Prorrogado emprego da Força Nacional na Amazônia Legal

A Força Nacional de Segurança Pública trabalhará em conjunto com as Forças Armadas, órgãos de segurança Pública e entidades públicas de proteção ambiental; Ministra Damares Alves visita cidades ribeirinhas do Pará para entrega de cestas básicas; O Brasil Conta Comigo, recebe médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, para apoiar o enfrentamento à pandemia em todo o país.

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Transcrição

Foi prorrogado, pelo Ministério da justiça, até o dia 10 de julho, o emprego da Força Nacional de Segurança Pública nas ações de fiscalização e repressão a crimes ambientais e combate a incêndios florestais e queimadas na Amazônia Legal.

 

A portaria que prevê a medida foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, dia 15.

 

Está prevista a possibilidade de nova prorrogação dessas ações, caso seja necessário.

 

A Força Nacional de Segurança Pública trabalhará em conjunto com as Forças Armadas, órgãos de segurança Pública e entidades públicas de proteção ambiental.

 

A Amazônia Legal abrange 61% do território nacional e é integrada por nove estados pertencentes à bacia amazônica.

 

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A ministra da Mulher e dos Direitos Humanos, Damares Alves, visita, nesta segunda-feira, dia 15, as cidades de Afuá e Muaná, ambas na Ilha do Marajó, no Pará. Ela vai participar diretamente da entrega de cestas básicas às comunidades ribeirinhas.

 

Afuá tem 40 mil habitantes, que já aguardavam a visita desde domingo.

 

Com 200 militares a bordo, o Navio Auxiliar Pará transportou até o Marajó as 16 mil cestas básicas que serão doadas - fruto de uma parceria do governo federal com uma rede de supermercados e a Associação Paulista de Atacadistas e Supermercadistas.

 

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Por meio da estratégia O Brasil Conta Comigo, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, entre outras categorias, se inscreveram para apoiar o enfrentamento à pandemia em todo o país.

 

A ação já recebeu 978 mil cadastros de profissionais de saúde interessados em atuar na linha de frente no combate à Covid-19.

 

Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, Dilson Santa Fé