Ampliado prazo de matrícula de quem for selecionado pelo Sisu

E mais: Anvisa regulamenta autoteste de detecção de Covid-19; Publicado decreto que garante acesso à internet na edução básica pública.

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Transcrição

 

 

O Ministério da Educação alterou o cronograma do primeiro processo seletivo de 2022 do Sisu, Sistema de Seleção Unificada, para dar mais tempo para quem foi selecionado para uma vaga no ensino superior público possa se matricular.

O período de inscrição no processo seletivo, no entanto, continua o mesmo. As inscrições serão abertas no dia 15 de fevereiro e podem ser feitas até as 23h59 do dia 18 de fevereiro. O resultado sairá no dia 22 de fevereiro.

Já o novo período para matrícula ou registro acadêmico dos selecionados na chamada única será de 23 de fevereiro a 8 de março. Pelo decreto anterior, o prazo terminaria no dia 28 de fevereiro.

Com essa mudança, também foi ampliado o período para participar da lista de espera do Sisu, que passa a ser de 22 de fevereiro a 8 de março. O resultado da convocação por meio da lista de espera ocorrerá a partir do dia 10 de março.

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A Diretoria Colegiada da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, aprovou nesta sexta-feira a resolução com os requisitos e procedimentos para a solicitação de registro, distribuição, comercialização e utilização de autotestes para detecção do Sars-CoV-2.

Com a aprovação, será permitida a venda de autotestes diretamente ao consumidor por farmácias e estabelecimentos de saúde licenciados para comercializar dispositivos médicos. Já a oferta pela internet, por meio de sites que não sejam de farmácias ou outro estabelecimento de saúde, está proibida.

Para vender o autoteste, as empresas habilitadas terão que registrar o produto na Anvisa.

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Foi editado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, decreto que garante o repasse para a oferta de acesso à internet a alunos e professores da educação básica pública.

A conexão à internet com fins educacionais foi instituída pela Lei 14.172, de 2021, que prevê a destinação, pela União, aos estados e ao Distrito Federal, de R$ 3,5 bilhões, em virtude da calamidade pública decorrente da Covid-19.

 

Da Rede Nacional de Rádio, em Brasília, Lana Cristina