Ministério da Saúde inicia a pesquisa Vigitel 2021

Levantamento mede os fatores de risco e de proteção para doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e relacionadas ao coração.

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Transcrição

Quem tiver 18 anos ou mais poderá receber uma ligação do Ministério da Saúde e participar da principal pesquisa no país que mede os fatores de risco e de proteção para doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e relacionadas ao coração. 

 

 

A coleta de dados, iniciada no dia dez de setembro é para a Vigitel 2021, Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.

 

 

Nesta edição, a Pesquisa Vigitel está sendo realizada por meio de uma parceria entre a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e aOpas, Organização Panamericana de Saúde.

 

 

Até o final do ano, 27 mil brasileiros adultos que possuem telefone fixo, residentes nas 26 capitais e no Distrito Federal, serão entrevistados, a fim de se conhecer a frequência de comportamentos de risco e para as doenças crônicas não transmissíveis no Brasil.

 

Considerando a necessidade de se obter informação no período da pandemia,  a Vigitel 2021 também investigará questões sobre morbidade, internação e vacinação para a Covid-19, além de perguntas sobre as doenças crônicas que são monitoradas desde sua primeira edição em 2006, como diabetes, câncer, doenças cardiovasculares, além do tabagismo, alimentação não saudável, inatividade física e consumo de bebidas alcóolicas. A duração média da entrevista é de 12 minutos.

 

 

Os dados cadastrais dos usuários de serviços de telefonia foram compartilhados pela Anatel Agência Nacional de Telecomunicações com o Ministério da Saúde, sob um processo rigoroso para atendimento às condições exigidas pela Lei Geral de Proteção de Dados , que garante o sigilo e protege a privacidade de dados da população.

 

 

Em caso de dúvida, basta ligar para o Disque Saúde 136, para ter acesso a mais informações sobre o estudo.

 

Da Rede Nacional De Rádio em Brasília