Fies vai ter oferta de 100 mil vagas em 2020

E mais: cheque especial terá juros limitados a partir desta segunda-feira (6); Grupo de Lima diz em nota que Assembleia Nacional tem direito constitucional de reunir-se sem intimidações

audio/mpeg 06-01-20 - É NOTICIA EM 2 MINUTOS - 2M24S - FINALIZADO - DISON SANTA FE.mp3 — 2259 KB

Duração: 2m24s




Transcrição

 

 

Assim como no ano passado, neste ano o Fies terá uma edição nos dois semestres.

 

No primeiro, as inscrições, ficarão abertas de

5 de fevereiro até as 23h59 de 12 de fevereiro. Os interessados devem acessar o site do programa e fazer um cadastro vinculado ao seu CPF.

 

Criado em 2001, o Fies, Fundo de Financiamento Estudantil, é um programa do Ministério da Educação que tem como objetivo financiar, com juro real zero, no mínimo 50% da mensalidade em cursos de universidades particulares para estudantes de baixa renda. Em 2020, a oferta do programa é de 100 mil vagas. As inscrições são gratuitas.

 

Pode se candidatar o estudante de família com renda familiar bruta mensal de até três salários mínimos e que tenha realizado qualquer edição do Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, desde 2010, desde que tenha obtido ao menos 450 pontos de nota média. O candidato também não pode ter zerado a redação.

………………………………..

 

Modalidade de crédito com taxas que quadruplicam uma dívida em 12 meses, o cheque especial terá juros limitados a partir desta segunda-feira. Os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.

 

 

A limitação dos juros do cheque especial foi decidida pelo Conselho Monetário Nacional, no fim de novembro. Os juros do cheque especial encerraram novembro em 12,4% ao mês, o que equivale a 306,6% ao ano.

 

Ao divulgar a medida, o Banco Central (BC) explicou que o teto de juros pretende tornar o cheque especial mais eficiente e menos regressivo e, ainda, menos prejudicial para a população mais pobre.

 

……………………….

 

Os governos da Bolívia, do Brasil, do Canadá, do Chile, da Colômbia, da Costa Rica, da Guatemala, da Guiana, de Honduras, do Panamá, do Paraguai, do Peru, de Santa Lúcia e da Venezuela, países que formam o Grupo de Lima, condenam o uso da força pelo regime de Nicolás Maduro para impedir que os deputados da Assembleia Nacional pudessem ingressar livremente na sessão, realizada nesse domingo, 5 de janeiro, para eleger a Mesa Diretora.

 

Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, Dilson Santa Fé