15 DE MAIO DE 2018 - PODER EXECUTIVO

Destaques de hoje na Voz do Brasil: Prestação de contas aos brasileiros: presidente Michel Temer detalha ações que mudaram os rumos do país em 2 anos de governo; E Temer destaca: com economia aquecida, o país volta a crescer; Mutirões de saúde estão sendo realizados em áreas indígenas isoladas no norte do país; E vamos falar da nova lei que quer incentivar o combate ao bullying nas escolas.

audio/mpeg Voz_do_Brasil_15_05_18.mp3 — 23516 KB




Transcrição


Apresentador Nasi Brum: Em Brasília, 19h.

 

"Está no ar a Voz do Brasil. As notícias do Governo Federal que movimentaram o país no dia de hoje".

 

Apresentadora Gabriela Mendes: Olá. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite para você que nos acompanha em todo o país.

 

Gabriela: Terça-feira, 15 de maio de 2018.

 

Nasi: E vamos ao destaque do dia.

 

Gabriela: Prestação de conta aos brasileiros.

 

Nasi: Presidente Michel Temer detalha ações que mudaram os rumos do país em dois anos de governo.

 

Presidente Michel Temer: Nós somos responsáveis e orgulhosos por, afinal, tirar o país da maior recessão da sua história.

 

Gabriela: Inflação de 3% e juros mais baixos da história.

 

Nasi: A volta da produção na indústria, vendas no comércio e a geração de empregos.

 

Gabriela: E Michel Temer destaca, com economia aquecida o país volta a crescer.

 

Presidente Michel Temer: Sem dúvida, eu creio que todos nós fomos responsáveis por tirar o Brasil do vermelho e colocarmos o país no rumo certo.

 

Nasi: E você também vai ouvir na Voz do Brasil de hoje.

 

Gabriela: Mutirões de saúde estão sendo realizados em áreas indígenas isoladas no Norte do país.

 

Nasi: E vamos falar da nova lei que quer incentivar o combate ao bullying nas escolas.

 

Gabriela: Hoje, na apresentação da Voz do Brasil, Gabriela Mendes e Nasi e Brum.

 

Nasi: E para assistir a gente, ao vivo, na internet, basta acessar www.voz.gov.br.

 

Gabriela: O Brasil saiu de uma das piores recessões da história.

 

Nasi: E voltou a crescer.

 

Gabriela: Foi o que destacou, hoje, o Presidente Michel Temer, ao fazer uma verdadeira prestação de contas desses dois anos de governo.

 

Nasi: A ministros e aos brasileiros, falou de cada uma das ações em todas as áreas, da economia ao social.

 

Gabriela: A repórter Gabriela Noronha acompanhou e também detalha para a gente as medidas e os resultados.

 

Repórter Gabriela Noronha: Um dos orgulhos do governo, de acordo com Temer, foi ter ajudado o Brasil a sair do que classificou de maior recessão da história. A inflação, que estava acima de 10%, hoje está na casa dos 3%, aliviando o bolso dos brasileiros. Os juros básicos da economia, que passavam dos 14%, agora estão em 6,5%. E um dos sinais dessa melhora foi o crescimento na venda de veículos após três anos de queda, como destacou o presidente.

 

Presidente Michel Temer: Em abril tivemos um aumento de 40% em relação ao ano passado e a venda de caminhões, eu menciono a venda de caminhões porque quem compra caminhão, naturalmente, não faz o para passear, é porque está fazendo circular a produção nacional, pois a venda de caminhões chegou a subir 77%.

 

Repórter Gabriela Noronha: E parte desses novos caminhões foi para dar conta de carregar a produção de alimentos. O governo destinou R$ 190 bilhões em crédito rural. Isso ajudou o país a colher uma safra recorde em 2017 e a ter uma previsão otimista para 2018.

 

Presidente Michel Temer: Porque esses dados todos que eu estou dando faz com que a comida continue mais barata nos lares brasileiros. A queda da inflação significa isso, a queda dos juros significa isso, a produção recorde significa isso. Ela atinge a todo o povo brasileiro.

 

Repórter Gabriela Noronha: Ainda falando sobre o campo, Temer disse que a regularização fundiária foi uma das prioridades do governo até aqui. Foram concedidos títulos de propriedade de posse numa média dez vezes superior à média histórica, segundo Michel Temer.

