Governo lança Programa Água nas escolas

E mais : A partir desta terça-feira (3), os estudantes que querem concorrer a uma vaga no ensino público superior por meio do Sisu, Sistema de Seleção Unificada, já podem se inscrever pela internet; Pesquisadores brasileiros conseguiram, pela primeira vez, detectar a presença do coronavírus em retinas. O estudo pode contribuir para compreender melhor a dinâmica do vírus e as sequelas em pacientes infectados.

audio/mpeg 03-08-20 - É NOTICIA EM 2 MIM - DILSON SANTA FÉ - 2m - FINALIZADO 000.mp3 — 2837 KB

Duração: 2:01s




Transcrição

Foi lançado, nessa segunda-feira (2), pelo governo federal, o Programa Água nas Escolas, que prevê, na primeira etapa, a construção de 2 mil cisternas em estabelecimentos de educação nas zonas rurais e de periferia.

 

A expectativa é atender mais de 100 mil alunos em cerca de 350 cidades da Região Nordeste.

 

O programa terá investimento de 60 milhões de reais e será realizado em parceria com o BNDES, Banco Nacional do Desenvolvimento, e a Fundação Banco do Brasil.

 

Na cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro ressaltou a importância do programa para a população da região que será beneficiada.

Xxxxxxxxxxxxxxxxxxx

A partir desta terça-feira (3), os estudantes que querem concorrer a uma vaga no ensino público superior por meio do Sisu, Sistema de Seleção Unificada, já podem se inscrever pela internet.

 

Nesta edição do segundo semestre de 2021 serão ofertadas 62 mil 365 vagas em 70 instituições públicas de ensino superior. As inscrições vão até o dia 6 de agosto.

 

Podem participar os estudantes que fizeram a prova do último Enem, Exame Nacional do Ensino Médio, e não tiveram nota zero na redação.

 

O Ministério da Educação instruiu as instituições de ensino superior participantes do Sisu a oferecerem computadores com acesso à internet para que os estudantes interessados possam fazer suas inscrições.

 

Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Pesquisadores brasileiros conseguiram, pela primeira vez, detectar a presença do coronavírus em retinas. O estudo pode contribuir para compreender melhor a dinâmica do vírus e as sequelas em pacientes infectados.

 

A pesquisa é conduzida pela Unifesp, Universidade Federal de São Paulo, e a UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, com recursos da rede financiada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

 

 

Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, Dilson Santa Fé