que essa nossa atividade, que já existe há bastante tempo, ela agora vai ser mais respaldada ainda com essa habilitação do Ministério da Cultura.

 

Repórter Luana Karen: No ano passado, o Ecad registrou recorde na arrecadação e distribuição de direitos autorais, foram mais de R$ 1 bilhão repassados a 259 mil artistas do segmento musical. Para a atriz Zezé Mota, diretora da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais, a fiscalização do setor acaba com 40 anos de idas e vindas à Brasília para lutar pelo respeito ao direito autoral.

 

Atriz e diretora da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais - Zezé Mota: Há 40 anos que eu venho a Brasília sempre para fazer um pedido, uma queixa. Finalmente chegou a hora. Nós estamos muito felizes e este encontro não é para se queixar e nem para fazer pedido, mas para celebrar.

 

Repórter Luana Karen: A autorização para cobrar e distribuir os direitos autorais terá de ser revalidada anualmente pelo Ministério da Cultura. Reportagem, Luana Karen.

 

Gabriela: O Brasil tem 213 casos registrados de febre amarela, com 81 mortes.

 

Nasi: Os números foram atualizados pelo Ministério da Saúde e referem ao período entre 1º julho do ano passado e hoje.

 

Gabriela: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Nasi: Uma boa noite para você e até amanhã.

 

Gabriela: Uma boa noite.

 

"Brasil, ordem e progresso".