13/04 - Robôs podem ajudar médicos a reduzir contato direto com pacientes

Para dar suporte em algumas funções e reduzir o contato direto com pacientes, pesquisadores do campus São Carlos, da Universidade de São Paulo, estão desenvolvendo um robô capaz de funcionar de forma autônoma, na linha de frente da luta contra o coronavírus. Saiba mais nesta reportagem de Beatriz Evaristo.

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Duração: 2m35s




Transcrição

Estresse, cansaço e exaustão. Palavras que poderiam estar escritas nos prontuários de muitos profissionais de saúde que atuam na linha de frente da luta contra o coronavírus.

 

Para dar suporte em algumas funções e reduzir o contato direto com pacientes, pesquisadores do campus São Carlos, da Universidade de São Paulo, estão desenvolvendo um robô capaz de funcionar de forma autônoma como explica a doutoranda Daniela Ridel.

 

Construído no Laboratório de Robótica Móvel do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação, a equipe, que conta com mais cinco pesquisadores, caminha em duas frentes. A primeira, auxiliar na distribuição de remédios e alimentos a doentes em hospitais.

 

A outra aplicação do robô é a telepresença, como explica a pesquisadora Daniela Ridel. Os mecanismos que fazem o robô funcionar já estão prontos. Mas, para concluir o da telepresença ainda faltam alguns equipamentos. Para isso, o grupo precisa de investidores interessados no projeto. Já para a entrega de alimentos e remédios, ainda faltam os testes em um ambiente hospitalar para ajustar os sensores.