Força-Tarefa e Intervenção penitenciária vão atuar no sistema presidiário do RS

De acordo com Portaria do Ministério da Justiça, publicada hoje no Diário oficial da União, o trabalho será feito em apoio aos órgãos do governo do estado; Secretaria Especial de Saúde Indígena capacita secretários executivos de Conselho Distritais de Saúde; Governo federal deve investir R$10 milhões através do CNPq em pesquisas para o corobnavírus.

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Transcrição

A partir desta terça-feira , dia 3, a Força-Tarefa e Intervenção Penitenciária começa a atuar, no sistema penitenciário do Rio Grande do Sul.

 

De acordo com Portaria do Ministério da Justiça, publicada hoje no Diário oficial da União, o trabalho será feito em apoio aos órgãos do governo do estado.

 

A presença da força-tarefa será no período de 60 dias , até 2 de maio, apoiando o estado nas atividades de instrução, adestramento, nivelamento de procedimentos e apoio nos serviços de guarda, vigilância e custódia de presos.

 

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A Secretaria Especial de Saúde Indígena vai capacitar secretários executivos de Conselhos Distritais de Saúde Indígena nos 34 Distritos Especiais de todo o país.

 

Além de receberem orientações sobre as atribuições, os profissionais também vão ser preparados para que possam atuar como Ouvidores do SUS especializados em Saúde Indígena.

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O governo federal deve investir 10 milhões de reais através do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em pesquisas voltadas para o mapeamento e sequenciamento do novo coronavírus. A informação é do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes.

 

 

Segundo o ministro, o valor ainda é uma previsão e deve ser aplicado em 2020.

 

A informação foi divulgada após teleconferência sobre o novo coronavírus com ministros de Ciência e Tecnologia de outros oito países (Alemanha, Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos, Índia, Inglaterra, Itália, Japão e Nova Zelândia).

 

 

Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, América Melo