 

Presidente Michel Temer: Nosso governo trabalha para promover a paz no campo, e, não conflitos. Nós trabalhamos para garantir a posse da terra aos pequenos produtores rurais, não por armas, mas pela força da lei e pela decisão política e nada mais.

 

Repórter Gabriela Noronha: O investimento em obras de infraestrutura também foi o foco do governo nesses dois anos de gestão. Foram concessões de projetos para a iniciativa privada e também aporte de recursos em obras, como o metrô de Salvador e no Rodoanel de São Paulo, e obras que estavam paradas estão sendo retomadas.

 

Presidente Michel Temer: Agora será possível concluir mais de 7 mil obras de pequeno, médio e grande porte que serão entregues até 31 de dezembro deste ano. De uma sala de aula a uma universidade, de uma sala de cirurgia a um pronto socorro, de uma praça a um metrô, são obras que estão espalhadas por todo o território nacional.

 

Repórter Gabriela Noronha: E a mudança na forma de administrar o Brasil e as empresas estatais gerou resultado em um dos nossos maiores bens. Em 2016 a Petrobras valia R$ 67 bilhões na Bolsa de Valores, e nessa última semana a empresa reconquistou o título de mais valiosa do Brasil, ultrapassou os R$ 350 bilhões.

 

Presidente Michel Temer: Nós salvamos a Petrobras. Ao assumir o governo, todos sabemos, eu recebi a companhia em colapso. E, hoje, ministros, ministras, presidentes estatais, secretários executivos, deputados, senadores, hoje é com muita alegria que nós podemos anunciar, né, que a Petrobras está recuperada. A empresa acaba de obter quase R$ 7 bilhões de lucro no primeiro trimestre deste ano. Isso representa uma alta de 56%, a maior desde 2013.

 

Repórter Gabriela Noronha: Para o presidente, foram dois anos de muita luta, mas também de muitas vitórias. Ele agradeceu o apoio dos parlamentares, da equipe de governo e também dos brasileiros.

 

Presidente Michel Temer: Por isso eu agradeço a todos, mas também aos nossos milhões de trabalhadores, trabalhadoras, que diariamente fazem o Brasil acontecer, né? Por isso que a você que já nos vendo e ouvindo, que ainda procura o emprego, eu não esqueci meu compromisso assumido no Dia do Trabalho. O Brasil cresce e a nossa esperança cresce junto, portanto, não percam a esperança e não aceitem outro Brasil.

 

Repórter Gabriela Noronha: O Brasil Michel Temer lembrou, por fim, que o governo ainda tem muito a realizar nesses últimos sete meses de administração. Reportagem, Gabriela Noronha.

 

Nasi: E na saúde, o Presidente Michel Temer também destacou o recorde de atendimento em Unidades Básicas de Saúde que atendem quase 80% da população.

 

Gabriela: Temer falou ainda da contratação de novas equipes de Saúde da Família, Saúde Bucal e da renovação da frota do Samu. Há sete anos os municípios não recebiam novas ambulâncias.

 

Nasi: A nossa equipe conversou com o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, que falou o que dever ser feito nesses últimos sete meses de governo.

 

Gabriela: Com orçamento de mais de R$ 130 bilhões a ideia é dar continuidade a projetos que já estão em andamento, como a informatização das Unidades Básicas de Saúde, o chamado prontuário eletrônico. Occhi detalhou outras ações previstas na área até o fim do ano.

 

Ministro da Saúde - Gilberto Occhi: Compra de equipamento, ambulâncias, equipamento odontológico, aceleradores lineares para o tratamento do câncer. Se nós conseguirmos melhorar a informatização na saúde, se nós conseguirmos dar uma melhor eficiência no nosso gasto em remédios, se nós conseguirmos ampliar a cobertura principalmente do glaucoma, do tratamento da TRS, que é um tratamento ligado à questão da hemodiálise, que é o que nós estamos fazendo, se nós conseguirmos entregar todos os equipamentos que já contratamos, e, estamos entregando, com certeza a saúde vai estar melhor e a gente sai com o dever cumprido.

 

Nasi: Na área social, o Presidente Michel Temer detalhou o programa Criança Feliz, que já está atendendo mais de 240 mil crianças e gestantes.

 

Gabriela: Temer também falou do aumento de 18% no Bolsa Família nos últimos dois anos.

