Agricultores de Rondônia recebem 350 títulos fundiários ao custo de R$40 milhões

Ministério da Agricultura e governo de Rondônia anuncia em videoconferência, primeira etapa da entrega de títulos fundiários; Ações de saneamento recebem mais R$45 milhões para obras de abastecimento de água, esgotamento sanitário, saneamento integrado e outros; CGU, PF, MPF e RFB participam da Operação Sangria;

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Transcrição

Agricultores de Rondônia recebem 350 títulos fundiários ao custo de R$40 milhões. O Ministério da Agricultura e o governo de Rondônia anunciaram em videoconferência, a primeira etapa da entrega de títulos, por meio do Programa Nacional de Crédito Fundiário – Terra Brasil, para pequenos agricultores.

 

De acordo com a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, é muito grande a responsabilidade de todos os parceiros envolvidos na entrega dos títulos fundiários, para que dê renda, frutos, dignidade e melhoria da qualidade de vida para os agricultores.

 

Para o secretário estadual de Agricultura, Evandro Padovani, o programa de Crédito Fundiário funciona bem e é estratégico porque combate a pobreza, o êxodo rural, distribui renda para famílias rurais e promove o desenvolvimento econômico sustentável da Amazônia.

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Governo Federal repassa mais R$45 milhões para ações de saneamento, garantindo continuidade de obras e projetos em 19 estados e no Distrito Federal.

 

As obras de abastecimento de água, esgotamento sanitário, saneamento integrado, manejo de águas pluviais, além de elaboração de estudos e projetos e gestão dos serviços é de responsabilidade dos estados e municípios. Os pagamentos são realizados de acordo com a execução dos serviços.

 

Segundo o ministro Rogério Marinho, é importante o empenho do MDR e de governos estaduais e municipais, mesmo meio à pandemia, dando seguimento a obras e projetos, garantindo empregos e proporcionando mais qualidade de vida às famílias brasileiras.

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A Controladoria-Geral da União participa, nesta terça-feira (30), da Operação Sangria junto à Polícia Federal, Ministério Público Federal e a Receita Federal, com o objetivo de apurar irregularidades em contratos celebrados por dispensas de licitação, em caráter emergencial, pela Secretaria de Saúde do Amazonas.

 

As investigações apontam que a Secretaria de Saúde do Amazonas pagou quase R$3 milhões a uma loja de vinhos por 28 ventiladores pulmonares destinados ao tratamento de infectados pelo novo coronavírus.

 

Além da aquisição em valores muito superiores aos de mercado, os equipamentos foram considerados "inadequados" para pacientes com Covid-19, segundo o Conselho Regional de Medicina do Amazonas.

 

Da Rede Nacional de Rádio em Brasília, Luciano Barroso.