Ministério da Saúde altera sistema de compras para evitar falta de medicamentos na rede pública

Medidas emergenciais também foram adotadas para garantir o abastecimento imediato, como remanejamento de estoques e antecipação da entrega de medicamentos por laboratórios com contratos vigentes

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Transcrição

O ministério da Saúde informa que está alterando os processos de compra de medicamentos para que não ocorra falta de remédios na rede pública de saúde .

Desde janeiro de 2019, os técnicos do ministério da Saúde estão se dedicando para a regularização do abastecimento em todo o país.

Várias ações estão sendo implementadas para organizar o planejamento das compras e otimizar os fluxos processuais.

Entre essas ações está a ampliação dos processos de licitação de compra para abastecimento de, no mínimo, um ano, o que dará uma melhor condição de manter os estoques de medicamentos.

No último mês, medidas emergenciais também foram adotadas para garantir o abastecimento imediato, como remanejamento de estoques e antecipação da entrega de medicamentos por laboratórios com contratos vigentes.

Para melhorar a organização de estoques a longo prazo, o Ministério da Saúde também busca junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) autorização para ampliar para até cinco anos a renovação anual de contratos de compras de medicamentos, principalmente, de uso contínuo, como imunossupressores usados para reduzir o risco de rejeição ao órgão após realização de transplante.