SUS garante atendimento gratuito para dependentes de álcool

No Brasil, esse atendimento é realizado de maneira gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como parte da Política Nacional de Saúde Mental; Mais de 1 mil e 800 crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil foram resgatadas em 2018; governo federal vai acompanhar a saúde dos profissionais que trabalharam no resgate das vítimas de Brumadinho-MG.

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Transcrição

 

Em todo o planeta, o uso nocivo do álcool é responsável por 3 milhões de mortes por ano, ou 5,3% de todos os óbitos registrados. Nas pessoas com idade entre 20 e 39 anos, esse índice é ainda superior: 13,5% do total de mortes são atribuíveis ao álcool. Os dados são de estudo publicado no ano passado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

De acordo com a entidade, estima-se que, globalmente, 237 milhões de homens e 46 milhões de mulheres sofram com transtornos relacionados ao consumo de álcool. Para a OMS, mais de 200 doenças e lesões têm como fator causal o uso excessivo do álcool.

 

Diante de dados tão preocupantes, é essencial que exista uma ampla rede de apoio às pessoas que sofrem com o alcoolismo. No Brasil, esse atendimento é realizado de maneira gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como parte da Política Nacional de Saúde Mental.

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Mais de 1 mil e 800 crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil foram resgatadas em 2018 pelas equipes de auditoria fiscal do trabalho. No decorrer do ano foram cerca de 7 mil e 700.

 

Os tipos de trabalho infantil mais comuns encontrados nas ações de fiscalização são atividades em lava-jatos, oficinas mecânicas e borracharias. Auditores encontraram menores em funções consideradas prejudiciais à moralidade – como a venda a varejo de bebidas alcoólicas.

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O governo federal vai acompanhar a saúde dos profissionais que trabalharam no resgate das vítimas da região de Brumadinho-MG. De acordo com o porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros, os cerca de mil profissionais que trabalharam nas ações de resgate e de busca serão acompanhados pelos próximos 20 anos.

 

Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, Suzette Calderon