 

Nasi: Agora, o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, disse que a prioridade nos próximos sete meses é intensificar as ações do Programa Progredir.

 

Gabriela: O programa consegue colocação profissional e facilita o acesso a microcrédito para beneficiários do Bolsa Família e para os inscritos no Cadastro Único do Governo Federal.

 

Nasi: No segundo semestre do ano passado foram R$ 2 bilhões concedidos em microcrédito.

 

Gabriela: E 68 mil pessoas conseguiram emprego com carteira assinada entre dezembro e outubro.

 

Ministro do Desenvolvimento Social - Alberto Beltrame: Temos todo um trabalho para fazer o Progredir, com geração de emprego, geração de renda, ampliação do microcrédito, enfim, tem uma série de coisas que podem e que vão ser feitas ainda nesses sete meses que nos restam de governo.

 

Nasi: E em nossa série de reportagens especiais sobre esses dois anos de governo, hoje vamos detalhar os resultados no setor agrícola e nas nossas exportações.

 

Gabriela: Confiança que também se reflete em novos empresários que apostam do país.

 

Nasi: O repórter João Pedro Neto conta como medidas importantes se refletiram nesse resultado. Maior produção, recorde em exportações e novos investimentos.

 

Repórter João Pedro Neto: Nesses últimos dois anos o Brasil colheu as maiores safras da história do país, só de grãos foram 240 milhões de toneladas no ano passado. O Brasil é um dos cinco maiores produtores de alimentos do mundo, e para garantir boas condições aos produtores o governo reforçou o crédito. Na safra 2017/2018 são quase R$ 190 bilhões para financiamento do agronegócio. O agricultor Roberto Paludo, do Distrito Federal, sabe bem a importância desse recurso.

 

Agricultor - Roberto Paludo: Ele é muito importante porque ele é antecipado, ele vem antes. Então, te dá condições de você planejar a próxima safra e organizar para que quando chega a época do plantio você esteja 100% pronto para fazer a cultura. Não tem que ficar correndo desesperado atrás de recurso.

 

Repórter João Pedro Neto: O governo vem simplificando procedimentos e normas e reduzindo a burocracia. Na defesa agropecuária, conseguiu erradicar a febre aftosa no país. Outra frente é a abertura de novas mercados, hoje o país vende para mais de 180 nações. E para o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, o setor que responde por cerca de um quarto da economia, teve papel importante na retomada do crescimento.

 

Ministro da Agricultura - Blairo Maggi: O PIB do ano passado foi um crescimento de um 1%, 70% desse crescimento veio do setor da agricultura e da pecuária, é o que mexe com a economia.

 

Repórter João Pedro Neto: Alimentos brasileiros por todo o mundo e que ajudam nas contas externas do país. A soja é o produto mais vendido para o exterior, depois, produtos como minério de ferro e o petróleo. E na balança comercial do país são dois anos de recordes. Em 2017, o melhor resultado da história, um superávit em US$ 67 bilhões, que é o saldo do que o Brasil vendeu a mais do que comprou de outros países. Segundo o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, o bom desempenho é fruto da simplificação dos procedimentos.

 

Ministro da Indústria Comércio Exterior e Serviços - Marcos Jorge: Nós estamos com um pacote de simplificação que envolve 51 medidas de desburocratização, desde o Portal Único do Comércio Exterior para que o exportador e o importador façam toda a sua operação em um único ambiente.

 

Repórter João Pedro Neto: Além disso, o país vem atraindo investimentos de outros países e maior participação de empresas privadas. Foram arrecadadas R$ 3,7 bilhões com concessões de aeroportos. No setor elétrico, leilões vão garantir mais de R$ 20 bilhões em investimentos e energia mais barata. Na área de óleo e gás, com resultado recorde no último leilão, já são cerca de R$ 18 bilhões arrecadados pelo governo em bônus desde o ano passado. Para o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, os novos investimentos já mostram resultados.

 

Ministro de Minas e Energia - Moreira Franco: Hoje, os resultados obtidos pela Petrobras são resultados que fortalecem a empresa, fortalecem a política que nós estamos vendo ser aplicadas no país. Os leilões do pré-sal têm sido leilões extremamente concorridos.

 

Repórter João Pedro Neto: De acordo com o último balanço, 74 de 175 projetos de concessões e privatizações do Governo Federal já foram concluídos em várias áreas. Reportagem, João Pedro Neto.

