Programa Criança Feliz amplia público-alvo

O Ministério da Cidadania autorizou os municípios a incluírem crianças do Cadastro Único como prioridade no atendimento e não apenas aquelas que fazem parte do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

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Transcrição

Quatrocentas e vinte mil crianças em vulnerabilidade social poderão ser incluídas no Programa Criança Feliz, além das três milhões que atualmente já são elegíveis ao programa. Por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União, o Ministério da Cidadania autoriza os municípios a incluírem crianças do Cadastro Único como prioridade no atendimento. Até então, só poderiam participar aquelas que fazem parte do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A nova regra passa a valer na data em que o programa, criado em 5 de outubro de 2016, completa mil dias. Atualmente, por meio do programa, mais de 18 mil visitadores domiciliares em todo o país orientam as famílias semanalmente sobre como estimular o desenvolvimento infantil das crianças até os três anos de idade, e até os seis anos daquelas com deficiência. As gestantes também recebem atendimento.

Beneficiária do Bolsa Família, Paula Andressa Silva mora em Morrinhos, Goiás, e teve atendimento pelo programa para a Iracema, hoje com quatro anos, e para a Paolla, de dois anos. Ela conta o que mudou no ambiente familiar após receber a visitadora do Criança Feliz – situação que está sendo ampliada para as famílias do Cadastro Único.

Para o secretário Especial de Desenvolvimento Social, Lelo Coimbra, a alteração é uma forma de apoiar as famílias a saírem da vulnerabilidade social.

 

O Criança Feliz é um programa que integra as áreas da Saúde, Assistência Social, Educação, Justiça, Cultura e Direitos Humanos.

 Reportagem: André Luiz Gomes.