Desemprego afeta 29,5% de quem está formado em até três anos

Pesquisa revela que as pessoas que concluíram a graduação ainda não conseguiram o primeiro emprego; Rio de Janeiro ainda precisa vacinar cerca de 2 milhões de pessoas contra o sarampo;.

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Transcrição

Pesquisa conclui que desemprego afeta 29,5% de quem se formou há até 3 anos.

 

De acordo com a pesquisa, as pessoas que concluíram a graduação ainda não conseguiram o primeiro emprego, e as que terminaram o curso há mais tempo, um total de OITO vírgula OITO por cento, não entraram no mercado de trabalho.

 

As informações são da Pesquisa de Empregabilidade do Brasil, divulgada nessa quinta-feira, dia 12, pelo Instituto Semesp. A Semesp é uma entidade que representa mantenedoras de ensino superior no Brasil.

 

A pesquisa traz dados também sobre a empregabilidade dos que saíram de instituições públicas e privadas de todo o país, revelando a eficiência do diploma de graduação em termos de rentabilidade e sucesso dos profissionais.

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Mesmo com o fim da campanha de vacinação contra o sarampo nesta sexta-feira, dia 13, o Rio de Janeiro ainda precisa vacinar cerca de 2 milhões de pessoas para cumprir a meta estabelecida de proteger o estado contra a doença.

 

Segundo a Secretaria estadual de Saúde, ao todo, 1 milhão de pessoas foram vacinadas, o que corresponde a um terço da meta de 3 milhões do governo do estado.

 

A campanha começou no dia 13 de janeiro e mobilizou os 92 municípios fluminenses. A faixa etária recomendada para a vacinação é de 6 meses de idade aos 59 anos, mas as crianças fazem parte do grupo mais vulnerável, representando cerca de 60% dos casos.

 

Nesta sexta-feira, termina também a Campanha Nacional de Vacinação voltada para crianças e jovens com idade entre 5 e 19 anos. A campanha estadual, no Rio, tem uma abrangência maior, convocando também bebês e adultos para tomar a vacina.

 

As pessoas ainda podem se imunizar, mesmo com o fim da campanha. A vacina é fornecida pelo Ministério da Saúde e está disponível gratuitamente nos postos de saúde municipais durante todo o ano, conforme prevê o calendário nacional de imunização.

 

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Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, José Carlos Andrade