 

Gabriela: E você vai ouvir ainda nesta edição.

 

Nasi: Mutirões de saúde estão sendo realizados em áreas indígenas isoladas no Norte do país.

 

Gabriela: E nova lei quer incentivar o combate ao bullying nas escolas.

 

"Você na Voz do Brasil".

 

Nasi: A nossa ouvinte, Alice Morais de Oliveira, de Natal, no Rio Grande do Norte, mandou mensagem perguntando como poderia ter um apoio nos estudos para fazer a prova do Enem.

 

Gabriela: Ela explica que não tem como pagar um cursinho.

 

Nasi: Então, Alice, para ajudar pessoas como você já está no ar mais uma temporada do programa Hora do Enem, produzido pela TV Escola do Ministério da Educação.

 

Gabriela: A gente vai te dar das dicas para que você tenha acesso às aulas e até baixar pela internet, quando não puder assistir na TV.

 

Repórter Márcia Fernandes: O programa leva para a tela do computador ou da TV dicas e conteúdos para quem vai fazer o Enem. A plataforma é de graça, abertura e todo o conteúdo é produzido por educadores. O estudante Jonas Tavares tem 17 anos e sonha em cursar medicina. Ele conta que já acompanhou o programa e fez os simulados e que esse tipo de recurso ajuda muito quem busca uma vaga no ensino superior.

 

Estudante - Jonas Tavares: É um projeto importantíssimo, tem um ganho estudantil e social enorme, já que as pessoas que podem, né, pagar um curso, algo fora para estudo para o vestibular da escola, possa se preparar também de igual para igual com os outros alunos que têm mais oportunidades, né?

 

Repórter Márcia Fernandes: No programa, cada dia uma área de conhecimento é ensinada. Na segunda, por exemplo, é dia de aula de matemática, na terça aula de ciências humanas e na quarta, aula de linguagens. A exibição é às 7h, na TV Escola, com reprises à 1h da tarde e 6h da noite. A novidade neste ano é a interação, telespectadores vão poder mandam mensagens que serão lidas durante o programa. O diretor de programação da TV Escola, Cláudio Jardim, explica que a ideia é ensinar e divertir

 

Diretor de programação da TV Escola - Cláudio Jardim: A gente está procurando descontrair ainda mais para tornar mais interessante para o aluno a participação, e a percepção, e a absorção dos conteúdos durante o programa.

 

Repórter Márcia Fernandes: Além das videoaulas, o Hora Enem conta também com simulados e exercícios. Vinícius da Costa é professor de matemática e coordenador de uma escola pública no Distrito Federal. Ele acredita que os jovens devem aproveitar a tecnologia para investir no futuro e conta que o programa é democrático, por ser acessado pela internet e pela TV abertura.

 

Professor e coordenador de escola - Vinícius da Costa: A gente tem na TV aberta, né? TV Escola, exibir uma preparação, né, que os alunos... nem todo mundo tem internet, as comunidades mais carentes, nem todos os alunos têm internet em casa. Então, isso é um diferencial que ele tem, de graça, para ele poder fazer essa preparação.

 

Repórter Márcia Fernandes: Para assistir, basta sintonizar o canal da TV Escola da TV ou no Youtube. Você também pode baixar as aulas e guardar o conteúdo no seu computador. As provas do Enem serão nos dias 4 e 11 de novembro. Reportagem, Márcia Fernandes.

 

Nasi: Para saber como assistir à TV Escola aí na sua casa, acesse: tvescola.org.br E para assistir aos episódios e até baixar os vídeos você pode acessar: youtube.com/tvescola.

 

Gabriela: E se você também tem alguma dúvida sobre programas do governo, manda para a gente.

 

Nasi: Basta gravar uma mensagem e mandar para nosso e-mail: voz@ebc.com.br. Ou no nosso WhatsApp: 61-99862-7345. Vou repetir: 61-99862-7345

 

Gabriela: A nossa produção vai procurar na resposta para você. Participe.

 

"Defesa do Brasil! Defesa do Brasil! Defesa do Brasil!".

 

Nasi: Ter uma indústria forte e capaz de produzir equipamentos de defesa é fundamental para incentivar o desenvolvimento tecnológico de um país.

