Conferência sobre Status da Mulher, na ONU, terá participação da ministra Damares Alves

Delegação brasileira liderada pela ministra, é composta por representantes do ministério, do Itamaraty e das bancadas femininas no Congresso Nacional; Ministro Santos Cruz e presidente da Funai visitam obras de indígenas do Médio Xingu; Estudo do Ministério da Saúde mostra taxas de óbito por AVC e doenças cardíacas em mulheres.

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Transcrição

A sexagésima terceira Conferência sobre o Status da Mulher – CSW, na sigla em inglês – na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, Estados Unidos, terá a participação da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, a partir desta segunda-feira, dia 11 de março.

 

A ministra participa à tarde da mesa redonda de alto nível que discute o trabalho doméstico e não-remunerado. Na terça-feira, dia 12 de março, discursa no debate geral.

 

A delegação brasileira, liderada pela ministra, é composta por representantes do ministério, do Itamaraty e das bancadas femininas no Congresso Nacional.

 

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O ministro da Secretaria de Governo, general Santos Cruz, e o presidente da Funai, Flanklimberg de Freitas, visitam nesta segunda-feira, dia 11 de março, as obras de compensação aos indígenas da região do Médio Xingu realizadas pela empresa Norte Energia, responsável pela hidrelétrica de Belo Monte em Altamira, no Pará. Nesta terça-feira, dia 12 de março, a comitiva visita a Coordenação Regional da Funai em Altamira.

 

A visita do ministro Santos Cruz e do presidente da Funai, foi solicitada pelos indígenas no mês passado durante reunião no Palácio do Planalto para dialogar com o Governo Federal acerca das reivindicações que os levaram à manifestação na BR 230, sentido Altamira/Belém, no dia 17 de janeiro.

 

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Foi divulgado na última sexta-feira, dia 8 de março, estudo do Ministério da Saúde sobre taxas de óbito por AVC e doenças cardíacas em mulheres. De acordo com o estudo, entre 2010 e 2016, as taxas de mortalidade por Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Doenças Cardíacas Isquêmicas, em mulheres, com idades entre 30 a 69 anos, caíram em 11% e 6,2%, respectivamente.

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Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, Suzette Calderon