Saúde monitora crianças que tomaram dose errada de vacina na Paraíba

E mais: Inep conclui reaplicação do Enem 2012; Governo federal vai repassar cerca de R$ 27 milhões para fortalecer Atenção Primária à Saúde de populações quilombolas

audio/mpeg 17-01-2022 - E NOTICIA EM 2 MINUTOS ANA PIMENTA.mp3 — 2662 KB

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Transcrição

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, visitou nesta segunda-feira (17) o município da Lucena, na Paraíba, onde crianças foram vacinadas com doses da vacina da Covid-19 para adultos.

O ministro afirmou que o governo federal está acompanhando a situação das crianças, e que não houve, até agora, qualquer reação adversa.

O Ministério da Saúde monitora todas as reações da vacina da Covid-19 em crianças e adultos, e lembra que é responsabilidade dos gestores municipais do SUS repassar as informações ao governo federal.

Também é responsabilidade dos municípios fazer o armazenamento correto, acompanhar a validade dos frascos e seguir as regras de aplicação das doses.

O esquema vacinal da covid em crianças de 5 a 11 anos tem intervalo de oito semanas, em duas doses de 0,2 ml. A tampa do frasco tem a cor laranja.

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O Inep, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, terminou nesse domingo a reaplicação do Enem 2021, o Exame Nacional do Ensino Médio.

Os resultados do Enem 2021 serão divulgados no dia 11 de fevereiro. Os treineiros, que são os candidatos que fazem as provas apenas para testar os conhecimento, vão receber os resultados 60 dias depois.

Os resultados do Enem são usados para ingresso em faculdades pública e privadas, no Brasil e no exterior.

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O Ministério da Saúde vai repassar para os estados cerca de 27 milhões de reais para fortalecer a Atenção Primária à Saúde das populações quilombolas.

O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara, na comunidade quilombola de União dos Palmares, em Alagoas.

Os recursos serão utilizados em diversas ações, entre elas o cadastramento dessa população no SUS, o Sistema Único de Saúde.  Os dados são fundamentais para melhorar o atendimento dos quilombolas, além de aperfeiçoar a gestão do dinheiro que é investido na saúde.

Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília,

Ana Pimenta