 

Gabriela: E o que muita gente não sabe é que o Brasil conta uma base industrial de defesa sólida, que produz equipamentos de última geração.

 

Nasi: E para levar a importância desse investimento aos brasileiros, mais precisamente às crianças, vem novidade por aí. A repórter Marina Melo adianta para a gente um novo projeto que vai ser lançado amanhã.

 

Repórter Marina Melo: Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali, personagens que fazem parte da história do Brasil vão participar de uma aventura diferente, que vai envolver submarinos, blindados de guerra, satélites e aeronaves ultramodernas. Trata-se de um almanaque especial da Turma da Mônica sobre as Forças Armadas, assinado por Maurício de Sousa, que é o criador dessa turminha tão querida por tantas gerações de brasileiros. Tudo começa quando o personagem Titi decide que quer fazer parte dos quadros das Forças Armadas. Magali, então tem a ideia de chamar o vizinho dela, seu Nestor, que é oficial das Forças Armadas. A partir daí, as crianças embarcam num universo para lá de interessante, que passa por uma explicação do que são as missões da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e dos equipamentos utilizados pelos militares para poderem cumprir suas funções de proteger o nosso país por mar, terra e ar. O almanaque é fruto com uma cooperação entre o Ministério da Defesa e a ABDI, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial. O diretor do Instituto Pandiá Calógeras do Ministério da Defesa, Oswaldo Reis, explica que o principal objetivo é fortalecer a indústria nacional de defesa.

 

Diretor do Instituto Pandiá Calógeras - Oswaldo Reis: Esse acordo de cooperação entre a ABDI, né, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, e o Ministério da Defesa, ele é parceria que é no âmbito desse acordo que visa a promoção ao fortalecimento e ao desenvolvimento da indústria brasileira de defesa.

 

Repórter Marina Melo: O presidente da ABDI, Guto Ferreira, explica que o almanaque é mais uma medida fruto da parceria da agência com o Ministério da Defesa no sentido de estimular o crescimento do setor.

 

Presidente da ABDI, Guto Ferreira: Nós passamos a discutir como engajar as novas gerações nessa cadeia industrial brasileira. E aí, a melhor forma de se engajar as novas gerações, sobretudo as mais novas, é pelo meio lúdico, e ninguém trabalha a questão lúdica melhor no Brasil que o nosso Maurício de Sousa.

 

Repórter Marina Melo: O conteúdo será distribuído para crianças em idade escolar. Mas quem já pode dar uma olhada no gibi aprovou a publicação, como é o caso do estudante Bruno Mota de dez anos de idade.

 

Cebolinha: 'Galoto espelto'.

 

Estudante - Bruno Mota: Eu achei muito legal porque eles entram num montão de veículos, tipo, avião, tanque de guerra, navios e é muito legal, né? Também é engraçado. É queria também andar no submarino, no tanque de guerra, no avião, no helicóptero. É muito legal.

 

Repórter Marina melo: Seguindo a tradição das publicações de Maurício de Sousa, o Almanaque Turma da Mônica e a Indústria Brasileira de Defesa, ensina de forma lúdica e muito bem-humorada a importância do trabalho das Forças Armadas do Brasil e será distribuído para crianças em idade escolar nas mais diversas ações voltadas o público externo da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Reportagem, Marina Melo.

 

Gabriela: As distâncias na Floresta Amazônica, muitas vezes, só são vencidas em viagens de barco que duram vários dias.

 

Nasi: Conseguir atendimento de saúde nessas condições se torna um desafio para qualquer morador da floresta.

 

Gabriela: Por isso o Ministério da Saúde leva esse atendimento às comunidades isoladas da região.

 

Nasi: Na primeira ação desde ano, realizada este mês, foram atendidas indígenas de aldeias de Rondônia e do Amazonas.

 

Repórter Raquel Mariano: Consultas médicas, exames, atendimentos odontológicos e até realização de pequenas e médias cirurgias. Na semana passada, aconteceu o primeiro mutirão de atendimento de saúde em aldeias indígenas. Os primeiros locais foram as comunidades no Médio Rio Purus, no Amazonas, e as de Porto Velho, em Rondônia. O secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Marco Antônio Toccolini, destaca que esse serviço garante atendimento especializado nas aldeias.

