Ceará recebe efetivo extra da Força Nacional de Segurança

Ceará vive onda de violência protagonizada por integrantes de facções criminosas; Anatel começa a notificar 15 estados sobre bloqueio de celulares; Caixa vai manter juros baixos em financiamentos habitacionais para quem tem renda inferior; Bolsonaro sanciona lei que permite criação de fundos patrimoniais.

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Transcrição

O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou, na noite desta segunda-feira, o envio de um efetivo extra de agentes da Força Nacional de Segurança para o Ceará.

 

O estado vive há cinco dias uma onda de violência, protagonizada por integrantes de facções criminosas, que resultou em mais de 150 ataques a prédios públicos, estabelecimentos comerciais, veículos e equipamentos de segurança.

 

As ocorrências foram notificadas em cerca de 37 municípios, incluindo a capital. Desde sábado, dia cinco, 330 homens da Força Nacional patrulham as ruas da região metropolitana de Fortaleza. Agora, o contingente será elevado para 406 agentes, bem como um total de 96 viaturas.

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começou nesta segunda-feira, dia 7 de janeiro, a notificar usuários de 15 estados nas regiões Nordeste, Sudeste e Norte sobre o bloqueio de celulares irregulares. A medida será adotada no dia 24 de março e vai atingir aparelhos adquiridos a partir desta segunda-feira.

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, comentou nesta segunda-feira , dia 7 de janeiro, que deverá reajustar com base no cobrado pelo mercado os juros destinados aos trabalhadores de classe média que optam pelo financiamento habitacional. Porém, os juros mais baixos serão mantidos para quem tem renda inferior.

Segundo o presidente da Caixa, os juros menores estarão garantidos nas operações do programa Minha Casa Minha Vida, que subsidia imóveis para a população de baixa renda.

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou nesta segunda-feira dia 7 de janeiro, a lei que permite a criação de fundos patrimoniais como forma de incentivar doações privadas a projetos de interesse público. Com a decisão, as áreas de educação, ciência, tecnologia, pesquisa e inovação, cultura, saúde, meio ambiente, assistência social e esporte serão fortalecidas.

Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, Suzette Calderon