Paraná lidera geração de empregos formais no Sul do país

O estado criou 41.616 novos postos de trabalho em fevereiro de 2021. O ministro Paulo Guedes e o secretário Bruno Bianco comentaram os resultados. Ouça agora!

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Transcrição

O estado do Paraná encerrou fevereiro com saldo positivo na geração de empregos formais. Foram criados 41.616 novos postos de trabalho, um aumento de 1,50% em relação a janeiro. O saldo de fevereiro de 2021 foi resultado de 146.014 admissões e 104.398 desligamentos. Os dados são do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério da Economia nesta terça-feira (30/3).

Setores

Todas as atividades econômicas apresentaram saldo positivo no estado. O setor de serviços foi o grande destaque, com a geração de 17.819 novos postos de trabalho formais. Seguido pela indústria, que criou 9.411 novas vagas de empregos. O terceiro maior crescimento ocorreu no comércio, com a criação de 8.302 postos de trabalho.

Região

Todos os estados da região Sul apresentaram saldo positivo, com a geração de 105.197 empregos formais. O destaque é para o estado Paraná seguido por Santa Catarina, com 33.994 novos postos, e Rio Grande do Sul, com 29.587. 

Nacional

O país registrou saldo positivo de 401.639 postos de trabalho formal. O resultado de fevereiro decorreu de 1.694.604 admissões e de 1.292.965 desligamentos. O estoque (quantidade total de vínculos celetistas ativos em fevereiro de 2021) contabilizou 40.022.748 vínculos, o que representa uma variação de 1,01% em relação ao estoque do mês anterior.  No acumulado de 2021, o Brasil apresentou saldo de 659.780 empregos, resultante de 3.269.417 admissões e de 2.609.637 desligamentos.

“Os recordes na geração de empregos em janeiro e fevereiro são sinais claros de que a economia está se reativando”, afirmou o ministro Paulo Guedes, destacando ainda que fevereiro é um mês mais curto. O ministro reiterou sua defesa da vacinação em massa como forma de possibilitar um retorno seguro ao trabalho, principalmente para os mais vulneráveis, “os 40 milhões de brasileiros invisíveis” que estão na informalidade. “Esse resultado ratifica o acerto das políticas públicas que estamos adotando”, salientou o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, referindo-se às medidas que vêm sendo colocadas em prática pelo governo federal para combater os impactos da pandemia de Covid-19 na economia.