Em que lugar do país o cinto de segurança é mais usado?

A Pesquisa Nacional de Saúde 2019 mostra os índices, por unidade da Federação, no respeito à lei que determina o uso do dispositivo de segurança. Em acidentes de trânsito, a falta do cinto de segurança pode levar a sequelas irreversíveis, como explica a responsável pelo Programa de Prevenção de Acidentes da Rede de Hospitais Sarah Kubitschek.

audio/mpeg 21-06-21 - MINUTO IBGE - CINTO DE SEGURANÇA.mp3 — 1613 KB

Duração: 1m43s




Transcrição

O uso do cinto de segurança é uma das principais formas de prevenção e de redução da gravidade de lesões decorrentes de acidentes de trânsito. A socióloga responsável pelo Programa de Prevenção de Acidentes da Rede de Hospitais Sarah Kubitschek, Helena Vasconcellos, reforça a importância do equipamento.

“A maioria dos pacientes vítimas de trânsito internados na Rede Sarah em 2019 e 2020 teve uma lesão medular. As sequelas atingem a capacidade de andar, o controle de urina e intestino, a respiração e a função sexual. O não uso do cinto de segurança pode levar a sequelas irreversíveis, além de impactos financeiros e emocionais para o acidentado e sua família.”

Segundo o IBGE, o Distrito Federal é a unidade da Federação com maiores percentuais de uso de cinto de segurança. Enquanto a média brasileira de uso no banco da frente foi de 79%, na capital do país chegou a 93%. Já no banco de trás, o percentual de uso do cinto de segurança foi de 78% no Distrito Federal, ficando também acima da média brasileira, de 54%. Os dados são da Pesquisa Nacional de Saúde 2019.