Fazer a fila de registros andar traz defensivos mais eficientes e menos tóxicos, explica ministra

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse hoje que a aprovação de novos registros de defensivos agrícolas faz com que sejam disponibilizados produtos mais eficientes e menos tóxicos. Em café da manhã com jornalistas, ela explicou a necessidade de fazer a fila de registros andar no Brasil. A ministra lembrou que o país é o único do mundo que, pela legislação, não pode registrar nenhum produto mais tóxico ou igual ao que já existe no mercado. Ela também voltou a garantiu que os alimentos produzidos no Brasil são seguros e criticou as comparações da agricultura brasileira com a de outros países. Outro fato destacado pela ministra foi o de que o Brasil exporta seus alimentos para 162 países, que são avaliados constantemente. Dos 262 produtos registrados este ano, apenas 7 são novos, com dois novos ingredientes ativos (sulfoxaflor e florpirauxifen-benzil). Os demais são classificados como equivalentes, ou genéricos. Nos últimos três anos, foram quebradas 27 patentes de produtos registrados. A legislação atual exige que seja feita a abertura de mercado quando a patente expira, e isso traz queda de preços nos custos agrícolas.

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