 

Secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde - Marco Antônio Toccolini: Nós levamos um atendimento de primeiro mundo para dentro da Amazônia, com especialidades como ginecologia, pediatria, odontologia, centros cirúrgicos para fazer pequenas e médias cirurgias, inclusive, de próteses, de cataratas, enfim, é realmente uma operação fantástica.

 

Repórter Raquel Mariano: Só no Amazonas foram realizados 3,5 mil atendimentos e 324 cirurgias. Segundo o coordenador do distrito indígena Médio Rio Purus, Carlos Galvão, esse atendimento é muito importante para os indígenas que vivem em comunidades isoladas.

 

Coordenador do distrito indígena Médio Rio Purus - Carlos Galvão: Além de ter um médico na casa deles, é saber que os médicos que vêm são médicos experientes, médicos de regiões metropolitanas e bom cirurgiões. Então, ter esses profissionais aqui, de ponta, na aldeia, para assistir esse povo isolado, não tem nem preço.

 

Repórter Raquel Mariano: E para garantir a chegada das equipes de saúde e de todo o equipamento necessário para a entendimento, o Ministério da Saúde contou também com a ajuda das Forças Armadas, como explica o secretário de saúde indígena, Marco Antônio Toccolini.

 

Secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde - Marco Antônio Toccolini: É uma operação de guerra. Marinha, Exército e Aeronáutica, eles se engajam dentro desse processo com um deslocamento logístico sem medida, porque são 40 toneladas de equipamentos que nós levamos para dentro das aldeias. Nós temos verdadeiro hospitais que são montados dentro da Floresta Amazônica para os índios que lá vivem.

 

Repórter Raquel Mariano: Os casos que exigem atendimento de alta complexidade são encaminhados para hospitais públicos das cidades mais próximas. Ainda vão ocorrer mutirões em comunidades indígenas não Maranhão e Amapá. Reportagem, Raquel Mariano.

 

Gabriela: Pode começar uma com piada e terminar até em agressão.

 

Nasi: A prática do bullying deixa a vítima traumatizada e deve ser combatida, especialmente dentro das escolas.

 

Gabriela: E uma lei, sancionada pelo Presidente Michel Temer e publicada hoje, quer justamente isso, incentivar uma conscientização dentro das salas de aula.

 

Repórter Cleide Lopes: A comerciante brasiliense Thaize Fragão, de 31 anos, conta que quando era criança sofreu muito bullying na escola. O motivo, o cabelo crespo. Ela sabe como os insultos doem.

 

Comerciante - Thaize Fragão: Na época eu sofria bastante, às vezes eu chegava em casa chorando, pedia... falava para minha mãe que eu não queria ter aquele cabelo. Me incomodava muito.

 

Repórter Cleide Lopes: O bullying é uma violência intencional e repetitiva que ocorre sem motivação evidente, praticado por um indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas, com objetivo de intimidar agredir, causando dor e angústia à vítima. Ele pode se apresentar em forma de agressão psicológica com insultos, xingamentos, apelidos pejorativos e exclusão. E, em casos mais graves, até agressão física. Para a psicóloga Múria Ribeiro, os efeitos do bullying são duradouros e podem acompanhar a vítima por toda a vida.

 

Psicóloga - Múria Ribeiro: Pode se tornar um adulto depressivo, ansioso, um adulto com sérios problemas, né?

 

Repórter Cleide Lopes: Para evitar agressões como as vivenciadas na infância, por Thaize, o Presidente Michel Temer sancionou uma nova lei de combate à prática do bullying no ambiente escolar. A legislação altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e define os estabelecimentos de ensino como responsáveis por promover medidas de conscientização, prevenção e de combate a todos os tipos de violência, como explica a coordenadora-geral de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério dos Direitos Humanos, Inajara Oliveira.

 

Coordenadora-geral de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente - Inajara Oliveira: Quando a gente fala que essa criança, que ela está na escola, que ela estaria nesse espaço seguro, é importante que ela também esteja num local que preserve todo o tipo de diferença.

 

Repórter Cleide Lopes: As escolas deverão, ainda, implantar ações voltadas à promoção de uma cultura de paz. Reportagem, Cleide Lopes.

 

Nasi: E essas foram as notícias do Governo Federal.

 

Gabriela: Uma realização da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

Nasi: Com produção da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Gabriela: Fique agora com as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite.

 

Nasi: Boa noite até amanhã.

 

"Brasil, ordem e progresso".