Banco Nacional de Perfis Genéticos contribui para 1.977 investigações criminais no Brasil

O dado consta do relatório semestral da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos.

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Duração: 1m18s




Transcrição

O Banco Nacional de Perfis Genéticos auxiliou 1.977 investigações criminais no Brasil, incluindo crimes contra a vida, crimes sexuais e crime organizado. 

 

É o que aponta o relatório semestral da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos. 

 

 

O resultado representa um crescimento de 30% se comparado ao último relatório, divulgado em maio deste ano.

 

 

De acordo com o documento, que traz informações coletadas entre os meses de maio e novembro, o estado com maior contribuição absoluta de perfis genéticos é São Paulo , seguido por Pernambuco , Goiás e Rio Grande do Sul .

 

Os números revelam o comprometimento dos estados integrantes da Rede na alimentação do Banco Nacional de Perfis Genéticos por meio da coleta de material biológico de condenados por crimes no país.

 

 

Atualmente, a Rede Nacional de Perfis Genéticos conta com 20 laboratórios estaduais, um do Distrito Federal e um da Polícia Federal. 

 

No período de 28 de maio a 28 de novembro, o Banco Nacional de Perfis Genéticos teve um incremento de 9.764 perfis genéticos, aumento de 12% comparado ao último semestre.