Compra de respiradores que não funcionam é investigada pelo MPF

O estado do Pará adquiriu 152 respiradores importados da China. Cada máquina teria custado 126 mil reais; AGU está atuando para garantir o pagamento de 740 mil reais a terceirizados durante a Covid-19; Mais 116 leitos de UTI são habilitados pelo Ministério da Saúde, nos estados do Rio de Janeiro, Amapá, Tocantins e Mato Grosso do Sul.

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Transcrição

Compra de respiradores que não funcionam pelo governo do Pará está sendo investigada pelo Ministério Público Federal.

 

O estado adquiriu 152 respiradores importados da China. Cada máquina teria custado 126 mil reais, a um custo total de 50 milhões.

 

As máquinas chegaram com uma deficiência técnica que impede o uso para pacientes de Covid-19. Elas seriam instaladas em seis hospitais do estado.

 

Todos os equipamentos comprados da China apresentaram defeitos na hora da instalação e serão devolvidos ao fabricante.

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A Advocacia Geral da União está atuando para garantir o pagamento de 740 mil reais a terceirizados durante a Covid-19.

 

São verbas trabalhistas devidas a funcionários terceirizados de empresas contratadas por diversas autarquias e fundações públicas federais.

 

Nas ações, a Advocacia-Geral pede o bloqueio dos créditos atuais e futuros das empresas e, também, que a Justiça autorize as entidades a utilizarem os valores bloqueados para pagamento dos empregados terceirizados que lhe prestaram serviços.

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Mais 116 leitos de UTI são habilitados pelo Ministério da Saúde, exclusivamente para pacientes graves do coronavírus, nos estados do Rio de Janeiro, Amapá, Tocantins e Mato Grosso do Sul.

 

Cada um dos leitos receberá diária de mil e 600 reais, o dobro do valor pago normalmente. Essas habilitações somam um investimento de mais 16 milhões e 700 mil reais, pagos em parcela única aos estados e municípios beneficiados.

 

O repasse de recursos em dobro para custear estas internações está garantido pelo prazo de 90 dias. Para mais informações, acesse www.saude.gov.br

 

 

Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, Luciano Barroso.